Esta sessão é destinada para publicação de artigos escritos pela comunidade InovAtiva

RT Connect é uma das grandes novidades do ano no tratamento de câncer de mama

Mais comum entre as mulheres, o câncer de mama é uma doença que causa cerca de 458 mil mortes por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Apenas em 2018, surgiram 59.700 novos casos da enfermidade no Brasil e estima-se que uma a cada 12 mulheres terão tumor nas mamas até os 90 anos de idade.

Para que os pacientes tenham mais chances de cura, o diagnóstico deve ser realizado na fase inicial da doença. Mesmo assim é possível que o câncer precise de tratamento radioterápico. Sabendo disso, a RT Medical criou um sistema que auxilia na cura e propicia maior confiança e segurança aos pacientes e profissionais envolvidos.

Seu sistema RT Connect contempla todas as etapas da radioterapia, desde o atendimento inicial com o agendamento das consultas, passando pela geração da ficha de tratamento e do cálculo de unidade monitora, até o plano administrativo, que engloba toda a parte de gestão, tanto de equipamentos quanto de pessoas.

Assim, a ferramenta atua na parte de verificação, controle de qualidade e validação do tratamento, otimizando as tomadas de decisões com eficácia e segurança na cura do paciente e garantindo maior controle dos processos que envolvem a radioterapia. Além disso, esta automatização reduz significativamente os custos do tratamento do câncer.

Por conta da sua ideia inovadora, em 2017 a startup foi selecionada para participar do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups. Hoje, com recursos da Prefeitura de Florianópolis e apoio do Centro de Distribuição Angeloni, o sistema já está sendo validado na Liga Catarinense de Combate ao Câncer e está presente no Hospital de Caridade, em Florianópolis, e Tereza Ramos, em Lages.

Orçafascio permite economia de até 20% em cotações de obras

Destaque na categoria Educação, Indústria e Setor Financeiro do programa InovAtiva Brasil 2019.1, o OrçaFascio é um sistema de orçamento de obras desenvolvido em plataforma web. Nele, concentram-se dados de mais de 87 mil insumos e 68 mil composições de todas as capitais do Brasil.

Por meio da startup é possível obter um programa completo para orçamentos e unir diversas cotações, cronograma físico financeiro para o cálculo de custo de obras. A plataforma permite ainda a criação de uma base de dados exclusiva que apenas o usuário pode visualizar.

Para saber mais sobre a empresa, entrevistamos Antonio Fascio, CEO da OrçaFascio. Veja o que ele nos contou:

  1. Quando vocês começaram?

Nossa história começa em 2010, no Amapá, quando nem existia banda larga. Resolvemos fazer um software de orçamento para obras com diferencial de ser focado para licitação de obra pública. O sistema foi disponibilizado, até 2015, quando foi fundada a startup OrçaFascio, de forma totalmente gratuita.

  1. Qual é o diferencial da OrçaFascio?

Somos a primeira plataforma online por meio da qual os engenheiros podem fazer seus orçamentos de obra de maneira fácil, confiável e precisa. Além disso, fazemos uma ligação com o Revit, um software BIM para arquitetura, urbanismo, engenharia e design, permitindo que a quantificação do orçamento seja exata, evitando desperdícios e gerando uma economia de até 20%.

  1. Em que estágio a startup se encontra? Quantos clientes vocês possuem atualmente?

Hoje possuímos mais de 1,4 mil empresas, 4 mil usuários pagantes e 3 mil usuários de órgãos públicos.

  1. O que você almeja para o futuro da OrçaFascio?

Estamos num processo de internacionalização da plataforma. Queremos levar nosso produto, primeiramente, para os EUA e América Latina.

  1. O que o InovAtiva Brasil agregou para a sua empresa?

O networking proporcionado e os mentores que nos foram disponibilizados foram fantásticos. Além disso, conseguimos uma visibilidade no mercado onde temos dificuldades, já que nossa startup é do Amapá.

  1. Já passou por outros programas de aceleração? Qual a diferença destes para o InovAtiva?

Participamos sim. A principal diferença é que o outro programa era presencial, mas achamos que o InovAtiva acabou dando uma visibilidade maior a empresa. Também adoramos os experientes mentores. Eles nos deram conselhos de alto valor para a startup.

O que o networking pode agregar à sua startup?

Você já deve ter ouvido falar em networking e no quanto ele pode ser importante para o desenvolvimento da sua solução. Mas você sabe como fazê-lo de forma eficiente para que a sua startup se destaque no ecossistema em que ela está inserida e ainda consiga novas oportunidades de negócios?

Para criar uma rede de conexão eficaz não basta distribuir cartões de visitas e ter muitos contatos nas mídias sociais. Participar de eventos, marcar encontros presenciais com pessoas estratégicas e mostrar-se aberto a escutar o que o outro tem a dizer são algumas outras ações que auxiliam no processo de networking.

O InovAtiva Brasil ajuda os empreendedores neste aspecto realizando rodas de conversa, dinâmicas de grupo, reuniões com grandes empresas, encontros com investidores e treinamentos de pitch, além de conceber espaços para que as startups aceleradas pelo programa apresentem suas soluções aos seus públicos de interesse.

Outra possibilidade de conexão com outros agentes do ecossistema, as startups podem se estabelecer um coworkings e participar de palestras, conferências e cursos com maior frequência. É importante ressaltar que, para que o networking gere bons resultados, o startupeiro deve se ater a qualidade das relações e não a quantidade delas.

Após este primeiro contato, é importante que as duas partes mantenham a comunicação ativa, com trocas genuínas de conhecimento pessoal, para que as parcerias sejam vantajosas e duradoras. Esses relacionamentos tendem a influir na reputação da marca e ampliar a visão do empreendedor.

Como definir objetivos em conjunto com o time?

Comunicar e definir objetivos com o time é uma das etapas essenciais para um planejamento alinhado e uma boa execução. Apesar disso, muitas startups, principalmente aquelas em crescimento acelerado, podem ter dificuldades em comunicar e definir objetivos com todos os envolvidos.

Antes de prosseguirmos no conteúdo, vou fazer algumas perguntas para você:

  • Hoje, qual o objetivo central da sua empresa e como você está mensurando isso?
  • Como você mensura a entrega de sócios e colaboradores?
  • Qual ferramenta você utiliza para determinar o que é prioritário na empresa?
  • Como você acompanha o progresso das pessoas que estão no seu negócio?
  • Como você permite a transparência de entregas?

Muitas perguntas, não é? Mas todas essas perguntas e todos esses processos são a base para um melhor resultado. Por esse motivo, vou te dar algumas dicas para que você possa ser melhor sucedido ou comunicar e definir objetivos com o time:

Defina o foco para a startup

Aqui, a lógica é muito simples: se tem duas coisas para fazer, então, não tem foco. Sua startup precisa ter um objetivo chave, pelo menos, para o trimestre.

Alguns fundadores sentem-se completamente perdidos quando provocados a definir um objetivo para a empresa para os próximos meses, ou para o próximo semestre. Para te ajudar, aí vão algumas perguntas que podem ser essenciais na hora de definir objetivos:

  1. Hoje, qual seria o próximo macro de crescimento da empresa?
  2. Quais nossos recursos disponíveis? – financeiro, recursos humanos, parcerias, contatos, tecnologia;
  3. Quais são as restrições que temos?
  4. Quais requisitos e entregas mínimas nosso produto / nossos canais / nossos processos devem entregar para indicar sucesso?

Quatro perguntas simples, mas que te levarão a ter um olhar completo sobre sua startup e te obrigarão a definir um foco. Tome um tempo para respondê-las e faça isso junto com, pelo menos, os principais tomadores de decisão.

Caso ainda esteja complicado, você pode usar a Matriz Gut para te ajudar a priorizar demandas.

Feito isso, lembre-se: 1 foco. Nada mais, nada menos.

Entrega entre colaboradores e sócios

É muito comum, quando dividimos projetos com alguém, ficarmos esperando entregas daquela pessoa. Além disso, quando temos projetos compartilhados, se as ações e os objetivos individuais não estão muito bem definidos, fica difícil discernir o nível de engajamento das partes.

Juntamente com isso, também fica difícil fazer a contabilidade das entregas.

Neste ponto, sou apaixonada pela metodologia dos OKRs. Dentro desta metodologia, o objetivo da empresa e dos setores é dividido para cada pessoa dentro da empresa. A partir disso, cada pessoa no negócio deve ter entregas mensuráveis, que serão medidas toda semana.

Assim, por exemplo, o objetivo do meu setor de marketing de “1 vídeo por semana”, vai se transformar em objetivos individuais.

Nesse caso, por exemplo,  eu posso ganhar a incubência de gravar um vídeo por semana, enquanto meu sócio tem o objetivo de editar esses vídeos semanalmente. Assim, eu consigo discernir exatamente quantos vídeos foram gravados, quantos foram editados e em qual etapa o processo sofreu mais gargalos.

Lembre-se também que é importante ter reuniões periódicas para acompanhar o desenvolvimento do time. A frequência dessas reuniões depende do nível de autonomia e engajamento do time.

Times remotos também exigem reuniões mais frequentes.

Dentro desses encontros, é importante contabilizar o progresso de cada membro em torno dos objetivos, qual será o foco de ações até a próxima reunião e quais devem ser as entregas prioritárias.

Transparência

Outro ponto essencial é a transparência de resultados entre todos os integrantes da empresa, dos fundadores aos estagiários. Em todas as startups onde vi a transparência aplicada, o time era muito mais engajado e disposto a conseguir resultado.

Além disso, a transparência resolve dúvidas, como: no que os fundadores estão trabalhando? Como está o desempenho do meu colega de time? Quais são as prioridades e métricas dos desenvolvedores e do marketing?

Tudo isso permite alinhamento entre o time, expulsa preguiçosos e deixa o resultado mais coeso.

E aí? Gostou? Espero que sim! Não se esqueça de ver outros artigo do blog do Inovativa Brasil. Este artigo foi escrito pela Líder de Comunidade Bruna Barbosa. Aproveite todos os conteúdos Inovativa!

Fomentando o ecossistema de inovação e empreendedorismo, Líderes de Comunidade estão atuando no Brasil inteiro

Os Líderes de Comunidades, voluntários que atuam para fomentar o ecossistema de empreendedorismo brasileiro, têm a missão de buscar oportunidades de conexão para startups. No InovAtiva Brasil temos 18 pessoas que exercem esse papel, cada uma delas representando um estado diferente do país.

Ao todo, são três líderes na região Norte (Amazonas, Pará, Tocantins), seis na região Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe), dois na região Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso do Sul), quatro na região Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e três na região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina).

Durante todo o ano eles organizam eventos, participam de feiras, compartilham experiências, colaboram para promoção de novos negócios e fomentam uma comunidade de empreendedores, mentores, investidores e grandes empresas interessadas em startups.

Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade

Sabendo da importância dos Líderes de Comunidade para o ecossistema de empreendedorismo, nos dias 19 e 20 de setembro a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) promoveu o “I Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade (FALCOM)” no Google for Startups, em São Paulo.

Com o objetivo de fazer do Brasil um ambiente melhor e mais robusto para a criação de startup, o evento contou com 50 representantes de 24 estados do país. As comunidades do Pará e Rio Grande do Norte foram caracterizadas, respectivamente, por Bruna Barbosa e Monnaliza, Líderes de Comunidade do InovAtiva Brasil.

Para a líder do Pará, foi revigorante estar ao lado de outras pessoas que trabalham pesado com os mesmos objetivos. “A FALCOM abriu meus olhos sobre várias coisas que precisava avaliar em minha comunidade e sobre a relação com atores que nem sempre são fáceis de se criar relacionamento”, explicou Bruna.

Junto com Vinícius Aguiar, que faz parte da equipe do maior programa de aceleração de startups da América Latina, foram convidadas a participar de painéis, palestras, workshops e dinâmicas de grupo sobre as temáticas:

  • Diversidade nas Comunidades;
  • Indicadores Geográficos e Demográficos;
  • Eventos e ações locais;
  • Investimento;
  • Relacionamento com Poder Público;

Para agregar know-how e gerar insights aos líderes, tais atividades foram conduzidas por representantes de grandes organizações, como Facebook, Google, Ambev, Endeavor, Accenture, Globo News, Startupi, PEGN e Gama Academy.

Conheça a história de empreendedores que deixaram a carteira assinada de lado para empreender

Trocar o certo pelo duvidoso não é uma decisão fácil de ser tomada. Por isso, muitas pessoas hesitam antes de deixar o trabalho estável, com carteira assinada e holerite mensal, para se aventurar no imprevisível universo do empreendedorismo, no qual travarão lutas diárias com as finanças da empresa e terão que provar todo o seu potencial para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.

Mesmo com todos os desafios, Daniel Faria Teixeira de Oliveira, Alexandre Henrique do Vale e Neandro Perini resolveram se arriscar e iniciar uma nova jornada respectivamente nas startups aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil: Botnicks, Sociente Inteligência Geográfica e PcD em Foco Online Ltda ME.

“Eu fiquei uns sete anos trabalhando como CLT para uma empresa média (MAPS), e duas grandes (IBM e HSBC). Com estas experiências eu percebi que gostava mais das pequenas, pela flexibilidade de horários e projetos. Me sentia mais útil. Isso me ajudou bastante a entender que queria mesmo um ambiente mais dinâmico, com desafios que mudam todo dia. Hoje a rotina que tenho como empreendedor me exige muito mais, é mais desgastante, mas me deixa muito mais realizado”, comenta Daniel Oliveira, fundador da Botnicks, HR Tech que desenvolve chatbots para os processos de recrutamento e onboarding.

Assim como ele, Alexandre do Vale largou seu emprego para ficar full time na Sociente Inteligência Geográfica, startup que obtém informações por meio de métodos não invasivos (sensores) e proporciona soluções inteligentes para diversas atividades, como mineração, agricultura, agronegócio e saúde.

“De 2006 a 2014 eu trabalhei em uma empresa de mineração como CLT. Foi lá que comecei a sentir as dores deste setor. Porém, quando terminei o mestrado no Instituto Militar de Engenharia (IME), eles me ofereceram uma parceria. Achei melhor recusar para focar na minha startup, o que me gerou boas experiências”, afirma o empreendedor.

Outro que migrou da CLT para o próprio negócio foi Neandro Perini, sócio fundador da PcD em Foco Online. De acordo com ele, foi muito difícil abandonar um emprego fixo e se aventurar no fantástico e ao mesmo tempo desafiador mercado de tecnologia.

“Empreender na área de impacto não é fácil. Monetizar é mais difícil ainda. Mesmo assim, temos orgulho em sermos uma empresa que gera um impacto positivo na sociedade e consegue converter em ganho financeiro. Eu aproveitei uma dor que enxergava enquanto RH, abri mão do conforto e da segurança para empreender na área de tecnologia. Isso mostra que a determinação conta mais que o conhecimento/experiência. Acho que isso são alguns dos fatores que fazem a PcD em Foco ser uma empresa única”, expressa Perini.

Assim como esses três startupeiros, você também pode transformar o seu sonho em realidade. Basta ter vontade e determinação. Quer saber mais sobre o universo do empreendedorismo? Leia os outros textos que disponibilizamos nesse blog!

Corporate Venture: como startups e grandes empresas trabalham junto para inovar

Até bem pouco tempo atrás corporações estabelecidas em suas indústrias e com histórico de sucesso navegavam em oceanos azuis onde a preocupação com novos entrantes, apesar de real, não chegava a ser percebida como ameaça. Consequentemente, a inovação ficava restrita ao aprimoramento e expansão de linhas de produtos e modelos de negócios pré-existentes.

Também não é novidade que novos entrantes têm menor aversão a riscos, o que os dá maior flexibilidade para criar e testar ideias, mapeando oportunidades de mercado até então pouco exploradas pelos grandes players, uma vez que os riscos de perdas são praticamente nulos.

No entanto, com o surgimento de tecnologias disruptivas aliado ao perfil empreendedor, digital, criativo e colaborativo da nova força de trabalho do século XXI, os Millennials, essa preocupação tornou-se mais do que uma ameaça real. Grandes corporações simplesmente desapareceram, e indústrias inteiras viram a necessidade de se reinventar.

Devido a suas estruturas engessadas, pouca margem para erros e consequente aversão a riscos, grandes corporações enfrentam dificuldades no processo de inovação. Por outro lado, essas organizações têm percebido que para se manterem competitivas (e, em alguns casos, vivas), precisam liderar as rupturas dos seus próprios modelos de negócio. Assim, passaram a adotar estratégias de inovação aberta – um modelo descentralizado e colaborativo de produzir inovação.

Nesse contexto, a aproximação com as startups surge como alternativa perfeita, num casamento entre mundos complementares, movido pela busca de ganhos mútuos. Ao se engajarem com startups, os benefícios para as corporações vão desde a possibilidade de desenvolvimento tecnológico, transformação digital, melhoria da experiência do cliente, desenvolvimento de novos produtos e modelos de negócio, até potencial reformulação da cultura organizacional através da internalização de mindsets de crescimento. É uma forma de trazer o DNA de inovação num movimento de fora para dentro, com riscos controlados, maior rapidez e menores custos quando comparado a iniciativas desenvolvidas dentro de casa

Os ganhos para as startups também são diversos. Projeção da marca, ampliação de networking, acesso à uma extensa base de clientes e, ainda, potencial para alavancagem financeira (seja através de contratos de parcerias, aumento no volume de vendas ou até corporate venture capital), são apenas exemplos de possíveis benefícios para esses empreendedores.

Sejam quais forem os objetivos estratégicos que motivem ambos os lados a uma parceria, corporações e startups são forças propulsoras de uma mesma engrenagem, onde não só as empresas envolvidas se beneficiam, mas também a economia de todo país.

 

Texto da Líder de Comunidade do Rio de Janeiro Luciana Leão.

InovAtiva Brasil recebe 95 pontos em pesquisa de NPS

Buscando sempre melhorar nossos programas, ouvimos você e pedimos para que nos avaliasse em uma pesquisa de NPS (Net Promoter Score). A partir dela, pudemos calcular o grau de satisfação e fidelidade dos empreendedores que participaram do InovAtiva Brasil. Com felicidade, agradecemos vocês pelos 95 pontos instituídos a nós.

A mensuração foi realizada com base na resposta de 81 startups aceleradas sobre a seguinte pergunta: “Com base no que você já vivenciou até o momento no InovAtiva Brasil, qual a probabilidade de você recomendar o programa para outra startup?” – 95% dos entrevistados responderam nove ou 10 para essa questão, sendo 10 o valor máximo.

Os entrevistados também elegeram as atividades que foram essenciais para quem participou do programa. A que mais se destacou foi a “Mentoria Individual à Distância”, com 54,3% dos votos. Para 65,4% dos empreendedores, tal processo foi de essencial importância para o desenvolvimento da startup. Esse mesmo percentual de entrevistados avaliou como excelente a combinação entre mentor e mentorado.

Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2019.1

Da mesma forma, fizemos uma pesquisa durante o Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2019.1 para saber o que os participantes estavam achando dos eventos. Tivemos um total de 782 avaliações sobre as palestras realizadas, as salas especializadas disponíveis e as atividades de mentoria.

Nesta análise, os empreendedores avaliaram o programa em 4,75 em uma escala de um a cinco. As mentorias foram novamente as atividades que se sobressaíram aos entrevistados, mas a palestra de Gestão de Pessoas e a sala especializada de Pitch Help também despertaram a atenção dos presentes.

Todas essas informações são de extrema importância para o InovAtiva Brasil. Com base nelas, vamos aprimorar os próximos ciclos para satisfazê-los cada vez mais. Agradecemos a sua colaboração e esperamos continuar atendendo as necessidades da sua startup!

 

InovAtiva Brasil promoveu palestras, rodas de conversas e workshops durante Hack Town 2019

Entre os dias 05 e 08 de setembro, o programa InovAtiva Brasil marcou presença no Hack Town 2019, em Santa Rita do Sapucaí (MG). O evento juntou tecnologia, música e inovação, gerando ideias diferentes e conexões de impacto aos 6 mil participantes.

O festival contou com mais de 600 palestras, showcases e workshops durante seus quatro dias e chegou a ter 38 atividades simultâneas em diversos ambientes da cidade, como auditórios, teatros, bares, restaurantes e outros locais inusitados. Em sua quinta edição, o Hack Town também promoveu ações noturnas, aumentando o uso dos espaços abertos.

Dentro dessa programação, o InovAtiva Brasil, em conjunto com a Campinas Tech, realizou mentorias e palestras sobre inovação aberta, empreendedorismo e startups; organizou rodas de conversas e participou de painéis nos quais seus Líderes de Comunidade compartilharam suas experiências e conhecimentos. Durante todas as atividades promovidas, impactamos diretamente mais de 80 pessoas.

O programa também ofereceu um workshop trazendo insights e dinâmicas focadas em inovação aberta e trazendo o aspecto estratégico das diferentes formas de promover o Open Innovation. Foi um momento de bastante troca entre startups e grandes empresas.

Além disso, durante o evento, houve um momento para que as startups participassem de pitch sessions e fizessem uma breve apresentação da sua solução aos demais presentes. A Biti9, startup acelerada pelo InovAtiva Brasil 2019.1 focada em serviços para produtividade administrativa e automação robótica de processo, ficou em primeiro lugar no primeiro dia.

“Tivemos uma experiência incrível no Hack Town, em Santa Rita do Sapucaí. Já na chegada à cidade, todos estavam com crachás coloridos, animados e comentando de palestras e aprendizados, ao mesmo tempo em que a euforia apareceu, surgiu a preocupação em fazer um bom pitch para apresentar o Robbi9 (nosso robô SaaS de automação de processos repetitivos). No final da noite, na chegada ao auditório, conhecemos as startups e sabíamos que a concorrência seria grande. Momentos antes de subir ao palco nossa mente traz à tona todo o caminho percorrido, brainstorms, os mentores, a aceleração do InovAtiva, que nos preparou tanto para estar ali. Toda essa dedicação acabou refletindo no resultado: ficamos em primeiro lugar”, finaliza Adalberto Cunha, Fundador e Diretor de Operações da Biti9.

Aderindo ao Setembro Amarelo, Moodar leva gratuitamente conhecimento psicoemocional para empresas

O Setembro Amarelo surgiu de uma iniciativa da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e do Conselho Federal de Medicina (CFM) em associação ao Centro de Valorização da Vida (CVV) com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre o problema do suicídio. A partir daí, diversos governos, entidades e empresas passaram a usar esse mês para promover o cuidado psicoemocional para evitar que as pessoas tirem a própria vida.

Uma das empresas que aderiram a causa é a Moodar, startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2019.1 que tem a missão de estimular a felicidade, combatendo a ansiedade de forma inteligente, eficaz e acessível. Ela une psicologia, design e data science para incentivar o acolhimento integral do indivíduo, cuidando assim do seu psicoemocional tanto no nível individual quanto no organizacional.

“Desenvolvemos conteúdos e ferramentas de gestão para o combate à cultura da ansiedade nas organizações. Acreditamos que somos únicos no sentido de nos propormos não como intermediários entre paciente e profissional, mas como uma solução integrada para pessoas e empresas”, afirma Felipe Farias, CEO e fundador da Moodar.

Durante o Setembro Amarelo, a startup levou informação sobre saúde psicoemocional e prevenção ao suicídio gratuitamente para diversas empresas, aumentando o alcance dos esforços de conscientização sobre o tema. Afinal, segundo o empreendedor, o principal meio de prevenção ao suicídio é falar abertamente sobre o assunto e facilitar o acesso a profissionais especializados.

“Quando analisamos que 97% dos suicídios acontecem em função de transtornos psicoemocionais não tratados adequadamente e que 90% deles poderiam ser evitados, concluímos que é impossível não perceber esse problema como algo urgente e fazer algo a respeito. Por isso criamos este projeto para levar conhecimento sobre cuidado psicoemocional nas empresas, gratuitamente, durante o Setembro Amarelo”, comenta Farias.

Causas do suicídio

A ideação suicida pode ser decorrência de uma série de transtornos que tratados por meio da plataforma, como ansiedade e depressão. Segundo a Revista Brasileira de Psiquiatria, os casos de suicídio entre jovens (18 a 25 anos) cresceram 10 vezes no país desde o fim da década de 1980; entre os homens, esse aumento foi de 20 vezes.

“De acordo com a Organização Mundial da Saúde, vivemos uma epidemia global deste transtorno e o Brasil, com mais de 19 milhões de casos, é proporcionalmente o país mais ansioso do mundo. No entanto, menos de 4% dos brasileiros chegam a conseguir tratamento em função de uma série de obstáculos estruturais”, observa o empreendedor.

Sabendo disso, a Moodar oferece acompanhamento psicológico por meio de uma plataforma online mais barata, fácil de usar, acolhedora e inteligente. Seus profissionais são capacitados para realizar uma abordagem efetiva de “primeiros socorros” e intervenção no atendimento ao paciente em estágio de ideação ou preparação.

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