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Dia dos Namorados: encontre o presente perfeito pelo menor preço!

O Dia dos Namorados chegou e você ainda não garantiu o presente do seu amor? Então essa matéria é para você! Preparamos uma lista de startups aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil que oferecem produtos e serviços que podem te ajudar a escolher o que dar ao seu(sua) parceiro(a) e, claro, por um valor que cabe no seu bolso.

Sugestões de Presentes

Para esportistas

Seu parceiro(a) é ativo, gosta de praticar esportes e está preocupado com a sustentabilidade? Então a Astan Bike é o presente perfeito para ele(a)! A bicicleta é uma das mais leves e resistentes do mercado, oferece conforto para percorrer grandes distâncias e tem o conceito de sustentabilidade intrínseco, desde sua concepção até o descarte.

Para amantes de bebidas

Se o(a) seu(sua) companheiro(a) curte um happy hour e gosta de experimentar diferentes bebidas, nossa dica é usar o UMABIRA na hora de escolher o presente. O aplicativo permite que o usuário compartilhe as promoções de cerveja.

Agora, se a ideia é dar uma cerveja artesanal, o marketplace Bebedores de Cerveja é a melhor alternativa. Ele conecta cervejarias artesanais com os apreciadores de uma boa cerveja.

Porém, se o seu(sua) amado(a) prefere um vinho, o Eu Sommelier deve ser a sua fonte de busca. O aplicativo faz indicações de rótulos com ótimo custo-benefício em estabelecimentos como restaurantes, lojas e supermercados.

Para viajantes

Quer surpreender e dar uma viagem de presente de Dia dos Namorados? Comece pelo buscador de passagens aéreas Mevow, que apresenta os destinos possíveis, organizados por preço, de acordo com a origem do usuário.

Com a passagem comprada, é preciso reservar hospedagem. Nesse momento, o TripRadar é essencial. Nele, são oferecidas opções de pacotes, possibilitando que o comprador encontre um preço justo com vantagens exclusivas para se hospedar em lugares incríveis.

Para homens que querem ter novas experiências

A sua intenção é sair do comum e dar um presente inovador para o seu namorado? Então veja as opções que o Original Men possui. Você pode escolher entre aula de drinks com café, um workshop de caipirinhas, dirigir uma Ferrari, pilotar um avião, levar seu amado até um parque de diversões com 22 máquinas de Pinball e arcades clássicos, curso de mecânica de bikes, sessão de flutuação e muito mais!

Para quem gosta de cosméticos

Contudo, se maquiagem ou cuidar da aparência for uma paixão do(a) seu(sua) parceiro(a), você não pode deixar de consultar o Cosmético Já. O marketplace online conecta as empresas produtoras de cosméticos com os consumidores.

Por fim, não deixe de economizar!

Agora que você já tem uma ideia do que vai dar de presente, chegou a hora de comparar os preços. Afinal não é preciso gastar muito para dar um bom presente, não é? Conheça as ferramentas que você pode utilizar para isso:

  • Reduza – plataforma que automatiza o processo da busca por descontos na internet de modo a facilitar a vida dos consumidores online, economizando tempo e dinheiro;
  • ComOferta.com – aplicativo que disponibiliza ofertas mostrando fotos e prazo de validade;
  • WeWaant.com – plataforma para negocia com o fornecedor pelo cliente, garantindo o menor preço com a mesma segurança.

Com todas essas dicas, não tem como não agradar seu amor!

O que o InovAtiva tem de diferente dos demais programas de aceleração?

O maior programa de aceleração de startups da América Latina oferece, gratuitamente, mentoria para empreendedores de todo Brasil que atuam com tecnologias inovadoras para qualquer segmento. Além disso, no InovAtiva Brasil, as startups têm a oportunidade de se conectar com investidores, grandes empresas, aceleradoras e participar de programas e eventos de empreendedorismo. Mas não é só isso que torna o programa especial.

Visibilidade

De acordo com Elber Fabrício Laranja e Thiago Critter Chiliatto, fundadores da Antecipa Fácil, que já participaram de outros programas de aceleração, o InovAtiva é o que mais gerou visibilidade para a startup. “No quesito alcance de mercado, sem dúvida, esse programa é diferenciado. Por ele circulam pessoas influentes e com conexões que podem mudar os rumos de uma empresa que está iniciando suas atividades, como a nossa. O fato de ficarmos entre as 12 empresas destaque do programa também contribuiu muito, dado que isso gerou para nós um grande espaço na mídia espontânea”, afirma Laranja.

Esse também foi o aspecto que mais chamou a atenção de Egmar Rocha, CEO da EasyThings. Para ele, o alcance e divulgação alcançados foram elementos que só o InovAtiva lhe proporcionou. Contudo, outra característica do programa também foi de extrema importância para ele: as sessões de mentoria.

Aprendizado

“Me inscrevi no InovAtiva com o objetivo principal de obter mais conhecimento e expor a solução para um maior número de pessoas. Não foi difícil atingi-lo e superá-lo. Nos foram apresentados mentores de altíssima qualidade e com uma ampla experiência. As informações que recebi estão sendo fundamentais para a atualização do modelo de negócio”, comenta Rocha.

“Participamos do InovAtiva em 2017 e foi um programa muito interessante para a abertura de novos contatos, fazer o networking e conhecer possíveis investidores para quando estivéssemos maduros o suficiente com a solução.  Toda a parte de mentoria e know-how que foi prestado para que pudéssemos nos desenvolver como profissionais, gestores da empresa e conseguir tocar o nosso negócio também foi fundamental”, reitera Caroline Dellacorte, cofundadora da PackID, startup acelerada pelo programa.

Experiência

Com intensas atividades online e presenciais, os empreendedores aprendem a elaborar pitchs e apresentam seus projetos aos maiores investidores e mentores do país. Essa empreitada já proporcionou bons resultados para diversas startups que foram aceleradas pelo programa.

Quer fazer parte dessa história?

E também agregar valor à sua startup, se conectar com os principais players do ecossistema e trocar experiência com outros empreendedores? Fique atento ao nosso site e redes sociais.

As inscrições para o próximo ciclo InovAtiva Brasil começam em breve!

24 das 100 startups mais promissoras do Brasil passaram pelo InovAtiva Brasil, InovAtiva de Impacto ou Startout Brasil

No início do mês, a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios divulgou a lista das 100 Startups para ficar de olho em 2019, com a pretensão de contribuir para um ecossistema cada dia mais competitivo. Elas foram escolhidas dentre 2.200 empresas por um grupo de 80 consultores, especialistas e investidores das consultorias EloGroup e Corp.vc e dos veículos PEGN e Época NEGÓCIOS.

Quesitos usados na avaliação

  1. Potencial para transformar mercados e impactar consumidores;
  2. Dificuldade para que concorrentes repliquem a solução;
  3. Tamanho do mercado, aderência e tendências de consumo, acesso a público-alvo e facilidade de entrada no mercado;
  4. Capacidade de expandir a operação com velocidade, ganhar capilaridade e acessar recursos financeiros;
  5. Experiência prévia dos fundadores na área de atuação da empresa;
  6. Qualificação técnica da equipe;
  7. Relação entre a maturidade da operação e os resultados alcançados (protótipo, validação, MVP, tração e escala).

As startups que se destacaram entre as milhares de empresas nascentes no país demonstram potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar indústrias. Além disso, seus produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o seu crescimento.

Desses negócios, quase ¼ passou pelo programa InovAtiva Brasil, InovAtiva de Impacto e/ou StartOut Brasil. Confira abaixo essas startups que se destacaram na segunda edição do “100 Startups to Watch”:

  • Agronegócio: Grão Direto (InovAtiva Brasil 2017.1); Jetbov (InovAtiva Brasil 2015); Olho do Dono (InovAtiva Brasil 2016.2); e Safetrace (InovAtiva Brasil 2017.1)
  • Educação: Redação Online (InovAtiva Brasil 2017.1)
  • Gestão: Biz.u (InovAtiva Brasil 2016.2); Checklist Fácil (StartOut Lisboa e Santiago); Niduu (InovAtiva Brasil 2018.2); e Rocket.Chat (StartOut Berlim e Lisboa)
  • Impacto: Biosolvit (InovAtiva 2018.1, InovAtiva de Impacto 2018.2 e StartOut Paris, Lisboa e Santiago); Sumá (InovAtiva de Impacto 2016.2), key2enable (StartOut Santiago e Toronto); e O Polen (InovAtiva Brasil 2018.2)
  • Indústria: BirminD (InovAtiva Brasil 2017.1 e StartOut Paris e Berlim); e I.Systems (StartOut Miami e Santiago)
  • Marketing e Vendas: Lett (InovAtiva Brasil 2014 e StartOut Buenos Aires); Postmetria (InovAtiva Brasil 2015); Shelfpix (InovAtiva Brasil 2018.1 e StartOut Berlim, Lisboa e Toronto); Squid (InovAtiva Brasil 2013); e Standout (InovAtiva Brasil 2017.1)
  • Saúde e Bem-Estar: Ephealth (InovAtiva Brasil 2016.1)
  • Serviços: Justto (InovAtiva Brasil 2016.2); e Midhaz (InovAtiva Brasil 2018.2)
  • Tecnologia da Informação: Nama (InovAtiva Brasil 2016.1)

Como realizar vendas complexas para sua startup?

Um dos maiores desafios de qualquer novo negócio é a venda. Processos comerciais bem desenhados são fundamentais para o sucesso e a perenização de qualquer projeto. Tão importante quanto outras frentes como o desenvolvimento de produtos, gestão financeira e o marketing, as vendas carregam consigo o oxigênio das empresas, o fluxo de caixa.

Vendas complexas trazem um desafio maior ainda para startups e pequenos negócios que desejam colocar no mercado produtos e serviços de altíssimo valor agregado. Tanto pelo valor que geram quanto pela dificuldade em se desenvolvê-los, esses produtos e serviços acabam sendo mais caros do que a média, o que, por si só, já transforma a venda em algo desafiador. A missão cresce de escopo quando pensamos nos clientes que prospectamos: empresas de médio e grande porte.

Convencer uma empresa a comprar um produto ou serviço é complexo, lento e muito trabalhoso. Talvez por isso seja tão comum ver empresas fracassarem. Muitos desistem de construir e executar processos comerciais por conta da morosidade e do trabalho que eles dão. Vender exige paciência, esforço e muito preparo.

Mas não se engane: um bom processo comercial não apaga ou esconde um produto ou serviço ruim. Ele pode até sustentá-lo por algum tempo. O mercado, porém, é implacável. Com o tempo, as características negativas percebidas por quem comprou acabam destruindo qualquer operação comercial de sucesso.

Nesse texto, vamos falar de 05 dicas fundamentais para quem quer realizar vendas complexas para sua startup:

1. Entenda o valor que você gera

Muitos empreendedores se esquecem que clientes compram valor acima de qualquer especificação técnica de produto ou serviço. A grande preocupação de quem está do outro lado da mesa é entender qual o real benefício daquela aquisição. Vai me permitir dedicar mais tempo a algo estratégico para meu negócio? Vai me dar mais segurança em relação a como estou alocando os recursos de minha empresa? Vai dar mais produtividade à minha equipe me gerando mais retornos financeiros no final do mês?

Parece óbvio mas, até hoje, muita gente se esquece de compreender e relacionar os reais atributos de valor e foca, apenas, nos atributos técnicos como velocidade de processamento, tempo de resposta, entre outros ítens que são relevantes para a equipe técnica de uma empresa mas, geralmente, são pouquíssimo relevantes para os reais tomadores de decisão de uma compra de alto valor dentro de uma empresa.

2. Lembre-se que você negocia com pessoas, não com entidades.

O tomador de decisões de qualquer processo de compra, por mais burocrático que seja, é uma pessoa. Não podemos nos esquecer de que existem agendas individuais que compõem os processos de compras de toda empresa. Quanto mais você conseguir compreender o mindset das pessoas com as quais voc6e interage durante a venda, maior a chance de sucesso da sua empreitada.

Há pessoas que tem como pensamento a ideia de que quanto mais desconto conseguir em uma compra complexa, melhor. Acredita que isso vai mostrar aos seus chefes o quão durona a pessoa é ou como ela se preocupa com o fluxo de caixa da empresa. Outros tendem a conduzir a negociação de forma muito mais fácil e tranquila quando criam algum vínculo emocional com o vendedor, seja porque dá crédito ao que ele diz, seja porque foi criada uma relação de amizade entre comprador e vendedor durante essa jornada.

Entender o perfil dos compradores e o que de fato gera valor para eles pode te colocar em situações muito mais favoráveis durante uma venda.

3. Escolha bem seus alvos.

É conhecida a frase que diz que quem quer tudo, não quer nada. Escolher de forma clara e objetiva quem são os seus principais alvos de mercado te ajuda a ter foco e direcionar esforços nas coisas certas. Você pode fazer isso definindo, em primeira instância, quais setores você pode atender com seu produto ou serviço. Entendendo o setor, você pode determinar que discursos utilizar, quais os jargões mais comuns entre os profissionais dessa área, que grandes eventos são promovidos nele e por aí vai.

Definidos os setores, sugiro a criação de um ranking das principais empresas que sua startup gostaria de atender dentro de cada setor. Saber quais as suas empresas alvo te ajuda a criar pitches dedicados e orientados a gerar valor para cada empresa que você deseja impactar e os profissionais que trabalham lá dentro. Lembre-se que é muito difícil escalar vendas complexas por meio de discursos padronizados e não customizados.

4. Tenha paciência.

Vendas complexas não são rápidas. Entenda que jornadas de compra podem levar um mês ou um ano. Isso vai variar muito de acordo com o seu modelo de negócio, os custos envolvidos e a burocracia da própria organização. Já vi casos onde um mesmo serviço foi vendido em cinco dias dentro de um cliente e, em outra situação, levou quase oito meses para que a venda fosse concretizada. Quanto maior a complexidade do serviço e da burocracia de aprovações do cliente, maior tende a ser o tempo médio de uma venda.

Além disso, é importante frisar que o trabalho de vendas é pautado na construção de pontes e relacionamentos. Muitas vezes, vamos errar no timing de abordagem à empresas, mas isso não quer dizer que fracassamos. São comuns os casos onde um ou dois anos depois do primeiro contato, empresas celebram contratos entre si. Principalmente quando falamos de contratos de serviços, como os de SAAS, temos prazos a serem cumpridos. São comuns vínculos de doze ou vinte e quatro meses de duração que dificilmente serão quebrados por conta da sua prospecção.

5. Tenha um processo bem desenhado.

São várias as metodologias sobre processos de vendas que você pode adotar. Seja qual for a de sua preferência, estude-a de ponta a ponta e adapte-a ao seu modelo de negócios. Depois disso, transforme isso em uma rotina comum à todos os envolvidos nos processos comerciais no seu time e metrifique a performance e a efetividade das pessoas e dos processos.

Vendas não são loteria. Se você não tiver controle sobre os processos e as pessoas, provavelmente vai ficar a mercê do mercado, ao invés de criar passos e estruturas necessárias para que os resultados sejam concretos e claros.

Mescle etapas de approach por e-mail, telefone e reuniões presenciais durante o estágio inciial de sua abordagem para que consiga abrir portas dentro dos clientes. Depois disso, tenha na manga estratégias para se manter na memória do seu prospect, seja por meio de e-mails específicos trazendo cases da empresa e tendências de mercado ou mandando mensagens pessoais eventualmente, como em datas comemorativas.

Com essas 05 dicas, com certeza, você terá mais clareza de como está caminhando sua operação comercial e como você pode operar de forma mais efetiva dentro de sua startup.

Confira o conteúdo completo em nossa mentoria aberta: Talk To Me.

Maio Amarelo: como startup acelerada pelo InovAtiva incentiva a segurança no trânsito

Em 11 de maio de 2011, a ONU decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Com isso, o mês de maio se tornou referência mundial para balanço das ações de conscientização no trânsito. Com a intenção de agregar mais pessoas a causa, como órgãos governamentais, empresas, entidades de classe, associações, federações e a sociedade civil, criou-se o Movimento Maio Amarelo,

A cor foi escolhida por simbolizar atenção, casando perfeitamente com o propósito do movimento internacional. O intuito é chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito e assim conscientizar as pessoas para a redução desses números.

“As mortes por acidentes de trânsito no país estão em queda, mas a meta estabelecida para 2020 está longe de ser alcançada. Cerca de 95% dos acidentes são causados por falha humana ou mecânica (por falta de manutenção). Isso nos indica que a conscientização da sociedade é fundamental”, afirma Ricardo Bernardes – Founder & CEO da Onsurance, startup pioneira no mundo em Seguro On Demand.

A Onsurance 

A startup acelerada e escolhida como destaque no programa InovAtiva Brasil 2018.1 é apoiadora oficial do Movimento Maio Amarelo. Além da discussão sobre a importância de se ter motoristas com direção defensiva, através de seu produto a empresa também colabora com um trânsito melhor e menos agressivo,

De acordo com Bernardes, a ação é de extrema importância para a diminuição de mortes em acidentes automotivos. “Para estimular nossos usuários a conduzirem seus veículos de forma mais segura, oferecemos uma redução nos valores pagos por minuto para aqueles que dirigem de forma consciente”, comenta ele.

Isso é possível graças ao dispositivo Onsurance Onboard, em que a empresa realiza o monitoramento do perfil de condução do motorista em tempo real (drive behavior) por meio de um hardware conectado ao carro do condutor. Com isso, hoje, apenas 3% dos seus clientes acionam a seguradora por acidentes no trânsito. Ou seja, através da leitura do comportamento dos seus clientes a empresa contribui para um trânsito mais seguro.

Para conhecer mais da Onsurance, acesse: https://onsurance.me/

O que sua startup precisa para ser aprovada no InovAtiva de Impacto?

As inscrições para o InovAtiva de Impacto, programa de aceleração para negócios de impacto social e ambiental, estão abertas até o dia 27 de maio. Das inscritas, 40 empresas serão selecionadas para receber cursos gratuitos de empreendedorismo de alto nível diretamente com os melhores especialistas do país, com um módulo focado em negócios de impacto socioambiental.

Para serem escolhidas, as startups precisam:

  • Desenvolver produtos ou serviços de base tecnológica;
  • Possuir modelo de negócios inovador e/ou escalável;
  • Ter como foco o impacto social e/ou ambiental;
  • Estar constituída como empresa e possuir CNPJ;
  • Contar com clientes pagantes ou com uma base crescente de usuários;
  • Atuar em um mercado com tamanho representativo;
  • Apresentar faturamento máximo de R$ 4,8 milhões no último ano contábil;
  • Ter potencial de crescimento.

Elas também devem enviar um vídeo de até três minutos e uma apresentação do negócio em PDF. As empresas que não atenderem qualquer um desses requisitos ou enviarem links inválidos ou protegidos serão automaticamente desclassificadas.

Processo de avaliação

Os avaliadores externos (profissionais referência do ecossistema voluntários) recebem até 30 projetos para analisar com base em quatro critérios: grau de inovação, maturidade da empresa, maturidade da solução e equipe. É importante que os empreendedores tenham em mente que as startups serão avaliadas com bases nas informações que são encaminhadas na proposta. Por isso, aproveite ao máximo os conteúdos abertos de capacitação do InovAtiva para entender bem cada tema e escrever a sua proposta com mais atenção e qualidade.

Lembre-se de apresentar as vantagens significativas que o seu negócio tem em relação aos dos concorrentes, quais os desafios que seu negócio enfrenta, sua posição firmada no mercado e as estratégias utilizadas na aquisição de clientes. Assim, os avaliadores vão compreender rapidamente o real valor do seu negócio e, consequentemente, fazer uma melhor avaliação da sua startup.

Após esse processo, as instituições organizadoras do programa ficam responsáveis por verificar as avaliações feitas pelos profissionais voluntários e selecionar as empresas que participarão do próximo ciclo do programa. O InovAtiva de Impacto publica a lista final com as até 40 (quarenta) empresas selecionadas no site www.inovativabrasil.com.br, sempre em ordem alfabética, após ser homologada pelo comitê gestor do programa.

07 Dicas para promover seu negócio com Marketing Digital

Um dos principais pilares de qualquer negócio é a área de marketing e vendas. Um negócio sem visibilidade é um negócio morto, porque, mesmo que haja qualidade nas suas entregas e uma proposta de valor evidente, se ninguém sabe da sua existência, provavelmente, seu negócio caminha a passos largos para o fechamento.

As constantes revoluções tecnológicas pelas quais nós temos passado nos últimos anos tem permitido que pequenas empresas e marcas entrem na disputa pela atenção do público consumidor. Isso faz com que se promover seja algo mais próximo da realidade de um pequeno empresário nos dias de hoje do que em qualquer época da nossa histórica. Claro que não estou falando aqui de disputas de mesma escala. Uma marca tradicional e forte tem visibilidade em escalas globais ou nacionais, enquanto pequenos empresários precisam de atenção local.

Novas possibilidades

A internet é a principal ferramenta para alavancar os resultados de visibilidade e, consequentemente, comerciais de qualquer tipo de empresa. Ela consegue quebrar barreiras de acesso a públicos específicos e diminuir o custo para dar visibilidade a uma marca, produto, ou serviço. Explico: ao invés de termos poucos bons fornecedores de visibilidade, como um canal tradicional de televisão ou uma revista conhecida por todos no mercado, falamos de milhares de sites, redes sociais, buscadores e reprodutores de conteúdos espalhados em diferentes links e acessados por diferentes perfis de pessoas. Com isso, o custo médio de divulgação de um produto ou serviço fica muito menor.

Como todo e qualquer contexto de oportunidade, ganha quem conhece melhor das ferramentas disponíveis e dos processos que levam uma empresa ao sucesso. Isso não quer dizer, de forma alguma, que exista uma fórmula mágica ou uma receita de bolo que se aplique a qualquer modelo de negócio. Mercados diferentes exigem estratégias diferentes, e não existem atalhos que simplifiquem esse processo de entendimento e aprendizado sobre um mercado e as grandes oportunidades que precisam ser exploradas ali.

 

Porém, existem alguns passos básicos que, se seguidos, podem te ajudar muito na hora de começar a se inserir dentro desse mundo digital. Vamos lá:

Estude seu público alvo

Um dos pontos altos do mundo digital é o fácil acesso à informação. Aqui, podemos fazer pesquisas intensas e profundas sobre quem é nosso público consumidor, que tipos de conteúdos ele acessa, com o que ele mais interage? Em que canais ele está mais presente? Ele usa muito as redes sociais? Ele faz muitas pesquisas no Google?

Essas informações podem valer ouro na hora de pensar em uma boa estratégia de marketing digital.

 

Estude seus concorrentes

Não basta saber quem são seus concorrentes. É importante entender como eles estão atuando na hora de se promover. Que canais eles estão usando? Que tipos de conteúdo estão sendo gerados? Isso está funcionando? Ele está vendendo mais? Onde é que os concorrentes estão acertando? E onde é que eles estão errando?

Com esse conhecimento, podemos pensar nos espaços em branco que podem ser preenchidos e que oportunidades existem para alavancarmos uma marca.

 

Reflita sobre a sua marca

Quando começamos a estudar o mercado, olhando para concorrentes e para seu público-alvo, temos uma série de insights de como nos comunicar melhor para termos mais atenção frente ao nosso público e termos mais resultados de venda. É importante, porém, respeitar quem a sua marca é e os valores que você entende que são relevantes para a construção dela. Essa essência não pode ser deixada de lado na hora dessa disputa, porque ela pode matar a identidade do seu negócio.

 

Escolha que canais utilizar

A partir daqui, estamos falando em plano tático e criativo de como promover seu produto ou serviço. Existe na internet uma infinidade de canais que podem ou não ser explorados como o Facebook, Instagram, Google, Linkedin, Twitter, anúncios em sites de conteúdo ou de notícias, entre muitos outros. Já vi muitas pessoas falando que é importante estar presente no máximo de canais que você conseguir. E isso pode ser muito perigoso.

Estamos falando de pequenos negócios com recursos e mão de obra limitada e, portanto, precisamos ser realistas e objetivos na hora de escolher em que canais precisamos estar presentes de acordo com os principais resultados de negócio que queremos gerar pelo esforço da promoção de nossa marca e dos produtos ou serviços que oferecemos ao mercado.

 

Defina a linha criativa que você vai utilizar

Como falei algumas vezes nesse texto, o marketing digital é, basicamente, um mundo de disputa por atenção. Isso quer dizer que você vai entrar em um contexto onde muitas (muitas mesmo) marcas estão tentando se vender de forma constante e insistente. O usuário final já sabe disso e, muitas vezes, ignora anúncios e marcas que aparecem em anúncios. A disputa de atenção se dá por duas principais visões: i) como construo conteúdos relevantes e de interação com o meu público-alvo? E ii) como construo anúncios matadores que vão gerar o máximo de clicks e compras em um site ou visitas em uma loja e por aí vai.

Esse esforço de construção não é simples, e exige muito conhecimento do seu mercado e, principalmente, das ferramentas e canais que você utilizará na promoção do seu negócio. Conhecer de marketing (digital e tradicional) é tão importante quanto conhecer de finanças, de atendimento ao cliente, de produção e de prestação de serviços.

 

Tenha verba para investir

Se você acha que o digital não consome dinheiro você está enganado. Aloque verba para compra de espaços publicitários de forma recorrente e permanente se você quer continuar crescendo ou se manter com o porte de negócio que você tem hoje.

Em média, sugiro que 5 a 10% do seu faturamento seja revertido em marketing considerando todos os custos envolvidos nisso: equipe, produção de conteúdo, compra de mídia e por aí vai.

 

Monitore os resultados

Marketing e comunicação são ciência e não tem nada a ver com ego, orgulho ou arte. Os dados devem sempre ser seus melhores amigos visto que você está investindo tempo e recursos de sua empresa nesse trabalho de forma constante e recorrente. Dito isso, tenha como melhores amigos os dados que acompanham todo tipo de resultado para saber se precisa fazer algum tipo de ajuste na sua estratégia de marketing ou se está tudo correndo como deveria.

Em geral, ao analisar os dados de marketing digital do seu negócio, você deveria ser capaz de responder as seguintes perguntas:

  • O público está interessado pelo que minha marca está falando?
  • O conteúdo que está sendo gerado pela minha marca tem algum tipo de conexão com o meu setor e com os produtos ou serviços que comercializo?
  • Estou conseguindo gerar tráfego para o meu site, aos meus pontos de venda ou aos pontos onde comercializo por meio do trabalho de comunicação digital?
  • Estou gerando resultados comerciais a partir do trabalho de comunicação digital?

Aliás, se você tem dúvidas sobre que indicadores construir para qualquer área do seu negócio, trabalhe sempre com dados que respondam a perguntas específicas e estratégicas para você. Um dashboard com dado demais costuma não responder nada e gerar muita confusão para o seu negócio.

Esses passos são a base para quem quer promover de forma adequada seu produto ou serviço. É um trabalho que exige dedicação e esforço para que, de fato, sejam construídas estratégias e ações coerentes com o contexto onde uma empresa está inserida e os resultados que ela almeja alcançar. Essa customização é crucial para quem quer de fato ir mais longe.

 

Festival Global de Inovação Social: como foi?

Com o objetivo de mostrar a importância do empreendedorismo de impacto para o mundo, no dia 14 de abril foi realizado o Festival Global de Inovação Social. Pela primeira vez no Hemisfério Sul, o evento de aprendizado internacional focado em Inovação Social estimulou o desenvolvimento do ecossistema de inovação e de economia digital por meio de uma grande rede centrada em inovação social.

Na data, cerca de mil pessoas oriundas de 37 países se reuniram no Impact Hub, em Florianópolis, para criar conexões globais e compreender melhor o avanço de uma agenda de empreendedorismo de impacto no planeta e as mudanças que tal iniciativa pode gerar.

Com 35 palestrantes nacionais e internacionais, a programação foi dividida em sete temas: inovação, liderança, sustentabilidade, empreendedorismo, transformação pessoal, igualdade de gênero e colaboração. Dentro desses, foi abordado o papel das redes sociais para motivar as novas gerações a serem agentes de mudança social; como incentivar os microempreendedores individuais a inovarem nos seus negócios e a buscarem o crescimento das suas empresas; os desafios no avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS); entre outros.

Empreendedorismo de Impacto

Com o intuito de resolver problemas sociais e/ou ambientais ao mesmo tempo em que geram lucros e se desenvolvem como negócios sustentáveis, a quantidade de startups de impacto criadas no mundo teve um crescimento estrondoso nos últimos dez anos. Segundo levantamento do Sebrae, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), hoje o Brasil conta com mais de 800 empresas de impacto.

Esses empreendimentos têm movimentado cerca de US$ 60 bilhões em nível global e registrado aumento aproximado de 7% ao ano, de acordo com pesquisa realizada pela Ande Brasil (Aspen Network of Development Entrepreneurs), uma rede de empreendedores de países em desenvolvimento.

Visando ajudar as empresas a se desenvolverem no mercado e conquistarem investidores, o InovAtiva de Impacto seleciona 40 startups com potencial para geração ou que tenham em sua constituição o impacto social ou ambiental. As inscrições para a próxima edição do programa começam no dia 29 de abril.

Para saber mais e fazer a sua inscrição, acesse: https://www.inovativabrasil.com.br/inovativa-de-impacto/

Empreendedores brasileiros ultrapassam a marca de 8 milhões

O estudo da consultoria McKinsey, realizado em parceria com o evento Brazil at Silicon Valley, apontou que o Brasil é um país empreendedor, com 39% de sua população economicamente ativa dona do seu próprio negócio. Nos últimos cinco anos, o número de MEIs no país cresceu mais de 120%.

Em 2018, segundo o Serasa Experian, foram abertas 2,5 milhões de novas empresas, sendo que 81,4% destas são MEIs. Elas faturaram até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e tinham no máximo um funcionário. Hoje, os pequenos negócios (que incluem microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas e produtores rurais) correspondem a mais de 99% das empresas brasileiras.

Apenas nos quatro primeiros meses do ano, o Brasil ganhou mais de 525 mil novos microempreendedores individuais (MEIs), fazendo com que o número de donos do próprio negócio ultrapassasse a marca de 8 milhões, fechando abril com 8.301.074 cadastros, segundo dados do Portal do Empreendedor do Governo Federal.

De acordo com o Serasa Experian, 81,1% dos jovens que empreenderam montou sua empresa do zero; 15,4% herdaram o empreendimento de um familiar; e apenas 3,2% compraram. Contudo, eles representam apenas 22% do total de empreendedores brasileiros. A maior parte é formada por pessoas de 31 a 40 anos (31%).

Segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), a maioria dos empreendedores brasileiros é do sexo masculino (28 milhões), mas o país conta com 24 milhões de mulheres que têm o próprio negócio. Isso faz com que elas representem a sétima maior proporção do mulheres empreendedoras do mundo.

Esses dados mostram que o empreendedorismo no Brasil está em franca expansão. Por isso, se tiver uma ideia inovadora, coloque-a em prática! Suas chances de ser bem sucedido se administrar bem o negócio são enormes.

Estratégia e Modelos de Negócio para Startups

Você já deve ter se deparado em algum momento de sua vida com situações onde era necessário se fazer uma escolha. Seja na hora de decidir entre aparelhos de celular ou na hora de escolher um lugar para onde você vai viajar nas próximas férias, cada vez que uma decisão como essa é tomada, estamos abrindo mão de vários outros cenários e alternativas. O processo de fazer escolhas é necessário para que possamos evoluir, e, no mundo do empreendedorismo, ele é ainda mais relevante, porque dita, muitas vezes, onde vamos chegar como empreendedores.

 

Quando falamos de construir modelos de negócios, fazemos escolhas iniciais em relação ao valor que queremos gerar e como vamos fazer isso, a como e para quem desejamos entregar esse valor e como vamos capturar valor a partir dessa transação. Na primeira mentoria coletiva do InovAtiva Brasil, discutimos um pouco sobre isso, e os acelerados do ciclo 2019.1 puderam fazer várias perguntas e entender mais sobre como desenvolver essas estratégias. Vamos discutir sobre o tema por aqui também!

 

Que valor queremos gerar para nosso público?

 

A discussão central do modelo de negócios de qualquer startup diz respeito ao valor que ela gera. Valor é tudo aquilo que é percebido como benefício pelo consumidor ao ter contato com um produto ou serviço. O status de se ter um iphone ou a flexibilidade em se ter um Android deixam claro que essa discussão vai muito além do produto em si. Afinal, a grosso modo, os dois são aparelhos móveis de telefonia e internet. O que os diferencia está muito mais atrelado ao que percebemos em relação a cada produto do que qualquer outra coisa.

Como vamos gerar esse valor?

 

A visão interna de como gerar o valor desejado é crucial para o sucesso de qualquer projeto. Seja pela discussão dos principais processos do negócio ou dos recursos ou parceiros que viabilizam essa geração de valor, entender quais são esses pontos críticos é fundamental para que o valor que se quer entregar não seja apenas uma promessa. Produtos e serviços duráveis e perenes são aqueles que cumprem a promessa de valor que fazem. Se a Mercedes não entregasse uma experiência premium em todos os seus produtos, provavelmente fracassaria no mercado.

Como e para quem desejamos entregar esse valor gerado?

 

A entrega de valor está pautada na definição dos segmentos de clientes que temos, como eles se comportam e o que é relevante para eles como consumidores. Além disso, é preciso definir quais as melhores formas de nos relacionarmos com nossos clientes para construímos uma marca forte e quais os melhores mecanismos de venda de nossos produtos ou serviços.

Como capturar valor?

Por fim, entra o debate de quanto essa operação custa e como vamos ganhar dinheiro com ela. A relação de custos e receitas é fundamental para entendermos se o projeto para de pé. Afinal, não podemos, em hipótese nenhuma, sermos românticos a ponto de ignorar que, sem dinheiro, o negócio não existe, já que toda empresa visa o lucro ou sua sustentabilidade financeira.

 

Note que, dentro desses quatro pontos citados acima, estamos falando, essencialmente, em fazer escolhas. E é fundamental que elas sejam feitas. Em muitos casos, empreendedores se colocam em cheque na hora de fazer essas escolhas porque sentem que estão afunilando demais o seu range de oportunidades. Fazer escolhas dentro de startups e de novos negócios é fundamental porque dá foco a operação.

 

O maior desafio de qualquer startup que está em sua fase inicial, é a capacidade de realizar testes, aprender rápido e, se necessário, mudar seu percurso de forma que ela se aproxime cada vez mais do sucesso. Fazer escolhas certeiras e focadas se torna uma habilidade fundamental nesse contexto, visto que fica mais fácil escolher que hipóteses precisam ser validadas primeiro e como isso deve ser feito.

 

Ainda falando sobre escolhas, mas, agora, olhando para o futuro e para os desafios de crescimento de uma startup, chegamos na discussão da estratégia do negócio. Fala-se muito no mercado tradicional do famoso planejamento estratégico, que envolve análises macro e micro-ambientais, análises de negócio e financeiras, além da própria operação, de mercado, entre várias outros possíveis estudos que suportam os processos decisórios de grandes empresas. Esses negócios de grande porte fazem esse esforço porque tomam decisões de longo prazo, de planos que vigoram, em média por pelo menos 05 anos dentro dessas empresas.

 

É utópico pensar que startups e pequenos negócios conseguem trabalhar com planos de 05 anos. Muitas não conseguem ter visibilidade do que vai acontecer nem mesmo nos próximos 06 meses. Por isso, é impossível pensar em um plano estratégico robusto e mega estruturado como os de grandes empresas.

 

Quando falamos em estratégias de pequenos negócios, falamos de definir alguns objetivos táticos claros como uma meta comercial definida, o índice de satisfação da sua base ativa de clientes, a taxa de reutilização ou recompra dentro de um aplicativo. São metas relevantes e de curto prazo que te ajudam a validar seus principais objetivos momentâneos, visto que ainda estamos falando de validação de hipóteses dentro de uma nova empresa.

 

Um livro muito legal que fala um pouco sobre essa questão é o “Must Win Battles“. Ele fala sobre como um planejamento estratégico robusto pode ser nocivo à novos projetos e como pensar em estratégia de um jeito mais simples e direto. Basicamente, o autor recomenda que as empresas trabalhem com batalhas claras e orientadas a resultados por ciclos menores de tempo, como 6 meses ou um ano. Além disso, ele limita a questão das batalhas ao máximo possível, com o máximo de 05 batalhas por ciclo. Afinal de contas, quem quer tudo, acaba não tendo nada. Novamente, a questão do foco se torna fundamental na perspectiva do empreendedor.

 

Por fim, é importante dar nomes aos desafios. Cada batalha precisa ter um dono. Ele será responsável por gerenciar os trabalhos para que aquela batalha seja vencida e, principalmente, prestar contas à gestão do negócio em relação a como está o seu andamento ao longo do tempo. Esse aprendizado constante é importante porque, diferentemente de negócios de grande porte, startups podem ter mudanças repentinas de estratégia caso os resultados não sejam satisfatórios na medida em que o tempo passa. O aprendizado precisa ser rápido, e a capacidade de mudar também.

 

Nas duas discussões, a capacidade de se fazer boas escolhas é o que vai fazer uma startup ir mais longe que a outra. A questão aqui não é, necessariamente, acertar nas primeiras escolhas feitas quando um projeto é criado, mas na habilidade de fazer escolhas de forma constante com base no aprendizado e manter o foco sobre elas para avaliar seu desempenho e realizar as mudanças necessárias quando o resultado não vem. Já parou para pensar que ter momentos específicos para se discutir contextos e fazer escolhas em equipe pode ser uma das atividades mais importantes de sua startup?

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