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Software ajuda no aprendizado ao incluir produção de games em sala de aula

Uma plataforma tecnológica totalmente nacional e que está tornando o aprendizado muito mais motivador tanto para alunos como para professores. Lançado em 2014 pelos empreendedores Antonio Ramos e Carla Zeltzer, o FazGame vem, desde lá, contribuindo ativamente com o aprendizado ao utilizar a criação de games narrativos educacionais de forma intuitiva e lúdica.

Graças à sua experiência em educação e tecnologia, eles desenvolveram um software que não exige conhecimento algum em design ou programação para quem o utiliza e pode ser facilmente utilizado em salas de aula por alunos a partir dos 10 anos de idade.

Ao criar os jogos com a plataforma, os alunos são estimulados a desenvolver a escrita criativa e o raciocínio lógico, ao mesmo tempo em que exercitam a capacidade de resolução dos mais variados problemas. Os projetos são definidos pelos professores, que fazem a mentoria dos seus alunos. Depois de criados, os games educacionais são publicados no portal www.fazgame.com.br e podem ser compartilhados pela internet e por celular para outros alunos.

Segundo Carla, o FazGame possui ferramentas que permitem o desenvolvimento de um roteiro, a criação de personagens e cenários customizados e que podem ser totalmente integrados ao material pedagógico definido pelo professor. “Dessa forma, ao criar os games, os alunos aprendem o conteúdo de forma lúdica e motivadora, desenvolvendo competências que os ajudam a se preparar para atuar na sociedade de forma proativa e inovadora”, explica.

Trajetória

Desde seu lançamento até hoje, o FazGame está chamando a atenção de importantes instituições de ensino do Brasil e do exterior, ao contribuir com o aprendizado de forma fácil e inovadora.

Já são mais de 200 instituições educacionais que têm em seu currículo a utilização da plataforma, que ao todo contabiliza mais de 22 mil alunos impactados e 700 games publicados no site do software.

A ferramenta tem sido utilizada com sucesso em projetos em escolas públicas, oferecendo aos alunos em condições sociais menos favoráveis, competências para que eles possam concorrer igualmente com outros estudantes.

Entre essas iniciativas, o FazGame foi utilizado dentro do Programa Escolas do Amanhã da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, através da capacitação de 100 professores para realização de projetos com 12 mil alunos, tendo sido avaliado como tecnologia a ser replicada na rede.

O FazGame também está sendo utilizado como ferramenta pedagógica para as crianças e jovens do projeto “Maré que Transforma” na Vila Olímpica, no Rio de Janeiro. Em um acordo de cooperação firmado com o SENAI – RJ, o FazGame está sendo utilizado por 27 escolas e os games criados pelos alunos irão integrar o Educabox – plataforma de recursos educacionais do SENAI – RJ.

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Startup curitibana cria conteúdos para internet e acelera canais do YouTube

Com o seu novo slogan: “Novos Tempos, Novos Ídolos” o YouTube é a rede de vídeos online que mais cresce nos últimos anos, e ao redor dele surgem novas celebridades, uma rede de fãs, consumidores, públicos fiéis e uma nova forma de consumir informação e conteúdo.

Segundo o CBO do YouTube, Robert Kyncl, atualmente a terceira maior atividade humana é assistir vídeos! Claro que estamos falando aqui não só dos vídeos online, e sim a soma de tudo que é conteúdo audiovisual, mas se prestarmos atenção no crescimento da internet, e na modificação dos nossos hábitos de consumo, não precisamos ir muito longe para justificar a força dessa nova mídia como uma janela de visibilidade para personalidades e marcas.

“É dentro desse mercado que a Coletive surgiu em 2015. Conectando as demandas e as dores de quem quer estar presente no YouTube, e nas redes sociais, com conteúdos audiovisuais modernos e produzidos para a nova forma de consumir informação”, explica um dos sócios fundadores da empresa Ricardo Almeida.

São vídeos dinâmicos que trabalham com o “jump cut”, uma técnica que permite cortes secos e rápidos de um mesmo frame, trazendo a sensação de uma jogada no tempo do vídeo, deixando ele mais rápido e prendendo a atenção do espectador. Além dos cortes, da edição rápida e adaptada à uma linguagem nova, os conteúdos da Coletive, sejam eles para YouTube, outras redes sociais, ou ainda para infoprodutos, são recheados de sacadas engraçadas para mostrar como o vídeo realmente foi feito, sem esconder a luz, os erros de gravação ou o processo como um todo.

Para entrar nesses novos conceitos, é preciso inovar e ser verdadeiro com o público, trazer ele para dentro da sua casa, dentro do estúdio e colocar ele como parte fundamental do que se está querendo transmitir. Dessa forma a Coletive está caminhando lado a lado com os novos ídolos, nos novos tempos.

Mais informações:

www.coletive.com.br

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Tel. 41 99912.1104

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Suinocultura é o mercado alvo de startup catarinense

Chapecó – Dados da Revista Suinocultura Industrial revelam que Santa Catarina é o maior expoente da suinocultura brasileira. Com um rebanho de 4,7 milhões de animais, o estado obteve uma produção de 665 mil toneladas de carne suína no último ano, sendo responsável por cerca de 30% do abate nacional. Este cenário motivou a startup Gravitwave a desenvolver tecnologias para auxiliar os produtores e as cooperativas a aumentarem a produtividade.

O projeto Sistema Web de Gestão de Granjas Suinícolas de Cooperativas (COOPIG), surgiu após a aprovação da startup no Sinapse da Inovação, programa que oferece recursos financeiros, capacitações e suporte para transformar ideias inovadoras em empreendimentos de sucesso. O software criado pela Gravitwave trata-se de uma ferramenta online que pode ser acessada de qualquer lugar com integração total com cooperativas e técnicos, apresentando informações que impactam diretamente na tomada de decisão e na produtividade dessa cadeia.  

A startup foi fundada por Iskailer Inaian Rodrigues, Augusto José Ody ambos graduados em Sistemas de Informação e por Milton José Melz, mestre em Administração. Para os empreendedores o nível tecnológico aplicado às propriedades rurais, tanto em gestão quanto em equipamentos, ainda é pequeno, fazendo com que a eficiência produtiva brasileira esteja abaixo dos demais produtores mundiais.

O software foi criado com o objetivo de possibilitar uma ferramenta simples de utilização e que impacte positivamente no dia a dia do produtor rural, para que ele possa gerenciar a sua produtividade de forma fácil e eficaz. “Nosso objetivo é usar tecnologia para maximizar a produção, a eficiência e os lucros nas propriedades rurais vinculadas a cooperativas. Temos como diferencial um dispositivo que faz a coleta de dados diretamente da propriedade, podendo o produtor rural acessar o sistema e ver os dados da propriedade mesmo estando a quilômetros de distância dela”, afirma Iskailer.

Os empreendedores calcularam que, em apenas uma cooperativa, com a utilização do software, melhorando apenas 0,3% de um índice de produtividade, é possível ter um ganho de R$ 500 mil em um ano, ganho este que, no final das contas, permitirá aos produtores rurais investirem ainda mais em suas propriedades e ter uma melhor qualidade de vida. Para Milton, um dos fundadores da startup o COOPIG tem impactos sociais indiretos, como a diminuição do êxodo rural, a estimulação da sucessão familiar e a melhoria na qualidade de vida dos produtores rurais.

O COOPIG já está em fase comercial, sendo utilizado por umas das maiores cooperativas da suinocultura catarinense. O software recebe constantes atualizações para adquirir ainda mais funcionalidades ao dia a dia no campo, bem como uma maior integração com equipamentos nas propriedades rurais. Os empreendedores, responsáveis pelo software, também estão recebendo auxílio da Pré-incubadora Tecnológica da Unoesc Chapecó.

Além de ser contemplado entre os 91 ganhadores do Sinapse, o projeto ficou entre os 100 finalistas do InovAtiva Brasil 2016.1 e conquistou o 2º lugar no concurso Plano de Negócios do Sebrae/SC.

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