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Conheça os líderes, agentes e disseminadores que se destacaram no InovAtiva Brasil

Com os ciclos de aceleração 20.2 dos programas InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto chegando ao fim, foi lançado o Ranking da Comunidade InovAtiva, que reconhece os líderes, agentes e disseminadores mais atuantes ao longo do semestre. A classificação dá destaque aos voluntários que promoveram, na região onde estão inseridos, ações ligadas aos programas.

Confira o resultado em cada categoria:

Ranking Líderes

  1. Fabiano Nagamatsu (MS)
  2. Alexandre Mori (RO)
  3. Karla Susiane Pereira (AM)
  4. Frederico Bombonatti (SP)
  5. Edson Rodrigues da Silva (AL)

Com a missão de fortalecer os ecossistemas regionais de empreendedorismo, eles mapeiam os pontos de melhoria para a sua comunidade e articulam iniciativas com players locais para estimular a inovação no seu estado.

Ranking Agentes

  1. Luciana Homrich (SC)
  2. Marcos Eduardo (SP)
  3. Aaron Campos (PB)
  4. Gabriela Melo (MG)
  5. Aretusa Martins (MG)

Responsáveis pela divulgação do InovAtiva em sua região, promovem ações e capacitações, incentivando os empreendedores locais a submeterem seus projetos aos programas de aceleração do hub.

Ranking Disseminadores

  1. Fernanda Caldeira (SC)
  2. Alexandre Uehara (SP)
  3. Vanessa Cavalcanti (AL)
  4. Jussiane Siqueira (SC)
  5. Camila Fernanda (PR)

Focados na comunicação, atuam de forma a propagar informações sobre o InovAtiva Brasil em sua comunidade por meio de publicações na mídia, redes sociais e ações locais.

Sobre o ranking Comunidade InovAtiva

Para chegar ao resultado final, os voluntários foram avaliados em quatro categorias:

  • Fomento: número de eventos realizados para a divulgação do hub, quantidade de startups inscritas e acompanhamento destes cadastros;
  • Comunicação: contribuição com conteúdo para newsletter, blog e pautas; divulgações regionais e participações em webinars;
  • Conexão: volume de projetos de fomento ao ecossistema;
  • Qualificação & Engajamento: participação em reuniões, comunicações, atividades e treinamentos.

Além disso, as diferenças de realidades em cada estado também são levadas em consideração. Antes da avaliação das categorias acima, foi criado um radar de maturidade para definir o peso das notas em cada localidade. Neste mapeamento, foram consideradas as percepções registradas pelos três grupos de representantes em relação a suporte, acesso a capital, ambiente regulatório, talentos e acesso a mercado na região onde estão situados. Assim sendo, quanto menor a maturidade do ecossistema, maior é o coeficiente de equiparação multiplicado por cada uma das notas.

Sobre a Comunidade InovAtiva

Com o intuito de capilarizar a atuação do InovAtiva Brasil, o hub conta com a ajuda de 29 líderes de comunidades, 35 agentes e 165 disseminadores espalhados por todas as unidades federativas do país. De forma voluntária, eles ajudam a propagar a marca ao promover ações regionais de incentivo ao empreendedorismo.

Conheça o pilar Ecossistema do InovAtiva.

68 Startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil foram selecionadas para o Raking 100 Open Startups 2020

Em sua quarta edição, o Ranking 100 Open Startups premiou 68 empresas aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil. O levantamento mede a atratividade das startups por meio das suas relações com grandes corporações e as classifica de duas formas:

  • TOP 100 Open Startups: elenca as soluções que mais despertaram a atenção de grandes organizações nos últimos 12 meses. Nesta lista, 29 empresas aceleradas foram premiadas pela quantidade de contratos assinados com essas instituições;
  • TOP 10 Categorias: considerando 25 segmentos, o ranking lista as dez soluções que se sobressaíram em suas áreas de atuação. Ao todo, 67 aceleradas foram destacadas em ao menos um deles. Além disso, seis startups ficaram em primeiro lugar nas categorias às quais haviam sido indicadas: VgResíduos (IndTechs), Standout (RetailTechs), Comprovei (LogTechs), Regenera Moléculas do Mar (BioTechs), CUBi Energia (EnergyTechs) e Simplifca Fretes (Marketplace).

Para Mário Frota Jr., sócio-fundador e diretor-presidente da Regenera Moléculas do Mar, criadora do primeiro e único banco de micro-organismos de origem marinha do país, o InovAtiva Brasil foi muito importante nesta vitória, visto que foi devido ao aprendizado adquirido durante o ciclo de aceleração que a companhia amadureceu.

Dessa forma, segundo o empreendedor, os resultados alcançados em 2020 superaram as expectativas da startup. “Na prática, conseguimos manter os contratos com grandes empresas que já estavam em vigência antes da pandemia. Também aumentamos o portfólio de projetos e parceiros, consolidando cada vez mais o nosso modelo de negócio e proposta de valor. O sentimento é de extrema gratidão por todos aqueles que seguiram acreditando nas nossas soluções”, comenta Frota.

A CUBi, startup que oferece uma solução completa de gestão e otimização do consumo de eletricidade, também foi uma das premiadas. De acordo com Rafael Turella, cofundador e diretor comercial da empresa, mudar o foco foi importante para superar desafios ao longo do ano.

“No ano passado, miramos nossos esforços para o desenvolvimento do produto e na organização da CUBi, mas em 2020 optamos pelo crescimento comercial. Isso nos ajudou a firmar contratos com grandes clientes. Foram esses relacionamentos que nos ajudaram a alcançar o 1º lugar no ranking de EnergyTechs pela primeira vez”, conta o empreendedor.

Essa vitória, sem dúvida, só foi possível devido a todos os aprendizados, experiências e trocas que tivemos durante os variados programas de aceleração que participamos, como o InovAtiva Brasil, que se destacou por nos colocar em contato com outras realidades do país e com empreendedores que não são da comunidade de São Paulo, onde está localizada a nossa sede”, completa Turella.

Quer conhecer um pouco mais sobre a Regenera Moléculas do Mar e a CUBi? Confira a seguir:

Sobre a Regenera Moléculas do Mar

Localizada na Incubadora Empresarial do Centro de Biotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Regenera Moléculas do Mar foi fundada em 2010 para disponibilizar soluções sustentáveis em biotecnologia a partir do ambiente marinho. Em 2014, conquistou um investimento anjo e obteve a primeira licença especial para bioprospecção na Amazônia Azul. No ano seguinte, foi acelerada pelo InovAtiva Brasil.

Sobre a CUBi

A CUBi é uma startup que utiliza IoT e Big Data para auxiliar os setores comercial e industrial no entendimento e gestão de seu consumo de energia elétrica. A empresa, acelerada pelo programa InovAtiva Brasil no ciclo 2017.2, está inserida também nos ecossistemas de empreendedorismo dos Estados Unidos e Portugal.

Enteda o que é IPO e como ele é feito

O termo IPO (sigla de Initial Public Offering) é utilizado para designar o momento da abertura de ações de uma empresa na Bolsa de Valores. Dessa forma, os sócios disponibilizam parte da organização para ser comprada por qualquer pessoa interessada.

Nos últimos meses (agosto 2020 – novembro 2020), startups como Méliuz, Airbnb, Bemobi, Kaspi, Enjoei, Wine, Housi e Mosaico (detentora das marcas Zoom, Buscapé e Bondfaro) colocaram parte do negócio à venda para o público geral. Esta é uma etapa muito significativa para qualquer empresa e tem ainda mais valor para startups, pois simboliza um crescimento acentuado de operações.

Para atingir este patamar, é preciso um bom planejamento, ampla análise do mercado em que se está inserido e mensuração das expectativas para o futuro da instituição. Também é importante destinar uma equipe formada por advogado, contador e especialistas em valor mobiliário e investimento para ficar responsável apenas por esse processo, que pode durar meses.

Em seguida, a startup deve criar um prospecto de oferta pública, ou seja, um documento explicativo sobre as perspectivas e planos da startup; a situação do mercado; os riscos do negócio; o quadro administrativo da empresa; onde os recursos obtidos serão aplicados e como os investidores serão remunerados. Depois de aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), este será o material consultado por interessados em adquirir ações da marca.

Vantagens do IPO para startups

Na Bolsa de Valores brasileira, pequenas e médias empresas tradicionais, com receita anual abaixo de R$ 500 milhões e valor de mercado de até R$ 700 milhões, têm isenção de taxas de análise, de oferta e de distribuição de ativos (desde que no segmento de acesso).

Além disso, segundo a Folha de S. Paulo, em 2020, a taxa básica de juros do país atingiu sua mínima histórica, de 2% ao ano. Isso fez com que quatro startups com potencial para movimentar mais R$3,5 bilhões entrassem na fila para abrir o capital. Outras 41 empresas estão em processo de análise pela CMV.

Agora queremos saber: qual será a primeira acelerada InovAtiva a fazer IPO?

5º Mega Hack 2020 terá desafio proposto pelo InovAtiva Brasil

Durante o mês de novembro, a Shawee, startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2020.1, vai realizar a quinta edição do ano do Mega Hack, maior hackathon online do Brasil. O InovAtiva foi convidado a participar do evento e propôs o desafio “Como auxiliar o programa a chegar em mais pessoas, de diferentes regiões do país”.

Os inscritos no Mega Hack serão distribuídos em equipes de cinco integrantes, que deverão escolher um dos oito desafios pré-determinados por organizações da área de tecnologia e propor uma solução para este. Além do InovAtiva, também propõem desafios CPFL Energia, Linker, Mercado Pago, Órama, Renner, Uber e Velt Partners.

Os projetos serão avaliados por um grupo de mentores convidados pela comissão organizadora para selecionar até 20 finalistas de cada desafio. Depois disso, as sugestões serão analisadas por representantes da empresa desafiante, que elegerão os 10 melhores projetos apresentados.

As propostas que ficarem em primeiro lugar em um dos 8 desafios serão julgadas por especialistas do mercado e uma delas será eleita a grande vencedora. O prêmio para esse primeiro lugar é de R$ 15 mil e os sete demais projetos receberão R$ 1,4 mil. O anúncio final será feito no dia 27 de novembro, nos canais oficiais de comunicação do Mega Hack.

Desafio InovAtiva

Visando expandir ainda mais sua rede de atuação, o desafio proposto pelo InovAtiva Brasil foi o de interiorizar o acesso à inovação e conhecimento no país. Dessa forma, o projeto desenvolvido deverá responder a cinco perguntas:

  • Como aumentar o relacionamento e engajamento online de comunidades locais em diferentes estágios de maturidade?
  • Como otimizar a gestão e estratégia para plataformas colaborativas de conteúdo?
  • Como fomentar de forma prática ecossistemas incipientes sem cultura de empreendedorismo disseminada?
  • Como fomentar mentores/as e investidores/as fora dos grandes centros?
  • Como regionalizar conteúdos e ações nacionais?

Para saber mais sobre o evento, acesse: https://www.megahack.com.br/

Sobre a Shawee

Eleita como Startup do Ano pelo Startup Awards 2020, a Shawee desenvolve uma plataforma online de gerenciamentos de todas as etapas de hackathons, com o objetivo de profissionalizar a gestão desse tipo de maratona.

“Em 2015 e 2016 tinham muitos hackatons sendo feitos de forma errada. A Shawee educou e regularizou esse mercado trazendo a cultura de outros países para o Brasil. Em 2017, direcionamos nossos esforços para criar uma marca que fosse amada pelas comunidades e gerasse um grande impacto. Aí a gente associou isso a plataforma”, comenta Rodrigo Terron, CEO da startup.

Hoje, com mais de 400 projetos realizados em 12 países, a empresa fecha o ano com faturamento acima de R$ 3 milhões. Além disso, a Shawee também entrega a plataforma, de forma 100% gratuita, para universidades, comunidades e ONGs.

“Isso é uma coisa bem legal que está ampliando bastante a nossa base. Atualmente temos, aproximadamente, 80 mil participantes de hackaton no nosso banco de dados e estamos em processo de fusão com uma empresa que trabalha na formação e educação de desenvolvedores”, finaliza Terron.

Startup Awards premia duas startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil, Shawee e Transfeera

Durante o CASE + Startup Summit 2020, ocorreu a cerimônia do Startup Awards, também conhecido como o Oscar das startups brasileiras. Na ocasião, duas aceleradas pelo InovAtiva Brasil foram premiadas: a plataforma de gerenciamento para hackatons Shawee, na categoria Startup do Ano, e a fintech Transfeera, como Startup Revelação.

“Foi muito especial receber essa premiação. Tratamos isso como um reconhecimento à dedicação e ao trabalho do time, que confia no nosso potencial, acredita na história que construímos juntos e continua trabalhando para entregar a melhor solução aos problemas dos clientes e parceiros. O ano de 2020 foi desafiador, mas a equipe não desanimou e continuou acreditando no nosso plano de desenvolvimento”, comenta Guilherme Verdasca, CEO e cofundador da Transfeera, fintech open banking.

Para Rodrigo Terron, CEO da Shawee, ser eleita como Startup do Ano mostra que a empresa atingiu o seu maior objetivo: ser um negócio que gera impacto social, empregabilidade e conexão com o mercado.

“Em 2018 a gente ficou no TOP 10 e não chegou nem no TOP 3. Quando vi que fomos considerados como uma das principais soluções de 2020, fiquei muito animado, mas não imaginei que ganharíamos esse prêmio. Por isso, quando o resultado foi anunciado, fiquei surpreso e, ao mesmo tempo, emocionado”, afirma Terron.

As duas startups foram aceleradas pelo InovAtiva Brasil e acreditam que o programa contribuiu com essa conquista, seja pelo aprendizado adquirido no processo ou pela visibilidade gerada. De acordo com o CEO da Shawee, a aceleração gera insights para a melhoria do negócio e conexões valiosas.

Verdasca complementa que essa experiência rendeu o seu primeiro contato com o mundo do empreendedorismo. “Foi durante a aceleração que aprendemos as tarefas necessárias para o dia a dia dos negócios, recebemos feedbacks e melhoramos o nosso produto. Também fomos selecionados pelo Facebook, como uma das 10 empresas mais inovadoras da turma. Esse reconhecimento foi essencial para chegarmos aonde estamos hoje”, relata o CEO da Transfeera.

Ambas as startups têm um ponto em comum: não se deixaram afetar pela pandemia e conseguiram superar as expectativas em termos de faturamento para o ano de 2020. Agora, elas pretendem ir ainda mais longe, expandindo suas atuações e se consolidando como referência em seus mercados de atuações.

“Sabemos que, no Brasil, o que dificulta o crescimento das organizações é a falta de mão de obra qualificada. Por isso, estamos iniciando uma nova fase na Shawee em que assumimos a responsabilidade de mudar essa realidade. Dessa forma, esperamos conseguir formar e impactar, até o final de 2023, 100 mil novos programadores e desenvolvedores e posicioná-los no mercado, ajudando na transformação digital das empresas e no crescimento das startups”, finaliza Terron.

Junto com Darwin Startups e ACE Startups, InovAtiva Brasil promove 24 mentorias coletivas no Case + Startup Summit 2020

Durante o CASE + Startup Summit 2020, o InovAtiva Brasil, em parceria com as aceleradoras Darwin Startups e Ace Startups, promoveu 24 sessões de mentorias coletivas sobre temas diversos, como criação de uma startup, definição e validação do modelo de negócios, vesting e propriedade intelectual, Customer Success, gestão de produto, tipos de investimentos e internacionalização.

Apenas no primeiro dia, o hub conseguiu atingir 551 pessoas. Para Bruna Barbosa, CEO do Tudo Sobre Startups e Líder da Comunidade do Pará pelo InovAtiva Brasil, esse foi um ótimo momento para os empreendedores aprenderem e perceberem que não estão sozinhos, que não são os primeiros a viverem um determinado desafio e que existe um caminho a ser seguido.

“Como Líder, tento mostrar as oportunidades que existem para o empreendedor e contribuir para o desenvolvimento dele. Por isso, durante a mentoria coletiva, falei sobre o processo de tirar a ideia do papel. Muitos empreendedores estavam participaram ativamente estavam em busca de conhecimento. Mostrei o que é necessário para identificarem o seu cliente inicial e para, a partir daí, montarem um MVP”, comenta Bruna.

Cada participante realizou sua inscrição previamente no site do evento, sendo permitida apenas uma sessão de mentoria por dia. Porém, as pessoas que não se inscreveram, mas tiveram interesse de participar como ouvintes, puderam acompanhar a transmissão ao vivo pelo Youtube. Dessa forma, o InovAtiva Brasil conseguiu atingir um total de 1143 pessoas.

“Mentorar no CASE + Startup Summit 2020 foi uma ótima oportunidade para ensinar e aprender com uma diversidade de pessoas. Esse tipo de evento reúne e conecta empreendedores de vários lugares do Brasil, cada um com uma história para contar, vidas diferentes, mas todos com o mesmo propósito: melhorar aquele 1% por dia e fazer seus negócios crescerem cada vez mais”, complementa Yan Fontão, Líder da Comunidade do Amazonas pelo InovAtiva Brasil.

Confira a participação do InovAtiva Brasil no Case + Startup Summit 2020

O CASE + Startup Summit 2020, realizado entre 19 e 23 de outubro de forma totalmente digital, teve em sua programação atividades diversas, incluindo eventos como o InovAtiva Conecta, o Sebrae Like a Boss + Get In The Ring e o Startup Awards. Nos três, o InovAtiva Brasil teve participação ativa, seja na organização, colaboração ou até mesmo sendo indicado entre os melhores programas de aceleração de startups.

InovAtiva Conecta

No dia 22 de outubro, em parceria com WOW Aceleradora, Investimentos Acate e Cotidiano Aceleradora, foi realizado o  Demoday InovAtiva Conecta, ocasião em que oito startups apresentaram suas soluções para uma banca formada por agentes fomentadores do ecossistema de inovação do país.

“O InovAtiva Conecta nos ajudou a ampliar a rede de contatos para caminharmos para uma futura rodada de investimentos. Além disso, conhecemos negócios com ótimas propostas que, com certeza, farão uma grande diferença na nossa economia e sociedade”, comenta Cleiton Garcia, fundador da UpFlux. A startup catarinense, com sede em Jaraguá do Sul, é precursora no Brasil no desenvolvimento de técnicas de Inteligência Artificial e Mineração de Processos, com o objetivo de prover transparência e agilidade para compreender e aprimorar fluxos de trabalho.

Além da UpFlux, a PecSmart, startup destaque do Ciclo 20.1 do InovAtiva Brasil, também participou.

“Ter participado do InovAtiva em 2020 nos colocou na vitrine, abriu muitas portas e permitiu criar conexões de alto nível. O InovAtiva Conecta é mais um exemplo da força que o programa tem no cenário nacional e do potencial de alavancagem às startups parceiras”, afirma Diego Jacob Kurtz, fundador da PecSmart. A PecSmart é uma agritech que possui tecnologias que fornecem, de forma automatizada, inputs valiosos ao produtos – tanto nas granjas, quando na gestão operacional.

Sebrae Like a Boss + Get In The Ring

Na manhã do dia 23, mais oito startups tiveram a oportunidade de apresentar seus negócios, mas dessa vez para jurados do Sebrae Like a Boss + Get In The Ring, uma competição dividida em três etapas. Na primeira, quatro duplas fizeram pitches de 30 segundos sobre time, realizações, modelo de negócios e estratégia de mercado, finanças e tema livre. Depois, cada uma teve dois minutos para responder às perguntas da banca.

As empresas que se destacaram nesta batalha passaram para a segunda fase, na qual tiveram um minuto para falar sobre internacionalização. Duas das escolhidas foram indicadas pelo InovAtiva Brasil: a Akintec e a HubLocal, startups aceleradas pelo ciclo 2020.1 do programa.

“Foi uma competição excelente, com pessoas e negócios fantásticos. Pudemos ter acesso a ideias inovadoras que já estão mudando a realidade do Brasil. Isso nos enriqueceu demais”, comentou Leandro Dias, CEO na Akintec, plataforma de openbanking que transforma comércios de periferias em pequenas agências bancárias.

A ganhadora do desafio foi a startup Digifarmz.

Startup Awards

Conhecido como o Oscar das startups brasileiras, o Startup Awards premiou agentes do ecossistema de inovação do país em 13 categorias. A Shawee e a Transfeera, aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil, foram contempladas como Startup do Ano e Startup Revelação, respectivamente.

Também houve destaque para importantes regiões de fomento ao empreendedorismo no país, como a Rapadura Valley, ganhadora na categoria Comunidade do Ano e a Tambaqui Valley, eleita como Comunidade Revelação.

20 Startups de Impacto Socioambiental apresentarão suas soluções para a maior banca de investidores do país

De junho a outubro, 40 startups focadas na área socioambiental participaram do processo de aceleração do programa InovAtiva de Impacto. Durante esse período, os empreendedores entregaram um Pitch Deck e um vídeo, com uma apresentação geral de suas startups. Agora, foram selecionados os 20 negócios que se destacaram nesta etapa e que terão a oportunidade de se apresentar para a maior banca de investidores, aceleradoras e grandes empresas do país durante o InovAtiva Experience.

Além da participação no evento de encerramento do ciclo, essas startups também terão acesso a mentorias específicas, coletivas e webinars exclusivos. Aquelas que cumprirem com todas as atividades obrigatórias receberão o selo de Startup Acelerada InovAtiva de Impacto Socioambiental; indicação direta para aceleradoras privadas, investidores, fundos de investimento, eventos e programas corporativos que sejam parceiros do InovAtiva Brasil; alertas de oportunidades de negócios; sem contar os benefícios e descontos com empresas e entidades parceiras, tais como Google Cloud, Microsoft e Lahar – confira todos os benefícios aqui.

Sobre as selecionadas

Provenientes de oito estados brasileiros, esses negócios estão situados, principalmente, na região sudeste do país (45%), com ênfase na região de São Paulo (30%). Suas soluções são voltadas para as áreas de educação (20%), sustentabilidade (15%), serviços (15%), agronegócios (10%), energia (10%), mobilidade urbana (10%) saúde (10%), marketing e mídia (5%) ou TIC (5%).

Para saber mais sobre as startups aprovadas para a segunda etapa do InovAtiva de Impacto, acesse: Finalistas InovAtiva de Impacto 2020

Acesse o canal do InovAtiva no YouTube para ter acesso às mentorias do Talk To Me.

Entenda o que é Governança Corporativa e como aplicá-la na sua startup

De acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), a aplicação da Governança Corporativa nas startups impulsiona o pleno aproveitamento do capital intelectual da empresa, promovendo uma expansão mais competitiva e auxiliando na captação de recursos. No entanto, para colocar este conceito em prática, o Instituto estabelece quatro pilares de gestão: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade sócio-corporativa.

Para Ana Paula Candeloro, advogada, executiva c-level, conselheira certificada e mentora de startups, isso não basta para o sucesso de uma empresa. “É preciso transcender, abraçar as tendências e ficar atento a pensamentos inovadores. O código do IBGC introduz o olhar sobre o propósito na fase de validação, mas eu acho que é preciso pensar em Governança Corporativa a partir da ideação”, comenta.

Segundo a especialista, não existe uma fórmula definida para o estabelecimento desta prática na organização e sim direcionamentos que variam de acordo com o apetite de risco (saber onde quer e pode chegar), sua base de clientes, o momento de atuação da instituição, localização geográfica, contrapartes envolvidas e outros fatores que são próprios de cada startup.

“Existe o mito de que custa caro, é complicado, burocrático, que vai engessar o business e que precisa de uma equipe enorme de pessoas. Eu acho que falta disseminar um pouco a cultura de entendimento de que é possível ser aplicado um programa customizado que vai encarecendo conforme a fase da empresa e o orçamento disponível para isso”, explica a advogada.

Benefícios da Governança Corporativa nas Startups

Com a aplicação deste conceito na organização, a captação de recursos por fontes externas é mais acessível, visto que os bancos e instituições financeiras têm uma percepção mais favorável sobre a empresa, já que esta tem uma gestão organizada e, portanto, transmite mais credibilidade.

“Existe muito dinheiro de investidores estrangeiros querendo aportar no Brasil, mas eles não encontram startups preparadas para receber o investimento. As instituições que não estabelecerem a Governança Corporativa em seu escopo vão ficar fora das rodadas de capital”, afirma Ana Paula.

Além disso, a mentora diz que os padrões da América do Norte e da Europa são mais elevados e rigorosos do que no Brasil. Os investidores observam não só a diligência do negócio, como também os impactos que a instituição gera na sociedade de acordo com a lista dos 14 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Governança Corporativa nas diferentes fases das startups

Resumidamente, a empresa tem que ter um plano, saber para onde vai. Quando chegar o momento certo, o empreendedor estará no controle do seu negócio e poderá decidir com quem quer se relacionar, se quer abrir o capital e quando vai abrir, quais serão os seus fornecedores etc.

Contudo, a Governança Corporativa, segundo a Conselheira, é um instrumento de competitividade e de internacionalização que se baseia no propósito da empresa. Como este se altera com o desenvolvimento da organização, em cada fase da startup são esperadas diferentes aplicações do conceito:

  • Ideação: Tendo em vista que a empresa muitas vezes ainda não existe formalmente, é importante ter controle de caixa para pensar na capacidade financeira da startup, mapeamento da necessidade de registro de marca ou patente e entender as leis do setor em que está se inserindo;
  • Validação: É uma fase operacional, então o mercado já está sendo testado e a instituição está ativa e apta para receber aportes, mentores e consultores. Neste momento, a organização deve elaborar seu estatuto, efetivar o registro de marca ou patente, definir as rotinas contábeis e as regras de vesting, bem como criar um organograma e diretrizes para o que possa vir a ocorrer;
  • Tração: Quando a startup atinge este patamar, está procurando captar mais clientes e aumentar o seu faturamento. Por isso é necessário fazer segregação de funções, estruturar um conselho construtivo, definir um planejamento estratégico com metas e indicadores e as três linhas de defesa – de negócios e controle -, além de desenvolver um controle normativo;
  • Escala: Por fim, quando o crescimento estiver acelerado, a startup pode pensar em explorar as oportunidades e expandir geograficamente. Para tanto precisará estabelecer um plano de sucessão, incluir um conselheiro externo, implantar comitês de assessoramento, desenhar templates padrões para procedimentos e políticas, elaborar um programa de compliance e definir critérios para mensurar os impactos da atividade.

Se você quer saber mais sobre Governança Corporativa nas startups, acesse: Don’t Panic! Governança para startups

Confira o nosso núcleo de educação empreendedora: Academy

A contínua interação das comunidades durante a pandemia

*Por Donjorge Almeida

Há algum tempo, tenho ouvido sobre uma retomada da atuação das comunidades de startups. Mas, para mim, elas nunca pararam. Algumas esperaram mais tempo para agir, outras diminuíram suas ações, contudo nenhuma delas cessou definitivamente suas atividades e sempre agregaram novos atores.

O que tenho percebido, na verdade, é que a relação de interação entre os agentes do ecossistema de startups oriundos de diferentes regiões se intensificou. Elas têm se aproximado, cada vez mais, para se fortalecerem e encontrarem soluções criativas e eficientes para superar os problemas ocasionados pela pandemia da COVID-19. 

De acordo com Brad Feld, cofundador de quatro fundos de investimentos norte-americanos (Foundry Group, Techstars, Intensity Ventures e Mobius Venture Capital): “Comunidades de startups são sistemas adaptativos complexos que emergem da interação dos participantes”. 

Prova disso foi a realização do evento Start Amazônia, fruto da união das comunidades do Norte do Brasil, como Aquiri Valley, Açai Valley, Tucuju Valley, Chambary Valley, 153 Valley, dentre outras. Mas este não é um caso isolado. Outro exemplo é o StartupOn que, após a execução de edições no Centro-Oeste e Sul do país, contou com a Carnaúba Valley, SururuValley, Caju Valley e Potiguaras Valley para propiciar uma experiência enriquecedora para a região Nordeste.

Durante o período de reclusão domiciliar voluntária, se tornou evidente o aumento no número de eventos promovidos para o ecossistema de startups, até porque muitos desses se tornaram digitais. Podemos destacar também o UnSummit, da Techstars Brasil, que contou com a participação das comunidades Manguezal, ZeroOnze, Jaraqui Valley, Comunidade SC.

Outro evento que não pode ser esquecido é o InovAtiva Experience, que encerrou o ciclo 2020.1 do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina. Neste, houve um dia inteiro dedicado para as agentes de inovação discutirem sobre as oportunidades e desafios das cinco regiões do país. Entre as participantes, estavam Tambaqui Valley, All Saints Bay, Jerimum Valley, Comunidade RS e Startup MT. Para completar, Feld participou de uma live realizada pela Origem by Darwin que juntou muitos líderes ativos do ecossistema brasileiro.

Mas não para por aí. Em outubro ocorre um evento online que juntará o Summit e o CASE (Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo), e eu aposto todas as minhas fichas que vai ter algum painel sobre comunidades. Além de unir dois grandes acontecimentos para o ecossistema de startups, a versão se torna mais inclusiva e diversa por estar disponível gratuitamente para todo o Brasil. 

Agora não existem mais barreiras. A pandemia e a aceleração do avanço tecnológico tornaram todas as interações digitais e isso proporcionou que desde o comecinho de junho, por influência da Isadora Azzalin, Community Manager da Associação Brasileira de Startups, comunidades de todo o país se reunissem semanalmente para aprender, articular e pensar em ações de fortalecimento para todo o ecossistema do país. 

Dessa reunião, decidiu-se criar um grupo no Telegram com o objetivo de aumentar o número de pessoas envolvidas. Se você quiser participar desta conversa e conhecer boas práticas com dinâmicas adaptadas para sua localidade/cidade, inscreva-se neste documento.

As comunidades espalhadas por todo o Brasil estão realizando muitas ações nos últimos meses. Achou que faltou alguma coisa ou tem alguma experiência legal que você queira compartilhar? Mande para nós!

*Cofundador e Gestor de Inovação da República Interativa, Donjorge Almeida é Líder de Comunidade do InovAtiva Brasil, Gestor de Comunidade na Associação Baiana de Startups – ABAS, Embaixador da Darwin Startups e Colaborador Local da World Creativity Day.

 

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