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Venture capital amplia busca por startups no Brasil

Em um país onde o crédito é difícil, insuficiente e caro, como é o caso do Brasil, a conquista de investimento é praticamente um “sonho de consumo” da maioria dos empreendedores que almeja alavancar seus negócios e, quem sabe, até transformá-los em unicórnios nos próximos anos.

Contudo, receber um aporte vem se tornando uma aspiração tangível, pois os ventures capital, também conhecidos como fundos de investimento, têm ampliado suas buscas por startups brasileiras. Segundo a Associação Latino-Americana de Private Equity e Venture Capital (Lavca), desde 2011 esses grupos de investimento já aportaram quase R$13 bilhões.

Diferente dos demais tipos de investimento, os ventures capital são destemidos e, mesmo com a crise econômica que atinge o país, intensificaram suas atividades no Brasil. Somente em 2018, esses grupos aportaram US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões), de acordo com dados da Lavca. O montante representou 65% de todos os investimentos feitos na América Latina, volume 51% superior ao de 2017.

Sobre os Ventures Capital

Formado por empreendedores que venderam seus negócios, ex-executivos de grandes empresas e diplomatas com muito dinheiro no bolso, esse tipo de fundo realiza a aquisição de ações ou direitos de participação na startup em troca de uma quantia financeira.

Especializado em garimpar ideias que podem se transformar em negócios bilionários com expectativas de alta rentabilidade, o venture capital é considerado um investimento de risco, pois não é possível prever qual das aportadas vai gerar uma grande operação de venda, fusão ou abertura de capital no futuro.

Mesmo assim, seus membros aportam entre R$ 100 mil e R$ 300 milhões em diferentes negócios, de maneira simultânea, com o objetivo de acelerar o crescimento de empresas de médio porte que já possuam carteira de clientes e receita, mas que ainda precisem se desenvolver.

Inscreva-se para o programa InovAtiva de Impacto

O InovAtiva de Impacto, um desdobramento do InovAtiva Brasil, tem como objetivo apoiar negócios com propósito de gerar impacto social e/ou ambiental, que avaliam ou buscam as condições para mensurar seu impacto periodicamente e que têm uma lógica econômica que permite gerar algum tipo de receita própria.

A fim de capacitar os participantes nas competências necessárias para o desenvolvimento de um negócio inovador de impacto, o programa foi criado em 2016 e, desde então, acontece anualmente e tem duração de quatro meses. A cada ciclo, 40 startups selecionadas recebem acesso a conteúdo especializado e mentoria individuais e coletivas, online e presencialmente, com executivos experientes, empreendedores de sucesso e investidores.

Depois disso, metade das empresas são convidadas a apresentar seus negócios para investidores, aceleradoras privadas e executivos de grandes organizações com o intuito de se conectarem com esses players, ganharem visibilidade e reconhecimento e se integrarem com outros programas públicos e privados de fomento a startups durante o Bootcamp e Demoday InovAtiva Brasil, em São Paulo.

É importante ressaltar que, durante o ciclo de aceleração, as startups devem atingir percentuais mínimos nas avaliações periódicas, a que são submetidas no decorrer do programa. A descrição do processo de avaliação, bem como percentuais mínimos, estão no Manual do Empreendedor.

Seleção

Entre os dias 29 de abril e 27 de maio, empresas de base tecnológica ou com modelo de negócio inovador, formalmente constituídas, em fase de operação, tração ou escalonamento, com ao menos um dos sócios dedicados integralmente ao negócio e compromissadas com o desenvolvimento de produtos ou serviços que resolvem problemas sociais ou ambientais poderão se inscrever no site www.inovativabrasil.com.br.

Para concorrer a uma vaga no InovAtiva de Impacto 2019, os empreendedores interessados, de qualquer segmento da indústria, comércio ou serviços, devem preencher e enviar ao programa um formulário apresentando os aspectos gerais do negócio proposto e da equipe participante.

O processo de avaliação é realizado por uma rede qualificada de profissionais, que analisa quatro pilares: Grau de Inovação; Potencial de Mercado; Maturidade da Solução e Equipe; e Tese de Mudança. Cada dimensão possui uma pontuação que varia de um (pouco promissor) a cinco pontos (muito promissor).

A lista das escolhidas será divulgada no site do programa dia 01 de julho. Para mais informações, acesse o link!

 

Comportamento do consumidor impulsiona crescimento de startups

De acordo com um estudo feito pelo Google no Brasil em 2018, o número de pesquisas sobre reviews de produtos ou serviços na internet teve um crescimento de 274% nos últimos dois anos. Nesse cenário, os usuários avaliam produtos e serviços a partir de suas experiências, o que ajuda a melhorar a confiança e a reputação das marcas.

Esse compartilhamento de conteúdo e opiniões mudou o perfil do consumidor, que está mais bem informado, participativo e exigente em relação à qualidade dos serviços e produtos. Além de ter razão, o cliente quer ter controle sobre todo o processo de compra.

Aproveitando essa corrente, as startups têm ganhado espaço frente às tradicionais corporações, já que, diferente das estruturas engessadas das companhias clássicas, essas empresas estão sempre em busca de inovação e se baseiam no que há de mais novo em tecnologia.

Elas oferecem produtos semelhantes em qualidade, com entrega mais rápida, preços inferiores e transparência de processos com o objetivo de gerar a melhor experiência de compra aos seus clientes. Além disso, acompanham o ritmo de transformação do mercado e se adaptam para que seus negócios não fiquem parados no tempo.

Nessa onda, é preciso que as startups continuem sempre à frente das mudanças com foco na retenção dos clientes. Para isso, a área de Customer Success é fundamental, pois com ela é possível identificar o que os consumidores esperam da empresa, ajudando a melhorar a experiência do cliente, o atendimento da empresa e, consequentemente, o crescimento da startup.

Em um mês, Programa InovAtiva Brasil recebe mais de 700 inscrições

Entre os dias 11 de fevereiro e 11 de março, startups puderam realizar suas inscrições para o próximo ciclo do InovAtiva Brasil. No dia 15 de abril serão anunciadas as 130 empresas selecionadas!

O novo formato do programa focará em uma aceleração mais rápida e com mais oportunidades de interação entre startups e grandes empresas, para aumentar a quantidade de negócios gerados com o InovAtiva. Para isso, foram priorizados negócios mais desenvolvidos, já nas primeiras vendas ou com uma base crescente de usuários.
Ao todo, foram recebidas 731 inscrições. Elas vêm, principalmente, de startups já formalizadas como empresa (76%), que estão em fase de validação (34,2%) e que atuam na área de serviços (16,3%). A maioria opera com o modelo de negócio SaaS (27,1%) e está situada no estado de São Paulo (23,5%).

As inscritas também contam com uma primeira versão da tecnologia já disponível para teste de alguns usuários (34%), possuem de uma a duas pessoas na equipe full time (49,1%) e estão contratando novos funcionários (36%). Além disso, elas tiveram faturamento médio mensal de até R$ 5 mil nos últimos três meses (24%) e ainda não receberam nenhum investimento (84%).

Das empresas interessadas em participar do próximo ciclo do programa, 63% ainda não tiveram oportunidade de se aproximar de nenhuma grande empresa e somente 59 startups já realizaram negócios no exterior. Para mudar essa realidade, o InovAtiva Brasil oferecerá mentorias e conexões com investidores e importantes organizações.

As startups aceleradas no programa receberão ainda uma série de benefícios, como pontuação extra no Edital de Inovação para a Indústria e descontos em pacotes de serviços de empresas e entidades parceiras, como Google, Amazon Web Services, Moskit CRM, Agendor, Pipefy, Contentools, entre outras.

Para conhecer as empresas selecionadas para participar do InovAtiva Brasil 2019.1, fique atento ao nosso site e redes sociais!

Startup acelerada pelo InovAtiva promove Copa Mundial de Games

A Gamer Trials, plataforma de conexão entre o desenvolvedor independente e o jogador, tem como objetivo transformar sonhos em jogos e oferece as principais ferramentas para que isso se torne possível. Há três anos no mercado, a empresa quer ser vista como o Airbnb dos jogos e disponibiliza dois produtos principais: o marketplace de crowdtest de jogos e uma maratona de desenvolvimento de jogos.

Focada em transformar jogos em negócios, métricas e resultados tangíveis para conseguir mensurar o impacto que a startup causa no mercado, a maratona de desenvolvimento de jogos é dividida em três etapas: a 1ª é a Game Jam, hackathon de games realizado simultaneamente em diversas cidades; a 2º é a aceleração, onde os dois campeões recebem mentorias específicas para melhorar alguma habilidade; e a 3ª etapa é realizada após esse período de mentoria, palestras e webinars, com uma final com a exposição de jogos e cerimônia de premiação.

“Entendemos que essa maratona cria a possibilidade dos jogadores utilizarem a nossa plataforma durante um tempo maior. Com duração de quatro a cinco meses, esse projeto cria um hype e uma comunidade robusta, tornando um grande diferencial para nós”, explica Ian Rochlin, CEO da Game Trials.

Este ano a empresa irá promover a quarta edição da Olimpíada de games. No ano passado, a Game Trials esteve presente em 14 cidades do Brasil, contemplando todas as regiões do país. Em 2019, já tem 25 cidades, mas pretendem chegar a 40, e outras três no mundo. “Nós já temos Dublin, Lisboa e Porto. Apesar dessas três primeiras serem na Europa, queremos ter uma cidade em cada continente para poder chamar de Copa do Mundo de desenvolvimento de jogos”, complementa Ian.

 

Importância do InovAtiva Brasil para a Gamer Trials

A empresa escolhida como destaque do InovAtiva Brasil 2018.2 conta que o programa serviu como modelo para o processo de aceleração promovido pela startup. Neste, a equipe da Gamer Trials entra em contato com os dois campeões de cada cidade para entender suas dores e conecta-los com pessoas renomadas do mercado que lhes dão mentorias específicas daquele tipo de habilidade.

Além disso, a startup conseguiu aprimorar seu negócio por meio da troca de conhecimento do mercado e de outros ecossistemas brasileiros, experiências dos empreendedores e contato com os mentores. “Essa é a segunda vez que eu participo do InovAtiva Brasil, pois já tinha participado antes com uma startup chamada Preço Certo, que é da Finxi e Things. Achei o programa muito bom e o que mais agregou valor para mim, com certeza, foi o contato com os mentores”, finaliza o empreendedor.

Cleantech Polen revoluciona a reciclagem brasileira

A Polen surgiu do desejo de conservação de ecossistemas em janeiro de 2017. A startup, escolhida como destaque na categoria B2B do programa InovAtiva Brasil 2018.2, atua como um marketplace que conecta indústrias que geram resíduos com aquelas que utilizam sobras como matéria prima.

“O Brasil enterra anualmente 120 bilhões em resíduos que poderiam ser reciclados como matéria prima. Gasta outros 14 bilhões de reais para enterrar. Nós vimos uma grande oportunidade de usar resíduo como matéria prima em outros ciclos produtivos. Foi isso que fez a gente começar a Polen”, afirma Renato Paquet, CEO e fundador da startup.

A empresa realiza toda a parte de transporte, logística, seguro ambiental para cobrir os possíveis acidentes ambientais no transporte da carga e o seguro da carga em si. Além disso, a Polen oferece um relatório de sustentabilidade para todos os clientes que utilizam a plataforma por um ano e um selo de certificação ambiental a partir do quantitativo de uso que ele tem de matéria prima. Esta é a única empresa do setor que faz fulfillment, ou seja, pagamento com garantia de entrega, certificação e compra dentro do mesmo espaço.

Hoje, com cerca de 300 clientes, a startup conta com alguns cases de sucesso. “A Owens-Illinois, maior fabricante de vidro do mundo, por exemplo, enxergou a Polen como uma excelente ferramenta de supply chain e fornecimento de matéria prima. Eles encomendaram 150 mil toneladas de caco de vidro para as plantas do Brasil no ano de 2019”, conta Paquet.

Importância do InovAtiva Brasil para a Polen

Para o empreendedor, o programa ainda não teve fim. Os contatos com mentores e com as outras 81 startups que também foram aceleradas pelo programa foram engrandecedores e perduram até hoje. “Foi uma oportunidade de troca de conhecimento do mercado e de outros ecossistemas brasileiros. Além disso, os mentores também me surpreenderam positivamente. São pessoas que agregam muito, têm um conhecimento de mercado, percepção muito bacana de negócio. Elas conseguiram fazer ponderações, críticas construtivas aos nossos modelos que engrandeceram nosso negócio”, diz Paquet.

Para esse ano a empresa tem como missão quintuplicar de tamanho. Além disso, deseja capitanear a revolução do uso dos recursos recicláveis no país, visto que hoje só reciclamos 3% de todo o lixo produzido pela população, e ser a responsável por tornar o Brasil referência em reciclagem no mundo.

Savelivez ajuda hemocentros e hospitais a diminuírem falta e desperdício de sangue

De forma inédita no programa InovAtiva Brasil, uma startup foi eleita como destaque em duas categorias: Saúde e Negócios de Impacto Sócio Ambiental. A SaveLivez, empresa que utiliza Data Science para diminuir a falta e desperdício de sangue, tem como propósito ajudar hospitais e hemocentros a tomarem decisões rápidas e assertivas.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil são feitas cerca de 3,4 milhões de doações de sangue por ano. Contudo, 3,5 milhões de pessoas realizam transfusões de sangue anualmente. Por esse motivo, a empresa utiliza a tecnologia e ciência de dados para aprimorar a previsão de demanda de sangue, captar doadores dos tipos sanguíneos em falta, melhorar a produção e o controle da gestão dos hemocentros.

“Estatisticamente, 25% das pessoas vão precisar de uma transfusão de sangue, porém, apenas 1,8% dos brasileiros fazem doação. Além disso, o sangue tem componentes que possuem validade de apenas alguns dias e é muito difícil prever a demanda e a oferta de doadores”, comenta Rafael Yassushi Oki, CEO e Fundador da startup.

Para resolver este problema, o empreendedor criou primeiramente o site SalvoVidas.com, que atualmente tem mais de 25 mil doadores de sangue cadastrados. Eles são avisados quando um banco de sangue da cidade em que mora necessita do seu tipo sanguíneo. A plataforma já ajudou mais de 220 mil pessoas a se informarem sobre dúvidas em relação a doação.

Entretanto, vendo que ainda havia muito desperdício nos hospitais e hemocentros, Rafael desenvolveu a SaveLivez, que utiliza Métodos Estatísticos, Machine Learning, Inteligência Artificial e Business Intelligence para enviar as informações corretas para as pessoas certas, no momento adequado e pelo canal ideal.

“Nosso diferencial é aplicar Data Science e conhecimentos em Supply Chain ao processo completo do sangue, da doação à transfusão. Assim, diminuímos a falta de sangue ao mesmo tempo que geramos economia. Sonhamos em poder ajudar a tornar o Brasil referência mundial na resolução da falta e desperdício de sangue, problema que afeta praticamente todos os países do mundo”, afirma o empreendedor.

Atualmente, a SaveLivez está incubada na Eretz.bio, espaço de empreendedorismo e inovação em saúde do Hospital Albert Einstein. Atendendo gratuitamente 63 bancos de sangue em todo o Brasil, agora a startup almeja construir, nos próximos meses, cases de sucesso com instituições referências no país.

Focadas em solucionar os problemas da educação brasileira, Edtechs levam tecnologia às salas de aula

A educação brasileira está rodeada de desafios: falta de estrutura física, professores despreparados ou insatisfeitos, sistemas educacionais arcaicos, crianças e jovens desestimulados, entre outros. Com o intuito de solucionar esses problemas, surgiram as Edtechs, empresas que usam a tecnologia para facilitar os processos de aprendizagem e aprimorar os sistemas educacionais.

Essa revolução no setor se fez necessária a medida em que a tecnologia fica cada vez mais intrínseca nas crianças, fazendo com que as salas de aula e os educadores precisem incorporar novas ferramentas ao processo educacional, resultando na democratização do ensino e na ampliação do acesso à educação de qualidade. De acordo com um estudo da EdTechXGlobal, o mercado de tecnologia de educação crescerá 17% ano a ano a fim de atingir US$ 252 bilhões até 2020.

O termo se originou da junção das palavras inglesas Education e Technology e foi prontamente aceito pelos empreendedores que atuam na área. Utilizando Inteligência Artificial, Impressão 3D, Realidade Virtual e Gamificação, essas startups têm como propósito mudar os métodos de ensino.

Entre 2016 e 2018, o programa InovAtiva Brasil acelerou 56 startups da área de educação. Neste mesmo período, quatro Edtechs foram escolhidas como destaques por suas ideias inusitadas: Voopyn.com, ambiente virtual de desenvolvimento e identificação de talentos universitários; Enem Game, jogo multiplayer online de perguntas e respostas; Redação Online, primeira plataforma de correções de redação do Brasil; e Bearings Vocacional, que auxilia instituições de ensino superior na captação de alunos por meio de uma plataforma online de orientação profissional.

Segundo um relatório da Potencia Ventures e do Instituto Inspirare, hoje o Brasil possui um cenário promissor para a propagação das Edtechs, visto que o país conta com cerca de 200 mil instituições de ensino, 50 milhões de estudantes e dois milhões de professores, além de apresentar um sistema educacional carente e repleto de dificuldades.

Contudo, mesmo estando em um ambiente desafiador, este é um dos setores mais gratificantes para os empreendedores. Isso porque a tecnologia aplicada na educação influencia diretamente na vida das pessoas, além de deixar o aprendizado mais prazeroso e divertido.

Parceiro do programa InovAtiva Brasil, Liga Ventures destaca os setores para ficar de olho em 2019

Não é segredo que ferramentas tecnológicas e digitais estão revolucionando os processos em praticamente todos os segmentos. Por esse motivo, em 2019 as atenções do mundo dos negócios estarão voltadas às startups. Mesmo com o país ainda apresentando lentidão na retomada do crescimento econômico, o empreendedorismo está aquecido e promete surpresas e novidades para este ano.

A Liga Ventures, que atua em parceria com o programa InovAtiva Brasil na aceleração de startups, tem uma expectativa promissora para esse mercado. De acordo com Raphael Augusto, Head de Inteligência e Estudo de Mercado na Liga Ventures, Retail Tech é o setor de maior relevância no Brasil, pois diariamente a população lida com compras e vendas. “Quando a gente pensa no mercado de varejo, vemos pessoas tendo diversas ideias para melhorar o setor que acabam se transformando em um projeto empreendedor”, afirma ele.

Além do varejo, os segmentos que prometem despontar em 2019 são: Healthtechs, inovando na maneira como os usuários interagem com o sistema de saúde nos mais variados momentos de suas vidas; Fintechs, oferecendo muito mais opções bancárias para o consumidor final; Agtechs, levando a tecnologia para pequenos produtores se tornarem mais competitivos e eficientes; Edtechs, suprindo os déficits educacionais; e Autotechs, fazendo com que as pessoas repensem a questão da mobilidade visando um futuro mais sustentável.

“Em 2019 os nascidos na era da internet se tornam economicamente ativos e se mostram prontos para assumir riscos e aptos para aceitar as mudanças culturais que essas novas tecnologias trazem. Além disso, esse é um momento em que, teoricamente, estamos saindo de uma crise, ou seja, teremos um crescimento de mercado que irá impactar diretamente na busca por emprego e no aumento do empreendedorismo”, completa Augusto.

O Brasil é um país com forte tendência para inovação e está cheio de oportunidades para quem está disposto a resolver problemas. Contudo, é importante que a solução esteja focada em algo que não seja trivial e que ajude a melhorar a produtividade, a agilidade e a efetividade do setor em que está inserida.

Conserte seu smartphone quando e onde quiser com a We Fix

A We Fix surgiu no final de 2015 quando Lucas Paniz percebeu um crescimento de serviços para smartphones. Ele estudou o mercado internacional e descobriu a iCracked, modelo americano de consertos de celular delivery. Inspirado pela empresa do Vale do Silício, decidiu trazer o conceito, ainda inédito, para o Brasil.

“Fomos os primeiros a nos posicionar como plataforma digital que conecta técnicos de smartphone a clientes que necessitam de reparos quando e onde quiserem ser atendidos”, afirma o criador da startup já considerada como o “Uber dos consertos e pós-venda de smartphones”.

Com mais de dois mil clientes atendidos e 95% deles extremamente satisfeitos com esta nova forma de consertar o aparelho, a We Fix inicia agora o processo de escala no Brasil, cadastrando técnicos e atendendo clientes nas principais cidades do país. Por esse motivo, além de ser mais barata, rápida, segura e transparente que as assistências convencionais, a startup já é vista como um grande player no mercado de serviços brasileiro.

“O aplicativo permite que o cliente solicite um técnico em menos de 45 segundos. Assim que recebemos o pedido, nós conectamos os Fixers (técnicos de smartphone verificados) que, em pouco tempo, vai até o cliente onde ele estiver para realizar o serviço. Esses profissionais precisam somente da sua maleta para efetuar os reparos, o que garante mais agilidade no atendimento”, comenta Paniz.

A startup passou pelo InovAtiva Brasil 2018.2, programa no qual foi considerada destaque na categoria “Produtos e Soluções B2C”, mostrando que seu modelo de negócio está coerente com seu mercado de atuação e interessou aos mentores e investidores que estavam presentes na ocasião.

Para o CEO e Fundador da empresa, essa foi uma experiência fantástica de networking e aprendizado. “Passamos também pelo programa do StartupRS e estamos sendo acelerados pelo fundo de investimentos Trampolim, de Caxias do Sul. Mas é no InovAtiva que estão os maiores investidores e melhores mentores do país. Até 2020, queremos levar a We Fix para toda a América do Sul e Europa”, conta.

inovativa@inovativabrasil.com.br