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InovAtiva Brasil amplia sua Comunidade e seleciona 104 voluntários para atuarem como líderes e agentes

O InovAtiva Brasil selecionou 104 voluntários, das 27 unidades federativas do país, para ingressarem na Comunidade InovAtiva em 2021. Destes, 32 atuarão como Líderes de Comunidade e 72 exercerão a função de Agentes InovAtiva. Juntos, serão responsáveis por ajudar no desenvolvimento dos ecossistemas de inovação dos locais onde estão situados.

Os líderes são responsáveis pela execução de ações estaduais – promoção de eventos, capacitação de empreendedores e articulação com parceiros, por exemplo. Já os agentes têm como foco a comunicação e o relacionamento com os empreendedores locais, com o objetivo de entender suas demandas. Além disso, devem realizar eventos locais para divulgar novidades sobre o hub.

“Selecionamos um número maior de Líderes e Agentes com a intenção de conseguir atingir mais empreendedores. Dessa forma, passamos de 27 para 32 Líderes e de 35 para 72 agentes”, comenta o gestor de comunidade no InovAtiva Brasil, Vinícius Aguiar.

Em 2021, outra novidade é que parte dos líderes que já representaram o InovAtiva assumem um novo papel: o de líderes Alumni. Eles darão suporte aos novos integrantes da Comunidade e promoverão encontros regulares para discutir planos de ação nas diferentes regiões do país.

O objetivo é que a Comunidade auxilie no fortalecimento da atuação regional do InovAtiva Brasil. Em 2020, os voluntários adaptaram suas atividades para o formato virtual e, mesmo com as mudanças, foram capazes de realizar diversas ações de divulgação dos programas de aceleração e de outras iniciativas promovidas ao longo do ano.

“Os Líderes e Agentes de 2020 entraram em um turbilhão de mudanças e conseguiram formatar isso de uma maneira legal, resultando em um salto em projetos e em entregas. Alguns exemplos são o quadro Papo de Comunidade no Youtube, o Domingo da Comunidade no InovAtiva Experience e o e-book com a temática Construção de Comunidades”, comenta o gestor.

Conheça os líderes, agentes e líderes Alumni da Comunidade InovAtiva em 2021.

Seleção

Os Líderes e Agentes de 2021 foram escolhidos pelo Comitê de Avaliação do InovAtiva Brasil dentre 230 inscritos. Foram analisados critérios como conhecimento sobre startups, experiência no ecossistema e na produção de eventos, networking e engajamento nas atividades do processo seletivo.

Além disso, também foi considerado o perfil dos candidatos para que os selecionados tivessem características e competências complementares.

“A ideia é realizar reuniões mensais para entender o que está acontecendo em cada uma das unidades federativas brasileiras e determinar estratégias para manter os ecossistemas ativos e progressivos”, completa Vinícius Aguiar.

A contínua interação das comunidades durante a pandemia

*Por Donjorge Almeida

Há algum tempo, tenho ouvido sobre uma retomada da atuação das comunidades de startups. Mas, para mim, elas nunca pararam. Algumas esperaram mais tempo para agir, outras diminuíram suas ações, contudo nenhuma delas cessou definitivamente suas atividades e sempre agregaram novos atores.

O que tenho percebido, na verdade, é que a relação de interação entre os agentes do ecossistema de startups oriundos de diferentes regiões se intensificou. Elas têm se aproximado, cada vez mais, para se fortalecerem e encontrarem soluções criativas e eficientes para superar os problemas ocasionados pela pandemia da COVID-19. 

De acordo com Brad Feld, cofundador de quatro fundos de investimentos norte-americanos (Foundry Group, Techstars, Intensity Ventures e Mobius Venture Capital): “Comunidades de startups são sistemas adaptativos complexos que emergem da interação dos participantes”. 

Prova disso foi a realização do evento Start Amazônia, fruto da união das comunidades do Norte do Brasil, como Aquiri Valley, Açai Valley, Tucuju Valley, Chambary Valley, 153 Valley, dentre outras. Mas este não é um caso isolado. Outro exemplo é o StartupOn que, após a execução de edições no Centro-Oeste e Sul do país, contou com a Carnaúba Valley, SururuValley, Caju Valley e Potiguaras Valley para propiciar uma experiência enriquecedora para a região Nordeste.

Durante o período de reclusão domiciliar voluntária, se tornou evidente o aumento no número de eventos promovidos para o ecossistema de startups, até porque muitos desses se tornaram digitais. Podemos destacar também o UnSummit, da Techstars Brasil, que contou com a participação das comunidades Manguezal, ZeroOnze, Jaraqui Valley, Comunidade SC.

Outro evento que não pode ser esquecido é o InovAtiva Experience, que encerrou o ciclo 2020.1 do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina. Neste, houve um dia inteiro dedicado para as agentes de inovação discutirem sobre as oportunidades e desafios das cinco regiões do país. Entre as participantes, estavam Tambaqui Valley, All Saints Bay, Jerimum Valley, Comunidade RS e Startup MT. Para completar, Feld participou de uma live realizada pela Origem by Darwin que juntou muitos líderes ativos do ecossistema brasileiro.

Mas não para por aí. Em outubro ocorre um evento online que juntará o Summit e o CASE (Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo), e eu aposto todas as minhas fichas que vai ter algum painel sobre comunidades. Além de unir dois grandes acontecimentos para o ecossistema de startups, a versão se torna mais inclusiva e diversa por estar disponível gratuitamente para todo o Brasil. 

Agora não existem mais barreiras. A pandemia e a aceleração do avanço tecnológico tornaram todas as interações digitais e isso proporcionou que desde o comecinho de junho, por influência da Isadora Azzalin, Community Manager da Associação Brasileira de Startups, comunidades de todo o país se reunissem semanalmente para aprender, articular e pensar em ações de fortalecimento para todo o ecossistema do país. 

Dessa reunião, decidiu-se criar um grupo no Telegram com o objetivo de aumentar o número de pessoas envolvidas. Se você quiser participar desta conversa e conhecer boas práticas com dinâmicas adaptadas para sua localidade/cidade, inscreva-se neste documento.

As comunidades espalhadas por todo o Brasil estão realizando muitas ações nos últimos meses. Achou que faltou alguma coisa ou tem alguma experiência legal que você queira compartilhar? Mande para nós!

*Cofundador e Gestor de Inovação da República Interativa, Donjorge Almeida é Líder de Comunidade do InovAtiva Brasil, Gestor de Comunidade na Associação Baiana de Startups – ABAS, Embaixador da Darwin Startups e Colaborador Local da World Creativity Day.

 

InovAtiva Experience dá voz às Comunidades brasileiras de startups

Reunindo os Líderes de Comunidade e Agentes InovAtiva de 17 estados brasileiros, o terceiro dia do InovAtiva Experience foi dedicado à discussão de temas relacionados ao ecossistema das diferentes regiões do país. Entre 13h e 19h30, cinco painéis temáticos foram realizados por meio de lives transmitidas via Youtube. 

Com 1,1 mil visualizações, a programação aberta ao público mostrou as vocações de cada ecossistema empreendedor, as nuances locais, as diferenças culturais e ressaltou a importância da diversidade e complementariedade do Brasil, um país com dimensões continentais.

Para começar, Donjorge Almeida, Líder InovAtiva da Comunidade da Bahia e Daniel Lima, Líder InovAtiva da Comunidade de Pernambuco, mediaram o debate entre os empreendedores Bruno Arruda, CEO da Resolvvi; Rodolfo Lira, CEO da UpSaúde e Jorge Henrique, CTO e cofundador da Trakto. Durante 50 minutos, eles falaram sobre a experiência de empreender no Nordeste, conquistas, dificuldades que eles tiveram e contaram como está sendo para eles passar pelo programa de aceleração InovAtiva Brasil.

Em seguida, foi a vez da região Centro-Oeste mostrar todo o seu potencial em uma conversa leve e descontraída entre Gisely Meneses, Líder InovAtiva da Comunidade de Goiás; Luiz Gustavo Soares, InovAtiva da Comunidade do Mato Grosso do Sul; João Carlos Parkinson, Diplomata do Ministério das Relações Exteriores; Dirceu Borges, Superintendente do SENAR-GO e Fernando Pscheidt Pereira, Gestor de Projetos do SEBRAE – MT.

Eles mostraram que a região tem uma participação significativa no cenário nacional quanto à produção agropecuária, uma vez que a cada ano os índices de produtividade se elevam. Isso tem ocorrido em razão de investimentos no processo de modernização do campo.

Mas não é só o agronegócio que vem chamando a atenção no país. A evolução da educação foi tema do painel da região Sudeste, apresentado por Alexandre Pedretti, Líder InovAtiva da Comunidade de São Paulo; Pedro Moraes COO e CFO da Keiretsu Tecnologia; e Bernard Caffé, cofundador da Jovens Gênios.

Dando sequência ao giro pelas regiões brasileiras, Priscila Assahida, Líder InovAtiva da Comunidade do Paraná; Anderson Diehl, Líder InovAtiva da Comunidade do Rio Grande do Sul; André Ghignatti, Diretor Executivo da WOW; e Marcos Buson, Fundador da Hards trouxeram para a discussão a complexidade de se levantar uma rodada de capital. Contudo, eles garantem: a pandemia não diminuiu a liquidez. Tem oportunidades e dinheiro no mercado.

Agora, mostrando que a região Norte do país vai muito além da Amazônia, estiveram presentes Alexandre Mori, Líder InovAtiva da Comunidade de Rondônia; Vander Nicacio, Líder InovAtiva da Comunidade do Acre; Vítor Rocha, Líder InovAtiva da Comunidade do Amapá; Yan Fontão, Líder InovAtiva da Comunidade do Amazonas; Bruna Barbosa, Líder InovAtiva da Comunidade do Pará; Carlos Varela, Líder InovAtiva da Comunidade de Roraima; Rangel Miranda, Líder InovAtiva da Comunidade de Rondônia; e Thatyana Santiago, Líder InovAtiva da Comunidade do Tocantins.

“Foi uma experiência muito especial, oportunidade única de falar e principalmente compartilhar informações com empreendedores de todo o país. Mostrar nossas comunidades e principalmente impactar várias pessoas”, comenta Vander Nicacio.

Para finalizar, Vinícius Aguiar, Community Manager do InovAtiva Brasil conversou com oito Líderes de Comunidade – Alexandre Mori (RO), Karla Pereira (AM), Donjorge Almeida (BA), Monnaliza Medeiros (RN), Vitoriano Ferrero (MT), Fabiano Nagamatsu (MS), Karla Silva (MG) e Priscila Assahida (PR) sobre percepções e experiências que eles têm desenvolvido no próprio estado. 

“Juntando o talento de cada um de nós e unindo nossos esforços, teremos o poder de transformar o país, fortalecendo as iniciativas que já existem e contribuindo para o aprendizado das comunidades brasileiras de startups”, concluiu Karla Silva.

Para assistir a estes esclarecedores painéis sobre o ecossistema de cada região do Brasil, acesse: https://youtu.be/4TUbfxLwvMA.

Startups Camelo: o que são?

O termo “Startup Camelo”, utilizado para designar empresas tecnológicas inovadoras que crescem de forma sustentável e podem sobreviver mesmo em situações desfavoráveis, ganhou força durante a pandemia da COVID-19, quando os empreendimentos precisaram provar sua capacidade de superar desafios e se adaptar de forma rápida.

Para entender mais sobre esta denominação, entrevistamos Matheus Araújo, Consultor de Inovação e Community Leader do InovAtiva Brasil. Confira o que ele nos falou:

  • O que é uma Startup Camelo?

Startup Camelo é o tipo de empresa que cresce de forma sustentável e que sabe aproveitar as oportunidades, mas que pode sobreviver mesmo em situações desfavoráveis, tal qual um Camelo, animal que consegue passar dias andando pelo deserto sem acesso a água.

Esse tipo de startup consegue crescer mesmo sem acesso a investimentos externos e, quando eles chegam, são bem aplicados, com foco no desenvolvimento. Esses negócios fazem uma gestão exemplar dos recursos aos quais têm acesso e focam na visão de longo prazo, pois entendem que não se trata de uma corrida, mas de uma maratona.

  • Como surgiu esse termo?

O termo startup camelo surgiu em um artigo do investidor Alex Lazarow para o Portal Entrepreneur. Na sua coluna, ele fala que “os camelos se adaptam a vários climas, sobrevivem sem comida ou água por meses e, quando chega a hora certa, podem correr rapidamente por períodos prolongados. Ao contrário dos unicórnios, os camelos não são criaturas imaginárias que vivem em terras fictícias. Eles são reais, resilientes e podem sobreviver nos lugares mais difíceis da Terra. Embora a metáfora possa não ser tão chamativa, esses camelos iniciantes priorizam a sustentabilidade e, portanto, a sobrevivência, desde o início, equilibrando forte crescimento e fluxo de caixa.”

No universo das startups não é a primeira vez que um nome de animal é adotado para definir características de uma empresa. Unicórnio, uma nomenclatura bastante difundida, por exemplo, é adotado para definir startups que atingem US$1 bilhão em valuation antes de abrir capital na bolsa de valores.

  • Por que esta denominação ganhou força na pandemia?

A pandemia colocou o mundo inteiro em estado de alerta sobre a questão sanitária, mas também deixou cauteloso o meio corporativo por conta dos decretos de lockdown e as mudanças nos hábitos do consumidor. Assim, as startups estão tendo que provar sua capacidade de superar desafios e se adaptar de forma rápida.

Um dos pontos mais importantes a se observar neste momento é se elas possuem como características a sustentabilidade e a resiliência, uma vez que precisam lidar com mudanças abruptas no mercado. Nesse contexto, as Startups Camelo se sobressaem por já estarem habituadas a terem que controlar caixa rigidamente e planejar o crescimento.

  • Sabe quantas startups camelo existem atualmente?

Se formos contar só no Brasil chegaríamos a um número grande. No mercado nacional, assim como em outros países em desenvolvimento, é natural que as startups adotem esse tipo de modelo uma vez que recursos de investimento não estão disponíveis em um alto volume como em outros mercados. No Brasil podemos destacar como exemplos de Startups Camelos o Nubank e a Neon, que cresceram, conquistaram investimentos, mas não estão despejando dinheiro no mercado “a qualquer custo”.

  • Você acredita que as startups camelo serão uma tendência para os próximos anos? Por quê?

O surgimento de startups camelo deve sim ser uma tendência no mercado, uma vez que os fundos de investimento estão mais cautelosos a situações de risco, como a ocorrida com a WeWork que viu seu valuation altíssimo desabar para um valor muito menor em pouco tempo quando foi realizar sua IPO. Esse tipo de startup que sobrevive às custas de novos investimentos, não se importa com os prejuízos ano após ano, pois acreditam na promessa de lucro. Porém, com a atual situação econômica, esse dia pode não chegar e, por isso, esse modelo está em queda para muitos investidores e fundos de investimento.

Quando olhamos para as startups que surgem fora do Vale do Silício e de outros grandes polos empreendedores mundiais, existe uma tendência natural para que elas sejam mais próximas do tipo Camelo, pois os recursos não são abundantes e fáceis, fazendo com que elas busquem o lucro desde o primeiro momento.

  • Quais são os principais desafios das startups camelo?

Eu não diria que as Startups Camelo têm desafios específicos, mas que a falta de acesso a recursos em alguns momentos torna-se um limitador de crescimento quando se tem um plano bem definido. Elas buscam sobreviver todos os dias e conseguir melhorar o produto, entregando o valor para o cliente e, com isso, alcançam a lucratividade. A maior característica, a meu ver, das Startups Camelos, é que elas sabem dosar os investimentos em todas as áreas da empresa.

  • De que forma o InovAtiva Brasil pode contribuir com essas empresas?

O InovAtiva é um programa de aceleração que abre muitas portas e entrega algo bastante importante para as startups: o conhecimento de qualidade e inteligência. Durante o ciclo de aceleração, as startups têm acesso a cursos, mentores e muito networking. Se as startups aceleradas aproveitarem essa carga de conteúdo, elas vão conseguir se planejar, melhorar seus processos e até conseguir investimento por meio das conexões geradas. E quando falamos de investimento, falamos sobre saber onde aplicar o dinheiro, por isso a necessidade do conhecimento.

  • Tem algo que não perguntei que você gostaria de acrescentar?

Tem algo que eu gostaria de deixar como mensagem final, que é a necessidade de as startups buscarem conhecimento e terem um planejamento estratégico bem alinhado, contemplando todas as áreas da empresa.

Entenda o papel das comunidades de startups no Brasil

Com o crescimento do número de startups criadas no Brasil, surgiram as Comunidades de Startups, ou seja, conglomerados desse tipo de empresa, de diferentes estágios, que integram todo o ecossistema, gerando oportunidades de desenvolvimento a todos os envolvidos

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), hoje existem 78 Comunidades de Startups, distribuídas pelos 27 estados brasileiros. Sete delas estão na região centro-oeste, 16 na região nordeste, 10 na região norte, 25 na região sudeste e 20 na região sul.

Elas ajudam a potencializar o desenvolvimento do local em que estão situadas, proporcionar networking entre empreendedores e conectá-los com importantes fomentadores do ecossistema, como fundos de investimento, grandes empresas, instituições de ensino, aceleradoras, incubadoras, entre outros.

Para que essas comunidades tenham sucesso, elas precisam ter apoio governamental, disponibilidade de capital, uma cultura empreendedora, suporte de mentores especializados, startups com desejo de se aprimorar e um mercado aberto a novas ideias.

Cada uma das comunidades conta com ao menos um protagonista mobilizado para movimentar diferentes grupos e contribuir com a evolução do ecossistema. Chamados de Líderes de Comunidade, eles disponibilizam algumas horas semanais para desenvolver trabalhos voluntários, como a realização de palestras e eventos.

O InovAtiva Brasil está selecionando os seus próximos Líderes de Comunidade. Eles ajudarão a divulgar o programa e incentivar startups a se inscreverem. Para saber mais sobre a atuação destes profissionais, acesse aqui.

InovAtiva Brasil está selecionando Líderes De Comunidade

O programa InovAtiva Brasil está em busca de pessoas que desejam fazer a diferença no ecossistema empreendedor do estado onde moram. Para isso, vai selecionar Líderes de Comunidade, analisando pessoas de todo o país.

Composto por três etapas (triagem, entrevista e divulgação dos escolhidos), o processo seletivo vai avaliar os inscritos com base na experiência e conhecimento que estes demonstrarem em relação ao universo das startups, motivações, entendimento, mapeamento e articulação no ecossistema local. Atividades ligadas ao empreendedorismo e empreendedorismo social serão grandes diferenciais.

Atuação do Líder de Comunidade

Serão selecionadas pessoas que estejam empenhadas em evoluir e liderar mudanças no ecossistema local em que estão inseridas. Elas vão trabalhar com as lacunas do seu estado, desenvolvendo e movimentando organizações, pessoas, empresas e governos que queiram fomentar o empreendedorismo e as startups regionais, com o apoio da rede do InovAtiva Brasil.

Os Líderes de Comunidades serão verdadeiros protagonistas estaduais mobilizados para movimentar diferentes grupos em prol de um ecossistema mais próspero. Caberá a eles disponibilizar duas horas semanais voluntariamente para realizar palestras, promover eventos, buscar oportunidades de conexão para startups e encontrar as melhores soluções para serem aceleradas pelo programa.

Para saber mais, acesse: https://www.inovativabrasil.com.br/representantes/

Brasil conta com 77 comunidades empreendedoras ativas

Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), hoje existem 77 comunidades empreendedoras ativas no Brasil em diversos estágios de desenvolvimento. Elas estão divididas da seguinte maneira: nove na região norte, oito na região centro-oeste, 16 na região sul, 18 na região nordeste e 26 na região sudeste.

Os estados com o maior número de agrupamentos são: Minas Gerais (11 comunidades), São Paulo (10 comunidades) e Rio Grande do Sul (oito comunidades). Estes ecossistemas foram formados pela combinação de cultura, talento, acesso a mercado, acesso a capital, ambiente regulatório, suporte, conexão e atores que atuam com empreendedorismo, como startups, incubadoras, aceleradoras, investidores, programas e cursos especializados, entre outros.

Geralmente, esses aglomerados são criados por empreendedores com o intuito de fazer networking, trocar experiências e conhecimentos, criar parcerias e ajudar os demais startupeiros a superar desafios. De acordo com um levantamento feito com 1 mil startups pela Abstartups em conjunto com a Accenture, 73% das empresas entrevistadas se encontram dentro das maiores comunidades de startups do Brasil.

Sabendo a importância das comunidades para o fomento ao empreendedorismo brasileiro, o InovAtiva Brasil conta com 18 Líderes de Comunidade voluntários que acreditam na colaboração como ferramenta para promoção de novos negócios.

Eles disponibilizam duas horas semanais para realizar palestras em eventos e universidades, entrar em contato com executivos de grandes empresas, promover eventos para este mercado e encontrar as melhores startups para serem aceleradas pelo programa. Assim, conectam todo o ecossistema de inovação nacional.

Para saber mais, acesse: https://www.inovativabrasil.com.br/representantes/

Open InovAtiva reúne 184 participantes durante a Expotec em João Pessoa

Com objetivo de conectar agentes do ecossistema de startups a grandes organizações locais, nos dias 30, 31 de outubro e 01 de novembro participamos da 5ª edição da EXPOTEC – Exposição Científica, Tecnológica e Cultural – maior evento de tecnologia do Nordeste.

Organizada pelo Governo do Estado da Paraíba, ANID e parceiros como nós, do InovAtiva Brasil, a feira, reuniu diversos speakers da região para debater o tema “ A inteligência Artificial e o futuro do trabalho humano”. O evento teve como foco a promoção do desenvolvimento sustentável na Paraíba por meio da ciência, tecnologia e inovação.

Em um dos espaços da EXPOTEC, aconteceu simultaneamente o Open InovAtiva, que contou com 184 participantes entre empreendedores, empresários, investidores, mentores, líderes e agentes do programa e da região, para discutir sobre as tendências relacionadas aos programas de inovação abertos realizados por grandes empresas do Brasil e do Mundo que desejam inovar com o apoio das startups, de forma mais ágil e eficiente, conectando negócios.

Ainda durante a ocasião, a startup Incentiv.me, liderada por Douglas Nicolau, abordou a importância das grandes organizações utilizarem as leis de incentivo e trouxe insights relevantes para mostrar aos empreendedores como eles podem destinar parte dos seus impostos para a realização de programas de inovação aberta e investir em startups.

Construído em cima de três pilares essenciais para a evolução do ecossistema de startups – Inovação aberta, Abrangência e Tendência, nas próximas edições, queremos fomentar ainda mais a conexão entre essas pontas e disseminar o conceito de inovação e empreendedorismo por todo o país.

Fomentando o ecossistema de inovação e empreendedorismo, Líderes de Comunidade estão atuando no Brasil inteiro

Os Líderes de Comunidades, voluntários que atuam para fomentar o ecossistema de empreendedorismo brasileiro, têm a missão de buscar oportunidades de conexão para startups. No InovAtiva Brasil temos 18 pessoas que exercem esse papel, cada uma delas representando um estado diferente do país.

Ao todo, são três líderes na região Norte (Amazonas, Pará, Tocantins), seis na região Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe), dois na região Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso do Sul), quatro na região Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e três na região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina).

Durante todo o ano eles organizam eventos, participam de feiras, compartilham experiências, colaboram para promoção de novos negócios e fomentam uma comunidade de empreendedores, mentores, investidores e grandes empresas interessadas em startups.

Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade

Sabendo da importância dos Líderes de Comunidade para o ecossistema de empreendedorismo, nos dias 19 e 20 de setembro a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) promoveu o “I Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade (FALCOM)” no Google for Startups, em São Paulo.

Com o objetivo de fazer do Brasil um ambiente melhor e mais robusto para a criação de startup, o evento contou com 50 representantes de 24 estados do país. As comunidades do Pará e Rio Grande do Norte foram caracterizadas, respectivamente, por Bruna Barbosa e Monnaliza, Líderes de Comunidade do InovAtiva Brasil.

Para a líder do Pará, foi revigorante estar ao lado de outras pessoas que trabalham pesado com os mesmos objetivos. “A FALCOM abriu meus olhos sobre várias coisas que precisava avaliar em minha comunidade e sobre a relação com atores que nem sempre são fáceis de se criar relacionamento”, explicou Bruna.

Junto com Vinícius Aguiar, que faz parte da equipe do maior programa de aceleração de startups da América Latina, foram convidadas a participar de painéis, palestras, workshops e dinâmicas de grupo sobre as temáticas:

  • Diversidade nas Comunidades;
  • Indicadores Geográficos e Demográficos;
  • Eventos e ações locais;
  • Investimento;
  • Relacionamento com Poder Público;

Para agregar know-how e gerar insights aos líderes, tais atividades foram conduzidas por representantes de grandes organizações, como Facebook, Google, Ambev, Endeavor, Accenture, Globo News, Startupi, PEGN e Gama Academy.

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