Posts

Checklist Fácil, avaliada em R$46 milhões, foi adquirida pela empresa catarinense Softplan

A Checklist Fácil, avaliada em R$46 milhões, foi adquirida pela Softplan, empresa catarinense desenvolvedora de softwares. Com a aquisição, uma das expectativas é que a startup possa ajudar a ampliar o portfólio de clientes em mercados complementares. A Checklist Fácil é dona de um software de criação e aplicação de checklists, auditorias, inspeções e planos de ação. Atualmente, possui clientes como Ambev, Natura e Unilever e opera em 14 países.

Em 2021, a Softplan lançou uma área específica para a busca de soluções que a ajudassem a complementar o portfólio de produtos digitais, e a Checklist Fácil foi a primeira aquisição da empresa a partir desse lançamento.

A conexão começou no final de 2019. Na época, o CEO da Checklist Fácil, Rafael Zambelli, estava em busca de parcerias na área da inovação e entrou em contato com Guilherme Tossulino, diretor da área de Inovação, Fusões e Aquisições da Softplan.

“O intuito da reunião era falar sobre o mercado de inovação. Na ocasião, apresentei os nossos números e, na hora, ele se interessou. Com isso, mudamos o tema da conversa para uma possível parceria”, conta Zambelli.

Segundo Guilherme Tossulino, o primeiro objetivo da aproximação é estruturar a máquina de vendas da startup para as áreas de atuação da Softplan (gestão pública, justiça e indústria da construção). “Vamos trabalhar para ajudar a Checklist Fácil a dar seus próximos passos de maneira mais sólida, com a prestação de consultoria interna de negócios e competências”, explica.

Agora que a empresa catarinense passa a ser a detentora de 51% das cotas da startup, algumas mudanças estão previstas. Uma delas é a entrada de Diego Marafon, que até então integrava o time de inovação da Softplan, para o cargo de diretor de operações da Checklist Fácil. Também será formado um conselho para debater indicadores e estratégias da parceria, com o intuito de fortalecer a operação.

Sobre a Checklist Fácil

A Checklist Fácil nasceu em 2018, quando Rafael Zambelli e seus sócios Raul Zambelli e Maurício Fragoso reestruturaram a startup que possuíam para focar no sistema de checklist eletrônico desenvolvido em 2013 para um cliente específico.

Segundo a startup, a partir dessa alteração, o empreendimento começou a apresentar um rápido desenvolvimento. Em 2020, a Checklist Fácil participou do ciclo de aceleração 20.1 do programa InovAtiva Brasil e foi eleita destaque na área de Tecnologia da Informação e Comunicação. Além disso, registrou aumento de 20% em seu faturamento em relação ao ano anterior.

5º Mega Hack 2020 terá desafio proposto pelo InovAtiva Brasil

Durante o mês de novembro, a Shawee, startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2020.1, vai realizar a quinta edição do ano do Mega Hack, maior hackathon online do Brasil. O InovAtiva foi convidado a participar do evento e propôs o desafio “Como auxiliar o programa a chegar em mais pessoas, de diferentes regiões do país”.

Os inscritos no Mega Hack serão distribuídos em equipes de cinco integrantes, que deverão escolher um dos oito desafios pré-determinados por organizações da área de tecnologia e propor uma solução para este. Além do InovAtiva, também propõem desafios CPFL Energia, Linker, Mercado Pago, Órama, Renner, Uber e Velt Partners.

Os projetos serão avaliados por um grupo de mentores convidados pela comissão organizadora para selecionar até 20 finalistas de cada desafio. Depois disso, as sugestões serão analisadas por representantes da empresa desafiante, que elegerão os 10 melhores projetos apresentados.

As propostas que ficarem em primeiro lugar em um dos 8 desafios serão julgadas por especialistas do mercado e uma delas será eleita a grande vencedora. O prêmio para esse primeiro lugar é de R$ 15 mil e os sete demais projetos receberão R$ 1,4 mil. O anúncio final será feito no dia 27 de novembro, nos canais oficiais de comunicação do Mega Hack.

Desafio InovAtiva

Visando expandir ainda mais sua rede de atuação, o desafio proposto pelo InovAtiva Brasil foi o de interiorizar o acesso à inovação e conhecimento no país. Dessa forma, o projeto desenvolvido deverá responder a cinco perguntas:

  • Como aumentar o relacionamento e engajamento online de comunidades locais em diferentes estágios de maturidade?
  • Como otimizar a gestão e estratégia para plataformas colaborativas de conteúdo?
  • Como fomentar de forma prática ecossistemas incipientes sem cultura de empreendedorismo disseminada?
  • Como fomentar mentores/as e investidores/as fora dos grandes centros?
  • Como regionalizar conteúdos e ações nacionais?

Para saber mais sobre o evento, acesse: https://www.megahack.com.br/

Sobre a Shawee

Eleita como Startup do Ano pelo Startup Awards 2020, a Shawee desenvolve uma plataforma online de gerenciamentos de todas as etapas de hackathons, com o objetivo de profissionalizar a gestão desse tipo de maratona.

“Em 2015 e 2016 tinham muitos hackatons sendo feitos de forma errada. A Shawee educou e regularizou esse mercado trazendo a cultura de outros países para o Brasil. Em 2017, direcionamos nossos esforços para criar uma marca que fosse amada pelas comunidades e gerasse um grande impacto. Aí a gente associou isso a plataforma”, comenta Rodrigo Terron, CEO da startup.

Hoje, com mais de 400 projetos realizados em 12 países, a empresa fecha o ano com faturamento acima de R$ 3 milhões. Além disso, a Shawee também entrega a plataforma, de forma 100% gratuita, para universidades, comunidades e ONGs.

“Isso é uma coisa bem legal que está ampliando bastante a nossa base. Atualmente temos, aproximadamente, 80 mil participantes de hackaton no nosso banco de dados e estamos em processo de fusão com uma empresa que trabalha na formação e educação de desenvolvedores”, finaliza Terron.

Prontlife ajuda no combate ao Covid-19 por meio de autoavaliação de pacientes

Acelerada em 2016 pelo programa de aceleração InovAtiva Brasil, a Prontlife lançou um aplicativo para o diagnóstico do novo coronavírus. Nessa ferramenta, o paciente atualiza com seus sintomas e a plataforma indica o que ele deve fazer com base nos protocolos da doença e em seu prontuário médico. Tudo isso numa nuvem segura, compartilhada com sua equipe médica credenciada.

“Na autoavaliação do novo coronavírus pedimos para o paciente informar todos os seus sintomas, sinais de alarme (Snomed), se é do grupo de risco (CID-10), suas medidas (pressão arterial, temperatura, peso, altura, entre outras), geolocalização, sexo, idade e tipo sanguíneo. A partir destas informações, um algoritmo de risco presente na plataforma, baseado no Ministério da Saúde, orienta sobre o que o paciente deve fazer e o coloca em contato com a Central de Saúde para que ele tire suas dúvidas”, explica Assis.

A ProntLife é a desenvolvedora de um Prontuário Eletrônico Inteligente que, com protocolos clínicos customizáveis, integra profissionais de saúde e pacientes em uma única plataforma. Com a ferramenta é possível acompanhar o histórico clínico de uma pessoa, desde doenças já contraídas, alergias apresentadas e exames, até as vacinas tomadas e consultas realizadas.

“A estruturação do ProntLife permite uma análise estratégica de dados (Analytics) e interoperabilidade. A partir do histórico de saúde, temos dados clínicos de doenças (CID-10), queixas (CIAP-2), medicamentos (Anvisa), Procedimentos e Exames (TUSS e LOINC), sinais vitais e queixas (Snomed CT)”, afirma André Assis, médico, sócio-fundador e CEO da ProntLife.

Como todas as informações coletadas ficam armazenadas no banco de dados da ferramenta, a ProntLife também consegue fornecer gráficos relativos às doenças mais comuns entre os pacientes que utilizam a plataforma, locais com o maior índice de enfermidades, entre outros elementos que podem auxiliar a monitorar o sistema de saúde brasileiro com mais facilidade.

Brasil conta com 77 comunidades empreendedoras ativas

Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), hoje existem 77 comunidades empreendedoras ativas no Brasil em diversos estágios de desenvolvimento. Elas estão divididas da seguinte maneira: nove na região norte, oito na região centro-oeste, 16 na região sul, 18 na região nordeste e 26 na região sudeste.

Os estados com o maior número de agrupamentos são: Minas Gerais (11 comunidades), São Paulo (10 comunidades) e Rio Grande do Sul (oito comunidades). Estes ecossistemas foram formados pela combinação de cultura, talento, acesso a mercado, acesso a capital, ambiente regulatório, suporte, conexão e atores que atuam com empreendedorismo, como startups, incubadoras, aceleradoras, investidores, programas e cursos especializados, entre outros.

Geralmente, esses aglomerados são criados por empreendedores com o intuito de fazer networking, trocar experiências e conhecimentos, criar parcerias e ajudar os demais startupeiros a superar desafios. De acordo com um levantamento feito com 1 mil startups pela Abstartups em conjunto com a Accenture, 73% das empresas entrevistadas se encontram dentro das maiores comunidades de startups do Brasil.

Sabendo a importância das comunidades para o fomento ao empreendedorismo brasileiro, o InovAtiva Brasil conta com 18 Líderes de Comunidade voluntários que acreditam na colaboração como ferramenta para promoção de novos negócios.

Eles disponibilizam duas horas semanais para realizar palestras em eventos e universidades, entrar em contato com executivos de grandes empresas, promover eventos para este mercado e encontrar as melhores startups para serem aceleradas pelo programa. Assim, conectam todo o ecossistema de inovação nacional.

Para saber mais, acesse: https://www.inovativabrasil.com.br/representantes/

inovativa@inovativabrasil.com.br