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Liderança e Estruturação de Equipes

Historicamente, a gestão de pessoas evoluiu dentro do mundo corporativo de algo operacional para uma questão altamente estratégica para negócios devido aos avanços conquistados por negócios que valorizavam talentos e formavam times de alta performance. Em negócios lineares e tradicionais, os antigos DPs (Departamento Pessoal) evoluiram para times de Recursos Humanos e, depois, para times de Gente e Gestão. Essas mudanças se deram porque a alta adminsitração das empresas começou a entender que colaboradores engajados e conectados com o negócio eram mais produtivos e criavam soluções mais interessantes para as organizações em situações de desafio.

Quando olhamos para startups, esse valor gerado por times bem qualificados é ainda mais relevante. Em um cenário de constante disrupção e pautado na inovação, ter pessoas conectadas e interessadas em criar novas soluções, novos processos e novas entregas é um desafio constante para o negócio. Além disso, o perfil técnico elevado, torna a tarefa de manter pessoas por muito tempo motivadas e engajadas dentro da organização ainda mais desafiadora.

Esses desafios se tornam ainda mais complexos quando entendemos que o comportamento dos colaboradores está mudando. O dinheiro está deixando de ser o principal fator na hora de avaliar uma oportunidade de trabalho, enquanto outras questões mais conectadas com a experiência do empregado se tornam mais relevantes na hora de avaliar se faz sentido trabalhar em determinada empresa ou não.

Nesse contexto, separamos os principais desafios na hora de estruturar e liderar uma equipe na sua startup:

1. Recrutamento

O recrutamento é, em geral, um dos maiores gargalos dentro de uma startup. Como precisamos de perfis altamente especializados e com competências gerenciais consideráveis, achar profissionais se torna algo desafiador. Por isso, precisamos pensar na captação de talentos quase como pensamos na captação de clientes.

Estruturar um funil de atração de talentos é um passo importante na hora de pensar de forma estratégica em como trazer profissionais competentes, capacitados e com potencial de engajamento com a sua startup.

Na fase de recrutamento, é fundamental ter visibilidade do tipo de perfil que se busca para sua equipe. Deve-se sempre buscar por perfis proativos e que busquem autonomia em seu trabalho. Negócios exponenciais dependem desse tipo de perfil para que possa haver descentralização na estrutura de trabalho de modo a garantir que a empresa consiga crescer de forma escalável e sustentável ao mesmo tempo.

Modelos verticais de gestão, onde muita coisa é centralizada em poucos tomadores de decisão tendem a não funcionar em situações de escala porque criam gargalos dentro da operação.

 

2. Manutenção

Estamos falando de mercados de crescimento escalável e de constante mudança. Sofrer com rotatividade de pessoas tende a fazer com que os processos de crescimento e de inovação sejam mais lentos e onerosos para a startup. Com isso, passa a ser estratégico o trabalho de manter os colaboradores dentro da operação pelo máximo de tempo possível garantindo sua motivação e interesse em se desenvolver e desenvolver o negócio.

Para isso, trabalha-se com o desenho da jornada do colaborador, considerando sua experiência durante as diferentes etapas da sua trajetória dentro da empresa, do seu recrutamento, passando pela seleção e contratação, eventuais promoções até chegar em seu desligamento. Essa jornada como um todo é importante porque destaca os pontos onde a empresa consegue gerar mais valor para o empregado, criando maior vínculo com ele.

É natural que haja demissões dentro de um negócio. É impossível criar um contexto onde 100% dos selecionados sejam aptos tecnicamente e tenham o perfil desejado para o negócio. Esse processo é feito para conseguirmos avaliar e reter profissionais estratégicos para o negócio, e não para manter todo e qualquer empregado dentro da organização.

3. Uma marca forte para colaboradores

O conceito de employer branding vem sendo cada vez mais trabalhado dentro de negócios que se preocupam em fortalecer sua cultura organizacional e gerar impacto positivo em seus colaboradores. Existem diferentes mecanismos para trabalhar uma marca perante seus colaboradores. Algumas delas são sites e plataformas como o Love Mondays, perfis sociais da marca focados em conversar com os colaboradores e com pessoas interessadas em trabalhar na empresa, blogs, participação em eventos focados em captação de talentos, entre outras iniciativas.

Essas ações ajudam tanto na captação de novos talentos quanto na retenção dos talentos da organização.

Um ponto a se pensar se você decidir por trabalhar com employer branding em sua startup é que, aqui, é fundamental ser honesto com o colaborador. Tudo o que é dito precisa ser verdade em termos de processos, entregas e dia a dia da organização. Do contrário, você pode gerar um acúmulo de frustrações de colaboradores por conta de expectativas quebradas devido à comunicações equivocadas de employer branding.

4. Tenha um propósito claro

Pessoas se conectam com propósito. Quando bem definido, um propósito pode, inclusive, ser a principal justificativa pela qual uma pessoa trabalha em determinada empresa. Simon Sinek defende a utilização de uma metodologia simples, mas que ajuda muito na definição do propósito de um negócio, e diz que as pessoas não compram o que você vende, mas o porquê você vende. Isso vale tanto para comercialização de um produto ou serviço quanto para a venda de uma ideia, de uma justificativa que mobilize pessoas.

A metodologia usada por Sinek é o Golden Circle, um círculo dividido em três faixas, que separam o que você vende do como você entrega e do porquê você faz o que faz. Esse é um exercício simples que pode, muitas vezes, conectar pessoas à uma causa muito maior do que a sua entrega final de um produto ou serviço.

Colocando essas ideias em prática, você conseguirá montar times mais conectados com seu negócio e reter talentos por mais tempo dentro da sua operação. Isso, sem dúvidas, pode te levar a outro patamar em fases de crescimento exponencial de sua startup.

Rec’n Play promove o 21º encontro do Open Innovation BR

Entre os dias 02 e 05 de outubro ocorreu o Rec´n Play 2019, em Recife (PE), festival que oferece mais de 300 atividades nas áreas de tecnologia, economia criativa e cidades inteligentes. Nesses quatro dias, os presentes puderam vivenciar experiências inusitadas, assistir palestras, realizar oficinas e ainda se divertir com shows.

Durante a ocasião também aconteceu o 21º Encontro do Open Innovation BR, promovido pelo grupo homônimo de apoio a Inovação Aberta, com o propósito de compartilhar conhecimentos e parcerias de grandes empresas com atores do ecossistema empreendedor.

O projeto selou a parceria entre o movimento de apoio a Inovação Aberta e o InovAtiva Brasil, estabelecida exatamente um ano antes em um evento com o mesmo objetivo. Desta vez, porém, o fomento a oportunidades de negócios se deu por meio de uma discussão sobre os desafios das iniciativas pública e privada promovido pela mesa redonda “Quais os maiores desafios para startups, empresas e Governo no processo de Open Innovation?”

Um dos participantes desta atividade foi Juliano Dias, CEO da beGraf.com, plataforma B2B para compra e gestão da produção de materiais gráficos e brindes, que foi acelerada pelo programa InovAtiva Brasil. De acordo com ele, o assunto foi tão envolvente que no próximo ano haverá um evento dedicado inteiramente a discuti-lo.

“Foi um prazer receber o convite da InovAtiva para debater sobre Open Innovation no Rec n’ Play 2019. O debate em forma de mesa redonda contou com a participação do público e gerou uma troca de experiências entre diversos stackholders”, comenta Dias.

Após a discussão, 11 startups tiveram a oportunidade de realizar uma rodada de conexões com as organizações Vale, Algar e BALL para tentar ajudá-las a resolver problemas como: garantir que as solicitações de acesso de pessoas convidadas para plantas operacionais sejam mais ágeis e acessíveis; criação de plataforma de gestão de eficiência energética com automação embarcada por meio do uso de inteligência artificial; monitorar o consumo de produtos químicos; entre outros.

“O evento é um sucesso, com pessoas e empresas de todo o Brasil e até de outros países participando ativamente de uma semana de palestras e oficinas com temas relacionados à tecnologia, inovação e muito mais. Gostaria de dar parabéns à toda equipe do programa”, finaliza o empreendedor.

Como startups estimulam a prática de esportes e ajudam atletas a melhorarem seu desempenho

Em expansão, o mercado esportivo vem inovando e criando soluções para incentivar e facilitar a prática de atividades físicas. Conforme apresentado em um relatório divulgado recentemente pela Associação Internacional de Saúde, Raquete e Clube Esportivo (IHRSA), esse segmento tem apresentado um ritmo de crescimento global de 8,7% ao ano.

Essa ascensão indica que o valor do setor deve triplicar nos próximos 5 anos. É o que mostra o levantamento SportsTech Report, realizado pela Colosseum, SportsTech sediada em Tel Aviv. O estudo também revela que há mais de 4.000 startups voltadas ao esporte ao redor do mundo e mais de 100 hubs de inovação relacionados ao tema.

No Brasil esse cenário não é diferente. Favorável ao desenvolvimento de empresas que criam soluções para este segmento, hoje o país abriga 63 SportsTech, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Ainda de acordo com a Abstartups, o número de startups de inovação tecnológica com soluções para o esporte quase dobrou em apenas quatro anos.

Para conhecer mais sobre esses projetos, destacamos abaixo algumas empresas aceleradas pelo InovAtiva Brasil que desenvolvem produtos e/ou serviços para ajudar os atletas a analisarem seu desempenho, preservarem seus equipamentos, realizarem avaliação fitoterápica, entre outros.

Astanbike

É uma empresa que produz uma nova era de bicicletas sustentáveis. A startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2018.2 é a criadora da Astan, uma bicicleta 100% brasileira, feita de madeira e liga metálica, com design inovador e que proporciona maior conforto do que as demais bicicletas existentes no mercado. Projetada para absorver vibrações em terrenos desnivelados, ela garante melhor desempenho do atleta para percorrer grandes distâncias. A bike também conta com resina de base vegetal que protege as lâminas contra água e radiação solar, aumentando a vida útil da madeira, e ainda recebe camadas de verniz automotivo em seu acabamento final.

Bike123

O marketplace de serviços de manutenção de bicicletas que oferece mecânicos empreendedores altamente qualificados e que fazem o serviço de leva e traz das bikes até suas oficinas. Entre os serviços oferecidos pela startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2017.2 estão: desmontagem, lavagem e lubrificação da transmissão, dos cubos, movimento central e caixa de direção; alinhamento de gancheira de câmbio e rodas; regulagem de freios; instalação de acessórios e peças; conserto de pneus furados; entre outros.

Bodout

A startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2016.2 é a desenvolvedora da Sílica Gel Bodout, um produto de alta qualidade e controle, atóxico, inerte e biodegradável. Ela é resistente à temperatura corporal e ambiental, pode ser utilizada até 60 vezes sem precisar substituir, não deixa resíduos e muda de cor para indicar quando está saturada.

Futebol Interativo

O Futebol Interativo é uma startup acelerada pelo programa InvoAtiva Brasil 2019.1 comprometida com a formação/capacitação e qualificação de estudantes, profissionais e pesquisadores do futebol. A empresa oferece conteúdo on-line (ao vivo e gravado), aulas práticas (estágios) dentro dos clubes de futebol, professores de grandes clubes e é acessível para alunos de diferentes lugares do mundo.

Phast

A startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2019.1 é a desenvolvedora de um aplicativo de avaliação fisioterápica. Ele otimiza a fisioterapia, uma vez que facilita a interpretação dos resultados dos testes por meio de relatórios automatizados e científicos que ficam prontos em apenas 10 minutos. Esses documentos fornecem o perfil de risco do atleta para prevenção das lesões esportivas, além de permitir que o fisioterapeuta trace condutas mais assertivas para o esportista.

Run Club

Acelerado pelo programa InovAtiva Brasil 2017.2, o Run Club é o primeiro site de hospedagens para corredores de rua. Por meio da plataforma também é possível economizar e interagir com outros atletas, além de fornecer serviços e facilidades inovadoras para corridas de rua. Em parceria com assessorias esportivas, a ferramenta gera uma incrível experiência aos corredores.

Sensorial Sports

A empresa de base neurocientífica e tecnológica, acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2016.1, dedica-se ao melhoramento do desempenho de atletas. A solução oferece métodos computacionais de avaliação e treinamento de habilidades, como a percepção do ambiente e/ou do oponente e da ação sem aumentar desgaste físico do atleta.

iLunga

Para aqueles que gostam de esportes aquáticos, a iLunga, acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2016.1, comercializa produtos inovadores, como o Skimer Board, Esqui Subaquático. Com esse aparato, o atleta pode fazer manobras radicais sobre a água ou submergir nela para observar o fundo do mar. O equipamento possui sistemas de segurança de desengate rápido e boia de sinalização. É um produto com alto nível de qualidade, segurança e durabilidade.

Descubra os termos de empreendedorismo que podem te ajudar a construir seu modelo de negócios

O modelo de negócio de uma startup é a maneira como esta cria, entrega e captura valor, gerando lucros aos seus acionistas. Para determiná-lo, a empresa precisa fazer um estudo que contemple o mercado de atuação, público-alvo, custos para operação, infraestrutura e a forma de obtenção de receita.

Abaixo listamos as definições de alguns termos que podem ajudar na elaboração do modelo de negócios da sua startup:

  • Atividades Chave: Ações necessárias para o funcionamento da startup;
  • Business Model: Com o intuito de ajudar o empreendedor a enxergar todas as etapas do seu Plano de Negócios, no Business Model são elencadas as técnicas que a startup utilizará para apresentar suas principais atividades aos seus parceiros e acionistas;
  • Business Plan: Traduzido para o português como Plano de Negócio, trata-se de um documento com os dados da empresa, ou seja, a descrição do produto/serviço que oferece, análises de mercado e as estratégias de vendas da startup. Ele serve para comprovar a viabilidade negócio;
  • Canais: Ações de marketing ou de logística para atingir os clientes;
  • Escalabilidade: Capacidade que um modelo de negócios tem de aumentar seu faturamento sem precisar elevar proporcionalmente seus custos;
  • Estrutura de Custos: Trata-se do valor investido para a criação do modelo de negócio da empresa;
  • Modelo de Assinatura: Startups que oferecem produtos ou serviços que são entregues ao cliente com periodicidade mediante pagamento mensal;
  • Parcerias Chave: Empresas, terceiros, fornecedores e organizações importantes para o funcionamento da empresa;
  • Pivotar: Momento em que o empreendedor muda seu Plano de Negócios após testar uma estratégia e não obter os resultados esperados;
  • Proposta de Valor: Inovações que a startup oferece – diferenciais em relação aos concorrentes;
  • Recursos chave: Ativos e recursos necessários para o funcionamento da empresa;
  • SaaS: A sigla corresponde ao termo Software as a Service e designa tecnologias que permitem que os usuários se conectem e usem aplicativos em nuvem pela internet;
  • Segmentação de Mercado: A expressão diz respeito à área em que a startup está inserida, como agronegócio, finanças, marketing, saúde, etc;
  • Validação: Momento em que o cliente ou usuário da empresa averigua se o modelo de negócio é viável.

O que é equity free? Conheça a nova tendência em programas de aceleração de startups

Para atrair cada vez mais startups inovadoras e ajudá-las a colocar suas ideias em prática, as aceleradoras de startups vêm criando opções de programas em que não há necessidade de realizar um aporte em troca de participação societária na empresa.

O modelo, conhecido como equity free, é o formato utilizado pelo InovAtiva Brasil. O objetivo deste tipo de programa de aceleração é proporcionar networking, gerar conexões e dar suporte metodológico para empresas em diferentes estágios de maturidade. Neles, as startups selecionadas recebem capacitações, sem ceder participação ou contratos de compromisso às aceleradoras.

Abaixo listamos alguns dos principais benefícios que um programa de aceleração de startups equity free podem gerar:

  1. A startup não cede parte da empresa

Programas equity free não cobram participação nem contratos de fidelidade e compromisso, portanto a startup mantém a totalidade de seu capital social;

  1. Investimento feito de forma indireta

Além de todo o conhecimento recebido, os empreendedores têm a oportunidade de apresentar seus negócios para os principais agentes do ecossistema de startups. Essas ocasiões podem gerar conexões que possibilitam parcerias, conquista de clientes e até mesmo aportes, dependendo do objetivo do negócio;

  1. Ampliação das oportunidades

Além do contato com os agentes do ecossistema de startups, os empreendedores também podem realizar networking com os criadores das demais soluções que estão passando pelo ciclo de aceleração, o que ajuda no fomento de parcerias.

  1. Descontos em produtos e serviços importantes para a startup

No InovAtiva Brasil, por exemplo, são oferecidas parcerias com empresas privadas e associações que podem proporcionar benefícios aos acelerados ou em processo de aceleração. Ao todo, são 12 empresas parceiras que oferecem mais de R$ 450 mil em serviços e produtos, como descontos em livros, cursos, eventos, taxas de associação e até mesmo o acesso a ferramentas que facilitam as atividades diárias dos empreendedores.

Ficou interessado? Então fique atento ao nosso site e se inscreva no nosso próximo ciclo de aceleração.

RT Connect é uma das grandes novidades do ano no tratamento de câncer de mama

Mais comum entre as mulheres, o câncer de mama é uma doença que causa cerca de 458 mil mortes por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Apenas em 2018, surgiram 59.700 novos casos da enfermidade no Brasil e estima-se que uma a cada 12 mulheres terão tumor nas mamas até os 90 anos de idade.

Para que os pacientes tenham mais chances de cura, o diagnóstico deve ser realizado na fase inicial da doença. Mesmo assim é possível que o câncer precise de tratamento radioterápico. Sabendo disso, a RT Medical criou um sistema que auxilia na cura e propicia maior confiança e segurança aos pacientes e profissionais envolvidos.

Seu sistema RT Connect contempla todas as etapas da radioterapia, desde o atendimento inicial com o agendamento das consultas, passando pela geração da ficha de tratamento e do cálculo de unidade monitora, até o plano administrativo, que engloba toda a parte de gestão, tanto de equipamentos quanto de pessoas.

Assim, a ferramenta atua na parte de verificação, controle de qualidade e validação do tratamento, otimizando as tomadas de decisões com eficácia e segurança na cura do paciente e garantindo maior controle dos processos que envolvem a radioterapia. Além disso, esta automatização reduz significativamente os custos do tratamento do câncer.

Por conta da sua ideia inovadora, em 2017 a startup foi selecionada para participar do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups. Hoje, com recursos da Prefeitura de Florianópolis e apoio do Centro de Distribuição Angeloni, o sistema já está sendo validado na Liga Catarinense de Combate ao Câncer e está presente no Hospital de Caridade, em Florianópolis, e Tereza Ramos, em Lages.

Orçafascio permite economia de até 20% em cotações de obras

Destaque na categoria Educação, Indústria e Setor Financeiro do programa InovAtiva Brasil 2019.1, o OrçaFascio é um sistema de orçamento de obras desenvolvido em plataforma web. Nele, concentram-se dados de mais de 87 mil insumos e 68 mil composições de todas as capitais do Brasil.

Por meio da startup é possível obter um programa completo para orçamentos e unir diversas cotações, cronograma físico financeiro para o cálculo de custo de obras. A plataforma permite ainda a criação de uma base de dados exclusiva que apenas o usuário pode visualizar.

Para saber mais sobre a empresa, entrevistamos Antonio Fascio, CEO da OrçaFascio. Veja o que ele nos contou:

  1. Quando vocês começaram?

Nossa história começa em 2010, no Amapá, quando nem existia banda larga. Resolvemos fazer um software de orçamento para obras com diferencial de ser focado para licitação de obra pública. O sistema foi disponibilizado, até 2015, quando foi fundada a startup OrçaFascio, de forma totalmente gratuita.

  1. Qual é o diferencial da OrçaFascio?

Somos a primeira plataforma online por meio da qual os engenheiros podem fazer seus orçamentos de obra de maneira fácil, confiável e precisa. Além disso, fazemos uma ligação com o Revit, um software BIM para arquitetura, urbanismo, engenharia e design, permitindo que a quantificação do orçamento seja exata, evitando desperdícios e gerando uma economia de até 20%.

  1. Em que estágio a startup se encontra? Quantos clientes vocês possuem atualmente?

Hoje possuímos mais de 1,4 mil empresas, 4 mil usuários pagantes e 3 mil usuários de órgãos públicos.

  1. O que você almeja para o futuro da OrçaFascio?

Estamos num processo de internacionalização da plataforma. Queremos levar nosso produto, primeiramente, para os EUA e América Latina.

  1. O que o InovAtiva Brasil agregou para a sua empresa?

O networking proporcionado e os mentores que nos foram disponibilizados foram fantásticos. Além disso, conseguimos uma visibilidade no mercado onde temos dificuldades, já que nossa startup é do Amapá.

  1. Já passou por outros programas de aceleração? Qual a diferença destes para o InovAtiva?

Participamos sim. A principal diferença é que o outro programa era presencial, mas achamos que o InovAtiva acabou dando uma visibilidade maior a empresa. Também adoramos os experientes mentores. Eles nos deram conselhos de alto valor para a startup.

Fomentando o ecossistema de inovação e empreendedorismo, Líderes de Comunidade estão atuando no Brasil inteiro

Os Líderes de Comunidades, voluntários que atuam para fomentar o ecossistema de empreendedorismo brasileiro, têm a missão de buscar oportunidades de conexão para startups. No InovAtiva Brasil temos 18 pessoas que exercem esse papel, cada uma delas representando um estado diferente do país.

Ao todo, são três líderes na região Norte (Amazonas, Pará, Tocantins), seis na região Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe), dois na região Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso do Sul), quatro na região Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e três na região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina).

Durante todo o ano eles organizam eventos, participam de feiras, compartilham experiências, colaboram para promoção de novos negócios e fomentam uma comunidade de empreendedores, mentores, investidores e grandes empresas interessadas em startups.

Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade

Sabendo da importância dos Líderes de Comunidade para o ecossistema de empreendedorismo, nos dias 19 e 20 de setembro a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) promoveu o “I Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade (FALCOM)” no Google for Startups, em São Paulo.

Com o objetivo de fazer do Brasil um ambiente melhor e mais robusto para a criação de startup, o evento contou com 50 representantes de 24 estados do país. As comunidades do Pará e Rio Grande do Norte foram caracterizadas, respectivamente, por Bruna Barbosa e Monnaliza, Líderes de Comunidade do InovAtiva Brasil.

Para a líder do Pará, foi revigorante estar ao lado de outras pessoas que trabalham pesado com os mesmos objetivos. “A FALCOM abriu meus olhos sobre várias coisas que precisava avaliar em minha comunidade e sobre a relação com atores que nem sempre são fáceis de se criar relacionamento”, explicou Bruna.

Junto com Vinícius Aguiar, que faz parte da equipe do maior programa de aceleração de startups da América Latina, foram convidadas a participar de painéis, palestras, workshops e dinâmicas de grupo sobre as temáticas:

  • Diversidade nas Comunidades;
  • Indicadores Geográficos e Demográficos;
  • Eventos e ações locais;
  • Investimento;
  • Relacionamento com Poder Público;

Para agregar know-how e gerar insights aos líderes, tais atividades foram conduzidas por representantes de grandes organizações, como Facebook, Google, Ambev, Endeavor, Accenture, Globo News, Startupi, PEGN e Gama Academy.

Conheça a história de empreendedores que deixaram a carteira assinada de lado para empreender

Trocar o certo pelo duvidoso não é uma decisão fácil de ser tomada. Por isso, muitas pessoas hesitam antes de deixar o trabalho estável, com carteira assinada e holerite mensal, para se aventurar no imprevisível universo do empreendedorismo, no qual travarão lutas diárias com as finanças da empresa e terão que provar todo o seu potencial para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.

Mesmo com todos os desafios, Daniel Faria Teixeira de Oliveira, Alexandre Henrique do Vale e Neandro Perini resolveram se arriscar e iniciar uma nova jornada respectivamente nas startups aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil: Botnicks, Sociente Inteligência Geográfica e PcD em Foco Online Ltda ME.

“Eu fiquei uns sete anos trabalhando como CLT para uma empresa média (MAPS), e duas grandes (IBM e HSBC). Com estas experiências eu percebi que gostava mais das pequenas, pela flexibilidade de horários e projetos. Me sentia mais útil. Isso me ajudou bastante a entender que queria mesmo um ambiente mais dinâmico, com desafios que mudam todo dia. Hoje a rotina que tenho como empreendedor me exige muito mais, é mais desgastante, mas me deixa muito mais realizado”, comenta Daniel Oliveira, fundador da Botnicks, HR Tech que desenvolve chatbots para os processos de recrutamento e onboarding.

Assim como ele, Alexandre do Vale largou seu emprego para ficar full time na Sociente Inteligência Geográfica, startup que obtém informações por meio de métodos não invasivos (sensores) e proporciona soluções inteligentes para diversas atividades, como mineração, agricultura, agronegócio e saúde.

“De 2006 a 2014 eu trabalhei em uma empresa de mineração como CLT. Foi lá que comecei a sentir as dores deste setor. Porém, quando terminei o mestrado no Instituto Militar de Engenharia (IME), eles me ofereceram uma parceria. Achei melhor recusar para focar na minha startup, o que me gerou boas experiências”, afirma o empreendedor.

Outro que migrou da CLT para o próprio negócio foi Neandro Perini, sócio fundador da PcD em Foco Online. De acordo com ele, foi muito difícil abandonar um emprego fixo e se aventurar no fantástico e ao mesmo tempo desafiador mercado de tecnologia.

“Empreender na área de impacto não é fácil. Monetizar é mais difícil ainda. Mesmo assim, temos orgulho em sermos uma empresa que gera um impacto positivo na sociedade e consegue converter em ganho financeiro. Eu aproveitei uma dor que enxergava enquanto RH, abri mão do conforto e da segurança para empreender na área de tecnologia. Isso mostra que a determinação conta mais que o conhecimento/experiência. Acho que isso são alguns dos fatores que fazem a PcD em Foco ser uma empresa única”, expressa Perini.

Assim como esses três startupeiros, você também pode transformar o seu sonho em realidade. Basta ter vontade e determinação. Quer saber mais sobre o universo do empreendedorismo? Leia os outros textos que disponibilizamos nesse blog!

InovAtiva Brasil recebe 95 pontos em pesquisa de NPS

Buscando sempre melhorar nossos programas, ouvimos você e pedimos para que nos avaliasse em uma pesquisa de NPS (Net Promoter Score). A partir dela, pudemos calcular o grau de satisfação e fidelidade dos empreendedores que participaram do InovAtiva Brasil. Com felicidade, agradecemos vocês pelos 95 pontos instituídos a nós.

A mensuração foi realizada com base na resposta de 81 startups aceleradas sobre a seguinte pergunta: “Com base no que você já vivenciou até o momento no InovAtiva Brasil, qual a probabilidade de você recomendar o programa para outra startup?” – 95% dos entrevistados responderam nove ou 10 para essa questão, sendo 10 o valor máximo.

Os entrevistados também elegeram as atividades que foram essenciais para quem participou do programa. A que mais se destacou foi a “Mentoria Individual à Distância”, com 54,3% dos votos. Para 65,4% dos empreendedores, tal processo foi de essencial importância para o desenvolvimento da startup. Esse mesmo percentual de entrevistados avaliou como excelente a combinação entre mentor e mentorado.

Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2019.1

Da mesma forma, fizemos uma pesquisa durante o Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2019.1 para saber o que os participantes estavam achando dos eventos. Tivemos um total de 782 avaliações sobre as palestras realizadas, as salas especializadas disponíveis e as atividades de mentoria.

Nesta análise, os empreendedores avaliaram o programa em 4,75 em uma escala de um a cinco. As mentorias foram novamente as atividades que se sobressaíram aos entrevistados, mas a palestra de Gestão de Pessoas e a sala especializada de Pitch Help também despertaram a atenção dos presentes.

Todas essas informações são de extrema importância para o InovAtiva Brasil. Com base nelas, vamos aprimorar os próximos ciclos para satisfazê-los cada vez mais. Agradecemos a sua colaboração e esperamos continuar atendendo as necessidades da sua startup!

 

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