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Negócios de Impacto Socioambiental: o que saber antes de começar

Em 2020, a Global Impact Investing Network (GIIN), calculou em sua publicação anual que o tamanho do mercado atual de investimentos de impacto no mundo é de US$715 bilhões. Devido ao interesse de investidores e à crescente demanda social em negócios dessa área, não é de se espantar que cada vez mais eles tenham surgido no ecossistema mundial. Entretanto, os negócios de impacto socioambiental têm desafios e oportunidades específicas que devem ser exploradas desde sua idealização.

Gabriela Werner, CEO do Impact Hub Florianópolis e uma das palestrantes do InovAtiva Day, ofereceu sua perspectiva para explicar melhor como começar a empreender na área. Segundo a especialista, o grande desafio dos negócios de impacto é que o empreendedor precisa se atentar a duas questões com o mesmo comprometimento: a financeira e o propósito. “A gente precisa que a conta feche e a empresa se mantenha financeiramente saudável, porém, a intenção principal não é gerar o máximo de lucro possível para os seus fundadores, mas resolver um problema socioambiental relevante. Então, os indicadores de sucesso devem  demonstrar ambos os pilares.”

Acerca da definição deste tipo específico de empreendimento, Gabriela detalha que ele deve ter na sua missão a solução de pelo menos um dos pontos listados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “A lista é um consenso mundial de tópicos mais importantes que a humanidade precisa tratar até 2030, com o propósito de construir um mundo mais justo e mais sustentável”, diz.

O Mapa 2021 de Negócios de Impacto Socioambiental da Pipe.Labo organizou os nichos de atuação dos negócios estudados de acordo com os ODS e os três principais temas encontrados foram: Consumo e produção responsáveis (39%), Saúde e bem-estar (36%) e Trabalho decente e crescimento econômico (35%).

Gabriela comenta que o consumo responsável e o trabalho decente sempre representaram nichos de interesse naturalmente significativos para o mercado brasileiro, mas que a área da saúde apresentou um grande crescimento durante a pandemia da Covid-19. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados identificaram na crise uma oportunidade de desenvolvimento de novos produtos e serviços, e novos mercados alcançados.

Entre Verticais de Impacto, outro dos indicadores pesquisados, os principais foram Tecnologias verdes (49%) e Civic Techs (40%).

Ainda segundo o levantamento, o dinheiro é o principal motivo de pedidos de ajuda para os negócios estudados (44%). Enquanto isso, 51% dos empreendedores já buscaram/estão buscando por processos de aceleração sem sucesso. Entretanto, este dado pode ser explicado por outra parte muito interessante da pesquisa: 42% ainda não definiram indicadores de acompanhamento de impacto, 33% definiram mas ainda não os utilizam; e 64% não declararam relatórios de emissões de gases de efeito estufa.

Esta porcentagem de negócios de impacto social que não realizam estes dois tipos de levantamentos é problemática. Gabriela comenta que esta é uma questão que certamente dificulta a obtenção de investimento, porque este tipo específico de investidor procura justamente por este recorte nos indicadores das empresas.

Por isso, a especialista frisa que uma das principais dicas para quem está começando um empreendimento de impacto é procurar a sua turma: “encontrar pessoas que já encontraram caminhos para chegar ao sucesso, como um sistema de apoio, é essencial, porque existe uma série de questões e oportunidades únicas deste tipo de negócio. Portanto, crescer em comunidade é sempre muito legal”, diz.

“É enriquecedor para os empreendedores vivenciarem os  altos e baixos dessa trajetória em conjunto, aprender uns com os outros e conhecer esses caminhos que são tão úteis. Nesse contexto, o InovAtiva de Impacto é uma excelente oportunidade para as pessoas terem contato com alguns dos melhores mentores, professores e outras pessoas que já possuem esse conhecimento. Além disso, ele é gratuito e pode ser acessado em qualquer canto do Brasil”, conta Gabriela, que incentiva a candidatura de pessoas de qualquer região, com todos os tipos de organizações. “A diversidade também traz muita relevância para o programa e isso pode fazer a diferença na sociedade”, conclui.

InovAtiva Brasil está com inscrições abertas para o ciclo 2021.2 do programa de aceleração

As inscrições para o Ciclo 2021.2 do InovAtiva Brasil estarão abertas até 19/07 para todos os negócios inovadores interessados no  programa de aceleração no segundo semestre  A equipe de seleção procura projetos que desenvolvem soluções inovadoras em produtos ou serviços em estágio de validação, operação e tração que estejam em busca de conexão com o mercado e investidores.

O InovAtiva Brasil oferece conteúdos e treinamentos valiosos para empresas que estão buscando se firmar no Brasil. Até 360 empreendedores serão escolhidos para a primeira etapa, de aceleração. Nesta, são oferecidas mentorias coletivas e individuais baseadas em entrevistas personalizadas com os gestores do programa para entender melhor quais as necessidades específicas de cada participante. A plataforma desenvolvida aos empreendedores selecionados em cada ciclo também disponibiliza cursos de modelagem financeira, validação da proposta de valor, acesso ao mercado e capital e compartilhamento de propriedade intelectual.

Após a primeira etapa, até 140 empresas serão escolhidas para avançar para a Etapa de Conexão. Nela, são oferecidos conteúdos mais específicos para seu nicho de atuação e treinamentos de pitch, além da chance de participar do InovAtiva Experience, evento de encerramento do ciclo, no qual os empreendedores têm a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores, grandes empresas e aceleradoras.

Os benefícios do InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é um dos programas de aceleração e conexão de negócios inovadores do InovAtiva, hub de inovação que promove um conjunto de iniciativas de apoio ao desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador no Brasil. Em 2020, o InovAtiva foi eleito, pelo segundo ano consecutivo, o principal fomentador do ecossistema de inovação do país pelo ranking 100 Open Startups – plataforma internacional de maior impacto na geração de negócios entre grandes empresas e startups. Em 2017, foi considerado como benchmark de política de inovação pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

“Os negócios inovadores que participam dos ciclos de aceleração do programa se beneficiam muito com as oportunidades de conexão e visibilidade, que trazem a elas várias oportunidades de negócio.” diz Gabriel Pignat, gestor de aceleração do InovAtiva Brasil.

Segundo o gestor, o InovAtiva tem a maior rede de mentores do Brasil. E é com estes profissionais que os empreendedores selecionados têm a oportunidade de aprender a lidar com seus negócios. “Além de todo o conteúdo compartilhado com os selecionados, os participantes que chegam até o final da segunda fase têm a oportunidade de se apresentar para uma banca de investidores e conseguirem, eventualmente, um aporte financeiro e parceiro estratégico para o seu negócio”, pontua Gabriel, como uma das principais vantagens dos ciclos.

Passadas as atividades obrigatórias da primeira fase do ciclo, os negócios participantes recebem o selo de Acelerada pelo InovAtiva. Aqueles que forem selecionados para a segunda fase  e que cumprirem todo o cronograma de atividades, chegando ao final do ciclo, recebem outro selo: Graduada pelo InovAtiva. Além de todo o conhecimento oferecido aos empreendedores, esses selos têm muito valor no mercado.

“Como o maior programa de aceleração de startups da América Latina, o InovAtiva Brasil tem um reconhecimento muito grande. Por isso, as companhias  que recebem os selos, tanto de Aceleradas, quanto de Graduadas InovAtiva, já se destacam conseguindo conexões com atores chave, bem como credibilidade e visibilidade”, diz Gabriel.

Conheça mais sobre o InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é o maior programa de aceleração de startups da América Latina. Voltado para negócios inovadores de todo o país, em todos os segmentos de atuação, o InovAtiva Brasil seleciona a cada ciclo até 400 negócios que estejam nas fases de validação, operação ou tração. São realizados, por ano, dois ciclos de aceleração de 4 meses de duração cada um.

Empreendedora há mais de 12 anos, Ariane Pelocioli já participou do InovAtiva Brasil em três ciclos, cada um com uma empresa diferente. Em 2014, ingressou com a Piipee. “Na época, o InovAtiva foi um divisor de águas, pois ainda não vendíamos o produto e participar do programa nos despertou a urgência de colocar o produto no mercado”, comenta.

Em 2018, participou com a Boletão e, em 2020, com a iUPay. “Além de todo o conteúdo que nos auxilia nas diferentes fases e estágios da startup, o InovAtiva sempre trouxe muito networking. Essas são conexões que permanecem e continuam dando resultados sensacionais mesmo após o final da aceleração, além da credencial super relevante de ser uma startup acelerada Inovativa. Por isso, toda startup precisa participar”, compartilha Ariane.

“Estar do InovAtiva significa ganhar prêmios do começo ao fim. Sua startup recebe esses prêmios em forma de mentorias, material para leitura, cursos, contatos com os mentores – muita coisa boa! Para mim o principal e maior benefício que nossa startup recebeu foi o conhecimento adquirido”, diz Eugênio Marques, fundador da Sysvale Softgroup, startup de soluções tecnológicas para a área da saúde, acelerada no ciclo 2020.2 do InovAtiva Brasil.

Desde 2013, o programa já acelerou 1195 negócios inovadores. “É muito gratificante acompanhar a evolução e o amadurecimento das startups ao longo de todo o processo de aceleração, inscrição no programa até a apresentação para a banca de investidores no evento final do ciclo, e saber que o trabalho da Equipe InovAtiva fez a diferença não somente na vida dos empreendedores, mas também no fortalecimento do ecossistema como um todo”, comemora Gabriel Pignat.

 

Inscrições abertas Ciclo 2021.2: Inscreva-se até 19/07

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InovAtiva Day: conheça a história da Rocket.chat, startup brasileira presente em mais de 170 países

“Ao longo de uma noite em claro, regada a Red Bull e pizza”. É assim que o CEO e fundador da Rocket.chat, Gabriel Engel, descreve o início de sua empreitada empreendedora durante o painel de abertura do InovAtiva Day, evento organizado pelo InovAtiva, que aconteceu no último dia 19. Dando, assim, origem ao aplicativo multiplataforma de código aberto de comunicação corporativa que tem feito sucesso nos quatro cantos do mundo, marcado pela ideia da colaboração em todas as suas etapas de crescimento.

O projeto nasceu com a simples concepção de que “a comunicação só funciona quando todos podem acessar a todos em uma só plataforma”, conta Gabriel em sua apresentação, referindo-se ao diálogo entre empresa e clientes, mas também entre funcionários dentro de uma organização.

“Estávamos tão entusiasmados com essa ideia, que decidimos torná-la de código aberto. Publicamos a fonte do programa da internet para que qualquer pessoa pudesse baixar, alterar e nos ajudar a construir. Com essa contribuição de desenvolvedores ao redor do mundo, almejamos criar uma plataforma melhor do que poderíamos criar sozinhos. Mas, nunca poderíamos imaginar o que aconteceu depois. Em pouco mais de 24 horas, alguém publicou nosso código na Hacker News, um agregador de notícias da Y Combinator, uma das maiores incubadoras do mundo. Quando a gente viu, começamos a ter mais de 30 mil pageviews de uma hora para outra”, compartilha Gabriel.

A partir daí, o projeto ficou cada vez mais conhecido nos círculos de desenvolvedores, justamente pela característica do código aberto, e o fundador começou a ser convidado para apresentar seu trabalho em fóruns internacionais. Foi assim que Gabriel fez conexões valiosas para pedir conselhos de empreendedores de sucesso internacional e então fazer crescer seu negócio.

Uma das suas primeiras conexões foi um dos fundadores do Git Hub, para quem Gabriel já tinha uma lista de perguntas, no caso de conhecê-lo. Segundo ele, a principal foi como era seu processo de tomada de decisões. A resposta: “tento sempre maximizar o quão interessante será minha vida depois de cada decisão.” Este conselho foi levado a sério e pautou a jornada do empreendedor com sua empresa.

Uma das principais dúvidas dele era como monetizar um produto gratuito e de código aberto, característica que não queria deixar de lado. “Chegamos a um ponto que começamos a perder dinheiro, mesmo com cada vez mais pessoas utilizando a plataforma”, compartilha. Neste momento, a própria comunidade de usuários começou uma “vaquinha” de doações para que a Rocket.chat pudesse continuar. “Foi aí, que percebemos que estávamos fazendo a coisa certa”, diz.

O produto continuou chamando a atenção da comunidade até que um grande investidor, Harry Weller, entrou em contato com Gabriel, interessado em investir na Rocket.chat. “O cara era uma lenda. Infelizmente, fomos seu último investimento, porque ele faleceu logo depois”. O aporte financeiro que receberam garantiu que o trabalho continuasse e que eles pudessem, de fato, criar um mecanismo para monetizar o produto sem perder a característica essencial do compartilhamento com desenvolvedores ao redor do mundo.

“O código aberto funciona como nosso topo do funil. Ele é gratuito, um monte de gente pode usar, mas a partir daí o usuário tem acesso ao nosso marketplace, onde tem novas funcionalidades gratuitas e pagas. Então, aquele usuário que mesmo que está hoje usando o serviço de graça, às vezes, decide que precisa de mais segurança ou mais suporte e opta por comprar a versão Bronze, Silver ou Gold do nosso chat ou Pro Enterprise do nosso que é o produto instalado do teu próprio computador ou servidor”, explica Gabriel.

A Rocket.Chat atualmente

Hoje, a Rocket.chat tem um time de mais de cem pessoas espalhadas pelo mundo: “toda hora tem alguém acordado em algum lugar”, brinca. Apesar do trabalho remoto devido não só à distância, mas também à pandemia da Covid-19, o CEO ainda defende o quão importante é o contato presencial dos funcionários de uma empresa.

“As pessoas sempre trabalham melhor depois que elas se conhecem. As companhias precisam investir em criar situações nas quais as pessoas possam, um dia, sair para tomar uma cerveja, jantar, fazer uma aventura e se conhecer. Nos encontramos pelo menos uma vez por ano.”  E ela continua crescendo. Hoje, com quase quinze milhões de usuários registrados, quase um milhão de servidores instalados no mundo, as perspectivas só aumentam para o futuro.

Gabriel aconselha novos empreendedores a pensar em modelos de negócios diferentes e não terem medo de arriscar. “Na medida do possível já comece pensando em nível global. Muitas vezes, pelo Brasil ser um país tão grande, as pessoas ficam acomodadas e pensam somente no mercado nacional. Mas a única forma de crescer é já iniciar o planejamento com a concepção de atuar internacionalmente”, finaliza.

 

Confira os principais resultados do primeiro evento InovAtiva Day: InovAtiva Day em números

Customer success: o que empreendedores precisam saber

“Conquistar um novo cliente custa 5 a 7 vezes mais do que manter um atual”, disse Philip Kotler em seu livro Princípios do Marketing. Economista e mestre em ciências comportamentais pela Universidade de Chicago, Kotler pontua que o lucro de uma empresa está diretamente ligado ao bem-estar do consumidor e da sociedade. Desta forma, o marketing não só deveria ser parte da estratégia de qualquer empresa, como ser o centro dela.

Com isso em mente, empreendedores devem focar em oferecer a melhor experiência aos seus. É daí que vem o conceito de Customer Success (ou, em português, Sucesso do Cliente), parte primordial do crescimento das empresas. O Customer Success é o gerenciamento do cliente focado no relacionamento, que alinha as metas do cliente e do fornecedor para resultados mutuamente benéficos.

“Não importa o tamanho da empresa: esta empatia com o público-alvo é fundamental para garantir seu sucesso durante o processo de escolha e uso do seu produto”, explica Ilze Sola, executiva de Marketing e fundadora da Conecxa, consultoria especializada em Customer Experience.

O Customer Success (CS) é pautado na garantia do alto desempenho de seus clientes, provenientes das interações estratégicas com a sua empresa. “A ideia é garantir que a empresa pense neles antes de tomar qualquer decisão”, diz Ilze. “Mais do que satisfeitos, é importante que eles sejam encantados, porque são eles quem recomendam o seu serviço”. Ou seja, os clientes são fidelizados e compartilham com outras pessoas o seu serviço fundamentalmente porque o retorno do seu investimento é positivo.

Ilze faz parte do time de mentores do InovAtiva Brasil e compartilha sua experiência com os empreendedores selecionados para o programa. Segundo a executiva, uma área de CS de excelência é proativa e baseada na coleta de informação sobre seus clientes para a estratégia de ações futuras. “Para isso, existe um relacionamento e acompanhamento constante do consumidor. É preciso compreender o que ele espera e se seu comportamento está mudando com o tempo para conseguir que ele permaneça junto à empresa”, afirma.

Um atendimento focado em Customer Success de qualidade começa no pós-venda, setor responsável por acompanhar o cliente no dia-a-dia. Neste momento, é definido o profissional que vai garantir o Sucesso do Cliente, a partir de uma análise constante do uso do produto ou serviço por parte do consumidor.

Como estruturar o Customer Success na sua startup

Especificamente para setores business-to-business, o profissional de CS deve se aprofundar no nicho de mercado do seu cliente para melhor compreender como seu serviço pode ajudar no alcance de resultados.

De acordo com esse acompanhamento, o gestor deve analisar se o serviço de sua empresa é ainda o melhor para cada público específico. Ou seja, é possível considerar e propor mudanças nos seus pacotes. Essas alterações podem ir desde o aumento das suas atividades, também conhecido como Upsell, onde o cliente pode passar para uma versão mais premium dentro da sua empresa, ou o chamado Cross-sell, quando adquire um serviço complementar. Mas, se for o caso, o gestor também deve recomendar a redução do plano, se este for o melhor curso para atender as necessidades atuais do usuário.

“O segredo é ter sempre o cliente no centro da tomada de decisão. Cada vez que uma empresa pensa em novas ações, independentemente de quais sejam elas, é fundamental que se adote o conceito de que o melhor para o cliente, é sempre melhor para a empresa”, finaliza Ilze.

Em ação inédita, InovAtiva promove mais de 10 horas de mentorias coletivas em formato totalmente online

Mais de 10 horas de mentorias coletivas, 5 horas de palestras ao vivo e mais de 1.300 visualizações nas gravações disponibilizadas no YouTube: esse é o saldo da primeira rodada da ação Eventos Regionais, promovida pelo InovAtiva em março e abril deste ano. Realizados de forma totalmente virtual e gratuita, os encontros tinham como objetivo capacitar empreendedores de Norte a Sul do país.

Os eventos contaram com a participação da Comunidade InovAtiva e de especialistas na área de empreendedorismo inovador, que tiveram a oportunidade de expor seus conhecimentos sobre temas como relacionamento com incubadoras, investimentos e ações de suporte ao empreendedor.

A região Norte inaugurou a série de eventos, seguida das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Apesar da segmentação, empreendedores de todas as regiões podiam acompanhar todas as atividades. Para participar das mentorias, era necessário fazer inscrição previamente. Já as palestras foram disponibilizadas para o público geral, com transmissão ao vivo no canal do InovAtiva no YouTube.

Confira a seguir as mentorias e palestras realizadas em cada região.

Região Norte: Em busca do primeiro investimento

  • Mentoria #1: Como conquistas clientes, com Luciana Nogueira (Diretora Executiva da Singulari);
  • Mentoria #2: Jurídico para Startups, com Sicy Rusalka Goes de Melo (Advogada e Consultora);
  • Mentoria #3: Product Market Fit, com Vanessa Schwaizer (Founder da Startup TicketPhone).

Palestra: Incubadoras e Fundos, com Fredson Andrade (CEO da FabriQ Aceleradora), Olinda Marinho (Presidente da RAMI), Daniel Oliveira (Business Development Manaus Tech Hub / Sidia).

Região Nordeste: A importância e o papel das comunidades no suporte aos empreendedores

  • Mentoria #1: Product Market Fit, com Eduardo Moraes (Professor Instituto Federal de Alagoas);
  • Mentoria #2: Modelos de Negócios e Validação, Hiro Miyakawa (Founder da Kotoba);
  • Mentoria #3: Marketing para Comunidades, Bera Wilson (Analista do Sebrae PB).

Palestra: Suporte ao Empreendedorismo, com Marcos Medeiros (Community Manager AMBEV), Monnaliza Medeiros (Community Manager Bossa Nova) e Simony César (Founder e CEO da startup Nina).

Região Centro-Oeste: Conquistando os primeiros clientes

  • Mentoria #1: Branding e posicionamento, com Ivan Amorim (Fundador e CEO da Agência BeSmart);
  • Mentoria #2: Mentoria e validação, com Guto Schneider (Fundador e CEO da Lockin Armários Inteligentes);
  • Mentoria #3: Parcerias estratégicas, com Anna Almeida (Head de Public Policy da Startup Quicko) e Fabiano Nagamatsu (Diretor da Aceleradora Inova UNIGRAN).

Palestra: Cases de sucesso de startups, com Guilherme Arruda (CEO da startup VG Resíduos), Cynara Bahia (CEO da startup Total Strategy) e Tatiana Santarelli (CEO da startup TeamHub).

Região Sul: Tração – Vendas e Investimento

  • Mentoria #1: Vendas, com Pamela Vacara (Executiva de vendas na Suiteshare);
  • Mentoria #2: Tração, com Leandro Piazza (Fundador 49 Educação);
  • Mentoria #3: Investimentos, com Fausto Reichert (Chief Marketing Strategy Oficer do CRM).

Palestra: Como preparar sua startup para receber investimento, com Renan Schaefer (Partner a55) e Rafaela Helbing (CEO e co-fundadora Data Rudder).

Região Sudeste: O importante papel da comunidade como instrumento de suporte aos empreendedores

  • Mentoria #1 – Validação de modelo de negócios, com Lilian Natal (Head do Distrito for Startups);
  • Mentoria #2 – Funil de vendas, com Bruna Eugenio (Vendedora sênior no projeto de expansão LatAm da Insider);
  • Mentoria #3 – Marketing digital, com Fabiane Klafke e Anderson Palma (sócio-fundador do Growth Labs).

Palestra: Cases de sucesso, com Leandro Dias (CEO da startup Akintec), Lucas Schoch (fundador e CEO da startup Bitfy).

Ideiaz Powered by InovAtiva apoiará gratuitamente mil projetos inovadores em estágio de ideação

Primeira chamada do programa selecionará 150 projetos inovadores e de impacto socioambiental; no segundo semestre outros 850 empreendimentos serão apoiados pelo Ideiaz

O Ideiaz Powered By InovAtiva abriu, nesta segunda-feira (22/02), inscrições para selecionar 150 projetos inovadores e de impacto socioambiental em estágio de ideação de todo País que receberão apoio gratuito de incubadoras e aceleradoras credenciadas no programa.

Os projetos terão suporte para desenhar e validar seu modelo de negócios, desenvolver protótipo de produto ou serviço e elaborar seu pitch – como é chamada a apresentação de negócios de startups.

Realizado pela Anprotec, o Sebrae e a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competividade (SEPEC) do Ministério da Economia, o Ideiaz oferecerá atividades de mentoria, consultoria organizacional, suporte tecnológico, suporte para formalização do negócio e qualificação empreendedora.

A meta é apoiar, ainda neste ano, mil projetos de pequenos negócios inovadores de todos os estados do País a partir da capacitação gratuita realizada por incubadoras e aceleradoras, fomentando ecossistemas locais de inovação.

Cada projeto selecionado pelo Ideiaz receberá atendimento durante 10 semanas em uma das incubadoras ou aceleradoras credenciadas, conforme estipulado no regulamento.

Além das atividades coletivas, os empreendedores receberão atendimento individual para estruturar o modelo de negócios, amadurecer e validar com clientes os protótipos de produtos ou serviços desenvolvidos e montar o pitch e a defesa do negócio pronto.

Ideiaz Powered by InovAtiva

O Ideiaz Powered By InovAtiva é o primeiro projeto a receber apoio metodológico do hub de inovação InovAtiva. Como explica o Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, o programa faz parte da estratégia do InovAtiva para levar suas ferramentas e serviços para 15 mil startups brasileiras nos próximos anos.

“O ‘Powered By InovAtiva’ funcionará como uma franquia, proporcionando guias metodológicos, conceitos e marcas para que instituições de atuação regionalizada possam desenvolver programas de apoio à inovação e ao empreendedorismo inovador. O Ideiaz Powered by InovAtiva é o primeiro de muitos projetos que lançaremos pelo InovAtiva nos próximos meses”, destaca Carlos Da Costa.

Um dos objetivos do Ideiaz é, segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, contribuir para o desenvolvimento de ecossistemas inovadores em todo o País. “Por meio da operacionalização deste programa, seremos capazes de levar inovação e capacitação a diferentes regiões do país. Um trabalho que será possível por meio da ativação de uma rede de parceiros locais, com o fomento da geração de empresas inovadoras, de empregos e de conhecimento”, afirma Melles.

“O programa Ideiaz se faz valer da infraestrutura, do conhecimento e da experiência das incubadoras e aceleradoras do Brasil para apoiar o desenvolvimento e a consolidação de centenas de negócios inovadores em seu estágio inicial. É um programa nacional de grande escala que vai atender a todas as regiões do país”, completa o presidente da Anprotec, Francisco Saboya.

Ideiaz Powered By InovAtiva

Período de inscrição de projetos inovadores: 22/02 a 14/03

Divulgação dos resultados: 31/03

Atendimento aos projetos selecionados: 05/04 a 11/06

As dúvidas devem ser encaminhadas por e-mail para o endereço: ideiaz@anprotec.org.br

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Checklist Fácil, avaliada em R$46 milhões, foi adquirida pela empresa catarinense Softplan

A Checklist Fácil, avaliada em R$46 milhões, foi adquirida pela Softplan, empresa catarinense desenvolvedora de softwares. Com a aquisição, uma das expectativas é que a startup possa ajudar a ampliar o portfólio de clientes em mercados complementares. A Checklist Fácil é dona de um software de criação e aplicação de checklists, auditorias, inspeções e planos de ação. Atualmente, possui clientes como Ambev, Natura e Unilever e opera em 14 países.

Em 2021, a Softplan lançou uma área específica para a busca de soluções que a ajudassem a complementar o portfólio de produtos digitais, e a Checklist Fácil foi a primeira aquisição da empresa a partir desse lançamento.

A conexão começou no final de 2019. Na época, o CEO da Checklist Fácil, Rafael Zambelli, estava em busca de parcerias na área da inovação e entrou em contato com Guilherme Tossulino, diretor da área de Inovação, Fusões e Aquisições da Softplan.

“O intuito da reunião era falar sobre o mercado de inovação. Na ocasião, apresentei os nossos números e, na hora, ele se interessou. Com isso, mudamos o tema da conversa para uma possível parceria”, conta Zambelli.

Segundo Guilherme Tossulino, o primeiro objetivo da aproximação é estruturar a máquina de vendas da startup para as áreas de atuação da Softplan (gestão pública, justiça e indústria da construção). “Vamos trabalhar para ajudar a Checklist Fácil a dar seus próximos passos de maneira mais sólida, com a prestação de consultoria interna de negócios e competências”, explica.

Agora que a empresa catarinense passa a ser a detentora de 51% das cotas da startup, algumas mudanças estão previstas. Uma delas é a entrada de Diego Marafon, que até então integrava o time de inovação da Softplan, para o cargo de diretor de operações da Checklist Fácil. Também será formado um conselho para debater indicadores e estratégias da parceria, com o intuito de fortalecer a operação.

Sobre a Checklist Fácil

A Checklist Fácil nasceu em 2018, quando Rafael Zambelli e seus sócios Raul Zambelli e Maurício Fragoso reestruturaram a startup que possuíam para focar no sistema de checklist eletrônico desenvolvido em 2013 para um cliente específico.

Segundo a startup, a partir dessa alteração, o empreendimento começou a apresentar um rápido desenvolvimento. Em 2020, a Checklist Fácil participou do ciclo de aceleração 20.1 do programa InovAtiva Brasil e foi eleita destaque na área de Tecnologia da Informação e Comunicação. Além disso, registrou aumento de 20% em seu faturamento em relação ao ano anterior.

Startup ajuda supermercados a reduzirem o prejuízo com alimentos vencidos em até 94%

A startup Total Strategy desenvolveu um aplicativo capaz de identificar itens que estão se aproximando da data de validade e oferecer aos supermercados alternativas para evitar que os produtos sejam descartados.

O app conta com três ferramentas. A primeira, chamada Big, disponibiliza dados sobre o supermercado e, a partir do acompanhamento desses dados, fornece informações sobre como dar um fim adequado aos produtos. A ferramenta Box faz a gestão da informação e avisa o supermercadista sobre os itens que precisam ser repostos, auxiliando em serviços gerais. A terceira ferramenta é a Eco, loja online em que as mercadorias próximas do vencimento são colocadas em promoção ou doadas para ONGs.

“Em média, os supermercados jogam fora R$3 mil em produtos vencidos por mês. Conseguimos ajudá-los na economia de 80% a 94% deste valor.”, comenta Cynara Bahia, CEO da Total Strategy.

A startup foi criada em 2016. Na época, Cynara e seus dois sócios, Ricardo Crispim e Waltenes Sardinha, criaram um aplicativo que permitia que promotores de venda e repositores cadastrassem o código de barras, a data de validade e a foto dos produtos que existiam em suas lojas. “Quando disponibilizamos essa ferramenta, em instantes já tínhamos 3 mil downloads e promotores de venda contando as suas experiências”, conta a empreendedora.

Em 2019, a startup mudou seu foco e passou a oferecer a tecnologia diretamente para os supermercados, uma vez que são eles os prejudicados com o vencimento dos produtos. Em busca de qualificação técnica para atingir esse público, os empreendedores decidiram inscrever a startup em programas de aceleração.

No segundo semestre de 2020, participou simultaneamente dos programas InovAtiva de Impacto e InovAtiva Brasil e foi destaque na categoria Tecnologia da Informação e Comunicação.

De acordo com Cynara, a participação no InovAtiva a ajudou no processo de organização e gestão da equipe. “Todo o conhecimento adquirido foi aplicado em seguida. Parece até inexplicável a nossa evolução de 1º de janeiro de 2020 para 31 de dezembro de 2020. Nós participamos de todas as atividades do InovAtiva, mesmo as não obrigatórias, porque acreditamos que sempre temos algo para aprender”, destaca a CEO.

Em 2020, a Total Strategy participou também do Programa Centelha, do programa de aceleração da Cotidiano e do Conecta Startup Brasil.

Para 2021, um dos objetivos da startup é se preparar para participar de programas internacionalização (conheça o StartOut Brasil, programa de apoio à internacionalização de startups brasileiras).

Aplicativo gratuito que auxilia monitoramento da Covid-19 já atende mais de 800 cidades

Atenta à pandemia do novo coronavírus em 2020, a Lemobs, startup de base tecnológica, que entrega soluções de softwares para municípios e grandes empresas, desenvolveu o aplicativo Minha Saúde. O programa é um assistente de cuidados que auxilia no monitoramento de sintomas da COVID-19 e que também pode ser utilizado no acompanhamento de outras doenças.

“O aplicativo foi criado no início da pandemia com o intuito de atender justamente a esta urgência dos governos municipais em relação à COVID-19”, conta Sérgio Rodrigues, CEO da Lemobs.

Ofertada de maneira gratuita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a solução permite o acesso a diversos serviços, como:

  • Avaliação de sintomas;
  • Registro de dados de saúde e de emergência;
  • Armazenamento de documentos (cartão SUS, carteira de vacinação);
  • Agendamentos para testes, vacinas e exames;
  • Registros de resultados de testes;
  • Laudos e imagens de exames.

A ferramenta, que está há cerca de oito meses no mercado, já atende mais de 800 cidades brasileiras. Segundo Rodrigues, o aplicativo também conta com uma área na qual gestores de saúde de municípios e de empresas têm acesso aos dados imputados e a painéis com análises integradas para apoio à tomada de decisão. “Além disso, o Minha Saúde pode ainda ser configurado para acompanhamento de grupos específicos, como idosos, gestantes, diabéticos, hipertensos e doentes crônicos”, explica ele.

Ao longo de 2020, graças ao aplicativo, a Lemobs foi selecionada em três Editais diferentes: o Chamamento Público “Enfrentamento à Covid-19”, promovido pela CNM; o Edital para o município de Juazeiro do Norte-CE; e o Edital FINEP “Soluções Tecnológicas para COVID-19”. Mais recentemente, a solução conquistou um lugar no Edital da Petrobras para acompanhamento remoto da saúde física e mental dos funcionários da empresa

“A fase inicial do projeto irá disponibilizar o app Minha Saúde aos funcionários da Petrobras. Depois disso, vamos aprimorar a ferramenta com a inclusão de novos protocolos clínicos por especialidade no intuito de solucionar dores específicas da companhia, como fornecimento de informações sobre cuidados com a saúde física e mental, gestão de riscos e de afastamentos por doenças.  Além disso, existe a possibilidade de integração com outras bases de dados para avaliação da possibilidade de desenvolvimento de doenças de acordo com a presença ou não de certos fatores de risco – como hipertensão ou colesterol alto”, comenta o executivo.

A Petrobras selecionou sete startups para participarem do Edital e irá disponibilizar até R$ 60 mil para que cada uma delas possa adaptar suas soluções às necessidades da empresa. Durante o período do contrato, previsto para durar até 12 meses, serão testados o desempenho e o potencial de contribuição das ferramentas. Ao final, as proponentes terão um ganho de escala e a oportunidade de validar suas soluções e obter um histórico de aplicação (track record) no setor de petróleo, gás e energia.

“Em função de novas demandas de saúde dos gestores públicos e dos cronogramas de atividade dos projetos FINEP e Petrobras, novas evoluções já estão previstas para os próximos meses, incluindo a integração completa com o SUS, novos protocolos de especialidades e ampliação de engajamento por meio de gamificação e inteligência artificial”, finaliza Sérgio Rodrigues.

Sobre a Lemobs

Startup acelerada pelo InovAtiva Brasil, a Lemobs é uma empresa de base tecnológica que entrega soluções de softwares e aplicativos para municípios e grandes empresas. Conta com produtos voltados para fiscalização de zeladoria urbana, gestão de obras, gestão ambiental, coleta, georreferenciamento de equipes e de frotas, habitação, segurança, alimentação escolar, saúde, entre outros.

Foi fundada em 2015, a startup atua com empresas que prestam serviços para o setor público. Atualmente, conta com mais de 10 produtos (como Lixo Zero, Minha Saúde, Combate Aedes e SIGELU Nutrição) e está presente em mais de dez mil cidades. Somente em 2020, a Lemobs faturou mais de R$ 10 milhões.

Saiba mais sobre a startup: https://lemobs.com.br/

Startup aumenta em 275% a média de novos cadastros durante o programa de aceleração InovAtiva Brasil

Durante o ciclo de aceleração 2020.2, o programa InovAtiva Brasil ajudou diversos empreendedores a validarem suas soluções, receberem orientações de melhorias e, até mesmo, a reestruturarem seus negócios. Esse foi o caso da Atom Planner e da Bibliomundi, startups das áreas de Tecnologia da Informação & Comunicação e Entretenimento & Marketing, respectivamente.

A Bibliomundi oferece soluções em autopublicação, distribuição, envios e vendas diretas de ebooks. Raphael Sacchin, CEO da startup, conta que, durante o período de aceleração, a empresa conseguiu aumentar em 275% a quantidade média de cadastro de novos ebooks mensais.

“Com a capacitação promovida pelo InovAtiva Brasil, fizemos uma completa reavaliação da jornada dos nossos clientes B2B e B2C. Com isso, identificamos novas etapas e métricas de conversão e reestruturamos nosso método funil de vendas para melhorar nossa taxa de fechamento de contratos com novos clientes”, afirma o empreendedor.

Outra startup que o programa ajudou foi a Atom Planner, que apoia empresas na otimização do uso compartilhado e restrito de recursos – máquinas, materiais, mão-de-obra e dinheiro, por exemplo. O objetivo é ajudar na utilização adequada dos recursos disponíveis, evitando o desperdício e reduzindo o custo do projeto. Com a pandemia, Peter Mello, CEO da startup, viu alguns clientes deixarem a plataforma ou diminuírem sua interação. Porém, segundo Mello, com a ajuda de especialistas do programa, a startup conseguiu se reerguer.

“Os mentores do InovAtiva nos fizeram perceber a necessidade de um spin-off (criação de uma nova empresa ou produto a partir do negócio atual) da empresa. Por isso, durante o processo de aceleração, recuperamos o conceito de MVP (Produto Mínimo Viável) e, em seguida, conseguimos validar um novo modelo de negócios que reduziu a exigência de investimento imediato em desenvolvimento e permitiu que começássemos a atender qualquer cliente mais rapidamente”, comenta.

Agora, a startup não depende mais da integração com outras ferramentas para funcionar. Ela permite que o usuário continue utilizando o software que está acostumado, mas oferece a possibilidade de usar a solução da Atom Planner para identificar maneiras de reduzir custos e antecipar entregas de projeto.

O ciclo de aceleração 2020.2 do programa InovAtiva Brasil aconteceu de 15/09/2020 até 14/12/2020. Durante os meses de aceleração, as startups participaram de atividades de capacitação como mentorias individuais e coletivas sobre temas variados – Marketing Digital, Estratégia e Modelo de Negócios, Tipos de Investimento e Modelagem Financeira, por exemplo. É possível conferir algumas das atividades realizadas por meio do canal do InovAtiva no YouTube.

Após o período de aceleração, as startups apresentaram suas soluções no InovAtiva Experience, evento que encerra o ciclo de aceleração. Veja quais foram os empreendimentos que chegaram até a última etapa do programa: Encarte InovAtiva Experience.

Sobre a Atom Planner

A startup apoia empresas na otimização do uso compartilhado e restrito de recursos, bem como a ideação, planejamento e execução de estratégias e projetos. Em 2018, ganhou o prêmio de Startup Destaque pelo Sinfor/Sebrae. No ano seguinte, participou de eventos internacionais da Softex/Brasil IT+ em parceria com a ISG e lançou o Kanvas.Cards, tendo o Senai como primeiro cliente corporativo.

Em 2020, ingressou nos programas Power To Innovate, da Shell; Scale Up, da Microsoft; Think, Build, Grow, da IBM; e InovAtiva Brasil, do Ministério da Economia e Sebrae. Além disso, foi finalista do MIT Entrepreneurship Bootcamp, indicada para o prêmio de inovação INNXbr e uma das 33 selecionadas pela Apex Brasil para o Web Summit em Portugal.

Sobre a Bibliomundi

Fundada em 2014, a Bibliomundi é uma pubtech que integra serviços digitais para o mercado editorial. Nos últimos quatro anos, segundo o fundador Raphael Secchin, a startup atendeu mais de 15 mil autores, 47 editoras e transacionou mais de 1.5 milhões de ebooks em diferentes lojas, marketplaces e streamings, desenvolvendo ferramentas e suporte para todos os agentes da cadeia.

Em 2020, passou pelos programas de aceleração InovAtiva Brasil, Cotidiano e ACE. Além disso, a empresa é membra da Câmara Brasileira do Livro (CBL), da Liga Brasileira de Editoras (LIBRE) e da internacional EDItEUR.

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