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Empreendedorismo feminino ajuda a combater a desigualdade de gênero no Brasil

O Brasil ocupa, atualmente, a 92ª posição no Ranking de Desigualdade de Gênero do Fórum Econômico Mundial, numa lista com 153 países. O país é o que tem uma das maiores disparidades entre gêneros na América Latina: ocupa o 22º lugar entre 25 nações, de acordo com o mesmo relatório. 

Esses dados são desanimadores, ainda mais quando analisamos o índice de mulheres em cargos de CEO e Diretora Executiva, que é de 15% de acordo com o Business Report (IBR). Felizmente, o cenário é diferente no universo das startups. No InovAtiva Brasil, por exemplo, registramos um aumento de 700% em números gerais de empreendedoras participantes de 2013 em comparação a 2018. 

Abaixo destacamos quatro mulheres que nos ajudaram a deixar o InovAtiva Brasil ainda mais especial:

  • Camila Remonato e Camila Colombo, co-fundadoras da startup Allps Alimentos Saudáveis, participaram do nosso Ciclo 2019.1. Elas superaram grandes desafios e, juntas, transformaram uma ideia em projeto. Por ser um negócio pensado e executado por mulheres, sua recepção no mercado foi mais difícil pois o mundo do empreendedorismo é majoritariamente masculino. Suas ações fortalecem o empreendedorismo feminino todos os dias e impactam ainda mais o ecossistema de startups brasileiro ao mostrar que as mulheres têm realmente “o poder de fazer isso”;
  • Daniele Yokoyama atua como mentora do InovAtiva, além de ser Gerente de Operações de Experiência do Cliente com foco em Customer Success da Conta Azul. Integrou durante dois ciclos no programa do InovAtiva Brasil no ano de 2019. Seu trabalho inclui o olhar focado naquilo que dá certo, com análise do produto e da empresa e buscando o sucesso do cliente. Junto ao programa, ela busca transformar o ecossistema brasileiro e desenvolver cada vez mais o empreendedorismo feminino;
  • Aísa Pereira, mentora do InovAtiva Brasil e Sales Consultant da Porto Digital, criou a metodologia da “Engenharia de Vendas para Empresas de Software”, na qual o pilar é “olhar através dos olhos do cliente”. Para Aísa, o processo de mentoria deve ser pensado de forma reversa, com a discussão sobre resultado do uso do produto. Junto com ela, vamos impactar empreendedoras de todo Brasil com capacitações e treinamentos.

 

Saiba mais dessas mulheres fantásticas nas nossas redes sociais!

5 hábitos de um empreendedor bem sucedido

Ser empreendedor não é fácil. É preciso abrir mão de muita coisa para se dedicar ao negócio. Mas para deixar a vida dos startupeiros mais fácil, elaboramos algumas dicas de hábitos que levaram pessoas com boas ideias a conquistar um lugar de destaque no mercado: 

  1. Dormir bem

Pode parecer algo banal, mas a verdade é que o sono afeta tudo: saúde, aparência, capacidades cognitivas e funções motoras. Por isso, pessoas que dormem bem e descansam durante tempo suficiente para recuperar a energia, ficam mais dispostas para aguentar o dia seguinte e, por consequência, têm um desempenho muito melhor e tomam decisões mais assertivas.

  1. Criar metas para o dia

Para ter controle sobre o que acontece no decorrer do dia, é importante que o empreendedor se planeje e estabeleça metas do que precisa fazer. Outras tarefas surgirão no decorrer do tempo, mas ter foco ajudará na organização e no cumprimento de prazos.

  1. Praticar atividades físicas

Você já deve ter ouvido falar que praticar atividade física é importante para o corpo humano. Mas sabia que ela também pode auxiliar no trabalho? Existe uma explicação científica que comprova isso. Durante um exercício, há liberação de endorfina, favorecendo as conexões entre os neurônios e, por consequência, melhorando o raciocínio lógico e a concentração durante o trabalho.

  1. Ler muito

Dedicar algumas horas do dia a leitura de livros (físicos ou digitais) é algo que não deve faltar na rotina dos empreendedores. Isso porque são as informações absorvidas por meio desses materiais que servirão como embasamento para o desenvolvimento do negócio e para a identificação das necessidades dos seus consumidores.

Também é importante estar atualizado com as notícias do mundo, pois muitas vezes as empresas são impactadas por elas. Grandes exemplos são a queda da bolsa de valores e o aumento da taxa de importação ou exportação brasileira. 

  1. Buscar a autossuperação

Tentando sempre se superar, o empreendedor não pode ter medo de errar. Para ultrapassar obstáculos e contribuir com o desenvolvimento da sua empresa, ele ouvirá muitos “nãos”. Cabe ao startupeiro utilizar essas negativas para aprimorar sua proposta e transformar essa rejeição em uma aprovação.

Se você gostou dessas dicas, não deixe de conhecer as características de um empreendedor de sucesso. Acesse: https://www.inovativabrasil.com.br/o-que-e-preciso-para-se-tornar-um-empreendedor-de-sucesso/

Em que estágio de maturidade a sua startup está?

Durante o seu desenvolvimento, as startups passam por quatro estágios, que recebem nomes distintos dependendo da fonte onde são consultadas. Segundo a metodologia criada pelos pesquisadores Cukier, Kon e Krueger em 2015, por exemplo, essas etapas são chamadas de Criação, Evolução, Maturação e Autossustentação. Para a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), contudo, os estágios são Ideação, Operação, Tração e Scale-Up.

Independente da denominação que você prefira usar, é preciso entender o que elas representam. Para definir o momento de vida da sua startup, veja o que cada uma dessas fases contempla:

Criação ou Ideação

Esse é o momento de colocar a ideia em prática, validar a startup e efetivamente começar a gerir o tão sonhado negócio próprio. Também é a hora de responder perguntas como: Quem é o meu cliente? Qual é a solução que eu ofereço? Que dor quero resolver?

É muito provável que as respostas para essas questões se alterem durante o crescimento da empresa, mas é importante ter algo estruturado no início do negócio para saber qual será o seu ponto de partida. Foque no planejamento e deixe o investimento para quando a startup estiver mais madura.

Evolução ou Operação

Quando a startup começa a gerar receita, ser lucrativa e está pronta para comercializar, ela segue para o estágio de Evolução/Operação. Neste instante, o empreendedor deve ir atrás de clientes e demonstrar quais os benefícios que o produto ou serviço oferecido por ele podem proporcionar ao consumidor.

Essa é a hora de se preparar para que a startup seja apresentada a investidores. Os startupeiros que quiserem ajuda na elaboração deste discurso, podem se inscrever em programas de aceleração, como o InovAtiva Brasil, que conecta os participantes com outros empreendedores, grandes organizações e empresários de sucesso, além de proporcionar gratuitamente mentorias individuais e coletivas, online e presenciais.

É importante ressaltar que tudo está propício a mudanças. Portanto, se o objetivo for investir no aprimoramento da startup, a mensuração de resultados não pode faltar nesta fase.

Maturação ou Tração

Neste momento o objetivo passa a ser apenas o crescimento da startup sem que esta perca sua essência. Por isso, rodadas de investimento são bem-vindas. Mas é preciso ter uma atenção especial com o modelo de negócios, pois este precisa ser preciso para que a empresa consiga aumentar sua carteira de clientes.

Programas como o InovAtiva Brasil também são para startups dessa fase. A conexão com investidores e com mentores mais experientes é essencial nesse estágio.

Autossustentação ou Scale-Up

Para atingir esse estágio a startup precisa apresentar um crescimento de 20% em receita ou número de colaboradores durante três anos consecutivos e estar com, no mínimo, 10 funcionários quando entrar neste período. Além disso, o negócio precisa ter um modelo sustentável, processos de implementação claros e resultados rápidos.

No instante em que a empresa atinge a autossustentação/scale-up, ela se encontra no auge do seu desenvolvimento. A partir daí, ela pode se tornar um unicórnio, empresa de capital aberto ou ser vendida.

Aceleradas InovAtiva recebem grandes investimentos

O programa InovAtiva Brasil prepara startups para se conectarem com grandes empresas, parceiros e investidores. No final do ciclo de aceleração, os empreendedores têm, inclusive, a oportunidade de apresentar seus negócios para a maior banca de investidores do país.

De forma direta ou indireta, o InovAtiva Brasil já contribuiu com o aporte recebido de diversas startups. A Sumá, plataforma que permite que agricultores familiares abram lojas na internet, por exemplo, participou do programa em 2016 e aprendeu a focalizar seus esforços na modelagem B2B, além do networking que se iniciou por meio do Programa, o que resultou nos aportes recebidos em 2018 e 2019 que totalizaram R$ 1,665 milhões.

“Com o InovAtiva Brasil ganhamos uma exposição muito grande com os nossos investidores: ICE/BID, ForImpact, GV Angels, Anjos do Brasil e Finep. Essa interação culminou nos investimentos que recebemos em setembro e dezembro de 2018 e junho e outubro de 2019. Com esse capital estruturamos nossas operações e contratamos especialistas em marketing e tecnologia, principalmente”, comenta Alexandre Leripio, Cofundador e Diretor Executivo da Sumá.

Outra startup que conseguiu o primeiro contato com um fundo de investimento por meio do InovAtiva Brasil foi a Osucateiro.com, sistema mundial de gerenciamento de sobras e ociosidade. Nos primeiros dias de 2020, a empresa recebeu mais R$ 1 milhão de investidores ligados ao Anjos do Brasil e oriundos da Alemanha.

“O principal foco agora será o aperfeiçoamento e a personalização da experiência do usuário com o apoio de inteligência artificial e do uso de blockchain nos processos de logística e segurança. Além disso, teremos uma maior presença mobile, por meio de um aplicativo que será o nosso principal canal de comunicação com o usuário”, afirma Rafael Nonemacher, diretor de marketing do OSucateiro.com.

As startups que desejarem ter a mesma oportunidade da Sumá e OSucateiro.com podem se inscrever para participar do próximo ciclo do programa até o dia 16 de março pelo site: https://www.inovativabrasil.com.br/plataforma/desafio/28.

Glossário – Conheça os fomentadores do ecossistema de empreendedorismo e inovação

Para que as startups alcancem o sucesso e consigam “andar com as próprias pernas”, elas recebem o apoio de agentes do universo empreendedor. Para que você saiba o cada um tem a oferecer, listamos os principais fomentadores do ecossistema. Confira abaixo:

⦁ Aceleradora

Por meio de mentorias, elas ajudam as startups a encontrarem o melhor caminho para o seu desenvolvimento. Com programas que duram, em média, de três a seis meses, elas podem investir no negócio em troca de uma porcentagem da empresa ou apresentar o empreendedor para investidores, clientes e parceiros. Outro grande benefício proporcionado por aceleradoras é o networking gerado entre os próprios empreendedores e com empresários experientes.

⦁ Advisor

O termo em inglês pode ser traduzido para “Conselheiro”. Esta é a função que um Advisor tem: abrir portas e dar insights sobre o segmento em que a pessoa que foi aconselhada está inserida. É um orientador e fonte confiável para novas ideias.

⦁ Comunidade de startups

Local onde existe um conglomerado de startups de diferentes estágios. Neste ambiente, o empreendedorismo é incentivado, por isso são geradas oportunidades de desenvolvimento a todos os envolvidos.

⦁ Coworking

Espaço de trabalho compartilhado por diversos empreendedores. O coworkings permite a troca de conhecimento, networking e ainda gera uma economia para quem nele atua, visto que não há gastos com infraestrutura. Estima-se que no Brasil existam 100 espaços de coworkings.

⦁ Incubadora

Com programas com duração de mais de seis meses, a incubadora oferece um espaço físico para a startup se alocar ao mesmo tempo em que recebe capacitação. Geralmente, as incubadoras estão atreladas a universidades. Elas são ideais para quem precisa de tempo, espaço e conhecimento para continuar a desenvolver sua solução.

⦁ Investidor

Pessoa ou grupo que aplica um capital financeiro em startups em troca de parte da empresa. É um profissional experiente que, além do dinheiro, auxiliam com conhecimento, mentoria e sugestões para o desenvolvimento do negócio.

⦁ Mentor

Indivíduo que geralmente já atuou como empreendedor e possui muito conhecimento sobre determinada área, podendo ajudar startupeiros que precisam de insights para se desenvolverem neste segmento. Seu objetivo é questionar e fornecer uma nova visão do que a empresa pode fazer para se aperfeiçoar.

⦁ Organização Setorial

Trata-se de uma federação da indústria ou do comércio. Ela atua como parceira, ajudando a fortalecer a startup em termos de novas tecnologias por meio de programas de integração com outros ambientes econômicos.

⦁ Parque tecnológico

Região preparada para abrigar startups, empresas ligadas a tecnologia, instituições de ensino, incubadoras, centros de pesquisa e laboratórios. Ele permite a integração entre todos esses agentes, estimulando a competitividade e inovação.

⦁ Stakeholder

Qualquer um que seja impactado por um negócio. Stakeholders podem ser funcionários, clientes, parceiros, moradores do entorno da empresa, investidores e até mesmo os sócios da mesma. Eles são considerados como fomentadores, pois influenciam na startup, mesmo que de forma indireta, se posicionando quanto a como é afetado por ela.

O que é preciso para se tornar um empreendedor de sucesso?

Considerado um país empreendedor, o Brasil vem apresentando um crescimento no número de pessoas que deixam a carteira assinada para virarem donos do próprio negócio. Segundo dados do Sebrae, de 2016 a 2019 houve um aumento de cerca de 10% no número de empreendimentos criados.

Hoje, temos mais de 28 milhões de empreendedores no Brasil. Eles tem entre 35 a 45 anos (25,48%) e que atuam com o setor de serviços (39,36%). Situados, em sua maioria, no estado de São Paulo (6,07 milhões), eles destinam de 40 a 44 horas semanais (32,88%) aos seus negócios.

Porém, para se tornar seu próprio chefe, o indivíduo precisa ter algumas características para que a sua empresa não acabe se tornando uma âncora para a sua profissão:

⦁ Determinação

É provável que muitas pessoas o irão desencorajar a colocar a ideia em prática. O empreendedor deve ter força de vontade para superar os obstáculos e triunfar;

⦁ Propósito

Um empreendimento deve resolver um problema comum a uma comunidade. Por isso, é importante se perguntar: “Qual é o meu propósito?”;

⦁ Perseverança

O erro é inevitável, mas isso não significa que o empreendedor deve jogar tudo para o alto. Para ajudar com esse tipo de situação, existem os mentores, pessoas que já passaram por problemas parecidos e estão dispostos a compartilhar suas experiências para levantar a empresa;

⦁ Ousadia

Como diz o ditado, “quem não é visto não é lembrado”. Assim sendo, o empreendedor não pode ter medo de se expor. Precisa ir à luta e mostrar porque o seu produto ou serviço se destaca no mercado;

⦁ Curiosidade

No universo do empreendedorismo, tudo muda rapidamente. Para se manter atualizado, o empreendedor precisa pesquisar e estar antenado com as novas tendências do mercado;

⦁ Organização

O desenvolvimento de um projeto envolve planejamento e organização para cumpri-lo. Com isso, evita-se de perder prazos e torna o trabalho mais eficiente.

Com todas essas características, as chances do seu negócio ter sucesso e conquistar clientes, parceiros e até mesmo investidores é muito maior.

Plataformas que vão deixar o seu carnaval mais prático, econômico e divertido

O carnaval está chegando. Vai viajar? Já está com a passagem comprada ou com o hotel reservado? Se ainda não sabe onde vai ficar ou está em busca de um valor que caiba no seu bolso, você não pode deixar de ler essa matéria! O InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina elencou três plataformas que podem te ajudar com cada passo da sua viagem!

Decida para onde ir

Com o buscador de passagens aéreas Mevow basta escolher o aeroporto de origem e as datas da viagem que a ferramenta apresenta os destinos possíveis, organizados por preço. Assim que a decisão for tomada, o usuário é redirecionado para o site da companhia aérea para concluir a compra.

Escolha quanto pagar pela hospedagem

A Lance Hotéis é a única Agência de Viagens Online (OTA) do mundo que permite ao viajante negociar de forma direta e transparente o valor da hospedagem que ele está disposto a pagar. Por meio da plataforma, o cliente pode fazer até cinco propostas para o hotel em que deseja se acomodar. O estabelecimento citado terá até 24 horas para responder. Caso aceite, o viajante terá seis horas para finalizar a compra. No entanto, se a hospedagem recusar, o cliente poderá fazer uma nova proposta.

Aproveite para conhecer a cidade

Especializada em turismo, a Gestour Brasil é uma plataforma digital que reúne produtos e serviços de agências de viagens, operadoras, hospedagens, passeios, traslados, eventos, parques aquáticos e parques de diversões. Atualmente, o site oferece atividades em 27 estados brasileiros, 5570 cidades e 333 regiões turísticas.

Agora que você já tem o passo a passo para curtir o carnaval em grande estilo, é hora de arrumar as malas e cair na folia!

Descubra os segredos do Vale do Silício para decolar sua startup!

O InovAtiva Brasil vai realizar um webinar sobre a abertura das inscrições para a edição 2020.1 do programa. Para conversar com as mediadoras Natasha Meyer e Greyce Franzmann, ambas da Fundação Certi, estarão presentes o empreendedor Gabriel Leite, CEO da Feedz, e Bret Waters, especialista em inovação.

Enquanto Gabriel Leite irá compartilhar sua experiência como acelerado InovAtiva, Bret Waters vai revelar o futuro das startups em um animado e descontraído diálogo no dia 10 de fevereiro, às 17h. Os interessados podem assistir o bate-papo pelo link.

Sobre Bret Waters

Especialista em inovação, Bret Waters é um ícone do Vale do Silício. Apaixonado pelo poder do empreendedorismo e da inovação, fundou e dirige três empresas de software de sucesso na Califórnia. Nelas, aprendeu a levantar capital, crescer receitas e administrar saídas de sucesso. Atualmente, ensina empreendedorismo na Universidade de Stanford e revela os segredos do Vale do Silício para estudantes de todo o mundo.

Sobre Gabriel Leite

Professor, publicitário, pós-graduado em marketing digital, Gabriel Leite ministra aulas em pós-graduações, cursos e palestras sobre comunicação, marketing, comportamento digital e gestão de pessoas, além de ser CMO & Co-founder na Feedz – plataforma de Engajamento de Colaboradores.

A startup escolhida como um dos 12 destaques do programa InovAtiva Brasil 2018.1 vem transformando mais de 10.000 vidas em mais de 100 empresas pelo Brasil. Em apenas dois anos de existência, a empresa acumulou outras diversas conquistas: venceu o ProXXima Startups, foi acelerada da ACE, reconhecida duas vezes no Innovation Awards Latam, convidada pela YCombinator para apresentação no Vale do Silício (EUA), investida pela Organica Builder e, recentemente, considerada a 6ª startup SaaS que mais cresce no mundo, segundo a revista 156 Fastest Growing SaaS, de Nathan Latka.

Dicas: Como inscrever sua startup no InovAtiva Brasil

Se você está buscando conexão com o mercado e investidores, participar de um programa de aceleração de startups pode ser a solução para que a sua empresa conquiste visibilidade e suba de patamar com o amparo de especialistas de renome do ecossistema.

No InovAtiva Brasil, por exemplo, os empreendedores recebem gratuitamente mentorias online e presenciais, individuais e coletivas. Eles também têm a oportunidade de treinar o pitch (discurso de venda da solução) e apresentá-lo à maior banca de investidores do país.

Mas ser selecionado para um programa como esse não é uma tarefa simples. Por isso, separamos algumas dicas para te ajudar a fazer a sua inscrição:

1. Veja se o seu negócio está realmente preparado para participar do programa

O InovAtiva Brasil tem duração de quatro meses e requer atenção e dedicação por parte do empreendedor. Por isso, é destinado a empresas estabelecidas (com registro CNPJ), que estejam desenvolvendo soluções inovadoras em produtos ou serviços, em estágio de operação e tração, com as primeiras vendas já realizadas, ou uma crescente base de usuários. Além disso, o faturamento deve ser inferior a R$ 4,8 milhões por ano contábil.

Se a sua startup ainda não está neste estágio, não se preocupe. O programa acontece duas vezes por ano, então fique pronto para a próxima edição!

2. Preencha o formulário com calma e sinceridade

Para participar da seleção a uma vaga no ciclo de aceleração, os empreendedores devem preencher e enviar um formulário, disponível no website www.inovativabrasil.com.br, apresentando dados da startup (local onde está sediada, razão social, faturamento, etc.), descrição do negócio e a equipe por trás da solução.

3. Menos é mais! Inscreva uma startup por vez e apenas uma vez

Fazer a inscrição da sua solução mais de uma vez não aumentará as chances de ela ser selecionada. Muito pelo contrário! Dados duplicados são invalidados. Por isso, converse com o seu sócio e decida quem vai inscrever a startup no programa.

Além disso, é vedada a inscrição de mais de um projeto do mesmo empreendedor. Caso isto ocorra, será considerado o último negócio submetido.

4. O programa é destinado a maiores de idades que não estejam envolvidos com a execução deste

É vedada a participação de pessoas físicas menores de idade ou incapazes, pessoas envolvidas na organização do programa e funcionários do Ministério da Economia, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Fundação CERTI.

5. Fique atento aos prazos

Só serão aceitas as candidaturas enviadas dentro do período previamente estipulado pelo programa. Informações acrescidas após a data de término das inscrições serão desconsideradas.

Agora que já tem as diretrizes para fazer a sua inscrição, fique atento ao nosso site e se candidate para o nosso próximo ciclo! Mais informações sobre o processo de seleção podem ser encontradas no regulamento do programa.

Está com dúvidas na hora inscrição? Acesse nossa página com todas as dicas para te ajudar!

Principais erros cometidos por startups

Começar um novo negócio não é fácil, por isso é normal cometer erros durante este processo. Mas para que todo o esforço, dedicação e investimento não corram o risco de ir por água abaixo, conversamos com o mentor do programa InovAtiva Brasil, Carlos Altafini, sócio da Marketplus, para elencar alguns dos principais equívocos realizados por startups.

Para este material, Altafini focou em startups em estágio de tração, sua especialidade, uma vez que os erros variam de acordo com a fase de maturação de cada empresa. Confira abaixo os pontos de atenção que o mentor separou:

  1. Falta de foco

A ansiedade por tracionar o negócio faz com que alguns empreendedores acabem deixando a estipulação do ICP (perfil do cliente ideal) de lado para tentar uma aproximação com todo e qualquer público. “Isso acontece principalmente em operações B2B, que muitas vezes alocam recursos para as áreas de marketing e vendas sem cumprir com esta premissa”, comenta Altafini.

Para que esta questão não acabe prejudicando a sua startup, não atropele as etapas. Faça um mapeamento dos seus potenciais clientes e desenvolva ações voltadas a eles;

  1. Paixão pelo produto ou serviço

É normal se apaixonar pela sua criação, mas isso pode fazer com que você não enxergue os pontos que precisam ser aprimorados. De acordo com o empresário, isso pode ser fatal para um negócio. “De nada serve construir um produto maravilhoso, que resolva um problema real, mas cujo valor não seja identificado pelo cliente lá na ponta. Se o mercado não está disposto a pagar pela solução que você desenvolveu, não há muita chance de sucesso”, afirma o mentor;

  1. Não olhar para o mercado global

É fato que o mercado brasileiro é enorme e tem muito potencial para ser explorado. Porém, para Altafini, as startups devem nascer pensando globalmente e não deixar para pensar na internacionalização mais adiante. Ele aconselha que, já nos primeiros estágios da startup, todo empreendedor deveria se fazer algumas perguntas:

  • O meu negócio está limitado ao Brasil ou tem chances de ser internacionalizado em algum momento?
  • A minha marca é registrável no exterior? Ela será bem recebida em países que falam inglês ou espanhol?
  • Alguma empresa estrangeira já utiliza esta marca ou outra similar?
  • Os domínios “.COM” estão disponíveis ou já foram registrados por terceiros?
  • O meu software está nascendo preparado para ser traduzido rapidamente?
  • Quais as patentes relacionadas ao meu negócio, já foram registradas no exterior?
  • Quem são os meus concorrentes internacionais, diretos e indiretos?
  • Quais são os principais eventos internacionais relacionados ao meu negócio, que devo ter no meu radar?

“Quem segue este conselho, mesmo sem perceber dará os primeiros passos para a criação de uma cultura de internacionalização no negócio, mesmo que o foco inicial seja o mercado nacional”, completa Altafini.

inovativa@inovativabrasil.com.br