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Orçafascio permite economia de até 20% em cotações de obras

Destaque na categoria Educação, Indústria e Setor Financeiro do programa InovAtiva Brasil 2019.1, o OrçaFascio é um sistema de orçamento de obras desenvolvido em plataforma web. Nele, concentram-se dados de mais de 87 mil insumos e 68 mil composições de todas as capitais do Brasil.

Por meio da startup é possível obter um programa completo para orçamentos e unir diversas cotações, cronograma físico financeiro para o cálculo de custo de obras. A plataforma permite ainda a criação de uma base de dados exclusiva que apenas o usuário pode visualizar.

Para saber mais sobre a empresa, entrevistamos Antonio Fascio, CEO da OrçaFascio. Veja o que ele nos contou:

  1. Quando vocês começaram?

Nossa história começa em 2010, no Amapá, quando nem existia banda larga. Resolvemos fazer um software de orçamento para obras com diferencial de ser focado para licitação de obra pública. O sistema foi disponibilizado, até 2015, quando foi fundada a startup OrçaFascio, de forma totalmente gratuita.

  1. Qual é o diferencial da OrçaFascio?

Somos a primeira plataforma online por meio da qual os engenheiros podem fazer seus orçamentos de obra de maneira fácil, confiável e precisa. Além disso, fazemos uma ligação com o Revit, um software BIM para arquitetura, urbanismo, engenharia e design, permitindo que a quantificação do orçamento seja exata, evitando desperdícios e gerando uma economia de até 20%.

  1. Em que estágio a startup se encontra? Quantos clientes vocês possuem atualmente?

Hoje possuímos mais de 1,4 mil empresas, 4 mil usuários pagantes e 3 mil usuários de órgãos públicos.

  1. O que você almeja para o futuro da OrçaFascio?

Estamos num processo de internacionalização da plataforma. Queremos levar nosso produto, primeiramente, para os EUA e América Latina.

  1. O que o InovAtiva Brasil agregou para a sua empresa?

O networking proporcionado e os mentores que nos foram disponibilizados foram fantásticos. Além disso, conseguimos uma visibilidade no mercado onde temos dificuldades, já que nossa startup é do Amapá.

  1. Já passou por outros programas de aceleração? Qual a diferença destes para o InovAtiva?

Participamos sim. A principal diferença é que o outro programa era presencial, mas achamos que o InovAtiva acabou dando uma visibilidade maior a empresa. Também adoramos os experientes mentores. Eles nos deram conselhos de alto valor para a startup.

Fomentando o ecossistema de inovação e empreendedorismo, Líderes de Comunidade estão atuando no Brasil inteiro

Os Líderes de Comunidades, voluntários que atuam para fomentar o ecossistema de empreendedorismo brasileiro, têm a missão de buscar oportunidades de conexão para startups. No InovAtiva Brasil temos 18 pessoas que exercem esse papel, cada uma delas representando um estado diferente do país.

Ao todo, são três líderes na região Norte (Amazonas, Pará, Tocantins), seis na região Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe), dois na região Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso do Sul), quatro na região Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e três na região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina).

Durante todo o ano eles organizam eventos, participam de feiras, compartilham experiências, colaboram para promoção de novos negócios e fomentam uma comunidade de empreendedores, mentores, investidores e grandes empresas interessadas em startups.

Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade

Sabendo da importância dos Líderes de Comunidade para o ecossistema de empreendedorismo, nos dias 19 e 20 de setembro a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) promoveu o “I Fórum Abstartups de Líderes de Comunidade (FALCOM)” no Google for Startups, em São Paulo.

Com o objetivo de fazer do Brasil um ambiente melhor e mais robusto para a criação de startup, o evento contou com 50 representantes de 24 estados do país. As comunidades do Pará e Rio Grande do Norte foram caracterizadas, respectivamente, por Bruna Barbosa e Monnaliza, Líderes de Comunidade do InovAtiva Brasil.

Para a líder do Pará, foi revigorante estar ao lado de outras pessoas que trabalham pesado com os mesmos objetivos. “A FALCOM abriu meus olhos sobre várias coisas que precisava avaliar em minha comunidade e sobre a relação com atores que nem sempre são fáceis de se criar relacionamento”, explicou Bruna.

Junto com Vinícius Aguiar, que faz parte da equipe do maior programa de aceleração de startups da América Latina, foram convidadas a participar de painéis, palestras, workshops e dinâmicas de grupo sobre as temáticas:

  • Diversidade nas Comunidades;
  • Indicadores Geográficos e Demográficos;
  • Eventos e ações locais;
  • Investimento;
  • Relacionamento com Poder Público;

Para agregar know-how e gerar insights aos líderes, tais atividades foram conduzidas por representantes de grandes organizações, como Facebook, Google, Ambev, Endeavor, Accenture, Globo News, Startupi, PEGN e Gama Academy.

Conheça a história de empreendedores que deixaram a carteira assinada de lado para empreender

Trocar o certo pelo duvidoso não é uma decisão fácil de ser tomada. Por isso, muitas pessoas hesitam antes de deixar o trabalho estável, com carteira assinada e holerite mensal, para se aventurar no imprevisível universo do empreendedorismo, no qual travarão lutas diárias com as finanças da empresa e terão que provar todo o seu potencial para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.

Mesmo com todos os desafios, Daniel Faria Teixeira de Oliveira, Alexandre Henrique do Vale e Neandro Perini resolveram se arriscar e iniciar uma nova jornada respectivamente nas startups aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil: Botnicks, Sociente Inteligência Geográfica e PcD em Foco Online Ltda ME.

“Eu fiquei uns sete anos trabalhando como CLT para uma empresa média (MAPS), e duas grandes (IBM e HSBC). Com estas experiências eu percebi que gostava mais das pequenas, pela flexibilidade de horários e projetos. Me sentia mais útil. Isso me ajudou bastante a entender que queria mesmo um ambiente mais dinâmico, com desafios que mudam todo dia. Hoje a rotina que tenho como empreendedor me exige muito mais, é mais desgastante, mas me deixa muito mais realizado”, comenta Daniel Oliveira, fundador da Botnicks, HR Tech que desenvolve chatbots para os processos de recrutamento e onboarding.

Assim como ele, Alexandre do Vale largou seu emprego para ficar full time na Sociente Inteligência Geográfica, startup que obtém informações por meio de métodos não invasivos (sensores) e proporciona soluções inteligentes para diversas atividades, como mineração, agricultura, agronegócio e saúde.

“De 2006 a 2014 eu trabalhei em uma empresa de mineração como CLT. Foi lá que comecei a sentir as dores deste setor. Porém, quando terminei o mestrado no Instituto Militar de Engenharia (IME), eles me ofereceram uma parceria. Achei melhor recusar para focar na minha startup, o que me gerou boas experiências”, afirma o empreendedor.

Outro que migrou da CLT para o próprio negócio foi Neandro Perini, sócio fundador da PcD em Foco Online. De acordo com ele, foi muito difícil abandonar um emprego fixo e se aventurar no fantástico e ao mesmo tempo desafiador mercado de tecnologia.

“Empreender na área de impacto não é fácil. Monetizar é mais difícil ainda. Mesmo assim, temos orgulho em sermos uma empresa que gera um impacto positivo na sociedade e consegue converter em ganho financeiro. Eu aproveitei uma dor que enxergava enquanto RH, abri mão do conforto e da segurança para empreender na área de tecnologia. Isso mostra que a determinação conta mais que o conhecimento/experiência. Acho que isso são alguns dos fatores que fazem a PcD em Foco ser uma empresa única”, expressa Perini.

Assim como esses três startupeiros, você também pode transformar o seu sonho em realidade. Basta ter vontade e determinação. Quer saber mais sobre o universo do empreendedorismo? Leia os outros textos que disponibilizamos nesse blog!

InovAtiva Brasil recebe 95 pontos em pesquisa de NPS

Buscando sempre melhorar nossos programas, ouvimos você e pedimos para que nos avaliasse em uma pesquisa de NPS (Net Promoter Score). A partir dela, pudemos calcular o grau de satisfação e fidelidade dos empreendedores que participaram do InovAtiva Brasil. Com felicidade, agradecemos vocês pelos 95 pontos instituídos a nós.

A mensuração foi realizada com base na resposta de 81 startups aceleradas sobre a seguinte pergunta: “Com base no que você já vivenciou até o momento no InovAtiva Brasil, qual a probabilidade de você recomendar o programa para outra startup?” – 95% dos entrevistados responderam nove ou 10 para essa questão, sendo 10 o valor máximo.

Os entrevistados também elegeram as atividades que foram essenciais para quem participou do programa. A que mais se destacou foi a “Mentoria Individual à Distância”, com 54,3% dos votos. Para 65,4% dos empreendedores, tal processo foi de essencial importância para o desenvolvimento da startup. Esse mesmo percentual de entrevistados avaliou como excelente a combinação entre mentor e mentorado.

Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2019.1

Da mesma forma, fizemos uma pesquisa durante o Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2019.1 para saber o que os participantes estavam achando dos eventos. Tivemos um total de 782 avaliações sobre as palestras realizadas, as salas especializadas disponíveis e as atividades de mentoria.

Nesta análise, os empreendedores avaliaram o programa em 4,75 em uma escala de um a cinco. As mentorias foram novamente as atividades que se sobressaíram aos entrevistados, mas a palestra de Gestão de Pessoas e a sala especializada de Pitch Help também despertaram a atenção dos presentes.

Todas essas informações são de extrema importância para o InovAtiva Brasil. Com base nelas, vamos aprimorar os próximos ciclos para satisfazê-los cada vez mais. Agradecemos a sua colaboração e esperamos continuar atendendo as necessidades da sua startup!

 

InovAtiva Brasil promoveu palestras, rodas de conversas e workshops durante Hack Town 2019

Entre os dias 05 e 08 de setembro, o programa InovAtiva Brasil marcou presença no Hack Town 2019, em Santa Rita do Sapucaí (MG). O evento juntou tecnologia, música e inovação, gerando ideias diferentes e conexões de impacto aos 6 mil participantes.

O festival contou com mais de 600 palestras, showcases e workshops durante seus quatro dias e chegou a ter 38 atividades simultâneas em diversos ambientes da cidade, como auditórios, teatros, bares, restaurantes e outros locais inusitados. Em sua quinta edição, o Hack Town também promoveu ações noturnas, aumentando o uso dos espaços abertos.

Dentro dessa programação, o InovAtiva Brasil, em conjunto com a Campinas Tech, realizou mentorias e palestras sobre inovação aberta, empreendedorismo e startups; organizou rodas de conversas e participou de painéis nos quais seus Líderes de Comunidade compartilharam suas experiências e conhecimentos. Durante todas as atividades promovidas, impactamos diretamente mais de 80 pessoas.

O programa também ofereceu um workshop trazendo insights e dinâmicas focadas em inovação aberta e trazendo o aspecto estratégico das diferentes formas de promover o Open Innovation. Foi um momento de bastante troca entre startups e grandes empresas.

Além disso, durante o evento, houve um momento para que as startups participassem de pitch sessions e fizessem uma breve apresentação da sua solução aos demais presentes. A Biti9, startup acelerada pelo InovAtiva Brasil 2019.1 focada em serviços para produtividade administrativa e automação robótica de processo, ficou em primeiro lugar no primeiro dia.

“Tivemos uma experiência incrível no Hack Town, em Santa Rita do Sapucaí. Já na chegada à cidade, todos estavam com crachás coloridos, animados e comentando de palestras e aprendizados, ao mesmo tempo em que a euforia apareceu, surgiu a preocupação em fazer um bom pitch para apresentar o Robbi9 (nosso robô SaaS de automação de processos repetitivos). No final da noite, na chegada ao auditório, conhecemos as startups e sabíamos que a concorrência seria grande. Momentos antes de subir ao palco nossa mente traz à tona todo o caminho percorrido, brainstorms, os mentores, a aceleração do InovAtiva, que nos preparou tanto para estar ali. Toda essa dedicação acabou refletindo no resultado: ficamos em primeiro lugar”, finaliza Adalberto Cunha, Fundador e Diretor de Operações da Biti9.

Conheça as 112 startups que vão participar do Ciclo 2019.2

Após 585 inscrições e um criterioso processo de avaliação, 112 startups foram selecionadas para participar do programa InovAtiva Brasil – Ciclo 2019.2. Representantes de todas as regiões do país, as aprovadas são provenientes de metade dos estados brasileiros.

Em comparação com o ciclo 2019.1, as startups da região sudeste do país aumentaram sua presença em 18 pontos percentuais, sendo que o estado de São Paulo permaneceu na liderança, com 34 empresas aprovadas.

Perfil das startups aprovadas

Formalizadas como empresas, as startups selecionadas estão em estágio de operação (69,64%) ou tração (30,36%). Delas, 70 estão com uma base crescente de clientes e faturamento anual de mais de R$ 360 mil (26%). Elas são voltadas com para o público B2B (59,82%) e possuem vínculo com grandes empresas (53%).

Além disso, essas startups atuam, prioritariamente, nos segmentos de serviços, saúde e educação. Com modelo de negócios SaaS (51,8%), 108 das empresas possuem funcionários full time e 57% delas estão contratando. O InovAtiva será a primeira experiência de aceleração da maioria das startups, já que 71% delas nunca passou por uma aceleradora e 60% nunca esteve em uma incubadora.

Das aprovadas, 33 empresas já captaram algum investimento, sendo 51,52% provenientes de Investidores Anjo. O valor do aporte de 76% destas foi superior a R$ 100 mil. Mesmo assim, o objetivo de 56% das startups é ter a oportunidade de conquistar investimento e se conectar com grandes empresas.

Veja a lista completa.

Glossário Startupês – Conheça os termos usados para falar sobre ramos de atuação

Você já deve ter ouvido falar em “fintech”. Um dos termos mais conhecidos no Brasil no que se refere a startups, é utilizado para designar empresas que usam a tecnologia para aprimorar serviços financeiros, como remessas de dinheiro para o exterior, conta corrente em banco, empréstimos, entre outros.

Porém, este é apenas um dos segmentos de atuação de startups. Abaixo, listamos outros termos utilizados para nomear os diversos tipos de empresas tecnológicas existentes no mercado:

  • AdTech: sinônimo de Madtech, a expressão designa startups que atuam com publicidade e propaganda e criam tecnologia para convergência de mídias, análise de big data e distribuição de anúncios em mídia programática descentralizada;
  • AgTech: também conhecido como Agrotech, esse termo se refere a empresas que desenvolvem técnicas ou softwares para aprimorar práticas agrícolas;
  • AutoTech: esse é o nome dado para startups que desenvolvem soluções voltadas para mobilidade, transporte, logística e indústria automobilística;
  • Biotech: empresas de biotecnologia que produzem equipamentos e soluções para melhorar a vida humana;
  • Construtech: iniciativa que surgiu para melhorar os problemas, facilitar processos e gerar valor para o setor de construção;
  • Cleantech: também denominada de Greentech, essas empresas desenvolvem soluções tecnológicas e modelos de negócios para minimizar o impacto ambiental das empresas;
  • EdTech: o termo é usado para designar inovações na área de educação com o intuito de facilitar a aprendizagem e melhorar o desempenho dos alunos por meio de aplicativos móveis, mídia social, Inteligência Artificial, entre outras tecnologias;
  • Femtech: criada para denominar startups que desenvolvem produtos voltados para o público feminino, hoje a expressão também se refere a

iniciativas defendidas por empresas e associações, que combinam feminismo e tecnologia para erradicar a desigualdade de gênero;

  • Foodtech: entrega de alimentos, cozinheiros automatizados, impressoras alimentícias 3D, aplicativos para verificar a quantidade de calorias nos alimentos são alguns exemplos de startups do setor que desenvolve soluções para o mercado alimentício;
  • Health Tech: voltadas para o setor de saúde, essas startups criam tecnologias para otimizar o atendimento ao paciente em geral, como aplicativos para marcar consultas médicas, máquinas para consulta oftalmológica, plataformas de monitoramento dos sinais vitais dos pacientes, entre outras.
  • HRtech: designação das empresas que empregam tecnologias inovadoras para aprimorar a área de Recursos Humanos;
  • Insurtech: essas soluções beneficiam consumidores das indústrias de seguros, financeira e imobiliária com a criação de novos mecanismos de medição de risco;
  • LegalTech: também chamadas de Lawtechs, essas startups desenvolvem tecnologias para o ramo jurídico;
  • Martech: utilizando bots, algoritmos, big data e data analytics, as Martechs contribuem para alavancar as vendas revolucionando o marketing digital;
  • Proptech: voltada para a corretagem de imóveis, esses negócios se baseiam em blockchain, realidade virtual e aumentada, IoT e geolocalização;
  • Regtech: com ferramentas para aprimorar as atividades regulatórias, essas startups têm como intuito garantir a integridade financeira e proteção de dados do consumidor;
  • Retailtech: destinadas aos mercados de varejo e consumo, essas empresas desenvolvem tecnologias para melhorar a experiência de compra;
  • SportsTech: tecnologias usadas para criar uma solução para o mercado esportivo. Elas podem ser voltadas para Atividade e Performance, Organização e Gerenciamento, Engajamento de Fãs ou Jogos e Apostas;
  • Wealthtech: o objetivo das startups que atuam nesse ramo é desenvolver serviços e produtos de investimento alternativos para gerenciamento de patrimônio.

 

Ficou curioso para conhecer mais termos do universo do empreendedorismo? Já falamos um pouco sobre termos relacionados à tecnologias utilizadas por startups e a termos ligados a investimentos.  Continue acompanhando as novidades do nosso blog e conheça ainda mais!

InovAtiva Brasil realiza conexão entre startups e grandes empresas no Startup Summit

O Startup Summit é um movimento que promove o fortalecimento da inovação, por meio da união do ecossistema empreendedor de todo o Brasil. O evento, realizado nos dias 15 e 16 de agosto em Florianópolis (SC), contou com palestras de CEOs das principais startups do país e representantes de grandes empresas de tecnologia nacionais e internacionais compartilhando suas experiências e cases de sucesso.

Para ajudar na conexão entre esses dois grupos de participantes, o InovAtiva Brasil realizou uma dinâmica de grupo que chamou de InovAtiva Conecta. Para estimular os empreendedores a ajudar grandes empresas, o programa mapeou os desafios internos de sete grandes empresas (Dell, Johnson, Arcelor Mittal, Vale, FCC, Nexa Resources e Softplan) e o perfil das startups que três fundos de investimento (DOMO, GVAngels e MIT Angels) procuram.

O matching entre startups e empresários foi feito de modo a unir a solução oferecida pelo empreendedor com o problema exposto pelas grandes corporações. Ao todo, foram selecionadas 28 startups para as 45 rodadas de negócios estipuladas para o evento. Porém, além delas, foi possível incluir outras startups no InovAtiva Conecta, totalizando 50 rodadas de negócios com 11 grandes empresas.

Como o stand do programa teve uma programação aberta a todos os presentes, empresas e startups se encontraram no espaço para realizar conexão. Nos dois dias também foi disponibilizado um horário para networking, no qual os participantes do Startup Summit puderam se reunir para conversar, trocar cartões e ver como podem se ajudar.

Uma das startups participantes foi a CustomerX. De acordo com Leonardo Superti, CEO e Fundador da empresa, a conexão gerada pelo InovAtiva proporcionou conversas com corporações e investidores. “Marcar reuniões presenciais normalmente é algo bastante complicado. Por isso, essa ponte feita pelo programa foi excelente, pois conseguimos chegar nas pessoas certas. Saímos do evento a energia renovada, muitas ideias novas, orientações de quem já passou pelo que estamos passando e com outras conversas já pré-agendadas. Esperamos que isso possa gerar ótimos frutos e foi sensacional. Só tenho a agradecer”, afirma o empreendedor.

POX e InovAtiva Brasil firmam parceria

A startup Pox e o InovAtiva Brasil são agora parceiras. Criada em Porto Alegre, o Pox é uma startup focada no conhecimento compartilhado. Sua plataforma digital proporciona uma interação do público com o conteúdo.

Durante o Bootcamp Nacional do InovAtiva Brasil, ocorrido em São Paulo no dias 20 e 21 de julho, as startups participantes e o público puderam interagir e trazer suas impressões sobre a programação do evento, votando no conteúdo que mais gostaram.

Criado em 2016, o Pox visa “dar voz a quem não tem voz” e subverter a lógica de conteúdo em que “um fala e os outros escutam”, criando maneiras de colocar o público como protagonista e tornando cada momento de interação único.

Na plataforma digital, é possível criar interações de diversas formas, como nuvens de palavras, perguntas de múltipla escolha, sim e não, avaliações de 0 a 5 estrelas e até mesmo o envio de perguntas do público, tudo com um simples acesso ao QR Code ou link pelo celular.

A mudança na construção do conhecimento é visível e o InovAtiva busca sempre proporcionar essa evolução em seus programas e eventos.

Acompanhe os próximos programas InovAtiva e conheça o Pox.

Conheças a Smart-Tech, startup destaque do InovAtiva Brasil

Entre os dias 20 e 22 de julho, 86 startups participaram do Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2019.1. O evento, realizado na Escola de Negócios do Sebrae, em São Paulo, destacou as 12 empresas com os pitchs mais atraentes. Entre elas está a paranaense Smart-Tech Controle e Automação.

Focada em desenvolvimento de produtos para a indústria, a startup se sobressaiu na Banca 1: Educação, Indústria e Setor Financeiro. Confira abaixo a entrevista que fizemos com Tiago Machado, Diretor na Smart-Tech, para saber mais sobre o negócio:

Conte sobre a trajetória da sua empresa. Quando vocês começaram?

TM: A Smart-Tech foi fundada em Curitiba no ano de 2011, porém só foi ativada em 2015 quando eu e meu sócio, Guilherme Francescon, deixamos nossos empregos fixos na área de automação para prestar serviços nessa mesma área. Os antigos patrões foram os primeiros clientes e, após uma longa jornada prestando serviços para diferentes indústrias de todo o mundo (Alemanha, República Tcheca, Índia, China, Argentina e Brasil), surgiu a oportunidade de criar um produto que resolvesse uma dor que é sentida por todas as indústrias. Assim nasceu o projeto ST-One.

O que faz a Smart-Tech? Qual é o diferencial da startup?

TM: A Smart-Tech atua na área de Automação Industrial, tendo como diferencial um hardware próprio que hoje é utilizado por outras empresas do mesmo ramo e que, no passado, eram nossas concorrentes.

Em que estágio a startup se encontra? Quantos clientes vocês possuem atualmente?

TM: Nosso estágio atual é o de tração. Já temos um produto validado por grandes clientes como Volkswagen e Bosch e temos mais de 50 dispositivos instalados pelo Brasil.

O que você almeja para o futuro da sua startup?

TM: A Smart-Tech tem o objetivo de ajudar indústrias a atingir o grau de Indústria 4.0 de maneira rápida e sem muitas barreiras. Nosso produto, o ST-One (http://netsmarttech.com/page/st-one), é capaz de atualizar uma máquina até 30 anos, em termos de tecnologia. Com isso, almejamos amadurecer tecnologicamente as indústrias do Brasil e do mundo.

O que o InovAtiva Brasil agregou para a sua empresa?

TM: Participamos do ciclo 2019.1 do InovAtiva. O programa nos surpreendeu muito. Nossos mentores foram escolhidos para cobrir os nossos pontos fracos e, nesses quesitos, o programa conseguiu diagnosticar precisamente as nossas necessidades. Tivemos mentores que conseguiram levar a empresa para um novo patamar. Além disso, a nossa rede de contatos na indústria aumentou consideravelmente, trazendo novos clientes e cases para a Smart-Tech.

Com que objetivo você se inscreveu no programa? Conseguiu atingi-lo?

TM: Nosso objetivo era aprender com pessoas experientes do mercado como podemos escalar o nosso produto e o nosso modelo de negócio. Nossos mentores foram a peça chave nesse processo e, com eles, conseguimos criar um plano de ações futuras da empresa.

Já passou por outros programas de aceleração? Qual a diferença destes para o InovAtiva?

TM: Não passamos por nenhum outro processo de aceleração no passado, mas sabemos que o diferencial do InovAtiva é o impacto a nível nacional que o programa tem.

A empresa tem alguma novidade que gostaria de compartilhar conosco?

TM: Durante o programa, a Smart-Tech abriu duas novas vagas para dar conta das demandas geradas pelas ações tomadas durante o processo de aceleração, inclusive temos em mente que em breve mais vagas serão abertas.

inovativa@inovativabrasil.com.br