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Negócios de Impacto Socioambiental: o que saber antes de começar

Em 2020, a Global Impact Investing Network (GIIN), calculou em sua publicação anual que o tamanho do mercado atual de investimentos de impacto no mundo é de US$715 bilhões. Devido ao interesse de investidores e à crescente demanda social em negócios dessa área, não é de se espantar que cada vez mais eles tenham surgido no ecossistema mundial. Entretanto, os negócios de impacto socioambiental têm desafios e oportunidades específicas que devem ser exploradas desde sua idealização.

Gabriela Werner, CEO do Impact Hub Florianópolis e uma das palestrantes do InovAtiva Day, ofereceu sua perspectiva para explicar melhor como começar a empreender na área. Segundo a especialista, o grande desafio dos negócios de impacto é que o empreendedor precisa se atentar a duas questões com o mesmo comprometimento: a financeira e o propósito. “A gente precisa que a conta feche e a empresa se mantenha financeiramente saudável, porém, a intenção principal não é gerar o máximo de lucro possível para os seus fundadores, mas resolver um problema socioambiental relevante. Então, os indicadores de sucesso devem  demonstrar ambos os pilares.”

Acerca da definição deste tipo específico de empreendimento, Gabriela detalha que ele deve ter na sua missão a solução de pelo menos um dos pontos listados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “A lista é um consenso mundial de tópicos mais importantes que a humanidade precisa tratar até 2030, com o propósito de construir um mundo mais justo e mais sustentável”, diz.

O Mapa 2021 de Negócios de Impacto Socioambiental da Pipe.Labo organizou os nichos de atuação dos negócios estudados de acordo com os ODS e os três principais temas encontrados foram: Consumo e produção responsáveis (39%), Saúde e bem-estar (36%) e Trabalho decente e crescimento econômico (35%).

Gabriela comenta que o consumo responsável e o trabalho decente sempre representaram nichos de interesse naturalmente significativos para o mercado brasileiro, mas que a área da saúde apresentou um grande crescimento durante a pandemia da Covid-19. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados identificaram na crise uma oportunidade de desenvolvimento de novos produtos e serviços, e novos mercados alcançados.

Entre Verticais de Impacto, outro dos indicadores pesquisados, os principais foram Tecnologias verdes (49%) e Civic Techs (40%).

Ainda segundo o levantamento, o dinheiro é o principal motivo de pedidos de ajuda para os negócios estudados (44%). Enquanto isso, 51% dos empreendedores já buscaram/estão buscando por processos de aceleração sem sucesso. Entretanto, este dado pode ser explicado por outra parte muito interessante da pesquisa: 42% ainda não definiram indicadores de acompanhamento de impacto, 33% definiram mas ainda não os utilizam; e 64% não declararam relatórios de emissões de gases de efeito estufa.

Esta porcentagem de negócios de impacto social que não realizam estes dois tipos de levantamentos é problemática. Gabriela comenta que esta é uma questão que certamente dificulta a obtenção de investimento, porque este tipo específico de investidor procura justamente por este recorte nos indicadores das empresas.

Por isso, a especialista frisa que uma das principais dicas para quem está começando um empreendimento de impacto é procurar a sua turma: “encontrar pessoas que já encontraram caminhos para chegar ao sucesso, como um sistema de apoio, é essencial, porque existe uma série de questões e oportunidades únicas deste tipo de negócio. Portanto, crescer em comunidade é sempre muito legal”, diz.

“É enriquecedor para os empreendedores vivenciarem os  altos e baixos dessa trajetória em conjunto, aprender uns com os outros e conhecer esses caminhos que são tão úteis. Nesse contexto, o InovAtiva de Impacto é uma excelente oportunidade para as pessoas terem contato com alguns dos melhores mentores, professores e outras pessoas que já possuem esse conhecimento. Além disso, ele é gratuito e pode ser acessado em qualquer canto do Brasil”, conta Gabriela, que incentiva a candidatura de pessoas de qualquer região, com todos os tipos de organizações. “A diversidade também traz muita relevância para o programa e isso pode fazer a diferença na sociedade”, conclui.

InovAtiva Brasil está com inscrições abertas para o ciclo 2021.2 do programa de aceleração

As inscrições para o Ciclo 2021.2 do InovAtiva Brasil estarão abertas até 19/07 para todos os negócios inovadores interessados no  programa de aceleração no segundo semestre  A equipe de seleção procura projetos que desenvolvem soluções inovadoras em produtos ou serviços em estágio de validação, operação e tração que estejam em busca de conexão com o mercado e investidores.

O InovAtiva Brasil oferece conteúdos e treinamentos valiosos para empresas que estão buscando se firmar no Brasil. Até 360 empreendedores serão escolhidos para a primeira etapa, de aceleração. Nesta, são oferecidas mentorias coletivas e individuais baseadas em entrevistas personalizadas com os gestores do programa para entender melhor quais as necessidades específicas de cada participante. A plataforma desenvolvida aos empreendedores selecionados em cada ciclo também disponibiliza cursos de modelagem financeira, validação da proposta de valor, acesso ao mercado e capital e compartilhamento de propriedade intelectual.

Após a primeira etapa, até 140 empresas serão escolhidas para avançar para a Etapa de Conexão. Nela, são oferecidos conteúdos mais específicos para seu nicho de atuação e treinamentos de pitch, além da chance de participar do InovAtiva Experience, evento de encerramento do ciclo, no qual os empreendedores têm a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores, grandes empresas e aceleradoras.

Os benefícios do InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é um dos programas de aceleração e conexão de negócios inovadores do InovAtiva, hub de inovação que promove um conjunto de iniciativas de apoio ao desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador no Brasil. Em 2020, o InovAtiva foi eleito, pelo segundo ano consecutivo, o principal fomentador do ecossistema de inovação do país pelo ranking 100 Open Startups – plataforma internacional de maior impacto na geração de negócios entre grandes empresas e startups. Em 2017, foi considerado como benchmark de política de inovação pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

“Os negócios inovadores que participam dos ciclos de aceleração do programa se beneficiam muito com as oportunidades de conexão e visibilidade, que trazem a elas várias oportunidades de negócio.” diz Gabriel Pignat, gestor de aceleração do InovAtiva Brasil.

Segundo o gestor, o InovAtiva tem a maior rede de mentores do Brasil. E é com estes profissionais que os empreendedores selecionados têm a oportunidade de aprender a lidar com seus negócios. “Além de todo o conteúdo compartilhado com os selecionados, os participantes que chegam até o final da segunda fase têm a oportunidade de se apresentar para uma banca de investidores e conseguirem, eventualmente, um aporte financeiro e parceiro estratégico para o seu negócio”, pontua Gabriel, como uma das principais vantagens dos ciclos.

Passadas as atividades obrigatórias da primeira fase do ciclo, os negócios participantes recebem o selo de Acelerada pelo InovAtiva. Aqueles que forem selecionados para a segunda fase  e que cumprirem todo o cronograma de atividades, chegando ao final do ciclo, recebem outro selo: Graduada pelo InovAtiva. Além de todo o conhecimento oferecido aos empreendedores, esses selos têm muito valor no mercado.

“Como o maior programa de aceleração de startups da América Latina, o InovAtiva Brasil tem um reconhecimento muito grande. Por isso, as companhias  que recebem os selos, tanto de Aceleradas, quanto de Graduadas InovAtiva, já se destacam conseguindo conexões com atores chave, bem como credibilidade e visibilidade”, diz Gabriel.

Conheça mais sobre o InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é o maior programa de aceleração de startups da América Latina. Voltado para negócios inovadores de todo o país, em todos os segmentos de atuação, o InovAtiva Brasil seleciona a cada ciclo até 400 negócios que estejam nas fases de validação, operação ou tração. São realizados, por ano, dois ciclos de aceleração de 4 meses de duração cada um.

Empreendedora há mais de 12 anos, Ariane Pelocioli já participou do InovAtiva Brasil em três ciclos, cada um com uma empresa diferente. Em 2014, ingressou com a Piipee. “Na época, o InovAtiva foi um divisor de águas, pois ainda não vendíamos o produto e participar do programa nos despertou a urgência de colocar o produto no mercado”, comenta.

Em 2018, participou com a Boletão e, em 2020, com a iUPay. “Além de todo o conteúdo que nos auxilia nas diferentes fases e estágios da startup, o InovAtiva sempre trouxe muito networking. Essas são conexões que permanecem e continuam dando resultados sensacionais mesmo após o final da aceleração, além da credencial super relevante de ser uma startup acelerada Inovativa. Por isso, toda startup precisa participar”, compartilha Ariane.

“Estar do InovAtiva significa ganhar prêmios do começo ao fim. Sua startup recebe esses prêmios em forma de mentorias, material para leitura, cursos, contatos com os mentores – muita coisa boa! Para mim o principal e maior benefício que nossa startup recebeu foi o conhecimento adquirido”, diz Eugênio Marques, fundador da Sysvale Softgroup, startup de soluções tecnológicas para a área da saúde, acelerada no ciclo 2020.2 do InovAtiva Brasil.

Desde 2013, o programa já acelerou 1195 negócios inovadores. “É muito gratificante acompanhar a evolução e o amadurecimento das startups ao longo de todo o processo de aceleração, inscrição no programa até a apresentação para a banca de investidores no evento final do ciclo, e saber que o trabalho da Equipe InovAtiva fez a diferença não somente na vida dos empreendedores, mas também no fortalecimento do ecossistema como um todo”, comemora Gabriel Pignat.

 

Inscrições abertas Ciclo 2021.2: Inscreva-se até 19/07

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InovAtiva Day: conheça a história da Rocket.chat, startup brasileira presente em mais de 170 países

“Ao longo de uma noite em claro, regada a Red Bull e pizza”. É assim que o CEO e fundador da Rocket.chat, Gabriel Engel, descreve o início de sua empreitada empreendedora durante o painel de abertura do InovAtiva Day, evento organizado pelo InovAtiva, que aconteceu no último dia 19. Dando, assim, origem ao aplicativo multiplataforma de código aberto de comunicação corporativa que tem feito sucesso nos quatro cantos do mundo, marcado pela ideia da colaboração em todas as suas etapas de crescimento.

O projeto nasceu com a simples concepção de que “a comunicação só funciona quando todos podem acessar a todos em uma só plataforma”, conta Gabriel em sua apresentação, referindo-se ao diálogo entre empresa e clientes, mas também entre funcionários dentro de uma organização.

“Estávamos tão entusiasmados com essa ideia, que decidimos torná-la de código aberto. Publicamos a fonte do programa da internet para que qualquer pessoa pudesse baixar, alterar e nos ajudar a construir. Com essa contribuição de desenvolvedores ao redor do mundo, almejamos criar uma plataforma melhor do que poderíamos criar sozinhos. Mas, nunca poderíamos imaginar o que aconteceu depois. Em pouco mais de 24 horas, alguém publicou nosso código na Hacker News, um agregador de notícias da Y Combinator, uma das maiores incubadoras do mundo. Quando a gente viu, começamos a ter mais de 30 mil pageviews de uma hora para outra”, compartilha Gabriel.

A partir daí, o projeto ficou cada vez mais conhecido nos círculos de desenvolvedores, justamente pela característica do código aberto, e o fundador começou a ser convidado para apresentar seu trabalho em fóruns internacionais. Foi assim que Gabriel fez conexões valiosas para pedir conselhos de empreendedores de sucesso internacional e então fazer crescer seu negócio.

Uma das suas primeiras conexões foi um dos fundadores do Git Hub, para quem Gabriel já tinha uma lista de perguntas, no caso de conhecê-lo. Segundo ele, a principal foi como era seu processo de tomada de decisões. A resposta: “tento sempre maximizar o quão interessante será minha vida depois de cada decisão.” Este conselho foi levado a sério e pautou a jornada do empreendedor com sua empresa.

Uma das principais dúvidas dele era como monetizar um produto gratuito e de código aberto, característica que não queria deixar de lado. “Chegamos a um ponto que começamos a perder dinheiro, mesmo com cada vez mais pessoas utilizando a plataforma”, compartilha. Neste momento, a própria comunidade de usuários começou uma “vaquinha” de doações para que a Rocket.chat pudesse continuar. “Foi aí, que percebemos que estávamos fazendo a coisa certa”, diz.

O produto continuou chamando a atenção da comunidade até que um grande investidor, Harry Weller, entrou em contato com Gabriel, interessado em investir na Rocket.chat. “O cara era uma lenda. Infelizmente, fomos seu último investimento, porque ele faleceu logo depois”. O aporte financeiro que receberam garantiu que o trabalho continuasse e que eles pudessem, de fato, criar um mecanismo para monetizar o produto sem perder a característica essencial do compartilhamento com desenvolvedores ao redor do mundo.

“O código aberto funciona como nosso topo do funil. Ele é gratuito, um monte de gente pode usar, mas a partir daí o usuário tem acesso ao nosso marketplace, onde tem novas funcionalidades gratuitas e pagas. Então, aquele usuário que mesmo que está hoje usando o serviço de graça, às vezes, decide que precisa de mais segurança ou mais suporte e opta por comprar a versão Bronze, Silver ou Gold do nosso chat ou Pro Enterprise do nosso que é o produto instalado do teu próprio computador ou servidor”, explica Gabriel.

A Rocket.Chat atualmente

Hoje, a Rocket.chat tem um time de mais de cem pessoas espalhadas pelo mundo: “toda hora tem alguém acordado em algum lugar”, brinca. Apesar do trabalho remoto devido não só à distância, mas também à pandemia da Covid-19, o CEO ainda defende o quão importante é o contato presencial dos funcionários de uma empresa.

“As pessoas sempre trabalham melhor depois que elas se conhecem. As companhias precisam investir em criar situações nas quais as pessoas possam, um dia, sair para tomar uma cerveja, jantar, fazer uma aventura e se conhecer. Nos encontramos pelo menos uma vez por ano.”  E ela continua crescendo. Hoje, com quase quinze milhões de usuários registrados, quase um milhão de servidores instalados no mundo, as perspectivas só aumentam para o futuro.

Gabriel aconselha novos empreendedores a pensar em modelos de negócios diferentes e não terem medo de arriscar. “Na medida do possível já comece pensando em nível global. Muitas vezes, pelo Brasil ser um país tão grande, as pessoas ficam acomodadas e pensam somente no mercado nacional. Mas a única forma de crescer é já iniciar o planejamento com a concepção de atuar internacionalmente”, finaliza.

 

Confira os principais resultados do primeiro evento InovAtiva Day: InovAtiva Day em números

Startup ajuda supermercados a reduzirem o prejuízo com alimentos vencidos em até 94%

A startup Total Strategy desenvolveu um aplicativo capaz de identificar itens que estão se aproximando da data de validade e oferecer aos supermercados alternativas para evitar que os produtos sejam descartados.

O app conta com três ferramentas. A primeira, chamada Big, disponibiliza dados sobre o supermercado e, a partir do acompanhamento desses dados, fornece informações sobre como dar um fim adequado aos produtos. A ferramenta Box faz a gestão da informação e avisa o supermercadista sobre os itens que precisam ser repostos, auxiliando em serviços gerais. A terceira ferramenta é a Eco, loja online em que as mercadorias próximas do vencimento são colocadas em promoção ou doadas para ONGs.

“Em média, os supermercados jogam fora R$3 mil em produtos vencidos por mês. Conseguimos ajudá-los na economia de 80% a 94% deste valor.”, comenta Cynara Bahia, CEO da Total Strategy.

A startup foi criada em 2016. Na época, Cynara e seus dois sócios, Ricardo Crispim e Waltenes Sardinha, criaram um aplicativo que permitia que promotores de venda e repositores cadastrassem o código de barras, a data de validade e a foto dos produtos que existiam em suas lojas. “Quando disponibilizamos essa ferramenta, em instantes já tínhamos 3 mil downloads e promotores de venda contando as suas experiências”, conta a empreendedora.

Em 2019, a startup mudou seu foco e passou a oferecer a tecnologia diretamente para os supermercados, uma vez que são eles os prejudicados com o vencimento dos produtos. Em busca de qualificação técnica para atingir esse público, os empreendedores decidiram inscrever a startup em programas de aceleração.

No segundo semestre de 2020, participou simultaneamente dos programas InovAtiva de Impacto e InovAtiva Brasil e foi destaque na categoria Tecnologia da Informação e Comunicação.

De acordo com Cynara, a participação no InovAtiva a ajudou no processo de organização e gestão da equipe. “Todo o conhecimento adquirido foi aplicado em seguida. Parece até inexplicável a nossa evolução de 1º de janeiro de 2020 para 31 de dezembro de 2020. Nós participamos de todas as atividades do InovAtiva, mesmo as não obrigatórias, porque acreditamos que sempre temos algo para aprender”, destaca a CEO.

Em 2020, a Total Strategy participou também do Programa Centelha, do programa de aceleração da Cotidiano e do Conecta Startup Brasil.

Para 2021, um dos objetivos da startup é se preparar para participar de programas internacionalização (conheça o StartOut Brasil, programa de apoio à internacionalização de startups brasileiras).

Programa InovAtiva de Impacto viabiliza parceria entre startups durante ciclo de aceleração

Incentivar a conexão e o networking é um dos principais valores dos programas de aceleração do InovAtiva. Em 2020, as startups Sharity e PWTech aproveitaram a oportunidade de integração e firmaram uma parceria enquanto participavam do InovAtiva de Impacto Socioambiental.

Quem deu o primeiro passo em busca de novos contatos foi Gustavo Henriques, CEO da Sharity, plataforma de crowdfunding com foco em impacto social. Segundo Henriques, a inscrição no programa InovAtiva de Impacto foi feita com o objetivo de aumentar a visibilidade da solução e estabelecer conexões com mentores e com outras startups.

“Quando foram divulgadas as 40 empresas selecionadas, verifiquei o que cada uma delas fazia. Percebi que muitas delas tinham sinergia com o que a gente queria oferecer ou que poderiam utilizar o nosso produto. A partir disso, fui chamando as pessoas para conversar”, relembra.

Uma das startups contactadas foi a PWTech, desenvolvedora de um equipamento que realiza a purificação de água. Ela estava em busca de uma plataforma que a ajudasse a lançar uma campanha de arrecadação de fundos para a instalação de seis desses dispositivos na Ilha do Bororé, um bairro localizado na Zona Sul do município de São Paulo. A iniciativa, desenvolvida em conjunto com a Associação de Moradores da Ilha do Bororé e a Sapiência Ambiental, tinha o objetivo de garantir o abastecimento de água potável para cerca de 300 pessoas.

Para Maria Helena Azevedo, diretora comercial na PWTech, a parceria foi importante para o processo de formatação e lançamento da campanha. Nesse período, a Sharity compartilhou dicas sobre quais estratégias de comunicação devem ser adotadas em plataformas de crowdfunding “Com a ajuda, conseguimos arrecadar parte dos recursos para o projeto, que busca reduzir significativamente a ocorrência de doenças relacionadas à falta de saneamento e contribuir para o bem-estar dos moradores da região”, comenta a empreendedora.

Conheça os programas de aceleração InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto e saiba como eles ajudam startups a desenvolverem suas soluções.

Sobre a Sharity

Criada em junho de 2019, a Sharity é uma plataforma de crowdfunding com foco em impacto social, que usa gamificação para incentivar as pessoas a interagirem com causas sociais. Com a pandemia da COVID-19, teve um crescimento de mais de 500% entre março e abril devido a projetos criados dentro da plataforma com o objetivo de doar comida para moradores de rua ou fornecer máscaras aos mais necessitados. Hoje, com pouco mais de um ano de operação, está próxima de atingir R$3 milhões em causas viabilizadas.

Sobre a PWTech

A PWtech é desenvolvedora do sistema PW5660, capaz de transformar água contaminada em água potável. O equipamento é capaz de purificar até 5 mil litros de água por dia e, até o momento, já impactou 1300 pessoas.

Aplicativo gratuito que auxilia monitoramento da Covid-19 já atende mais de 800 cidades

Atenta à pandemia do novo coronavírus em 2020, a Lemobs, startup de base tecnológica, que entrega soluções de softwares para municípios e grandes empresas, desenvolveu o aplicativo Minha Saúde. O programa é um assistente de cuidados que auxilia no monitoramento de sintomas da COVID-19 e que também pode ser utilizado no acompanhamento de outras doenças.

“O aplicativo foi criado no início da pandemia com o intuito de atender justamente a esta urgência dos governos municipais em relação à COVID-19”, conta Sérgio Rodrigues, CEO da Lemobs.

Ofertada de maneira gratuita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a solução permite o acesso a diversos serviços, como:

  • Avaliação de sintomas;
  • Registro de dados de saúde e de emergência;
  • Armazenamento de documentos (cartão SUS, carteira de vacinação);
  • Agendamentos para testes, vacinas e exames;
  • Registros de resultados de testes;
  • Laudos e imagens de exames.

A ferramenta, que está há cerca de oito meses no mercado, já atende mais de 800 cidades brasileiras. Segundo Rodrigues, o aplicativo também conta com uma área na qual gestores de saúde de municípios e de empresas têm acesso aos dados imputados e a painéis com análises integradas para apoio à tomada de decisão. “Além disso, o Minha Saúde pode ainda ser configurado para acompanhamento de grupos específicos, como idosos, gestantes, diabéticos, hipertensos e doentes crônicos”, explica ele.

Ao longo de 2020, graças ao aplicativo, a Lemobs foi selecionada em três Editais diferentes: o Chamamento Público “Enfrentamento à Covid-19”, promovido pela CNM; o Edital para o município de Juazeiro do Norte-CE; e o Edital FINEP “Soluções Tecnológicas para COVID-19”. Mais recentemente, a solução conquistou um lugar no Edital da Petrobras para acompanhamento remoto da saúde física e mental dos funcionários da empresa

“A fase inicial do projeto irá disponibilizar o app Minha Saúde aos funcionários da Petrobras. Depois disso, vamos aprimorar a ferramenta com a inclusão de novos protocolos clínicos por especialidade no intuito de solucionar dores específicas da companhia, como fornecimento de informações sobre cuidados com a saúde física e mental, gestão de riscos e de afastamentos por doenças.  Além disso, existe a possibilidade de integração com outras bases de dados para avaliação da possibilidade de desenvolvimento de doenças de acordo com a presença ou não de certos fatores de risco – como hipertensão ou colesterol alto”, comenta o executivo.

A Petrobras selecionou sete startups para participarem do Edital e irá disponibilizar até R$ 60 mil para que cada uma delas possa adaptar suas soluções às necessidades da empresa. Durante o período do contrato, previsto para durar até 12 meses, serão testados o desempenho e o potencial de contribuição das ferramentas. Ao final, as proponentes terão um ganho de escala e a oportunidade de validar suas soluções e obter um histórico de aplicação (track record) no setor de petróleo, gás e energia.

“Em função de novas demandas de saúde dos gestores públicos e dos cronogramas de atividade dos projetos FINEP e Petrobras, novas evoluções já estão previstas para os próximos meses, incluindo a integração completa com o SUS, novos protocolos de especialidades e ampliação de engajamento por meio de gamificação e inteligência artificial”, finaliza Sérgio Rodrigues.

Sobre a Lemobs

Startup acelerada pelo InovAtiva Brasil, a Lemobs é uma empresa de base tecnológica que entrega soluções de softwares e aplicativos para municípios e grandes empresas. Conta com produtos voltados para fiscalização de zeladoria urbana, gestão de obras, gestão ambiental, coleta, georreferenciamento de equipes e de frotas, habitação, segurança, alimentação escolar, saúde, entre outros.

Foi fundada em 2015, a startup atua com empresas que prestam serviços para o setor público. Atualmente, conta com mais de 10 produtos (como Lixo Zero, Minha Saúde, Combate Aedes e SIGELU Nutrição) e está presente em mais de dez mil cidades. Somente em 2020, a Lemobs faturou mais de R$ 10 milhões.

Saiba mais sobre a startup: https://lemobs.com.br/

68 Startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil foram selecionadas para o Raking 100 Open Startups 2020

Em sua quarta edição, o Ranking 100 Open Startups premiou 68 empresas aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil. O levantamento mede a atratividade das startups por meio das suas relações com grandes corporações e as classifica de duas formas:

  • TOP 100 Open Startups: elenca as soluções que mais despertaram a atenção de grandes organizações nos últimos 12 meses. Nesta lista, 29 empresas aceleradas foram premiadas pela quantidade de contratos assinados com essas instituições;
  • TOP 10 Categorias: considerando 25 segmentos, o ranking lista as dez soluções que se sobressaíram em suas áreas de atuação. Ao todo, 67 aceleradas foram destacadas em ao menos um deles. Além disso, seis startups ficaram em primeiro lugar nas categorias às quais haviam sido indicadas: VgResíduos (IndTechs), Standout (RetailTechs), Comprovei (LogTechs), Regenera Moléculas do Mar (BioTechs), CUBi Energia (EnergyTechs) e Simplifca Fretes (Marketplace).

Para Mário Frota Jr., sócio-fundador e diretor-presidente da Regenera Moléculas do Mar, criadora do primeiro e único banco de micro-organismos de origem marinha do país, o InovAtiva Brasil foi muito importante nesta vitória, visto que foi devido ao aprendizado adquirido durante o ciclo de aceleração que a companhia amadureceu.

Dessa forma, segundo o empreendedor, os resultados alcançados em 2020 superaram as expectativas da startup. “Na prática, conseguimos manter os contratos com grandes empresas que já estavam em vigência antes da pandemia. Também aumentamos o portfólio de projetos e parceiros, consolidando cada vez mais o nosso modelo de negócio e proposta de valor. O sentimento é de extrema gratidão por todos aqueles que seguiram acreditando nas nossas soluções”, comenta Frota.

A CUBi, startup que oferece uma solução completa de gestão e otimização do consumo de eletricidade, também foi uma das premiadas. De acordo com Rafael Turella, cofundador e diretor comercial da empresa, mudar o foco foi importante para superar desafios ao longo do ano.

“No ano passado, miramos nossos esforços para o desenvolvimento do produto e na organização da CUBi, mas em 2020 optamos pelo crescimento comercial. Isso nos ajudou a firmar contratos com grandes clientes. Foram esses relacionamentos que nos ajudaram a alcançar o 1º lugar no ranking de EnergyTechs pela primeira vez”, conta o empreendedor.

Essa vitória, sem dúvida, só foi possível devido a todos os aprendizados, experiências e trocas que tivemos durante os variados programas de aceleração que participamos, como o InovAtiva Brasil, que se destacou por nos colocar em contato com outras realidades do país e com empreendedores que não são da comunidade de São Paulo, onde está localizada a nossa sede”, completa Turella.

Quer conhecer um pouco mais sobre a Regenera Moléculas do Mar e a CUBi? Confira a seguir:

Sobre a Regenera Moléculas do Mar

Localizada na Incubadora Empresarial do Centro de Biotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Regenera Moléculas do Mar foi fundada em 2010 para disponibilizar soluções sustentáveis em biotecnologia a partir do ambiente marinho. Em 2014, conquistou um investimento anjo e obteve a primeira licença especial para bioprospecção na Amazônia Azul. No ano seguinte, foi acelerada pelo InovAtiva Brasil.

Sobre a CUBi

A CUBi é uma startup que utiliza IoT e Big Data para auxiliar os setores comercial e industrial no entendimento e gestão de seu consumo de energia elétrica. A empresa, acelerada pelo programa InovAtiva Brasil no ciclo 2017.2, está inserida também nos ecossistemas de empreendedorismo dos Estados Unidos e Portugal.

Enteda o que é IPO e como ele é feito

O termo IPO (sigla de Initial Public Offering) é utilizado para designar o momento da abertura de ações de uma empresa na Bolsa de Valores. Dessa forma, os sócios disponibilizam parte da organização para ser comprada por qualquer pessoa interessada.

Nos últimos meses (agosto 2020 – novembro 2020), startups como Méliuz, Airbnb, Bemobi, Kaspi, Enjoei, Wine, Housi e Mosaico (detentora das marcas Zoom, Buscapé e Bondfaro) colocaram parte do negócio à venda para o público geral. Esta é uma etapa muito significativa para qualquer empresa e tem ainda mais valor para startups, pois simboliza um crescimento acentuado de operações.

Para atingir este patamar, é preciso um bom planejamento, ampla análise do mercado em que se está inserido e mensuração das expectativas para o futuro da instituição. Também é importante destinar uma equipe formada por advogado, contador e especialistas em valor mobiliário e investimento para ficar responsável apenas por esse processo, que pode durar meses.

Em seguida, a startup deve criar um prospecto de oferta pública, ou seja, um documento explicativo sobre as perspectivas e planos da startup; a situação do mercado; os riscos do negócio; o quadro administrativo da empresa; onde os recursos obtidos serão aplicados e como os investidores serão remunerados. Depois de aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), este será o material consultado por interessados em adquirir ações da marca.

Vantagens do IPO para startups

Na Bolsa de Valores brasileira, pequenas e médias empresas tradicionais, com receita anual abaixo de R$ 500 milhões e valor de mercado de até R$ 700 milhões, têm isenção de taxas de análise, de oferta e de distribuição de ativos (desde que no segmento de acesso).

Além disso, segundo a Folha de S. Paulo, em 2020, a taxa básica de juros do país atingiu sua mínima histórica, de 2% ao ano. Isso fez com que quatro startups com potencial para movimentar mais R$3,5 bilhões entrassem na fila para abrir o capital. Outras 41 empresas estão em processo de análise pela CMV.

Agora queremos saber: qual será a primeira acelerada InovAtiva a fazer IPO?

5º Mega Hack 2020 terá desafio proposto pelo InovAtiva Brasil

Durante o mês de novembro, a Shawee, startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2020.1, vai realizar a quinta edição do ano do Mega Hack, maior hackathon online do Brasil. O InovAtiva foi convidado a participar do evento e propôs o desafio “Como auxiliar o programa a chegar em mais pessoas, de diferentes regiões do país”.

Os inscritos no Mega Hack serão distribuídos em equipes de cinco integrantes, que deverão escolher um dos oito desafios pré-determinados por organizações da área de tecnologia e propor uma solução para este. Além do InovAtiva, também propõem desafios CPFL Energia, Linker, Mercado Pago, Órama, Renner, Uber e Velt Partners.

Os projetos serão avaliados por um grupo de mentores convidados pela comissão organizadora para selecionar até 20 finalistas de cada desafio. Depois disso, as sugestões serão analisadas por representantes da empresa desafiante, que elegerão os 10 melhores projetos apresentados.

As propostas que ficarem em primeiro lugar em um dos 8 desafios serão julgadas por especialistas do mercado e uma delas será eleita a grande vencedora. O prêmio para esse primeiro lugar é de R$ 15 mil e os sete demais projetos receberão R$ 1,4 mil. O anúncio final será feito no dia 27 de novembro, nos canais oficiais de comunicação do Mega Hack.

Desafio InovAtiva

Visando expandir ainda mais sua rede de atuação, o desafio proposto pelo InovAtiva Brasil foi o de interiorizar o acesso à inovação e conhecimento no país. Dessa forma, o projeto desenvolvido deverá responder a cinco perguntas:

  • Como aumentar o relacionamento e engajamento online de comunidades locais em diferentes estágios de maturidade?
  • Como otimizar a gestão e estratégia para plataformas colaborativas de conteúdo?
  • Como fomentar de forma prática ecossistemas incipientes sem cultura de empreendedorismo disseminada?
  • Como fomentar mentores/as e investidores/as fora dos grandes centros?
  • Como regionalizar conteúdos e ações nacionais?

Para saber mais sobre o evento, acesse: https://www.megahack.com.br/

Sobre a Shawee

Eleita como Startup do Ano pelo Startup Awards 2020, a Shawee desenvolve uma plataforma online de gerenciamentos de todas as etapas de hackathons, com o objetivo de profissionalizar a gestão desse tipo de maratona.

“Em 2015 e 2016 tinham muitos hackatons sendo feitos de forma errada. A Shawee educou e regularizou esse mercado trazendo a cultura de outros países para o Brasil. Em 2017, direcionamos nossos esforços para criar uma marca que fosse amada pelas comunidades e gerasse um grande impacto. Aí a gente associou isso a plataforma”, comenta Rodrigo Terron, CEO da startup.

Hoje, com mais de 400 projetos realizados em 12 países, a empresa fecha o ano com faturamento acima de R$ 3 milhões. Além disso, a Shawee também entrega a plataforma, de forma 100% gratuita, para universidades, comunidades e ONGs.

“Isso é uma coisa bem legal que está ampliando bastante a nossa base. Atualmente temos, aproximadamente, 80 mil participantes de hackaton no nosso banco de dados e estamos em processo de fusão com uma empresa que trabalha na formação e educação de desenvolvedores”, finaliza Terron.

Entenda o que é Governança Corporativa e como aplicá-la na sua startup

De acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), a aplicação da Governança Corporativa nas startups impulsiona o pleno aproveitamento do capital intelectual da empresa, promovendo uma expansão mais competitiva e auxiliando na captação de recursos. No entanto, para colocar este conceito em prática, o Instituto estabelece quatro pilares de gestão: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade sócio-corporativa.

Para Ana Paula Candeloro, advogada, executiva c-level, conselheira certificada e mentora de startups, isso não basta para o sucesso de uma empresa. “É preciso transcender, abraçar as tendências e ficar atento a pensamentos inovadores. O código do IBGC introduz o olhar sobre o propósito na fase de validação, mas eu acho que é preciso pensar em Governança Corporativa a partir da ideação”, comenta.

Segundo a especialista, não existe uma fórmula definida para o estabelecimento desta prática na organização e sim direcionamentos que variam de acordo com o apetite de risco (saber onde quer e pode chegar), sua base de clientes, o momento de atuação da instituição, localização geográfica, contrapartes envolvidas e outros fatores que são próprios de cada startup.

“Existe o mito de que custa caro, é complicado, burocrático, que vai engessar o business e que precisa de uma equipe enorme de pessoas. Eu acho que falta disseminar um pouco a cultura de entendimento de que é possível ser aplicado um programa customizado que vai encarecendo conforme a fase da empresa e o orçamento disponível para isso”, explica a advogada.

Benefícios da Governança Corporativa nas Startups

Com a aplicação deste conceito na organização, a captação de recursos por fontes externas é mais acessível, visto que os bancos e instituições financeiras têm uma percepção mais favorável sobre a empresa, já que esta tem uma gestão organizada e, portanto, transmite mais credibilidade.

“Existe muito dinheiro de investidores estrangeiros querendo aportar no Brasil, mas eles não encontram startups preparadas para receber o investimento. As instituições que não estabelecerem a Governança Corporativa em seu escopo vão ficar fora das rodadas de capital”, afirma Ana Paula.

Além disso, a mentora diz que os padrões da América do Norte e da Europa são mais elevados e rigorosos do que no Brasil. Os investidores observam não só a diligência do negócio, como também os impactos que a instituição gera na sociedade de acordo com a lista dos 14 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Governança Corporativa nas diferentes fases das startups

Resumidamente, a empresa tem que ter um plano, saber para onde vai. Quando chegar o momento certo, o empreendedor estará no controle do seu negócio e poderá decidir com quem quer se relacionar, se quer abrir o capital e quando vai abrir, quais serão os seus fornecedores etc.

Contudo, a Governança Corporativa, segundo a Conselheira, é um instrumento de competitividade e de internacionalização que se baseia no propósito da empresa. Como este se altera com o desenvolvimento da organização, em cada fase da startup são esperadas diferentes aplicações do conceito:

  • Ideação: Tendo em vista que a empresa muitas vezes ainda não existe formalmente, é importante ter controle de caixa para pensar na capacidade financeira da startup, mapeamento da necessidade de registro de marca ou patente e entender as leis do setor em que está se inserindo;
  • Validação: É uma fase operacional, então o mercado já está sendo testado e a instituição está ativa e apta para receber aportes, mentores e consultores. Neste momento, a organização deve elaborar seu estatuto, efetivar o registro de marca ou patente, definir as rotinas contábeis e as regras de vesting, bem como criar um organograma e diretrizes para o que possa vir a ocorrer;
  • Tração: Quando a startup atinge este patamar, está procurando captar mais clientes e aumentar o seu faturamento. Por isso é necessário fazer segregação de funções, estruturar um conselho construtivo, definir um planejamento estratégico com metas e indicadores e as três linhas de defesa – de negócios e controle -, além de desenvolver um controle normativo;
  • Escala: Por fim, quando o crescimento estiver acelerado, a startup pode pensar em explorar as oportunidades e expandir geograficamente. Para tanto precisará estabelecer um plano de sucessão, incluir um conselheiro externo, implantar comitês de assessoramento, desenhar templates padrões para procedimentos e políticas, elaborar um programa de compliance e definir critérios para mensurar os impactos da atividade.

Se você quer saber mais sobre Governança Corporativa nas startups, acesse: Don’t Panic! Governança para startups

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