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Cultura das startups: entenda o que há por trás

Cada empresa tem a sua própria cultura organizacional. Ela gera um senso de identidade entre os empregados, garante que todos sigam a mesma direção, moldam os valores, missão e visão da organização e permite que a companhia se adapte rapidamente as mudanças que ocorrem no ecossistema em que está inserida.

Nas startups isso não é diferente. Porém, ao contrário das grandes corporações, em que os processos são altamente burocráticos, elas já nasceram inseridas no mundo digital. Por isso, essas empresas tecnológicas têm uma cultura organizacional mais branda, com regras maleáveis e metodologias baseadas nos conceitos de inovação, produtividade, agilidade e economia.

Mesmo diante de um cenário de incertezas, elas conseguem manter seus funcionários motivados e engajados, pois lhes dão autonomia para executar projetos e demonstram que confiam em seu trabalho. Essa segurança, somada a possibilidade de experimentar sem medo de errar, faz com que as ideias fluam e que as soluções sejam criadas mais rapidamente.

Nas startups, as equipes são enxutas e formadas por pessoas de diferentes realidades. Porém, apesar de terem variadas vivências, formações e gêneros, todas elas têm uma característica em comum: o conhecimento em diversos assuntos, podendo exercer várias funções, mas com especialização em uma área, sendo reconhecido como “expert” em determinado tema.

Além disso, o clima organizacional fora do convencional também é um fator que chama a atenção nessas empresas emergentes. Na Solides, acelerada InovAtiva, por exemplo, existe um espaço para fazer churrasco, os funcionários não têm barreiras que os separam um dos outros, uma banda toca na hora do almoço e, na época do carnaval, um bloco formado pelos colaboradores desfila por Belo Horizonte (MG), onde a startup está localizada.

Outras iniciativas que podem ser encontradas nessas empresas tecnológicas são salas de descontração, com pufes, vídeo game, cadeira de massagem, mesas de ping pong e de pebolim e até mesmo espaço de beleza. Lá, os funcionários podem relaxar na hora do almoço para voltar renovado ao trabalho.

Para incentivar o networking, muitas delas estão alocadas em coworkings, ambientes inspiradores que contam conta a infraestrutura necessária para que empresas se juntem e desenvolvam seus negócios, fazendo com que este cresça de forma rápida e colaborativa. Nesses recintos, os integrantes de uma equipe trocam experiências com empreendedores desenvolvedores de soluções semelhantes à sua, criando assim uma forte rede de contatos.

Hoje, grandes corporações estão adotando o estilo startup de ser para atrair e motivar seus funcionários, além de garantir que seu negócio não se torne obsoleto com o passar do tempo. Essa é uma tendência de mercado influência que promete se solidificar daqui para frente.

Para saber mais sobre startups e seu ecossistema inovador, acompanhe as matérias que publicamos semanalmente no blog de InovAtiva!

O que considerar na hora de escolher uma aceleradora de startups?

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), atualmente o país abriga cerca de 12.850 startups em seu território. Por esse motivo, as aceleradoras de startups têm se tornado essenciais para os empreendedores que almejam intensificar o ritmo de crescimento do seu negócio, visto que neles estão inclusos cursos de aprimoramento, mentorias, networking e contato com investidores.

Contudo, entrar em um programa de aceleração não é fácil! De acordo com a Anprotec, Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, hoje existem 62 aceleradoras de startups em toda a extensão brasileira. Sabendo que elas aceleram cerca de 80 startups em cada um dos dois ciclos que realizam por ano e que um empreendedor participa, em média, de três programas por ano, temos quatro empresas competindo por uma vaga.

Por esse motivo, é preciso conhecer os programas de aceleração existentes, ver os que melhor podem atender a sua startup, ter claro o que deseja conquistar com este processo, e então se inscrever para os que podem proporcionar mais benefícios para o seu negócio.

Abaixo listamos alguns fatores que você deve levar em conta na hora de escolher uma aceleradora de startups:

  • Público alvo

Algumas aceleradoras são direcionadas a um segmento específico, como educação, saúde ou sustentabilidade. Fique atento para ver se o programa desejado abrange o seu ramo de atuação;

  • Localidade

Como o Brasil é um dos maiores países do mundo e suas aceleradoras estão espalhadas por toda a sua extensão, muitas delas são voltadas a empresas situadas na região em que esta está alocada. Consulte o site e redes sociais do programa para saber se esse é o caso do projeto que você deseja fazer parte;

  • Requisitos para inscrição

Faturamento, fase em que se encontra, número de funcionários, captação de recursos e validação dos produtos ou serviços são alguns dos pontos que podem ser levados em conta na hora de selecionar uma startup para a aceleração. Esses requisitos estarão explícitos no regulamento do programa. Por isso, leia atentamente e com calma essas instruções;

  • Investimento
    Existem programas de aceleração que conectam o empreendedor com potenciais investidores, parceiros e clientes, como é o caso do InovAtiva Brasil. Outros, investem determinada quantia em troca de uma porcentagem da empresa. Analise se a sua startup já está pronta para receber um investimento e se o seu foco, no momento, é receber um aporte ou fazer networking com uma rede de importantes agentes do ecossistema antes de realizar a sua inscrição;
  • Mentores

Quem são as pessoas convidadas a ajudar a alavancar o seu negócio? Executivos de grandes empresas? Empreendedores que aprenderam com os erros? Investidores? Cada programa tem uma rede própria de mentores. Saiba por quem ela é formada e se esses profissionais serão de grande valia para o seu negócio;

  • Benefícios para a startup

Outro quesito fundamental na escolha da aceleradora é o benefício que ela proporciona a sua empresa. Ela vai te fornecer um espaço físico para trabalhar? Gerar conexões? Abrir portas? Ajudar a aumentar a credibilidade e visibilidade do negócio? O que ela promete é o que você precisa no momento? Se sim, vá com tudo! Preencha o seu cadastro da melhor forma possível e boa sorte!

 

InovAtiva Brasil

Caso ainda esteja em dúvida sobre qual programa escolher, conheça um pouco do maior programa de aceleração de startups da América Latina. Destinado a startups em fase de operação e/ou tração que desenvolvam soluções inovadoras e tecnológicas, o InovAtiva Brasil é gratuito e aberto a negócios inovadores de qualquer setor e região do país.

O objetivo do programa é preparar as startups para se conectarem com investidores, grandes empresas e outros atores do ecossistema de empreendedorismo. As empresas interessadas podem se inscrever no site do InovAtiva até o dia 22 de julho.

Serão selecionadas até 130 startups para participar do ciclo de aceleração, no qual recebem mentorias individuais e coletivas com executivos de grandes empresas e investidores, além de conteúdos preparados para ajudar no desenvolvimento do negócio. Elas também terão a oportunidade de se conectar com outros empreendedores e grandes players do ecossistema.

Startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil apresentam seus pitchs no Congresso de Inovação CNI

O 8º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, que ocorreu na São Paulo Expo dias 10 e 11 de junho, contou com startups aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil apresentando seus pitchs para mais de mil pessoas, entre representantes do setor produtivo, do governo, da academia e de parceiros estratégicos do ecossistema de inovação brasileiro e internacional.

O evento, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), e correalizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), visa gerar networking e servir de inspiração para melhores práticas e tendências. 

Além disso, o Congresso teve como objetivo promover a cultura da inovação empresarial, discutir as oportunidades para o Brasil diante das tecnologias da indústria do futuro, disseminar experiências inovadoras, debater propostas de aprimoramento das políticas públicas de inovação e fortalecer o ecossistema de inovação no Brasil.

Confira abaixo a lista das startups aceleradas que participaram do evento:

  • PackID – startup que desenvolve soluções para monitoramento inteligente da temperatura de alimentos
  • Biosolvit – empresa de soluções em biotecnologia especializada em remediação ambiental
  • CUBi Energia – empresa que coleta e processa dados sobre consumo de energia elétrica
  • Acrux Aerospace Technologies – startup idealizada para resolver problemas no setor aeroespacial
  • Mogai – companhia que desenvolve tecnologia inovadora nas áreas de visão computacional e software para logística na indústria e agronegócio
  • Aya Tech – empresa que cria produtos com nanotecnologia voltado para a saúde dos usuários 

 

Para saber mais, acesse: http://www.congressodeinovacao.com.br/

Quem são os mentores do InovAtiva Brasil?

O mentor é um dos agentes mais importantes para o desenvolvimento de uma startup. Ele é capaz de avaliar o estágio atual de um negócio, fornecer dicas e conselhos para o mentorado dar um passo adiante. Esse profissional conta com uma ampla bagagem de conhecimento e experiência, e está disposto a compartilhá-los com pessoas que estão iniciando sua jornada como empreendedor.

No InovAtiva Brasil, essa função é exercida voluntariamente por executivos que desempenham cargos de liderança em grandes organizações, heads de aceleradoras e incubadoras, investidores e até mesmo empreendedores experientes de negócios ligados a tecnologia.

Para integrar o programa, eles passam por um rigoroso processo de seleção, que envolve a análise do seu histórico profissional e uma entrevista com a equipe InovAtiva para alinhamento das expectativas e esclarecimento de possíveis questionamentos que possam surgir.

Após aprovação, cabe ao mentor disponibilizar de quatro a seis horas mensais para realizar mentorias quinzenais por um período de quatro meses. Durante essa fase, ele desafiará o empreendedor destinado a ele por meio de um algoritmo que combina as habilidades do mentor com as dificuldades da startup.

Assim, ele fará com que o mentorado reflita e descubra alternativas para aprimorar seu negócio. É importante ressaltar que o mentor irá tirar os empreendedores de sua zona de conforto, propondo desafios reais ou hipotéticos, fazendo comparações com outros negócios e provocando-os a criar caminhos e ideias alternativas.

Essa relação também envolve o compartilhamento de experiências que podem servir de exemplo para que o empreendedor não cometa os mesmos erros que o especialista que o está lhe orientando precisou enfrentar durante sua jornada profissional.

Contudo, cabe ao mentorado extrair o máximo do que o seu mentor pode passar. É comum que, durante o processo de mentoria, surjam oportunidades de investimento, parcerias comerciais ou a conquista de um cliente ou fornecedor. Por isso, recomendamos que o empreendedor esteja aberto a críticas e sugestões.

Ao final do ciclo, o mentor será avaliado com base em seu engajamento, participação nas atividades, feedbacks passados, entre outros quesitos importantes para definir sua continuidade ou não no programa.

 

Com plataforma online, Inovativa Brasil oferece capacitação gratuita e conexão com ecossistema empreendedor

Entre 2013 e 2018, mais de 2000 empresas tecnológicas inovadoras, de todas as regiões do país, participaram do InovAtiva Brasil, o maior programa de aceleração de startups da América Latina. Dentre elas, 840 chegaram à fase de apresentar suas soluções para bancas presenciais com investidores.

Isso se deve ao fato de a maior parte do programa ser realizada de forma online gratuitamente, visto que as facilidades virtuais garantem o máximo aproveitamento aos empreendedores. Além disso, por meio da internet, o InovAtiva consegue se conectar com startups de todo o Brasil, mesmo aquelas que estão fora dos grandes centros urbanos.

Já no processo seletivo, as startups pré-aprovadas passam por uma entrevista individual e online com um dos gestores de relacionamento do programa. Quando selecionadas, são oferecidos a elas cursos de capacitação, oficinas, webinars de conteúdo e mentorias individuais e coletivas realizadas por meio de uma plataforma alocada no site do programa.

Essa ferramenta exclusiva permite que o mentor e o mentorado mantenham o histórico de suas sessões e atividades em um único lugar. Com ela, o empreendedor e seu instrutor podem compartilhar reflexões, metas, dúvidas e sugestões de forma rápida e segura.

Sabendo que o desenvolvimento da startup depende do contato com outros agentes do ecossistema, o InovAtiva Brasil possui uma metodologia que permite a construção conjunta das tarefas entre os participantes. O programa também disponibiliza um fórum de discussões para que a comunidade empreendedora compartilhe informações e dicas relevantes, e ajude a solucionar dúvidas de outros usuários.

Desta maneira, o InovAtiva estimula a troca de conhecimentos, facilita o aprendizado e faz com que o usuário absorva o conhecimento de forma orgânica. Essa diversificação é um dos maiores trunfos do programa, pois abre portas para futuras histórias de sucesso do empreendedorismo inovador.

Como utilizar Growth Hacking na conquista de clientes

Um dos maiores desafios de uma startup é a conquista de clientes. Seja na busca por construir uma base sólida de usuários em volume ou no trabalho de conquistar uma grande conta corporativa, usar de instrumentos e ferramentas de marketing é fundamental para se conquistar novos espaços. Uma das mais conhecidas da atualidade é o Growth Hacking.

O grande foco em números e em hacks dentro de canais digitais que gerem ganhos de curto prazo para negócios fazem das técnicas de growth armas importantes para a validação, o crescimento e a escala de startups. É importante, porém, tomarmos alguns cuidados na hora de construir e implementar estratégias de growth para o seu projeto. Aqui vão algumas dicas:

 

1. Antes de começar, entenda em que estágio sua startup está.

Parece óbvio, mas, quando começamos a entender o poder que o growth hacking tem, começamos a pensar nas infinitas possibilidades de geração de resultados e nos potenciais números que podem ser gerados a partir de alguns hacks – alguns de fácil execução. Porém, se seu negócio está em uma fase embrionária, em um primeiro MVP, por exemplo, não é interessante impactar muitas pessoas e trazer um volume expressivo de usuários para dentro da sua base, visto que isso pode gerar problemas técnicos, frustrar pessoas que não têm perfis de early adoption e minar o seu produto no médio ou longo prazos.

Reconhecer em que estágio você está é crucial para que você desenhe a melhor estratégia para o seu contexto. Lembre-se sempre que não existe fórmula mágica ou processo padrão. Quanto menos pensarmos dessa forma, mas eficientes tendemos a ser na hora de desenhar nossas estratégias de growth.

2. Conheça a sua audiência.

Quem é seu target? Como ele se comporta e em que canais ele está? Saber disso é importante para que você possa canalizar seus esforços em canais e em técnicas que gerem impacto para o seu público alvo de verdade. Não adianta levantar por aí uma série de técnicas de growth em diferentes plataformas, se você não sabe quem é e onde está seu público.

O cultivo da audiência pode ser feito, inclusive, por meio da construção e da gestão de comunidades dentro de redes sociais como os grupos do Facebook e do Linkedin que funcionam numa lógica de fórum, e que podem gerar uma série de benefícios para você e para o seu projeto.

3. Seja seletivo na hora de pensar em canais.

O seu tempo como empreendedor é limitado, e seus recursos também. Você não precisa entender e aplicar 100% das técnicas de growth existentes no mercado. É importante entender o que faz sentido para o seu projeto e que pode levar a sua startup ao próximo estágio. Portanto, concentre esforço e recursos nos lugares certos.

Parte da capacidade de ser seletivo está na rotina de testar, validar e aprender de forma rápida e constante. Muitas vezes, não temos todas as informações necessárias para afirmarmos qual o melhor canal, ou onde nosso público alvo tende ter maior propensão à conversão. Nesses casos, precisamos usar a tecnologia a nosso favor. Rodar testes rápidos, com baixo investimento, pode nos dizer se um canal é estratégico ou não para sua estratégia de growth. Teste muito e teste rápido para entender que canais e formatos de copy funcionam melhor para seu projeto.

4. Uma vez selecionada a plataforma, aprofunde-se nela.

Entender os hacks específicos de uma plataforma como quais as formas utilizadas pelos algoritmos de determinado canal para aumentar ou reduzir o alcance de uma publicação, como criar conteúdos mais engajadores e relevantes dentro de uma determinada rede e como segmentar anúncios de forma efetiva devem ser algo constantemente perseguido por você e pelo seu time.

5. Esteja sempre antenado.

As técnicas de growth são aprimoradas constantemente e de forma muito rápida. É importante termos consciência disso para não nos acomodarmos com os trabalhos que estamos fazendo. Acompanhar resultados, entender mudanças de mercado e fazer constantes ajustes em estratégias e execuções táticas e operacionais é importante para garantir a constância no crescimento dos seus resultados.

Ignorar essas mudanças pode fazer com que, rapidamente, você seja ultrapassado por concorrentes ou deixe de ser considerado como uma solução interessante para seu público alvo.

Com essas técnicas você será capaz de usar os principais canais digitais de forma muito mais efetiva e trazer resultados expressivos para o crescimento da sua startup. Essas são técnicas inteligentes e, muitas vezes, de baixo custo, que podem alavancar a sua startup.

Maio Amarelo: como startup acelerada pelo InovAtiva incentiva a segurança no trânsito

Em 11 de maio de 2011, a ONU decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Com isso, o mês de maio se tornou referência mundial para balanço das ações de conscientização no trânsito. Com a intenção de agregar mais pessoas a causa, como órgãos governamentais, empresas, entidades de classe, associações, federações e a sociedade civil, criou-se o Movimento Maio Amarelo,

A cor foi escolhida por simbolizar atenção, casando perfeitamente com o propósito do movimento internacional. O intuito é chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito e assim conscientizar as pessoas para a redução desses números.

“As mortes por acidentes de trânsito no país estão em queda, mas a meta estabelecida para 2020 está longe de ser alcançada. Cerca de 95% dos acidentes são causados por falha humana ou mecânica (por falta de manutenção). Isso nos indica que a conscientização da sociedade é fundamental”, afirma Ricardo Bernardes – Founder & CEO da Onsurance, startup pioneira no mundo em Seguro On Demand.

A Onsurance 

A startup acelerada e escolhida como destaque no programa InovAtiva Brasil 2018.1 é apoiadora oficial do Movimento Maio Amarelo. Além da discussão sobre a importância de se ter motoristas com direção defensiva, através de seu produto a empresa também colabora com um trânsito melhor e menos agressivo,

De acordo com Bernardes, a ação é de extrema importância para a diminuição de mortes em acidentes automotivos. “Para estimular nossos usuários a conduzirem seus veículos de forma mais segura, oferecemos uma redução nos valores pagos por minuto para aqueles que dirigem de forma consciente”, comenta ele.

Isso é possível graças ao dispositivo Onsurance Onboard, em que a empresa realiza o monitoramento do perfil de condução do motorista em tempo real (drive behavior) por meio de um hardware conectado ao carro do condutor. Com isso, hoje, apenas 3% dos seus clientes acionam a seguradora por acidentes no trânsito. Ou seja, através da leitura do comportamento dos seus clientes a empresa contribui para um trânsito mais seguro.

Para conhecer mais da Onsurance, acesse: https://onsurance.me/

Empreendedores brasileiros ultrapassam a marca de 8 milhões

O estudo da consultoria McKinsey, realizado em parceria com o evento Brazil at Silicon Valley, apontou que o Brasil é um país empreendedor, com 39% de sua população economicamente ativa dona do seu próprio negócio. Nos últimos cinco anos, o número de MEIs no país cresceu mais de 120%.

Em 2018, segundo o Serasa Experian, foram abertas 2,5 milhões de novas empresas, sendo que 81,4% destas são MEIs. Elas faturaram até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e tinham no máximo um funcionário. Hoje, os pequenos negócios (que incluem microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas e produtores rurais) correspondem a mais de 99% das empresas brasileiras.

Apenas nos quatro primeiros meses do ano, o Brasil ganhou mais de 525 mil novos microempreendedores individuais (MEIs), fazendo com que o número de donos do próprio negócio ultrapassasse a marca de 8 milhões, fechando abril com 8.301.074 cadastros, segundo dados do Portal do Empreendedor do Governo Federal.

De acordo com o Serasa Experian, 81,1% dos jovens que empreenderam montou sua empresa do zero; 15,4% herdaram o empreendimento de um familiar; e apenas 3,2% compraram. Contudo, eles representam apenas 22% do total de empreendedores brasileiros. A maior parte é formada por pessoas de 31 a 40 anos (31%).

Segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), a maioria dos empreendedores brasileiros é do sexo masculino (28 milhões), mas o país conta com 24 milhões de mulheres que têm o próprio negócio. Isso faz com que elas representem a sétima maior proporção do mulheres empreendedoras do mundo.

Esses dados mostram que o empreendedorismo no Brasil está em franca expansão. Por isso, se tiver uma ideia inovadora, coloque-a em prática! Suas chances de ser bem sucedido se administrar bem o negócio são enormes.

Conheça o perfil das startups aprovadas para o programa InovAtiva Brasil 2019.1

Foram 731 inscrições e 122 startups pré-aprovadas até chegarmos aos 105 negócios inovadores selecionados para participar do programa InovAtiva Brasil 2019.1. Nesta edição temos empreendedores de todas as regiões do país, representando 77% dos estados brasileiros, situados em 21 dos 27 estados do Brasil.

O ciclo 2019.1 terá 37% das startups vindas da região Sudeste, a mesma quantidade de empresas estabelecidas na região Sul; 18% situadas na região Nordeste; 7% localizadas na região Centro-Oeste; e 1% dos negócios são provenientes da região Norte.

Em comparação com o último ciclo, tivemos uma melhor distribuição regional, equilibrando a presença de cada região. Além disso, neste ciclo tivemos a inserção de cinco novos estados: Alagoas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso e Piauí.

52% dos selecionados têm mais de três anos de atuação, faturamento médio mensal de até R$ 30 mil (58%), vínculo com grandes empresas (59%) e funcionários fulltime (65%). A maioria dessas empresas oferece soluções B2B (67%), atua com modelo de negócio SAAS (51%) e não tem negócios similares no mercado (67%).

Essas startups, já formalizadas como empresas, têm vagas abertas (63%), contam com uma base crescente de clientes (79%), nunca passaram por aceleradoras (64%) e, tem como maior objetivo no InovAtiva Brasil 2019.1 conquistar investimento e se conectar com grandes empresas (63%).

Ensino Médio terá formação mais voltada para o empreendedorismo

O mundo vem mudando, se tornando mais digital e tecnológico. Para acompanhar essas transformações, recentemente o Ministério da Educação (MEC) divulgou uma portaria que determina que, a partir de 2021, os estudantes de escolas públicas e privadas do Brasil terão a oportunidade de escolher quatro eixos estruturantes para aprofundar seus conhecimentos: empreendedorismo, investigação científica, processos criativos e mediação e intervenção sociocultural.

“Como o perfil do jovem está mudando, novas formas de ensino e novas disciplinas são muito bem-vindas para acompanhar todas as transformações e deixar nossos estudantes mais preparados para o futuro”, comenta Leandro Carioni, Diretor Executivo da Fundação Certi.

Orientada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e visando igualar a educação pública com a particular, a intenção é que a reestruturação faça com que o Ensino Médio seja mais útil, adequado e prazeroso para os jovens, independente da carreira que eles pretendam seguir.

De acordo com esta nova norma, em um Ensino Médio formado por cinco horas diárias de aulas, 60% dos três anos de formação serão destinados a um dos eixos propostos na portaria (empreendedorismo, a investigação científica, os processos criativos e a mediação e intervenção sociocultural). Os 40% restantes são destinados a intensificação dos estudos em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico, de acordo com a escolha do aluno.

Com essa mudança, o objetivo é que os estudantes passem a deixar a escola já instruídos sobre como criar o próprio negócio e sabendo mediar conflitos e propor soluções para problemas socioculturais e ambientais identificados em suas comunidades. Eles poderão aprender sobre empreendedorismo, por exemplo, em um curso técnico de informática.

Além disso, até 20% das aulas matutinas e vespertinas e até 30% das aulas noturnas poderão ser realizadas à distância. Os estados vão dialogar com os municípios para verificar os segmentos com maior índice de empregabilidade em cada cidade para ajudar os estudantes a deixarem o colégio já empregados.

Assim, aplicando o que há de mais moderno no contexto de educação, os estudantes sairão da escola sabendo propor soluções para suas comunidades, um futuro mais promissor.

Para mais informações sobre o assunto, consulte o site.

inovativa@inovativabrasil.com.br