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Quem são os mentores do InovAtiva Brasil?

O mentor é um dos agentes mais importantes para o desenvolvimento de uma startup. Ele é capaz de avaliar o estágio atual de um negócio, fornecer dicas e conselhos para o mentorado dar um passo adiante. Esse profissional conta com uma ampla bagagem de conhecimento e experiência, e está disposto a compartilhá-los com pessoas que estão iniciando sua jornada como empreendedor.

No InovAtiva Brasil, essa função é exercida voluntariamente por executivos que desempenham cargos de liderança em grandes organizações, heads de aceleradoras e incubadoras, investidores e até mesmo empreendedores experientes de negócios ligados a tecnologia.

Para integrar o programa, eles passam por um rigoroso processo de seleção, que envolve a análise do seu histórico profissional e uma entrevista com a equipe InovAtiva para alinhamento das expectativas e esclarecimento de possíveis questionamentos que possam surgir.

Após aprovação, cabe ao mentor disponibilizar de quatro a seis horas mensais para realizar mentorias quinzenais por um período de quatro meses. Durante essa fase, ele desafiará o empreendedor destinado a ele por meio de um algoritmo que combina as habilidades do mentor com as dificuldades da startup.

Assim, ele fará com que o mentorado reflita e descubra alternativas para aprimorar seu negócio. É importante ressaltar que o mentor irá tirar os empreendedores de sua zona de conforto, propondo desafios reais ou hipotéticos, fazendo comparações com outros negócios e provocando-os a criar caminhos e ideias alternativas.

Essa relação também envolve o compartilhamento de experiências que podem servir de exemplo para que o empreendedor não cometa os mesmos erros que o especialista que o está lhe orientando precisou enfrentar durante sua jornada profissional.

Contudo, cabe ao mentorado extrair o máximo do que o seu mentor pode passar. É comum que, durante o processo de mentoria, surjam oportunidades de investimento, parcerias comerciais ou a conquista de um cliente ou fornecedor. Por isso, recomendamos que o empreendedor esteja aberto a críticas e sugestões.

Ao final do ciclo, o mentor será avaliado com base em seu engajamento, participação nas atividades, feedbacks passados, entre outros quesitos importantes para definir sua continuidade ou não no programa.

 

O que o InovAtiva tem de diferente dos demais programas de aceleração?

O maior programa de aceleração de startups da América Latina oferece, gratuitamente, mentoria para empreendedores de todo Brasil que atuam com tecnologias inovadoras para qualquer segmento. Além disso, no InovAtiva Brasil, as startups têm a oportunidade de se conectar com investidores, grandes empresas, aceleradoras e participar de programas e eventos de empreendedorismo. Mas não é só isso que torna o programa especial.

Visibilidade

De acordo com Elber Fabrício Laranja e Thiago Critter Chiliatto, fundadores da Antecipa Fácil, que já participaram de outros programas de aceleração, o InovAtiva é o que mais gerou visibilidade para a startup. “No quesito alcance de mercado, sem dúvida, esse programa é diferenciado. Por ele circulam pessoas influentes e com conexões que podem mudar os rumos de uma empresa que está iniciando suas atividades, como a nossa. O fato de ficarmos entre as 12 empresas destaque do programa também contribuiu muito, dado que isso gerou para nós um grande espaço na mídia espontânea”, afirma Laranja.

Esse também foi o aspecto que mais chamou a atenção de Egmar Rocha, CEO da EasyThings. Para ele, o alcance e divulgação alcançados foram elementos que só o InovAtiva lhe proporcionou. Contudo, outra característica do programa também foi de extrema importância para ele: as sessões de mentoria.

Aprendizado

“Me inscrevi no InovAtiva com o objetivo principal de obter mais conhecimento e expor a solução para um maior número de pessoas. Não foi difícil atingi-lo e superá-lo. Nos foram apresentados mentores de altíssima qualidade e com uma ampla experiência. As informações que recebi estão sendo fundamentais para a atualização do modelo de negócio”, comenta Rocha.

“Participamos do InovAtiva em 2017 e foi um programa muito interessante para a abertura de novos contatos, fazer o networking e conhecer possíveis investidores para quando estivéssemos maduros o suficiente com a solução.  Toda a parte de mentoria e know-how que foi prestado para que pudéssemos nos desenvolver como profissionais, gestores da empresa e conseguir tocar o nosso negócio também foi fundamental”, reitera Caroline Dellacorte, cofundadora da PackID, startup acelerada pelo programa.

Experiência

Com intensas atividades online e presenciais, os empreendedores aprendem a elaborar pitchs e apresentam seus projetos aos maiores investidores e mentores do país. Essa empreitada já proporcionou bons resultados para diversas startups que foram aceleradas pelo programa.

Quer fazer parte dessa história?

E também agregar valor à sua startup, se conectar com os principais players do ecossistema e trocar experiência com outros empreendedores? Fique atento ao nosso site e redes sociais.

As inscrições para o próximo ciclo InovAtiva Brasil começam em breve!

O que sua startup precisa para ser aprovada no InovAtiva de Impacto?

As inscrições para o InovAtiva de Impacto, programa de aceleração para negócios de impacto social e ambiental, estão abertas até o dia 27 de maio. Das inscritas, 40 empresas serão selecionadas para receber cursos gratuitos de empreendedorismo de alto nível diretamente com os melhores especialistas do país, com um módulo focado em negócios de impacto socioambiental.

Para serem escolhidas, as startups precisam:

  • Desenvolver produtos ou serviços de base tecnológica;
  • Possuir modelo de negócios inovador e/ou escalável;
  • Ter como foco o impacto social e/ou ambiental;
  • Estar constituída como empresa e possuir CNPJ;
  • Contar com clientes pagantes ou com uma base crescente de usuários;
  • Atuar em um mercado com tamanho representativo;
  • Apresentar faturamento máximo de R$ 4,8 milhões no último ano contábil;
  • Ter potencial de crescimento.

Elas também devem enviar um vídeo de até três minutos e uma apresentação do negócio em PDF. As empresas que não atenderem qualquer um desses requisitos ou enviarem links inválidos ou protegidos serão automaticamente desclassificadas.

Processo de avaliação

Os avaliadores externos (profissionais referência do ecossistema voluntários) recebem até 30 projetos para analisar com base em quatro critérios: grau de inovação, maturidade da empresa, maturidade da solução e equipe. É importante que os empreendedores tenham em mente que as startups serão avaliadas com bases nas informações que são encaminhadas na proposta. Por isso, aproveite ao máximo os conteúdos abertos de capacitação do InovAtiva para entender bem cada tema e escrever a sua proposta com mais atenção e qualidade.

Lembre-se de apresentar as vantagens significativas que o seu negócio tem em relação aos dos concorrentes, quais os desafios que seu negócio enfrenta, sua posição firmada no mercado e as estratégias utilizadas na aquisição de clientes. Assim, os avaliadores vão compreender rapidamente o real valor do seu negócio e, consequentemente, fazer uma melhor avaliação da sua startup.

Após esse processo, as instituições organizadoras do programa ficam responsáveis por verificar as avaliações feitas pelos profissionais voluntários e selecionar as empresas que participarão do próximo ciclo do programa. O InovAtiva de Impacto publica a lista final com as até 40 (quarenta) empresas selecionadas no site www.inovativabrasil.com.br, sempre em ordem alfabética, após ser homologada pelo comitê gestor do programa.

Estratégia e Modelos de Negócio para Startups

Você já deve ter se deparado em algum momento de sua vida com situações onde era necessário se fazer uma escolha. Seja na hora de decidir entre aparelhos de celular ou na hora de escolher um lugar para onde você vai viajar nas próximas férias, cada vez que uma decisão como essa é tomada, estamos abrindo mão de vários outros cenários e alternativas. O processo de fazer escolhas é necessário para que possamos evoluir, e, no mundo do empreendedorismo, ele é ainda mais relevante, porque dita, muitas vezes, onde vamos chegar como empreendedores.

 

Quando falamos de construir modelos de negócios, fazemos escolhas iniciais em relação ao valor que queremos gerar e como vamos fazer isso, a como e para quem desejamos entregar esse valor e como vamos capturar valor a partir dessa transação. Na primeira mentoria coletiva do InovAtiva Brasil, discutimos um pouco sobre isso, e os acelerados do ciclo 2019.1 puderam fazer várias perguntas e entender mais sobre como desenvolver essas estratégias. Vamos discutir sobre o tema por aqui também!

 

Que valor queremos gerar para nosso público?

 

A discussão central do modelo de negócios de qualquer startup diz respeito ao valor que ela gera. Valor é tudo aquilo que é percebido como benefício pelo consumidor ao ter contato com um produto ou serviço. O status de se ter um iphone ou a flexibilidade em se ter um Android deixam claro que essa discussão vai muito além do produto em si. Afinal, a grosso modo, os dois são aparelhos móveis de telefonia e internet. O que os diferencia está muito mais atrelado ao que percebemos em relação a cada produto do que qualquer outra coisa.

Como vamos gerar esse valor?

 

A visão interna de como gerar o valor desejado é crucial para o sucesso de qualquer projeto. Seja pela discussão dos principais processos do negócio ou dos recursos ou parceiros que viabilizam essa geração de valor, entender quais são esses pontos críticos é fundamental para que o valor que se quer entregar não seja apenas uma promessa. Produtos e serviços duráveis e perenes são aqueles que cumprem a promessa de valor que fazem. Se a Mercedes não entregasse uma experiência premium em todos os seus produtos, provavelmente fracassaria no mercado.

Como e para quem desejamos entregar esse valor gerado?

 

A entrega de valor está pautada na definição dos segmentos de clientes que temos, como eles se comportam e o que é relevante para eles como consumidores. Além disso, é preciso definir quais as melhores formas de nos relacionarmos com nossos clientes para construímos uma marca forte e quais os melhores mecanismos de venda de nossos produtos ou serviços.

Como capturar valor?

Por fim, entra o debate de quanto essa operação custa e como vamos ganhar dinheiro com ela. A relação de custos e receitas é fundamental para entendermos se o projeto para de pé. Afinal, não podemos, em hipótese nenhuma, sermos românticos a ponto de ignorar que, sem dinheiro, o negócio não existe, já que toda empresa visa o lucro ou sua sustentabilidade financeira.

 

Note que, dentro desses quatro pontos citados acima, estamos falando, essencialmente, em fazer escolhas. E é fundamental que elas sejam feitas. Em muitos casos, empreendedores se colocam em cheque na hora de fazer essas escolhas porque sentem que estão afunilando demais o seu range de oportunidades. Fazer escolhas dentro de startups e de novos negócios é fundamental porque dá foco a operação.

 

O maior desafio de qualquer startup que está em sua fase inicial, é a capacidade de realizar testes, aprender rápido e, se necessário, mudar seu percurso de forma que ela se aproxime cada vez mais do sucesso. Fazer escolhas certeiras e focadas se torna uma habilidade fundamental nesse contexto, visto que fica mais fácil escolher que hipóteses precisam ser validadas primeiro e como isso deve ser feito.

 

Ainda falando sobre escolhas, mas, agora, olhando para o futuro e para os desafios de crescimento de uma startup, chegamos na discussão da estratégia do negócio. Fala-se muito no mercado tradicional do famoso planejamento estratégico, que envolve análises macro e micro-ambientais, análises de negócio e financeiras, além da própria operação, de mercado, entre várias outros possíveis estudos que suportam os processos decisórios de grandes empresas. Esses negócios de grande porte fazem esse esforço porque tomam decisões de longo prazo, de planos que vigoram, em média por pelo menos 05 anos dentro dessas empresas.

 

É utópico pensar que startups e pequenos negócios conseguem trabalhar com planos de 05 anos. Muitas não conseguem ter visibilidade do que vai acontecer nem mesmo nos próximos 06 meses. Por isso, é impossível pensar em um plano estratégico robusto e mega estruturado como os de grandes empresas.

 

Quando falamos em estratégias de pequenos negócios, falamos de definir alguns objetivos táticos claros como uma meta comercial definida, o índice de satisfação da sua base ativa de clientes, a taxa de reutilização ou recompra dentro de um aplicativo. São metas relevantes e de curto prazo que te ajudam a validar seus principais objetivos momentâneos, visto que ainda estamos falando de validação de hipóteses dentro de uma nova empresa.

 

Um livro muito legal que fala um pouco sobre essa questão é o “Must Win Battles“. Ele fala sobre como um planejamento estratégico robusto pode ser nocivo à novos projetos e como pensar em estratégia de um jeito mais simples e direto. Basicamente, o autor recomenda que as empresas trabalhem com batalhas claras e orientadas a resultados por ciclos menores de tempo, como 6 meses ou um ano. Além disso, ele limita a questão das batalhas ao máximo possível, com o máximo de 05 batalhas por ciclo. Afinal de contas, quem quer tudo, acaba não tendo nada. Novamente, a questão do foco se torna fundamental na perspectiva do empreendedor.

 

Por fim, é importante dar nomes aos desafios. Cada batalha precisa ter um dono. Ele será responsável por gerenciar os trabalhos para que aquela batalha seja vencida e, principalmente, prestar contas à gestão do negócio em relação a como está o seu andamento ao longo do tempo. Esse aprendizado constante é importante porque, diferentemente de negócios de grande porte, startups podem ter mudanças repentinas de estratégia caso os resultados não sejam satisfatórios na medida em que o tempo passa. O aprendizado precisa ser rápido, e a capacidade de mudar também.

 

Nas duas discussões, a capacidade de se fazer boas escolhas é o que vai fazer uma startup ir mais longe que a outra. A questão aqui não é, necessariamente, acertar nas primeiras escolhas feitas quando um projeto é criado, mas na habilidade de fazer escolhas de forma constante com base no aprendizado e manter o foco sobre elas para avaliar seu desempenho e realizar as mudanças necessárias quando o resultado não vem. Já parou para pensar que ter momentos específicos para se discutir contextos e fazer escolhas em equipe pode ser uma das atividades mais importantes de sua startup?

Tudo o que você precisa saber para ter sessões de mentorias mais produtivas

Durante o ciclo do InovAtiva Brasil, empreendedores experientes, altos executivos de médias e grandes empresas, investidores-anjo e executivos de fundos de investimento disponibilizam gratuitamente sessões de mentoria colaborando para que os participantes do programa encontrem o melhor caminho para a solução de problemas e tomem decisões mais acertadas.

O papel do mentor consiste em auxiliar na validação de ideias e negócios, levantar questões relevantes para a evolução do negócio, além de promover uma reflexão e análise objetiva sobre aspectos críticos do negócio, mitigando riscos e evitando que erros conhecidos sejam cometidos.

Cada mentor possui sólida experiência prática e é especialista em uma ou mais áreas de conhecimento, o que faz dele uma excelente fonte de aprendizado. Eles dão orientações para melhorar o posicionamento da startup no mercado e fazem o intermédio entre o empreendedor e pessoas que podem contribuir de alguma forma para a empresa.

Mas como aproveitar ao máximo o que o seu mentor tem a oferecer? Veja o que você precisa fazer para extrair tudo o que ele tem a ensinar!

 

Estabeleça uma relação de confiança

Empatia é essencial para a construção de relacionamentos sólidos. Por isso, você precisa conquistar a confiança do mentor para ter boas sessões de mentoria. Comece entendendo a história dele e o caminho trilhado para chegar até ali.

Demonstre interesse

Não existe comunicação quando o receptor não quer ouvir o que o transmissor tem a falar. Se você quer que o mentor te ajude a acelerar o crescimento da sua empresa, preste atenção ao que ele tem a dizer.

Esteja aberto a ouvir críticas e sugestões

Saber ouvir críticas e transformá-las em melhorias é algo indispensável durante uma sessão de mentoria. Portanto, esteja aberto a novas ideias, pontos de vista e feedback. Só assim você conseguirá alavancar seu negócio.

Apresente a sua empresa

O mentor não terá como te ajudar se não conhecer o negócio. Por isso, prepare uma breve apresentação falando sobre a empresa, em que fase está e o que almeja alcançar.

Saiba qual é a necessidade da startup

Para que a conversa dê algum resultado, você precisa mostrar ao mentor qual o problema enfrentado pela startup e o que a sua equipe está fazendo para resolvê-lo.

Seja objetivo

Vá direto ao ponto. Lembre-se que o mentor está disponibilizando parte do seu tempo para te atender gratuitamente. Não desperdice esse tempo.

Anote

Anote previamente o que você deseja abordar para não esquecer nada na hora. Além disso, faça anotações durante a mentoria. Os insights dados pelos mentores podem te ajudar (e muito) no desenvolvimento da sua empresa.

Pergunte

Aproveite o seu mentor! Faça perguntas que te agreguem informação. Para isso, prepare uma lista com as questões que você não pode esquecer de fazer.

 

O programa InovAtiva Brasil conta com mais de 700 mentores atuando para ajudar os empreendedores a alcançarem seus objetivos empresariais e entenderem do seu próprio negócio.  Boa mentoria!

Mentor Wlado Teixeira explica a importância da mentoria para startups

Provocar questionamentos, contribuir com novas perspectivas e expertise, é o papel do mentor InovAtiva. De acordo com dados da ABRAII (Associação Brasileira de Aceleradoras de Inovação e Investimento), empresas que são acompanhadas por aceleração e mentorias apresentam 17,2% de crescimento maior que startups sem auxílio. Ao atuar como agente de qualificação na vida das startups, os mentores podem dividir experiências para que os novos empreendedores não cometam os mesmos erros vivenciados por eles no passado. Esse é o caso do mentor Wlado Teixeira, Diretor do First National Bank of Chicago no Brasil, que dedica seu tempo para auxiliar empresas em early stage, momento decisivo na orientação da startup.

Teixeira comenta as principais dificuldades que as empresas apresentam, entre elas a falta de recursos, falta de conhecimento do mercado, pouca familiaridade com finanças, deficiência no conhecimento de tecnologia e outros. “O mentor, se engajado e generoso, pode ser utilíssimo para o empreendedor, pois pode passar conhecimento e autoconfiança para o startapeiro”, comenta e pondera que é crucial o aperfeiçoamento do produto e ter pelo menos um sócio para dividir as obrigações e testar exaustivamente o modelo de negócio. “Faça vários projetos pilotos, mesmo que seja sem cobrar, para ir aperfeiçoar o produto. O novo empreendedor não pode começar gastando dinheiro com marketing e vendas, antes de ter o produto bem elaborado e é isso que orientamos aos mais jovens no mercado’’.

Algumas qualidades devem ser observadas para o sucesso do negócio. Uma parte importante é que os empreendedores criem times coesos e multidisciplinares, além de munir-se do auxílio da mentoria. como apresenta o mentor. “Mais planejamento e menos decisões abruptas e impensadas. A startup deve utilizar constantemente bons mentores nas várias áreas da empresa”, pondera.

Experiente no mercado, Wlado tem a oferecer interesse, engajamento, honestidade de propósitos e boa orientação na área da mentoria. “Tive vários mentores em várias fases da minha vida profissional. Fui empreendedor e me vali de alguns bons mentores no desenvolvimento da minha startup e devo muito a eles o sucesso que tive na minha empresa. Nada mais justo do que eu oferecer o que aprendi ao longo dos anos’’.

O startupeiro que aproveita bem as mentorias oferecidas pela Programa InovAtiva, aperfeiçoa o produto e utiliza tudo o que aprende na prática, aplicando ao seu negócio. Para ele, de um modo geral, as empresas que ingressam na aceleração, precisam ser lapidadas para o contato final com os investidores, que é o que elas procuram para se estabelecerem como empresas.

*Wlado Teixeira é empreendedor, investidor anjo e membro do Conselho em 6 startups, Mentor StartupFarm e Inovativa Brasil; Membro do Comitê de Avaliação de Startups da GV Angels; Membro do Comitê de Mentoria da Anjos do Brasil.

Imagem: Foto feita na mentoria da Startup Juros Baixos com mentor Wlado Teixeira

O segundo Bootcamp Regional de 2016 já aconteceu! Veja alguns momentos desse evento.

No dia 24 de setembro, aconteceu o Bootcamp Regional do segundo Ciclo de aceleração do InovAtiva Brasil 2016!
 
Você pode conferir alguns momentos desse evento que reuniu 330 empreendedores, 211 startups e 197 mentores em 10 cidades simultaneamente. O evento contou com mentorias individuais e oficinas de Marketing Digital e Vendas.
 
Mais informações sobre o programa InovAtiva Brasil em nosso site: www.inovativabrasil.com.br
 
Um programa de aceleração com capacitação de qualidade, mentorias nacionais e internacionais e muitas conexões com parceiros e investidores.
 
“O primeiro passo para qualquer startup do Brasil captar recursos e conquistar clientes”.
 

 

Confira alguns momentos do Bootcamp Final e Demoday InovAtiva Brasil – Ciclo 2016.1!

Aconteceu nos dias 27, 28 e 29 de agosto, em São Paulo, o Bootcamp Final e Demoday do primeiro Ciclo de aceleração do InovAtiva Brasil 2016!

Confira alguns momentos desse evento que reuniu 214 empreendedores, 115 startups e 117 investidores e mentores!

Mais informações sobre o programa InovAtiva Brasil em nosso site:www.inovativabrasil.com.br

Um programa de aceleração com capacitação de qualidade, mentorias nacionais e internacionais e muitas conexões com parceiros e investidores.

“O primeiro passo para qualquer startup do Brasil captar recursos e conquistar clientes”.

#InovAtivaBrasil #Startup #1cicloDeAceleração2016 #Capacitação#Mentoria #Investimento #BootcampFinal #Demoday#AMaiorBancadeStartupsdoBrasil

 

Impactar gerações: o papel do mentor na vida do empreendedor iniciante

Questionar, guiar, orientar e aconselhar. Essas são as palavras-chaves da relação de desenvolvimento entre mentores experientes e empreendedores iniciantes. Todos os dias pessoas discutem novas ideias e conceitos com quem já passou por determinadas situações e no mundo do empreendedorismo não é diferente. Por este motivo, no programa InovAtiva Brasil, empreendedores iniciantes são apoiados por mentores experientes para seus primeiros passos no mercado.

No Bootcamp, realizado neste final de semana, 125 startups de todo o Brasil têm a oportunidade de receber dos empresários mais experientes as informações e opiniões adequadas para dar o melhor seguimento aos seus projetos. O mentor é uma peça fundamental para ajudar os participantes. Através de conversas e debates acerca de assuntos, nem sempre ligados ao trabalho, os startupeiros são questionados e colocados à prova com o apoio dos mentores. Um processo como esse auxilia e possibilita o desenvolvimento criativo e consequentemente os projetos apresentados para possíveis investidores.

Caroline Vlerick, diretora executiva da Harvard Business Angels Brasil, participa como mentora do InovAtiva pela primeira vez esse ano. “Fiquei impressionada com a criatividade e as ideias dos novos empreendedores. Existe muito potencial aqui e fico feliz em contribuir com tudo o que sei sobre o mercado”, ressalta. Para ela, as startups brasileiras precisam se profissionalizar, pois no mercado internacional os pitchs para atrair investidores são bem mais exigentes. ‘‘É necessário que todos estejam com dados embasados e estatísticas sobre os nichos. É preciso deixar bem claro para o investidor aonde você quer chegar e com qual prazo’’, pondera.

Para Daniel Castello, mentor do InovAtiva, ser empreendedor é um desafio. “Ser um empreendedor iniciante é equivalente a entrar em uma floresta grande pela primeira vez. Você tem muita vontade de explorar, mas o mais provável é que seja morto por uma cobra ou uma onça na primeira noite’’, comenta. Para ele, quem está começando sabe apenas as informações obtidas em livros e teorias. ‘‘Com a experiência que obtive ao longo dos anos, sei que posso impactar as novas gerações e apoiá-las nos caminhos que elas pretendem seguir’’, reforça Castello.

Um detalhe importante é que, dentro do programa, os mentores, não recebem nenhum tipo de ajuda financeira. Eles dispõem tempo e vontade de ajudar os novos empreendedores a seguirem em frente. “Acredito na força do empreendedorismo. Tenho crença de que é por meio das empresas de alto impacto que o Brasil vai se tornar o país que merece ser. Faço de coração pois sei que essas empresas vão gerar emprego e renda. No início da minha carreira eu precisei de ajuda, agora eu quero ajudar a nova geração pois tenho a sensação de que histórias incríveis estão sendo escritas aqui”, finaliza Castello.

InovAtiva Brasil oferece mentorias e oficinas a mais de 200 startups em nove capitais

Bootcamp conectou empreendedores selecionados pelo programa a especialistas em negócios inovadores

O programa InovAtiva Brasil capacitou empreendedores de mais de 200 startups no último sábado (18). Através de um bootcamp de integração, os empreendedores do ciclo de aceleração de startups tiveram acesso a especialistas renomados, que orientaram os profissionais quanto ao planejamento de mercado para o cenário atual. O evento foi realizado simultaneamente em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ).

Segundo Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Bootcamp é capaz de impulsionar o crescimento das startups e promover mentorias em diversas regiões do Brasil. ‘‘Além de complementar a capacitação e as mentorias online do InovAtiva, no evento os empreendedores têm contato direto com os mentores e as demais startups, fomentando o surgimento de novos negócios, parcerias e investimentos no futuro’’, afirma Souza.

Heloisa Menezes,  diretora técnica do Sebrae Nacional, co-realizador do InovAtiva com o MDIC a partir deste ano, anunciou a abertura do Edital Sebrae de Inovação no início de julho. “Este ano, R$ 20 milhões serão destinados como subsídio para projetos inovadores de micro e pequenas empresas de todo o país. As startups que concluírem a aceleração do InovAtiva Brasil terão pontuação diferenciada , com bonificação de 10% na avaliação do projeto”, ressalta.

De acordo com Leandro Carioni, Diretor Executivo do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, essa foi uma etapa importante do programa Inovativa, que agrega mentores, empreendedores, agentes e outros parceiros, de tal forma que fomenta o ecossistema da inovação brasileira. “A conexão foi grande. O resultado certamente virá com a ajuda ao desenvolvimento e um ambiente propício para o surgimento de novas oportunidades e até mesmo a geração de novos empregos”, ressalta Carioni.

Totalmente gratuito, o bootcamp foi transmitido ao vivo pela internet e contou com duas oficinas. Gerson Ribeiro, especialista em Marketing digital, acredita que muitos começam suas startups sem saber como buscar usuários e clientes. ‘‘Ideias muito boas sem planejamento não são vendidas. É necessário criar caminhos para que o projeto dê certo. O marketing digital faz com que isso aconteça’’, enfatiza Ribeiro. Em seu segundo ano de Bootcamp, o especialista avalia a importância da aceleração. ‘‘Confio muito nessa equipe do InovAtiva. São pessoas experientes e que acreditam nos bons projetos. A meu ver, este é um dos melhores programas para acelerar e desenvolver startups’’, reitera.

Segundo Théo Orosco, CEO da Exact Sales e mentor Endeavor, que conduziu a oficina de Estratégias de Vendas, para se posicionar no mercado não basta ter uma boa ideia. Segundo o executivo, é necessário se preparar, fazer um bom planejamento e conhecer o mercado. ‘‘É por este motivo que as mentorias oferecidas pelo InovAtiva Brasil são tão importantes. Os especialistas mostram aos empreendedores que sonhar alto é necessário, mas executar com responsabilidade é fundamental’’, ressalta.

O Bootcamp reuniu representantes de startups com especialistas para conceder capacitação em negócios inovadores que possuem boas tecnologias. ‘‘Eu aprendo mais do que ensino. A cultura de startup tem que ser baseada no pressuposto da colaboração. Todos já foram ajudados em algum momento da vida e nada mais justo do que falar sobre minha experiência para eles também’’, ressalta o mentor Leonardo Valença, CEO e fundador da MyInfoshare.

 

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