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TrazFavela: Delivery para a periferia cresce 500% durante a pandemia

O programa InovAtiva Brasil está sempre em busca de ideias disruptivas que ajudam a solucionar dores da sociedade. No ciclo 2020.1, encontrou isso no TrazFavela, delivery sem preconceito que tem como objetivo buscar e entregar produtos em regiões periféricas da cidade de Salvador.  A startup, que está operando desde setembro de 2019, viu seus negócios expandirem 500% no terceiro trimestre deste ano devido à pandemia do novo coronavírus.

Para saber mais sobre esse processo de crescimento e consolidação no mercado, conversamos com Iago Santos, CEO e cofundador da empresa:

1. O que faz o TrazFavela?
A proposta do TrazFavela é levar produtos da periferia para fora e de fora para a periferia, fazendo a ponte entre esses dois mundos. Nosso intuito é quebrar o preconceito de que quem é da periferia sempre é bandido. Tem muita gente boa dentro da periferia e nós tentamos reforçar sempre isso.

2. Como surgiu a startup?
A ideia surgiu em 2016, quando houve o boom dos deliveries. Na época, percebi que onde eu moro, apesar de ter uma economia muito forte, não fazia parte da rota dos aplicativos. Identificando esse problema e sabendo da potencialidade do meu bairro, vi o atendimento a comerciantes da região como uma oportunidade de negócio. Em agosto de 2018, eu e os outros cofundadores, Marcos Silva e Ana Luiza Sena, validamos a ideia no Startup Weekend Salvador, mas foi apenas em setembro de 2019 que iniciamos efetivamente a operação.

3. Atualmente, em que estágio está o TrazFavela?
Estamos na fase de MVP/Operacional e voltados para o público B2B. Por ainda não termos o nosso aplicativo, atuamos por meio do WhatsApp intermediando o contato do comerciante com o entregador. O processo de retirada do produto no estabelecimento e entrega ao comprador costuma durar de 20 minutos a 1 hora.

4. Qual é a abrangência do negócio?
Atendemos 51 estabelecimentos de todas as regiões. A maioria dos comerciantes cadastrados são de áreas periféricas e boa parte das nossas entregas são locais que já têm algum tipo de serviço de delivery, mas não pegam de periferias.

5. Por causa da pandemia a demanda por delivery aumentou no Brasil. Como o TrazFavela está passando por esse momento?
Foi totalmente favorável para a gente. Como não há nenhum tipo de delivery que atua com empreendedores, ganhamos muita visibilidade e assim conseguimos crescer 500% só no segundo trimestre desse ano. De março a junho realizamos mil entregas, enquanto no primeiro trimestre estávamos chegando a 100. Para se ter uma ideia, em fevereiro fizemos 19 entregas. Em março, esse número subiu para 45. Em abril já foi para 119. Com isso, conseguimos totalizar em seis meses 2 mil entregas.

6. O que foi preciso fazer para que o crescimento exponencial não prejudicasse a qualidade do serviço?
Esse processo foi realizado de forma gradual, conforme o aumento da demanda. Nós adquirimos um sistema de multi-atendimento pelo WhatsApp e expandimos o quadro de entregadores, passando de 10 no início do ano para 38 em setembro. Assim, estamos crescendo tanto na nossa operação quanto no desenvolvimento do negócio para que possamos entregar os produtos o mais rápido possível.

7. Como se dá o vínculo entre o entregador e o TrazFavela?
Com a chegada da pandemia, as pessoas que ficaram desempregadas e não estavam conseguindo renda nos procuraram e começaram a empreender prestando esse tipo de serviço para nós. No modelo que usamos hoje, os entregadores não ficam presos a nós, então utilizam o TrazFavela como uma renda complementar, recebendo o valor total do frete, que é calculado por quilometragem.

8. Existe um plano de expansão para outras cidades do Brasil?
Estamos nos estruturando para expandir para cidades vizinhas, mas nosso objetivo também é ir para São Paulo – que tem uma das maiores favelas da América Latina -, Rio de Janeiro, Recife. Assim que conseguirmos atuar bem nessas capitais, queremos atingir o Norte também, pois recebemos bastante procura de pessoas que querem levar o TrazFavela para lá.

9. O TrazFavela participou do ciclo 2020.1 do programa InovAtiva Brasil. O que você destaca dessa experiência?
Foi uma experiência muito boa pela possibilidade de construção e fortalecimento da estrutura da nossa startup. O InovAtiva Brasil nos ajudou muito com a parte humana do negócio e com a conexão com investidores. Por ser um grande programa aceleração de startups, vimos nele uma oportunidade de adquirir experiência em âmbito nacional.

10. Recentemente vocês começaram a fazer parte do Black Founders Fund. Como está sendo esse processo?
Na verdade, por a gente já ter passado pelo Startup Zone, um processo de aceleração do Google, a gente já tinha essa relação com a empresa, por isso conseguimos participar do fundo, que está sendo uma experiência muito boa. Estamos rodando Bootstrap há um ano e nossos recursos estavam acabando. Com este investimento, pudemos evoluir alguns processos, na parte operacional e conseguiremos finalizar nosso aplicativo e nos consolidar na capital baiana.

Conheça outras startups que participaram do programa de aceleração InovAtiva Brasil.

Mold.Me recebe investimento da Anjos do Brasil e desponta no mercado têxtil brasileiro

A Molde.me é uma solução em modelagem digital e encaixe automático para empresas do setor têxtil. Em 2019, a startup foi uma das 108 aceleradas pelo programa InovAtiva Brasil. No ano de 2020, a startup teve mais uma conquista: recebeu investimento da Anjos do Brasil de Santa Catarina.

“O processo começou em novembro do ano passado, quando inscrevi a Molde.me para avaliação na plataforma do Anjos do Brasil. Em abril, mesmo em meio a pandemia da COVID-19, apresentei nosso pitch em uma reunião do grupo de Santa Cataria e logo em seguida começamos os contatos e negociação. Foram três meses de reuniões, revisões de contrato, apresentações e projeções”, comenta Tyara Nascimento, Fundadora e CEO da startup.

Segundo ela, o InovAtiva Brasil teve grande contribuição para a obtenção deste aporte, visto que foi com a ajuda do programa que a empreendedora desenvolveu uma projeção sólida, um planejamento financeiro conciso e um valuation preciso, gerando confiabilidade para os investidores.

“É uma honra ser uma das selecionadas para participar de um programa tão concorrido. Nas mentorias coletivas aprendemos muito e todas as semanas recebemos insights que colocamos em prática. Isso fez com que a empresa melhorasse a cada dia. Além disso, um dos nossos mentores tornou-se nosso conselheiro e hoje trabalha em uma área que antes era vista internamente como frágil”, afirma Tyara.

Atualmente, o objetivo da empresa é crescer significativamente a ponto de dominar o mercado brasileiro no seu segmento de atuação, depois partir para a internacionalização, seja na América Latina ou Europa. Para isso, o valor recebido será destinado a gerar leads e fortalecer a marca. Hoje em dia, a marca possui centenas de clientes, dentre eles J Hess Camisaria Sob Medida, Estúdio Minah, Lunelli Têxtil, Unochapecó e Zanotti Elásticos.

“Investiremos também na área de desenvolvimento de produto e vendas, que vai nos trazer mais clientes e receita, para que possamos oferecer sempre uma solução surpreendente para os nossos clientes. Temos expectativas muito boas e animadoras”, completa a empreendedora.

Sobre a Molde.me

A startup surgiu quando Tyara decidiu juntar seu conhecimento na área têxtil com a experiência de seu marido Luiz (Fundador e CTO) em engenharia de software para solucionar uma demanda de mercado: soluções acessíveis para micro, pequenas e médias empresas. Assim, o casal desenvolveu um produto inovador, com interface amigável, fácil de aprender e operar, ajudando a empoderar modelistas para que estes economizem tempo e dinheiro, e tornem-se ainda mais competitivos no mercado.

“A Molde.me nasceu e cresceu em Santa Catarina, onde o setor têxtil é muito forte. Porém, o nicho que atendemos é muito carente em soluções tecnológicas e nosso atendimento diferenciado conquista os clientes a longo prazo, o que me deixa muito animada e realizada”, finaliza a empreendedora.

Em nosso site, você encontra conteúdos completos sobre captação de investimentos. Acesse a página Academy e saiba mais.

Saiba como continuar vendendo mesmo em período de isolamento

Para falar sobre “Processo de vendas em período de isolamento”, no dia 16 de abril, os empreendedores João Mateus Rosa, Gerente de Vendas na Exact Sales, e Karina Lima, Vice-Presidente de Vendas da Salesforce, foram convidados a participar do terceiro webinar do InovAtiva Brasil focado em soluções para o período de contenção do novo coronavírus.

Durante a conversa, os convidados falaram sobre a relevância da ferramenta de CRM (Customer Relationship Management ou Gestão de Relacionamento com o Cliente) no processo de vendas, o perfil do Profissional de Inside Sales e deram orientações sobre como deve ser feita a implementação desta área nas startups. Além disso, destacaram os processos de Pipeline, Customer Success e Funil de Vendas.

Respondendo à pergunta da mediadora Morganna Tito, Líder de Comunidade da Paraíba, sobre o melhor momento para criar a área de sales na startup, Karina afirmou que este campo deve estar presente desde a construção do negócio. Discorrendo sobre o assunto, a startupeira também falou sobre a importância de colocar o cliente no centro do processo de desenvolvimento da empresa e a necessidade de possuir uma estratégia de controle de vendas.

“O cliente é um parceiro da empresa. O sucesso dele é importante para retroalimentar todas as áreas da startup, por isso eles precisam se sentir amparados e se manter próximos da empresa”, comentou Rosa em complemento a resposta da empreendedora.

Para finalizar, os empreendedores debateram sobre os impactos da pandemia no negócio de vendas. “Aproveitem esse momento, estimulem a equipe de vendas a aprender sobre seus produtos, sobre seus clientes, sobre os seus negócios. Esse é o momento de eles se prepararem para quando tudo voltar a normalidade”, concluiu Karina.

Se você não conseguiu assistir ou quer rever algum ponto importante deste bate-papo, acesse o vídeo que disponibilizamos no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Cf-AWp2uWlk

Em que estágio de maturidade a sua startup está?

Durante o seu desenvolvimento, as startups passam por quatro estágios, que recebem nomes distintos dependendo da fonte onde são consultadas. Segundo a metodologia criada pelos pesquisadores Cukier, Kon e Krueger em 2015, por exemplo, essas etapas são chamadas de Criação, Evolução, Maturação e Autossustentação. Para a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), contudo, os estágios são Ideação, Operação, Tração e Scale-Up.

Independente da denominação que você prefira usar, é preciso entender o que elas representam. Para definir o momento de vida da sua startup, veja o que cada uma dessas fases contempla:

Criação ou Ideação

Esse é o momento de colocar a ideia em prática, validar a startup e efetivamente começar a gerir o tão sonhado negócio próprio. Também é a hora de responder perguntas como: Quem é o meu cliente? Qual é a solução que eu ofereço? Que dor quero resolver?

É muito provável que as respostas para essas questões se alterem durante o crescimento da empresa, mas é importante ter algo estruturado no início do negócio para saber qual será o seu ponto de partida. Foque no planejamento e deixe o investimento para quando a startup estiver mais madura.

Evolução ou Operação

Quando a startup começa a gerar receita, ser lucrativa e está pronta para comercializar, ela segue para o estágio de Evolução/Operação. Neste instante, o empreendedor deve ir atrás de clientes e demonstrar quais os benefícios que o produto ou serviço oferecido por ele podem proporcionar ao consumidor.

Essa é a hora de se preparar para que a startup seja apresentada a investidores. Os startupeiros que quiserem ajuda na elaboração deste discurso, podem se inscrever em programas de aceleração, como o InovAtiva Brasil, que conecta os participantes com outros empreendedores, grandes organizações e empresários de sucesso, além de proporcionar gratuitamente mentorias individuais e coletivas, online e presenciais.

É importante ressaltar que tudo está propício a mudanças. Portanto, se o objetivo for investir no aprimoramento da startup, a mensuração de resultados não pode faltar nesta fase.

Maturação ou Tração

Neste momento o objetivo passa a ser apenas o crescimento da startup sem que esta perca sua essência. Por isso, rodadas de investimento são bem-vindas. Mas é preciso ter uma atenção especial com o modelo de negócios, pois este precisa ser preciso para que a empresa consiga aumentar sua carteira de clientes.

Programas como o InovAtiva Brasil também são para startups dessa fase. A conexão com investidores e com mentores mais experientes é essencial nesse estágio.

Autossustentação ou Scale-Up

Para atingir esse estágio a startup precisa apresentar um crescimento de 20% em receita ou número de colaboradores durante três anos consecutivos e estar com, no mínimo, 10 funcionários quando entrar neste período. Além disso, o negócio precisa ter um modelo sustentável, processos de implementação claros e resultados rápidos.

No instante em que a empresa atinge a autossustentação/scale-up, ela se encontra no auge do seu desenvolvimento. A partir daí, ela pode se tornar um unicórnio, empresa de capital aberto ou ser vendida.

8 características de startups

As startups são pequenas empresas que buscam resolver um problema de determinado grupo social por meio de tecnologia e inovação. Elas crescem em ritmo acelerado, geram lucros inigualáveis e possuem baixo custo de manutenção. Hoje, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), existem 12.881 empreendimentos desta natureza no Brasil.

Para te ajudar a entender melhor desse modelo de negócio, elencamos algumas características comuns a muitas startups:

  1. Identificação da dor de determinado público

Essas empresas surgem de ideias que prometem mudar o dia a dia das pessoas. Ela deve identificar a dor de determinado público, o que ele necessita e desenvolver uma solução para solucionar este problema.

  1. Inovação

Atualmente, com tantos modelos de negócios já existentes, é preciso inovar para conseguir um espaço no mercado. Além disso, a startup deve apresentar uma vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes, portanto, deve desenvolver e implementar tecnologias disruptivas.

  1. Capacidade de atuar em um cenário de incertezas

Não existe uma fórmula para a criação de startups, então ao decidir criar o próprio negócio, o empreendedor embarca em uma viagem rumo ao desconhecido. Esses profissionais que optam por esse modelo de negócio também vivem na incerteza de se a solução se sustentará no dia seguinte, afinal eles atuam com tentativa e erro.

  1. Modelo de negócio repetível e escalável

Quando dizemos que um empreendimento é repetível, significa que ele pode entregar uma quantidade ilimitada da sua solução. O termo escalável, por outro lado, simboliza a capacidade da empresa crescer e gerar lucro rapidamente. Como as startups são pequenas e tendem a atender muitos clientes, essas duas concepções não podem faltar no seu modelo de negócios.

  1. Time formado por pessoas com diferentes habilidades

Sem uma boa equipe, nenhum negócio vai para frente. Ter pessoas capacitadas e de diferentes áreas faz com que a empresa tenha a capacidade de superar os obstáculos, afinal suas habilidades são complementares.

  1. Funcionar em qualquer lugar

Hoje em dia, a maioria das startups está alocada em coworkings, portanto não contam com uma grande estrutura por traz. Isso deixa o custo da empresa mais baixo. Além disso, como não se trata de um espaço fixo, elas podem se adaptar a qualquer lugar.

  1. Saber fazer networking

Interagir com outros empreendedores ou empresários com experiência, que podem dar conselhos para o negócio prosperar e indicar possível parceiros e clientes, é importante para a continuidade da startup. Por isso, nenhum contato deve ser desprezado.

  1. Dedicação

Não é fácil criar e gerir a própria empresa. Em muitos momentos, é preciso sobrepor as necessidades pessoais em função da startup. Por esse motivo, o empreendedor deve estar motivado e se manter firme diante dos problemas para não fracassar.

Glossário – Conheça os fomentadores do ecossistema de empreendedorismo e inovação

Para que as startups alcancem o sucesso e consigam “andar com as próprias pernas”, elas recebem o apoio de agentes do universo empreendedor. Para que você saiba o cada um tem a oferecer, listamos os principais fomentadores do ecossistema. Confira abaixo:

⦁ Aceleradora

Por meio de mentorias, elas ajudam as startups a encontrarem o melhor caminho para o seu desenvolvimento. Com programas que duram, em média, de três a seis meses, elas podem investir no negócio em troca de uma porcentagem da empresa ou apresentar o empreendedor para investidores, clientes e parceiros. Outro grande benefício proporcionado por aceleradoras é o networking gerado entre os próprios empreendedores e com empresários experientes.

⦁ Advisor

O termo em inglês pode ser traduzido para “Conselheiro”. Esta é a função que um Advisor tem: abrir portas e dar insights sobre o segmento em que a pessoa que foi aconselhada está inserida. É um orientador e fonte confiável para novas ideias.

⦁ Comunidade de startups

Local onde existe um conglomerado de startups de diferentes estágios. Neste ambiente, o empreendedorismo é incentivado, por isso são geradas oportunidades de desenvolvimento a todos os envolvidos.

⦁ Coworking

Espaço de trabalho compartilhado por diversos empreendedores. O coworkings permite a troca de conhecimento, networking e ainda gera uma economia para quem nele atua, visto que não há gastos com infraestrutura. Estima-se que no Brasil existam 100 espaços de coworkings.

⦁ Incubadora

Com programas com duração de mais de seis meses, a incubadora oferece um espaço físico para a startup se alocar ao mesmo tempo em que recebe capacitação. Geralmente, as incubadoras estão atreladas a universidades. Elas são ideais para quem precisa de tempo, espaço e conhecimento para continuar a desenvolver sua solução.

⦁ Investidor

Pessoa ou grupo que aplica um capital financeiro em startups em troca de parte da empresa. É um profissional experiente que, além do dinheiro, auxiliam com conhecimento, mentoria e sugestões para o desenvolvimento do negócio.

⦁ Mentor

Indivíduo que geralmente já atuou como empreendedor e possui muito conhecimento sobre determinada área, podendo ajudar startupeiros que precisam de insights para se desenvolverem neste segmento. Seu objetivo é questionar e fornecer uma nova visão do que a empresa pode fazer para se aperfeiçoar.

⦁ Organização Setorial

Trata-se de uma federação da indústria ou do comércio. Ela atua como parceira, ajudando a fortalecer a startup em termos de novas tecnologias por meio de programas de integração com outros ambientes econômicos.

⦁ Parque tecnológico

Região preparada para abrigar startups, empresas ligadas a tecnologia, instituições de ensino, incubadoras, centros de pesquisa e laboratórios. Ele permite a integração entre todos esses agentes, estimulando a competitividade e inovação.

⦁ Stakeholder

Qualquer um que seja impactado por um negócio. Stakeholders podem ser funcionários, clientes, parceiros, moradores do entorno da empresa, investidores e até mesmo os sócios da mesma. Eles são considerados como fomentadores, pois influenciam na startup, mesmo que de forma indireta, se posicionando quanto a como é afetado por ela.

O que é preciso para se tornar um empreendedor de sucesso?

Considerado um país empreendedor, o Brasil vem apresentando um crescimento no número de pessoas que deixam a carteira assinada para virarem donos do próprio negócio. Segundo dados do Sebrae, de 2016 a 2019 houve um aumento de cerca de 10% no número de empreendimentos criados.

Hoje, temos mais de 28 milhões de empreendedores no Brasil. Eles tem entre 35 a 45 anos (25,48%) e que atuam com o setor de serviços (39,36%). Situados, em sua maioria, no estado de São Paulo (6,07 milhões), eles destinam de 40 a 44 horas semanais (32,88%) aos seus negócios.

Porém, para se tornar seu próprio chefe, o indivíduo precisa ter algumas características para que a sua empresa não acabe se tornando uma âncora para a sua profissão:

⦁ Determinação

É provável que muitas pessoas o irão desencorajar a colocar a ideia em prática. O empreendedor deve ter força de vontade para superar os obstáculos e triunfar;

⦁ Propósito

Um empreendimento deve resolver um problema comum a uma comunidade. Por isso, é importante se perguntar: “Qual é o meu propósito?”;

⦁ Perseverança

O erro é inevitável, mas isso não significa que o empreendedor deve jogar tudo para o alto. Para ajudar com esse tipo de situação, existem os mentores, pessoas que já passaram por problemas parecidos e estão dispostos a compartilhar suas experiências para levantar a empresa;

⦁ Ousadia

Como diz o ditado, “quem não é visto não é lembrado”. Assim sendo, o empreendedor não pode ter medo de se expor. Precisa ir à luta e mostrar porque o seu produto ou serviço se destaca no mercado;

⦁ Curiosidade

No universo do empreendedorismo, tudo muda rapidamente. Para se manter atualizado, o empreendedor precisa pesquisar e estar antenado com as novas tendências do mercado;

⦁ Organização

O desenvolvimento de um projeto envolve planejamento e organização para cumpri-lo. Com isso, evita-se de perder prazos e torna o trabalho mais eficiente.

Com todas essas características, as chances do seu negócio ter sucesso e conquistar clientes, parceiros e até mesmo investidores é muito maior.

Plataformas que vão deixar o seu carnaval mais prático, econômico e divertido

O carnaval está chegando. Vai viajar? Já está com a passagem comprada ou com o hotel reservado? Se ainda não sabe onde vai ficar ou está em busca de um valor que caiba no seu bolso, você não pode deixar de ler essa matéria! O InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina elencou três plataformas que podem te ajudar com cada passo da sua viagem!

Decida para onde ir

Com o buscador de passagens aéreas Mevow basta escolher o aeroporto de origem e as datas da viagem que a ferramenta apresenta os destinos possíveis, organizados por preço. Assim que a decisão for tomada, o usuário é redirecionado para o site da companhia aérea para concluir a compra.

Escolha quanto pagar pela hospedagem

A Lance Hotéis é a única Agência de Viagens Online (OTA) do mundo que permite ao viajante negociar de forma direta e transparente o valor da hospedagem que ele está disposto a pagar. Por meio da plataforma, o cliente pode fazer até cinco propostas para o hotel em que deseja se acomodar. O estabelecimento citado terá até 24 horas para responder. Caso aceite, o viajante terá seis horas para finalizar a compra. No entanto, se a hospedagem recusar, o cliente poderá fazer uma nova proposta.

Aproveite para conhecer a cidade

Especializada em turismo, a Gestour Brasil é uma plataforma digital que reúne produtos e serviços de agências de viagens, operadoras, hospedagens, passeios, traslados, eventos, parques aquáticos e parques de diversões. Atualmente, o site oferece atividades em 27 estados brasileiros, 5570 cidades e 333 regiões turísticas.

Agora que você já tem o passo a passo para curtir o carnaval em grande estilo, é hora de arrumar as malas e cair na folia!

Descubra os segredos do Vale do Silício para decolar sua startup!

O InovAtiva Brasil vai realizar um webinar sobre a abertura das inscrições para a edição 2020.1 do programa. Para conversar com as mediadoras Natasha Meyer e Greyce Franzmann, ambas da Fundação Certi, estarão presentes o empreendedor Gabriel Leite, CEO da Feedz, e Bret Waters, especialista em inovação.

Enquanto Gabriel Leite irá compartilhar sua experiência como acelerado InovAtiva, Bret Waters vai revelar o futuro das startups em um animado e descontraído diálogo no dia 10 de fevereiro, às 17h. Os interessados podem assistir o bate-papo pelo link.

Sobre Bret Waters

Especialista em inovação, Bret Waters é um ícone do Vale do Silício. Apaixonado pelo poder do empreendedorismo e da inovação, fundou e dirige três empresas de software de sucesso na Califórnia. Nelas, aprendeu a levantar capital, crescer receitas e administrar saídas de sucesso. Atualmente, ensina empreendedorismo na Universidade de Stanford e revela os segredos do Vale do Silício para estudantes de todo o mundo.

Sobre Gabriel Leite

Professor, publicitário, pós-graduado em marketing digital, Gabriel Leite ministra aulas em pós-graduações, cursos e palestras sobre comunicação, marketing, comportamento digital e gestão de pessoas, além de ser CMO & Co-founder na Feedz – plataforma de Engajamento de Colaboradores.

A startup escolhida como um dos 12 destaques do programa InovAtiva Brasil 2018.1 vem transformando mais de 10.000 vidas em mais de 100 empresas pelo Brasil. Em apenas dois anos de existência, a empresa acumulou outras diversas conquistas: venceu o ProXXima Startups, foi acelerada da ACE, reconhecida duas vezes no Innovation Awards Latam, convidada pela YCombinator para apresentação no Vale do Silício (EUA), investida pela Organica Builder e, recentemente, considerada a 6ª startup SaaS que mais cresce no mundo, segundo a revista 156 Fastest Growing SaaS, de Nathan Latka.

Entenda o papel das comunidades de startups no Brasil

Com o crescimento do número de startups criadas no Brasil, surgiram as Comunidades de Startups, ou seja, conglomerados desse tipo de empresa, de diferentes estágios, que integram todo o ecossistema, gerando oportunidades de desenvolvimento a todos os envolvidos

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), hoje existem 78 Comunidades de Startups, distribuídas pelos 27 estados brasileiros. Sete delas estão na região centro-oeste, 16 na região nordeste, 10 na região norte, 25 na região sudeste e 20 na região sul.

Elas ajudam a potencializar o desenvolvimento do local em que estão situadas, proporcionar networking entre empreendedores e conectá-los com importantes fomentadores do ecossistema, como fundos de investimento, grandes empresas, instituições de ensino, aceleradoras, incubadoras, entre outros.

Para que essas comunidades tenham sucesso, elas precisam ter apoio governamental, disponibilidade de capital, uma cultura empreendedora, suporte de mentores especializados, startups com desejo de se aprimorar e um mercado aberto a novas ideias.

Cada uma das comunidades conta com ao menos um protagonista mobilizado para movimentar diferentes grupos e contribuir com a evolução do ecossistema. Chamados de Líderes de Comunidade, eles disponibilizam algumas horas semanais para desenvolver trabalhos voluntários, como a realização de palestras e eventos.

O InovAtiva Brasil está selecionando os seus próximos Líderes de Comunidade. Eles ajudarão a divulgar o programa e incentivar startups a se inscreverem. Para saber mais sobre a atuação destes profissionais, acesse aqui.

inovativa@inovativabrasil.com.br