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Você sabe a diferença entre Mentoria e Consultoria?

Uma startup relevante não se constrói sozinha e nem do dia para a noite. É imprescindível, quando se pensa em empreender, que o empreendedor esteja rodeado de profissionais competentes e que consiga estabelecer bons vínculos.

Dentre as conexões mais importantes que um empreendedor pode fazer, estão as mentorias e consultorias. Mas as duas às vezes se confundem – não somente por culpa do profissional que as demanda, mas muitas vezes por falta de clareza na relação entre os dois, como veremos mais para frente.

Edson Mackeenzy e Anderson Diehl, mentores do hub InovAtiva, nos ajudam a esclarecer alguns pontos sobre o assunto: quais as diferenças, qual o momento para cada uma, e boas práticas de mentores e consultores na sua jornada.

Mentoria

“O momento de procurar o mentor é desde o início da startup. Até mesmo antes de conceber o negócio é interessante começar a criar conexões com pessoas do segmento que ela quer atuar”, afirma Anderson, que aponta a participação ativa nos diversos eventos do ecossistema empreendedor como a melhor forma de entrar em contato com esses profissionais.

“É uma mentoria que eu dou hoje para um empreendedor que provoca alguma melhoria no seu negócio e, de repente, eu o encontro daqui a seis meses e vejo que teve capacidade de execução, de desenvolver a ideia e melhorar o projeto. Assim criamos laços para acontecer um investimento no futuro”, explica.

Como mentores no ecossistema, existem investidores, empresários e executivos, cada um com sua bagagem e expertise em um segmento específico. “O empreendedor precisa escolher bons mentores que estejam alinhados às suas expectativas e objetivos.”

Consultoria

“O mentor estimula a ação e inspira a execução, simplificando o processo de tomada de decisões complexas. Enquanto isso, o consultor tem o papel de conduzir a execução e parametrizar o resultado esperado”, esclarece Edson Mackeenzy.

O profissional atua nas duas vertentes. Ele explica que é comum chegar o momento em que ele se vê como responsável por executar a ação. Aí é quando ele determina com o empreendedor que ele não será mais uma figura de mentoria, mas de consultoria.

Edson define que o momento de contratar um consultor acontece antes da  contratação de um funcionário para executar esta tarefa específica. “Quando se pensa em contratar alguém para executar uma função, este é um processo de longo prazo, no mínimo de seis meses. Se a pessoa estiver muito bem, vai durar três meses para executar algo, que é o período de experiência. Por isso, antes de tomar essa decisão, contrate esta pessoa como um consultor para o seu negócio.”

Boas práticas e costumes nas relações profissionais

Independentemente se falamos de um relacionamento com um mentor ou um consultor, respeito e consideração são indispensáveis para ambos os lados. “Antes de pedir para o empreendedor me contar o que faz, eu pergunto sobre o que o inspirou a fazer aquilo. Ou seja, quais foram suas decisões, os caminhos percorridos até chegar ao ponto de tomar a decisão de executar aquele projeto”, conta Edson.

“A partir daí, eu pergunto como as pessoas resolvem essa dor hoje, sem aquela solução”, continua. O profissional acha imprescindível esta questão, porque força o empreendedor a contemplar uma perspectiva diferente do seu trabalho. “Nós precisamos nos definir não só pelo nosso trabalho mas, principalmente, pelo motivo de desempenharmos essa função. É esta a essência que eu tento encontrar antes de ouvir o projeto, em si.”

Edson também discorre sobre a importância da comunicação não violenta nessas relações. “No passado se acreditava muito que o aprendizado tinha que ser pela dor e hoje eu entendo que não é mais assim. Na verdade, ele deve ser constante, precisa de uma série de vertentes, então temos que ensinar pelo amor.” Ele aconselha mentores a não se precipitar, ouvir até o fim e substituir o “sim” e o “não” por “e se” e “por que não”.

Ambos os profissionais comentam sobre a forma como os empreendedores recebem suas críticas e sugestões. “É comum que eles sejam muito céticos em ouvir conselhos porque estão muito focados e apaixonados pela sua ideia. Geralmente, esta curva de aprendizagem acontece em cima dos próprios erros”, observa Anderson.

O mentor finaliza com uma consideração para os empreendedores: “quem te elogia te corrompe, quem te critica te faz crescer.”

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Série Conexão | Conexão com Grandes Empresas

Empreendedorismo é resultado de boas ideias, inovação, solução de problemas, trabalho duro e, essencialmente, conexão: um dos pilares do InovAtiva. Para honrar sua importância, o Blog InovAtiva inaugura a Série Conexão.

Este é o terceiro, e último, conteúdo da série “Conexão com Grandes Empresas”. Foi inspirado no painel apresentado no InovAtiva Experience 2021.1, em 7 de agosto, que proporcionou um bate-papo honesto entre profissionais que se debruçam neste tema, complementado com perguntas da audiência.

Receptividade para inovação

A conversa foi iniciada por Marina Almeida, da Natura&Co, responsável pelo departamento de inovação e conexão com startups da Natura. Marina falou sobre inteligência coletiva e como a empresa construiu um espaço para que os novos empreendedores pudessem fazer parte de nosso ecossistema. “Fazemos uma busca ativa mas também temos um portal aberto, além de chamadas de inovação. Somos gigantes, então também temos grande responsabilidade. Estamos trabalhando para trazer a lógica ESG de uma forma estrutural dentro da Natura startups, para ela fazer cada vez mais parte do mundo empreendedor.”

“Se eu fosse uma startup, falar com a Natura é a primeira coisa que eu faria”, ressalta  Rodolfo Zhouri, Sócio na eMotion Studios. “Empresas como a Natura estão prontas para conversar com startups, mas isso é ínfimo perto do mercado brasileiro. Quem dera se toda corporação fosse assim!”

Segundo o profissional, grandes companhias geralmente se esforçam para proteger o que já conquistaram, ao contrário de startups, “concebidas para poder derrubar tudo o que acham que já foi feito”, diz. “Esta diferença é muito importante porque esse destrave é cultural. E cultura não é uma coisa que muda de uma hora para outra: demanda tempo e esforço.”

O passo-a-passo

“Vou colocar meu chapéu de startupeiro e começar a falar deste lado do balcão, ou seja, para quem está interessado em começar a negociar com grandes empresas”, brinca Rodolfo, focando em questões mais práticas e listando perguntas que devem ser respondidas nesta jornada. Segundo ele, existem dois grandes grupos de questões:

1 – Por que?

Como startupeiro, qual é a sua motivação para querer entrar em contato com uma grande empresa? Dentro deste tema, Rodolfo destrincha as possíveis respostas:

  • Validação de produto e de modelo de negócios

Startup é uma jornada constante de validação. Por isso, esta é uma possibilidade de motivação de um empreendedor quando faz negócios com uma corporação: “você pode querer verificar se a sua proposta, de fato, entrega valor para alguém ou não. Ou seja, isso funciona? No âmbito de uma grande instituição, gera valor para alguém?”

Também tenha certeza de que seu modelo de negócio, como um todo, faz sentido para esta relação. “Não é só a forma e o valor que eu cobro, mas o negócio como um todo”, diz, sobre as diferenças entre atender organizações de setores diversos, a hipótese de haver um profissional exclusivo para fazer o atendimento desta parceria e como será feita a comunicação é crucial.

  • Credibilidade do setor e reputação

“Muitas vezes, parcerias entre startups e grandes empresas podem existir por uma questão de gerar credibilidade para a entrada em um novo setor, o que é muito útil”, Rodolfo exemplifica.

  • Acesso a capital ou a conhecimento

O acesso a capital pode vir de uma relação de cliente ou fornecedor, mas também por meio de um acordo de investimento, como Venture Capital. “Mas o que muitas startups ignoram é o acesso ao conhecimento do setor que uma grande companhia  pode proporcionar. Cada setor tem sua particularidade, é impossível ter uma solução escalável que atenda a todos.”

2 – Com quem?

“Todo mundo acha que toda grande empresa tem que ser igual a Natura, por exemplo.  E seria maravilhoso se fosse, mas na prática não é”, afirma Rodolfo, esclarecendo que a grande maioria das corporações tradicionais nem sabem o que é uma startup. “Não dá para chegar para fazer um pitch como se faz aqui no InovAtiva, encher a apresentação de termos em inglês e achar que o empresário tem a obrigação de entender.”

O profissional ressalta a importância da construção de um relacionamento com as pessoas que representam a instituição  que se almeja uma aproximação. “É preciso considerar que existe uma curva de aprendizagem a ser respeitada. O empreendedor deve investir tempo, fazer reuniões e capacitar seu cliente. Senão, ele vai se frustrar no meio do caminho e vai culpar a corporação  porque não foi bem sucedido”, conclui.

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Growth Hacking: conheça o que significa e como aplicar em sua startup

O caminho do crescimento de uma empresa envolve um conjunto de estratégias e uma delas é o Growth Hacking.

Apesar de remeter ao famoso hacker, Growth Hacking não tem nada a ver com vazamento de dados ou mesmo com a linguagem de código de programação. A expressão em inglês Hack significa simplesmente a habilidade em identificar alternativas por meio das quais se alcança seus objetivos – sejam eles quais forem.

No caso, esta é uma competência estratégica para encontrar oportunidades de crescimento para seu negócio – mais aplicado ao ambiente digital, mas pode servir também para o físico. Ou seja, o Growth Hacking nada mais é do que uma das trilhas de acesso ao mercado.

Mentor do InovAtiva Brasil, Anderson Diehl, diretor de marketing e vendas, com mais de 20 anos de experiência em vendas online, compartilhou um pouco da sua trajetória e do seu know how em como definir uma boa estratégia de escalonamento. “O crescimento só é possível a partir da validação. É comum conversar com empreendedores encantados com suas ideias, mas sem ter escutado seu cliente. É imprescindível ter certeza de que a sua solução tem valor e se as pessoas estão dispostas a pagar por ela”, introduz.

Para o profissional, uma dor que muitos empreendedores compartilham é a validação de um produto ainda não conhecido. Nestes casos, ele aconselha a busca de parceiros comerciais já conhecidos para dar credibilidade à sua marca. “Colocar logos de grandes empresas no seu site é muito útil no início.”

Anderson fala que, de todas as alternativas de fontes de tráfego em um site, o orgânico é o melhor, porque é dele que vem o lead mais qualificado. Para conseguir esse tipo de audiência em seu veículo, as técnicas de SEO são fundamentais.

Veja 4 dicas do mentor acerca do assunto:

  • Palavras-chave – use palavras de gatilhos mentais e a sua repetição é essencial, pelo menos a cada dois ou três parágrafos;
  • Estrutura de conteúdo – para ranquear resultados de pesquisa, o Google dá preferência para textos mais longos, de mil a dois mil palavras, mas estruturados em parágrafos curtos. Isso melhora a experiência do leitor, que não vai se cansar ao longo do texto;
  • Imagens – se você não tiver a possibilidade de produzir uma imagem própria, uma alternativa é usar o banco de imagens. Entretanto, o Google identifica que ela já foi usada anteriormente e não ranqueará tão bem seu resultado. Dentro dela, inclua a palavra-chave, porque ela será também identificada no campo de imagens dos resultados do buscador;
  • Vídeos – inclua vídeos de produção própria no seu conteúdo. A melhor opção é fazer o link com a sua página de YouTube, porque isso aumenta as visualizações em ambos os canais, além de reter a atenção do leitor na sua página por alguns segundos ou minutos a mais.

Além disso, sempre escolha pelo formato mobile. A utilização de computadores de mesa já não é a mesma: as pessoas têm usado muito mais seus smartphones para consumir informação e, como resultado desta tendência, estes formatos são priorizados nos resultados de uma busca.

Anderson Diehl, além de atuar como mentor no programa InovAtiva Brasil, é Líder Alumni da Comunidade InovAtiva. Saiba mais sobre a nossa Comunidade e conecte-se com o Anderson.

Aceleração InovAtiva: conheça a diferença entre os programas e qual o melhor para seu negócio inovador

O InovAtiva é um hub de inovação que promove uma série de programas gratuitos para aceleração e conexão de negócios inovadores. Mas, com uma gama enorme de possibilidades, é preciso filtrar e entender qual é o mais adequado para seu negócio. Entenda melhor sobre cada um deles e decida em qual se inscrever!

InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é o maior programa de aceleração de startups da América Latina. Ele tem dois ciclos por ano e, em 2021, o número de projetos selecionados por ciclo cresceu para até 400. 

As chamadas são abertas a projetos de negócios inovadores nas fases de validação, operação ou tração de todo o país, de qualquer área de atuação. Os ciclos são divididos em duas etapas e todas as selecionadas passam pela primeira, a de Aceleração, que dura 3 meses. Mediante uma segunda avaliação, as empresas mais promissoras passam para uma segunda fase, a etapa Conexão, que possui um mês de duração.

Ao longo do programa, os empreendedores passam por uma série de atividades: mentorias coletivas e individuais, cursos exclusivos, treinamentos de pitch e pitch deck, além da oportunidade de se apresentar, ao final do ciclo, a uma banca de investidores no InovAtiva Experience. 

Rafael Wandrey, Coordenador-Geral de Empreendedorismo Inovador e Novos Negócios do Ministério da Economia explica um detalhe importante: “os projetos elegíveis para o InovAtiva Brasil, não necessariamente devem ter tecnologia atrelada. A inovação pode estar relacionada à tecnologia, mas também pode ser no modelo de negócio, do próprio produto ou serviço, ou até mesmo na relação com o cliente. O conceito de inovação é muito mais amplo”.

O resultado dos projetos aprovados para o Ciclo 2021.2 do programa será divulgado no dia 16/08. Se quiser saber mais sobre a divulgação, acompanhe as redes sociais do InovAtiva

InovAtiva de Impacto Socioambiental

“O InovAtiva de Impacto Socioambiental é bem parecido estruturalmente com o InovAtiva Brasil, mas é focado em negócios inovadores que procuram solucionar problemas socioambientais e ainda assim ter como meta a geração de lucro.”, diz Diego Peruchi, Coordenador de Projetos de Empreendedorismo Inovador pela Fundação Certi.  

Ou seja, o ciclo de Impacto oferece oportunidades semelhantes às do InovAtiva Brasil – cursos de negócios, mentorias coletivas e individuais, treinamentos de pitch e pitch deck e a chance de se apresentar a investidores no InovAtiva Experience. 

O desenvolvimento de negócios de impacto tem suas próprias oportunidades e desafios. Por isso, o ciclo é concebido com mentores que possam apoiar os empreendedores nestas especificidades. 

É oferecido um ciclo por ano para o InovAtiva de Impacto para projetos nas fases de validação, operação ou tração. Veja aqui o regulamento do ciclo de 2021 e se prepare para o ano que vem. 

Ideiaz Powered by InovAtiva 

O Ideiaz Powered by InovAtiva é uma iniciativa que foi lançada em 2021 pelo hub InovAtiva. Diferentemente dos dois acima, ele seleciona somente projetos em estágio inicial, em fase de ideação ou criação, ou seja, cujo modelo de negócio ainda não esteja consolidado e ainda não tenham clientes. O programa também tem abrangência nacional e, em sua primeira rodada – iniciada em fevereiro deste ano – selecionou 150 empreendedores. Agora, para o segundo e terceiro ciclo do Ideiaz, até 425 projetos poderão participar de cada chamada. 

“O Ideiaz Powered by InovAtiva é voltado para quem sonha em empreender, mas não sabe como começar. O programa oferece apoio gratuito de incubadoras e aceleradoras credenciadas para o desenvolvimento de futuras startups de todo o país”, diz Guila Calheiros, Superintendente da ANPROTEC, realizadora do Ideiaz Powered by InovAtiva.   

O programa tem a finalidade de atender em escala ideias e projetos de pequenos negócios inovadores por meio da conexão gratuita com os mecanismos de geração de empreendimentos existentes em todas as regiões do país. Eles podem ser de qualquer nicho de mercado. 

Cada empreendimento selecionado recebe individualmente, no mínimo, 18 horas de apoio ao seu desenvolvimento, entre mentorias, consultoria organizacional, suporte tecnológico, e suporte para formalização do negócio e qualificação empreendedora. 

Ficou interessado? O programa está com inscrições abertas para sua 2ª chamada! Acesse o link, confira o regulamento e saiba mais sobre a iniciativa.

Negócios de Impacto Socioambiental: o que saber antes de começar

Em 2020, a Global Impact Investing Network (GIIN), calculou em sua publicação anual que o tamanho do mercado atual de investimentos de impacto no mundo é de US$715 bilhões. Devido ao interesse de investidores e à crescente demanda social em negócios dessa área, não é de se espantar que cada vez mais eles tenham surgido no ecossistema mundial. Entretanto, os negócios de impacto socioambiental têm desafios e oportunidades específicas que devem ser exploradas desde sua idealização.

Gabriela Werner, CEO do Impact Hub Florianópolis e uma das palestrantes do InovAtiva Day, ofereceu sua perspectiva para explicar melhor como começar a empreender na área. Segundo a especialista, o grande desafio dos negócios de impacto é que o empreendedor precisa se atentar a duas questões com o mesmo comprometimento: a financeira e o propósito. “A gente precisa que a conta feche e a empresa se mantenha financeiramente saudável, porém, a intenção principal não é gerar o máximo de lucro possível para os seus fundadores, mas resolver um problema socioambiental relevante. Então, os indicadores de sucesso devem  demonstrar ambos os pilares.”

Acerca da definição deste tipo específico de empreendimento, Gabriela detalha que ele deve ter na sua missão a solução de pelo menos um dos pontos listados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “A lista é um consenso mundial de tópicos mais importantes que a humanidade precisa tratar até 2030, com o propósito de construir um mundo mais justo e mais sustentável”, diz.

O Mapa 2021 de Negócios de Impacto Socioambiental da Pipe.Labo organizou os nichos de atuação dos negócios estudados de acordo com os ODS e os três principais temas encontrados foram: Consumo e produção responsáveis (39%), Saúde e bem-estar (36%) e Trabalho decente e crescimento econômico (35%).

Gabriela comenta que o consumo responsável e o trabalho decente sempre representaram nichos de interesse naturalmente significativos para o mercado brasileiro, mas que a área da saúde apresentou um grande crescimento durante a pandemia da Covid-19. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados identificaram na crise uma oportunidade de desenvolvimento de novos produtos e serviços, e novos mercados alcançados.

Entre Verticais de Impacto, outro dos indicadores pesquisados, os principais foram Tecnologias verdes (49%) e Civic Techs (40%).

Ainda segundo o levantamento, o dinheiro é o principal motivo de pedidos de ajuda para os negócios estudados (44%). Enquanto isso, 51% dos empreendedores já buscaram/estão buscando por processos de aceleração sem sucesso. Entretanto, este dado pode ser explicado por outra parte muito interessante da pesquisa: 42% ainda não definiram indicadores de acompanhamento de impacto, 33% definiram mas ainda não os utilizam; e 64% não declararam relatórios de emissões de gases de efeito estufa.

Esta porcentagem de negócios de impacto social que não realizam estes dois tipos de levantamentos é problemática. Gabriela comenta que esta é uma questão que certamente dificulta a obtenção de investimento, porque este tipo específico de investidor procura justamente por este recorte nos indicadores das empresas.

Por isso, a especialista frisa que uma das principais dicas para quem está começando um empreendimento de impacto é procurar a sua turma: “encontrar pessoas que já encontraram caminhos para chegar ao sucesso, como um sistema de apoio, é essencial, porque existe uma série de questões e oportunidades únicas deste tipo de negócio. Portanto, crescer em comunidade é sempre muito legal”, diz.

“É enriquecedor para os empreendedores vivenciarem os  altos e baixos dessa trajetória em conjunto, aprender uns com os outros e conhecer esses caminhos que são tão úteis. Nesse contexto, o InovAtiva de Impacto é uma excelente oportunidade para as pessoas terem contato com alguns dos melhores mentores, professores e outras pessoas que já possuem esse conhecimento. Além disso, ele é gratuito e pode ser acessado em qualquer canto do Brasil”, conta Gabriela, que incentiva a candidatura de pessoas de qualquer região, com todos os tipos de organizações. “A diversidade também traz muita relevância para o programa e isso pode fazer a diferença na sociedade”, conclui.

InovAtiva Brasil está com inscrições abertas para o ciclo 2021.2 do programa de aceleração

As inscrições para o Ciclo 2021.2 do InovAtiva Brasil estarão abertas até 19/07 para todos os negócios inovadores interessados no  programa de aceleração no segundo semestre  A equipe de seleção procura projetos que desenvolvem soluções inovadoras em produtos ou serviços em estágio de validação, operação e tração que estejam em busca de conexão com o mercado e investidores.

O InovAtiva Brasil oferece conteúdos e treinamentos valiosos para empresas que estão buscando se firmar no Brasil. Até 360 empreendedores serão escolhidos para a primeira etapa, de aceleração. Nesta, são oferecidas mentorias coletivas e individuais baseadas em entrevistas personalizadas com os gestores do programa para entender melhor quais as necessidades específicas de cada participante. A plataforma desenvolvida aos empreendedores selecionados em cada ciclo também disponibiliza cursos de modelagem financeira, validação da proposta de valor, acesso ao mercado e capital e compartilhamento de propriedade intelectual.

Após a primeira etapa, até 140 empresas serão escolhidas para avançar para a Etapa de Conexão. Nela, são oferecidos conteúdos mais específicos para seu nicho de atuação e treinamentos de pitch, além da chance de participar do InovAtiva Experience, evento de encerramento do ciclo, no qual os empreendedores têm a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores, grandes empresas e aceleradoras.

Os benefícios do InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é um dos programas de aceleração e conexão de negócios inovadores do InovAtiva, hub de inovação que promove um conjunto de iniciativas de apoio ao desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador no Brasil. Em 2020, o InovAtiva foi eleito, pelo segundo ano consecutivo, o principal fomentador do ecossistema de inovação do país pelo ranking 100 Open Startups – plataforma internacional de maior impacto na geração de negócios entre grandes empresas e startups. Em 2017, foi considerado como benchmark de política de inovação pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

“Os negócios inovadores que participam dos ciclos de aceleração do programa se beneficiam muito com as oportunidades de conexão e visibilidade, que trazem a elas várias oportunidades de negócio.” diz Gabriel Pignat, gestor de aceleração do InovAtiva Brasil.

Segundo o gestor, o InovAtiva tem a maior rede de mentores do Brasil. E é com estes profissionais que os empreendedores selecionados têm a oportunidade de aprender a lidar com seus negócios. “Além de todo o conteúdo compartilhado com os selecionados, os participantes que chegam até o final da segunda fase têm a oportunidade de se apresentar para uma banca de investidores e conseguirem, eventualmente, um aporte financeiro e parceiro estratégico para o seu negócio”, pontua Gabriel, como uma das principais vantagens dos ciclos.

Passadas as atividades obrigatórias da primeira fase do ciclo, os negócios participantes recebem o selo de Acelerada pelo InovAtiva. Aqueles que forem selecionados para a segunda fase  e que cumprirem todo o cronograma de atividades, chegando ao final do ciclo, recebem outro selo: Graduada pelo InovAtiva. Além de todo o conhecimento oferecido aos empreendedores, esses selos têm muito valor no mercado.

“Como o maior programa de aceleração de startups da América Latina, o InovAtiva Brasil tem um reconhecimento muito grande. Por isso, as companhias  que recebem os selos, tanto de Aceleradas, quanto de Graduadas InovAtiva, já se destacam conseguindo conexões com atores chave, bem como credibilidade e visibilidade”, diz Gabriel.

Conheça mais sobre o InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil é o maior programa de aceleração de startups da América Latina. Voltado para negócios inovadores de todo o país, em todos os segmentos de atuação, o InovAtiva Brasil seleciona a cada ciclo até 400 negócios que estejam nas fases de validação, operação ou tração. São realizados, por ano, dois ciclos de aceleração de 4 meses de duração cada um.

Empreendedora há mais de 12 anos, Ariane Pelocioli já participou do InovAtiva Brasil em três ciclos, cada um com uma empresa diferente. Em 2014, ingressou com a Piipee. “Na época, o InovAtiva foi um divisor de águas, pois ainda não vendíamos o produto e participar do programa nos despertou a urgência de colocar o produto no mercado”, comenta.

Em 2018, participou com a Boletão e, em 2020, com a iUPay. “Além de todo o conteúdo que nos auxilia nas diferentes fases e estágios da startup, o InovAtiva sempre trouxe muito networking. Essas são conexões que permanecem e continuam dando resultados sensacionais mesmo após o final da aceleração, além da credencial super relevante de ser uma startup acelerada Inovativa. Por isso, toda startup precisa participar”, compartilha Ariane.

“Estar do InovAtiva significa ganhar prêmios do começo ao fim. Sua startup recebe esses prêmios em forma de mentorias, material para leitura, cursos, contatos com os mentores – muita coisa boa! Para mim o principal e maior benefício que nossa startup recebeu foi o conhecimento adquirido”, diz Eugênio Marques, fundador da Sysvale Softgroup, startup de soluções tecnológicas para a área da saúde, acelerada no ciclo 2020.2 do InovAtiva Brasil.

Desde 2013, o programa já acelerou 1195 negócios inovadores. “É muito gratificante acompanhar a evolução e o amadurecimento das startups ao longo de todo o processo de aceleração, inscrição no programa até a apresentação para a banca de investidores no evento final do ciclo, e saber que o trabalho da Equipe InovAtiva fez a diferença não somente na vida dos empreendedores, mas também no fortalecimento do ecossistema como um todo”, comemora Gabriel Pignat.

 

Inscrições abertas Ciclo 2021.2: Inscreva-se até 19/07

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InovAtiva Experience 20.2 acontece de forma totalmente online e conta com programação aberta ao público

O InovAtiva Experience, evento de encerramento do processo de aceleração dos programas InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto, será realizado nos dias 05, 12, 13 e 14 de dezembro. Com o tema “Além do Vale do Silício: um Brasil que respira inovação”, ele acontecerá de forma 100% online.

Durante o evento, além da programação exclusiva para os empreendedores participantes dos ciclos atuais, também serão realizadas atividades abertas ao público geral. A transmissão dessas atividades será feita ao vivo, no canal do YouTube do InovAtiva.

Programação aberta ao público

A partir do dia 12, será possível acompanhar, ao vivo, painéis e palestras realizados durante o evento. Confira o horário de cada atividade:

12/12 – Sábado

  • 15h: Painel sobre Investimentos com Juliene Piniano, advogada na Derraik & Menezes Advogados; Brenda Kutnikas, que atua na área de relacionamento com empreendedores e parceiros na Anjos do Brasil; e Bernard Caffe, CEO da startup Jovens Gênios.
  • 15h: Painel sobre Investimentos na área de impacto socioambiental com Fernanda Dativo, coordenadora de investimentos SITAWI; Ronaldo Tenório, CEO da startup Hand Talk; Michele de Souza, fundadora e CEO da startup Cycor Cibernética e Antonio Patrus, diretor da Bossa Nova.
  • 16h30: Palestra sobre o ecossistema de inovação e cases de sucesso com Ariel Patschiki, sócio do Ebanx, fintech brasileira que se tornou unicórnio no final de 2019.
  • 17h45: Live Musical com a DJ Rafaela Boeno.

13/12 – Domingo

Os membros da Comunidade InovAtiva Brasil participarão de um bate-papo sobre o cenário empreendedor da região onde atuam. Essas rodadas de conversa começarão às 13h30 e terão duração de uma hora cada. A ordem será Sudeste, Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte e, para encerrar o dia, às 18h30 acontecerá o painel “Retrospectiva 2020 – Ecossistemas de Startups”.

14/12 – Segunda-feira

No período da tarde, a partir das 15h, será realizada a live de encerramento do evento. A primeira parte da transmissão conta com dois blocos de entrevistas. O primeiro, sobre ambiente regulatório de startups, terá a participação de Lucas Maciel (coordenador da Enimpacto), Igor Nazareth (subsecretário de Inovação e Transformação Digital no Ministério da Economia) e Julierme Rodrigues da Silva (analista em TI na Secretaria de Governo Digital).

O segundo bloco começa às 16h30 e aborda o tema inovação aberta. Serão entrevistadas Amanda Graciano (head de portfólio e desenvolvimento de negócios da iDEXO), Izabella Neves (coordenadora de inovação da B3) e Mirella Lisboa (gerente de inovação aberta e ecossistemas digitais da BASF).

A partir das 18h15 acontece a cerimônia de encerramento, momento em que serão divulgados os nomes das startups destaques da edição. Em seguida, para encerrar o dia, serão realizadas rodadas de entrevistas com as premiadas.

Atividades exclusivas para empreendedores

Para os participantes dos ciclos atuais, a programação inicia no dia 05, com o Demolation, atividade de simulação de pitch. Nesta ocasião, os startupeiros serão divididos em 14 bancas temáticas, nas quais terão até quatro minutos para apresentar suas soluções a mentores. Encerrado esse tempo, os orientadores terão até oito minutos para fazer considerações sobre o que precisa ser melhorado para despertar a atenção de possíveis clientes, parceiros e investidores.

Já no sábado seguinte, dia 12, durante o período da manhã, serão realizadas mentorias coletivas sobre vendas, marketing, acesso a investidores, modelagem financeira e gestão estratégica.

Para encerrar o InovAtiva Experience, no dia 14 acontece o Demoday. Os empreendedores se apresentarão para mentores, investidores e executivos de grandes organizações, que poderão fazer perguntas para entender melhor os negócios e criar um relacionamento com as startups. Com base nos pitches, eles também elegerão 14 soluções como destaques em suas áreas de atuação.

Acompanhe a cobertura completa do Experience 20.2 nas redes sociais do InovAtiva.

5º Mega Hack 2020 terá desafio proposto pelo InovAtiva Brasil

Durante o mês de novembro, a Shawee, startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2020.1, vai realizar a quinta edição do ano do Mega Hack, maior hackathon online do Brasil. O InovAtiva foi convidado a participar do evento e propôs o desafio “Como auxiliar o programa a chegar em mais pessoas, de diferentes regiões do país”.

Os inscritos no Mega Hack serão distribuídos em equipes de cinco integrantes, que deverão escolher um dos oito desafios pré-determinados por organizações da área de tecnologia e propor uma solução para este. Além do InovAtiva, também propõem desafios CPFL Energia, Linker, Mercado Pago, Órama, Renner, Uber e Velt Partners.

Os projetos serão avaliados por um grupo de mentores convidados pela comissão organizadora para selecionar até 20 finalistas de cada desafio. Depois disso, as sugestões serão analisadas por representantes da empresa desafiante, que elegerão os 10 melhores projetos apresentados.

As propostas que ficarem em primeiro lugar em um dos 8 desafios serão julgadas por especialistas do mercado e uma delas será eleita a grande vencedora. O prêmio para esse primeiro lugar é de R$ 15 mil e os sete demais projetos receberão R$ 1,4 mil. O anúncio final será feito no dia 27 de novembro, nos canais oficiais de comunicação do Mega Hack.

Desafio InovAtiva

Visando expandir ainda mais sua rede de atuação, o desafio proposto pelo InovAtiva Brasil foi o de interiorizar o acesso à inovação e conhecimento no país. Dessa forma, o projeto desenvolvido deverá responder a cinco perguntas:

  • Como aumentar o relacionamento e engajamento online de comunidades locais em diferentes estágios de maturidade?
  • Como otimizar a gestão e estratégia para plataformas colaborativas de conteúdo?
  • Como fomentar de forma prática ecossistemas incipientes sem cultura de empreendedorismo disseminada?
  • Como fomentar mentores/as e investidores/as fora dos grandes centros?
  • Como regionalizar conteúdos e ações nacionais?

Para saber mais sobre o evento, acesse: https://www.megahack.com.br/

Sobre a Shawee

Eleita como Startup do Ano pelo Startup Awards 2020, a Shawee desenvolve uma plataforma online de gerenciamentos de todas as etapas de hackathons, com o objetivo de profissionalizar a gestão desse tipo de maratona.

“Em 2015 e 2016 tinham muitos hackatons sendo feitos de forma errada. A Shawee educou e regularizou esse mercado trazendo a cultura de outros países para o Brasil. Em 2017, direcionamos nossos esforços para criar uma marca que fosse amada pelas comunidades e gerasse um grande impacto. Aí a gente associou isso a plataforma”, comenta Rodrigo Terron, CEO da startup.

Hoje, com mais de 400 projetos realizados em 12 países, a empresa fecha o ano com faturamento acima de R$ 3 milhões. Além disso, a Shawee também entrega a plataforma, de forma 100% gratuita, para universidades, comunidades e ONGs.

“Isso é uma coisa bem legal que está ampliando bastante a nossa base. Atualmente temos, aproximadamente, 80 mil participantes de hackaton no nosso banco de dados e estamos em processo de fusão com uma empresa que trabalha na formação e educação de desenvolvedores”, finaliza Terron.

Startup Awards premia duas startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil, Shawee e Transfeera

Durante o CASE + Startup Summit 2020, ocorreu a cerimônia do Startup Awards, também conhecido como o Oscar das startups brasileiras. Na ocasião, duas aceleradas pelo InovAtiva Brasil foram premiadas: a plataforma de gerenciamento para hackatons Shawee, na categoria Startup do Ano, e a fintech Transfeera, como Startup Revelação.

“Foi muito especial receber essa premiação. Tratamos isso como um reconhecimento à dedicação e ao trabalho do time, que confia no nosso potencial, acredita na história que construímos juntos e continua trabalhando para entregar a melhor solução aos problemas dos clientes e parceiros. O ano de 2020 foi desafiador, mas a equipe não desanimou e continuou acreditando no nosso plano de desenvolvimento”, comenta Guilherme Verdasca, CEO e cofundador da Transfeera, fintech open banking.

Para Rodrigo Terron, CEO da Shawee, ser eleita como Startup do Ano mostra que a empresa atingiu o seu maior objetivo: ser um negócio que gera impacto social, empregabilidade e conexão com o mercado.

“Em 2018 a gente ficou no TOP 10 e não chegou nem no TOP 3. Quando vi que fomos considerados como uma das principais soluções de 2020, fiquei muito animado, mas não imaginei que ganharíamos esse prêmio. Por isso, quando o resultado foi anunciado, fiquei surpreso e, ao mesmo tempo, emocionado”, afirma Terron.

As duas startups foram aceleradas pelo InovAtiva Brasil e acreditam que o programa contribuiu com essa conquista, seja pelo aprendizado adquirido no processo ou pela visibilidade gerada. De acordo com o CEO da Shawee, a aceleração gera insights para a melhoria do negócio e conexões valiosas.

Verdasca complementa que essa experiência rendeu o seu primeiro contato com o mundo do empreendedorismo. “Foi durante a aceleração que aprendemos as tarefas necessárias para o dia a dia dos negócios, recebemos feedbacks e melhoramos o nosso produto. Também fomos selecionados pelo Facebook, como uma das 10 empresas mais inovadoras da turma. Esse reconhecimento foi essencial para chegarmos aonde estamos hoje”, relata o CEO da Transfeera.

Ambas as startups têm um ponto em comum: não se deixaram afetar pela pandemia e conseguiram superar as expectativas em termos de faturamento para o ano de 2020. Agora, elas pretendem ir ainda mais longe, expandindo suas atuações e se consolidando como referência em seus mercados de atuações.

“Sabemos que, no Brasil, o que dificulta o crescimento das organizações é a falta de mão de obra qualificada. Por isso, estamos iniciando uma nova fase na Shawee em que assumimos a responsabilidade de mudar essa realidade. Dessa forma, esperamos conseguir formar e impactar, até o final de 2023, 100 mil novos programadores e desenvolvedores e posicioná-los no mercado, ajudando na transformação digital das empresas e no crescimento das startups”, finaliza Terron.

Junto com Darwin Startups e ACE Startups, InovAtiva Brasil promove 24 mentorias coletivas no Case + Startup Summit 2020

Durante o CASE + Startup Summit 2020, o InovAtiva Brasil, em parceria com as aceleradoras Darwin Startups e Ace Startups, promoveu 24 sessões de mentorias coletivas sobre temas diversos, como criação de uma startup, definição e validação do modelo de negócios, vesting e propriedade intelectual, Customer Success, gestão de produto, tipos de investimentos e internacionalização.

Apenas no primeiro dia, o hub conseguiu atingir 551 pessoas. Para Bruna Barbosa, CEO do Tudo Sobre Startups e Líder da Comunidade do Pará pelo InovAtiva Brasil, esse foi um ótimo momento para os empreendedores aprenderem e perceberem que não estão sozinhos, que não são os primeiros a viverem um determinado desafio e que existe um caminho a ser seguido.

“Como Líder, tento mostrar as oportunidades que existem para o empreendedor e contribuir para o desenvolvimento dele. Por isso, durante a mentoria coletiva, falei sobre o processo de tirar a ideia do papel. Muitos empreendedores estavam participaram ativamente estavam em busca de conhecimento. Mostrei o que é necessário para identificarem o seu cliente inicial e para, a partir daí, montarem um MVP”, comenta Bruna.

Cada participante realizou sua inscrição previamente no site do evento, sendo permitida apenas uma sessão de mentoria por dia. Porém, as pessoas que não se inscreveram, mas tiveram interesse de participar como ouvintes, puderam acompanhar a transmissão ao vivo pelo Youtube. Dessa forma, o InovAtiva Brasil conseguiu atingir um total de 1143 pessoas.

“Mentorar no CASE + Startup Summit 2020 foi uma ótima oportunidade para ensinar e aprender com uma diversidade de pessoas. Esse tipo de evento reúne e conecta empreendedores de vários lugares do Brasil, cada um com uma história para contar, vidas diferentes, mas todos com o mesmo propósito: melhorar aquele 1% por dia e fazer seus negócios crescerem cada vez mais”, complementa Yan Fontão, Líder da Comunidade do Amazonas pelo InovAtiva Brasil.

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