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Dicas exclusivas de marketing para a gestão de startups em meio ao isolamento social

Em um bate-papo dinâmico e descontraído, Vinícius Dos Santos, Head de Parcerias da Lahar, e Kayuá Freitas, Diretor de Novos Negócios na Moskit CRM, mostraram aos ouvintes virtuais que o marketing pode e deve inovar nesta época em que as pessoas estão trabalhando de casa devido a pandemia do novo coronavírus.

“Esse é o momento de olhar para o mercado e se reinventar”, afirmou Freitas, “as empresas mudaram e as pessoas também. Temos que começar do zero olhando para o cliente em primeiro lugar”, aconselhou o diretor.

Sob mediação de Fábio Santos, consultor de marketing digital e agente do InovAtiva Brasil na cidade de Franca (SP), os convidados abordaram temas como Gestão de Crise, comportamento do público, mensuração de resultados e a mudança nas vendas por e-commerce.

“Antigamente, íamos procurar o mercado depois de criar o produto. Hoje essa realidade mudou. Precisamos entender o mercado para depois criar o produto. Isso é o que tem feito as vendas no e-commerce aumentarem quatro vezes desde o início da pandemia”, comentou Santos sobre as transformações que as vendas passaram como consequência do isolamento social.

O Head de Parcerias da Lahar também reforçou que agora é preciso manter o planejamento e controle financeiro em ordem e usar o CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) para organização e aumento de produtividade.

Kayuá Freitas completou dizendo que essa é a oportunidade para que o empreendedor implemente o conceito de Customer Development na sua startup. De acordo com ele, as redes sociais podem ser grandes aliadas neste período, principalmente para se aproximar dos clientes que a empresa gostaria de ter.

“A ideia é olhar para o que você está fazendo hoje, ver o que conseguiu reduzir e manter isso pós-pandemia. O que está dando certo hoje tem muito mais chances de dar certo no futuro do que o que estava fazendo antes”, finalizou Freitas.

Se você não conseguiu assistir ao webinar, mas quer saber mais sobre as dicas dadas pelos participantes, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=Ptx3UHYdZO8

Convidados falam sobre negociação com fornecedores em webinar do InovAtiva Brasil

Gustavo Filippi, Gerente de Planejamento de Matéria Prima na Natura, e Santiago Antoranz, Diretor de Compras na MadeiraMadeira, foram convidados a participar do webinar sobre Negociação com Fornecedores realizado pelo InovAtiva Brasil. Os dois se mostraram dispostos a compartilhar seus conhecimentos e dar dicas de como conseguir as melhores condições para a aquisição empresarial de produtos.

Após serem apresentados pela mediadora Natasha Meyer, Analista de Mídia e Comunicação do InovAtiva Brasil, os executivos contaram um pouco sobre suas trajetórias profissionais. Em seguida, debateram sobre como fazer para transformar o relacionamento com fornecedores em uma parceria estratégica e comentaram sobre as mudanças dessa interação no cenário atual de pandemia.

Ainda falando sobre as mudanças ocasionadas pela COVID-19, os convidados abordaram ações que estão sendo feitas pelas empresas para superar esses desafios. Além disso, eles explicaram o que é necessário levar em consideração para a elaboração deste plano tático de enfrentamento a dificuldades proporcionadas por um fator externo e como englobar os fornecedores nesta estratégia.

Filippi e Antoranz também apresentaram as vantagens de criar uma ação em parceria com os fornecedores e indicaram alguns canais que facilitam a comunicação direta com eles. Para finalizar, deram dicas para conseguir negociar bons prazos, mantendo a qualidade do que é ofertado ao cliente.

Se você não conseguiu participar, mas tem interesse no tema, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=OYSwMmMDW4s&t=11s

“Home Office e Gestão de Equipes” é o tema do quarto webinar especial de coronavírus do InovAtiva Brasil

Antes de surgir a pandemia e as pessoas serem orientadas a trabalhar de casa, você já tinha imaginado o quanto é difícil gerir uma equipe? No nosso quarto webinar da série sobre coronavírus, convidamos Juliemar Berri, Gestor de Plataformas na Resultados Digitais, e Tatiana Santarelli, CEO da TeamHub e Fundadora da Agente Inovação Colaborativa, para debater sobre Home Office e Gestão de Equipes.

Para começar, os convidados contaram um pouco sobre suas experiências. Nos últimos 10 anos, Berri construiu equipes de engenharia eficazes e agora está liderando equipes remotas distribuídas. Enquanto isso, Tatiana contou que nos seus 18 anos de experiência em Gestão de Pessoas, atuou com foco em jornadas de aprendizagem e desenvolvimento de líderes e times.

Sob intermédio de Matheus Araújo, Líder de Comunidade do InovAtiva em Natal, Rio Grande do Norte, ambos responderam perguntas sobre o cenário atual e perspectivas para o futuro. Além disso, deram dicas para otimizar o trabalho home office e ajudar os trabalhadores na conciliação entre as tarefas empresariais e os deveres domésticos.

Aos gestores de empresas, os convidados orientaram o que é preciso fazer para manter suas equipes motivadas e dispostas a melhorar sua produtividade mesmo com notícias muitas vezes negativas. Também comentaram como fazer para se organizar trabalhando em casa, utilizando o relógio como aliado.

Já no final, o público foi convidado a esclarecer dúvidas sobre o dia a dia nas empresas onde trabalham e sobre os assuntos tratados na apresentação. Aos ouvintes, o conteúdo foi muito importante e os conselhos logo serão colocados em prática. 

Se você ficou curioso e quer saber mais sobre o trabalho home office, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=i3Y6cwPUc3o

Saiba como continuar vendendo mesmo em período de isolamento

Para falar sobre “Processo de vendas em período de isolamento”, no dia 16 de abril, os empreendedores João Mateus Rosa, Gerente de Vendas na Exact Sales, e Karina Lima, Vice-Presidente de Vendas da Salesforce, foram convidados a participar do terceiro webinar do InovAtiva Brasil focado em soluções para o período de contenção do novo coronavírus.

Durante a conversa, os convidados falaram sobre a relevância da ferramenta de CRM (Customer Relationship Management ou Gestão de Relacionamento com o Cliente) no processo de vendas, o perfil do Profissional de Inside Sales e deram orientações sobre como deve ser feita a implementação desta área nas startups. Além disso, destacaram os processos de Pipeline, Customer Success e Funil de Vendas.

Respondendo à pergunta da mediadora Morganna Tito, Líder de Comunidade da Paraíba, sobre o melhor momento para criar a área de sales na startup, Karina afirmou que este campo deve estar presente desde a construção do negócio. Discorrendo sobre o assunto, a startupeira também falou sobre a importância de colocar o cliente no centro do processo de desenvolvimento da empresa e a necessidade de possuir uma estratégia de controle de vendas.

“O cliente é um parceiro da empresa. O sucesso dele é importante para retroalimentar todas as áreas da startup, por isso eles precisam se sentir amparados e se manter próximos da empresa”, comentou Rosa em complemento a resposta da empreendedora.

Para finalizar, os empreendedores debateram sobre os impactos da pandemia no negócio de vendas. “Aproveitem esse momento, estimulem a equipe de vendas a aprender sobre seus produtos, sobre seus clientes, sobre os seus negócios. Esse é o momento de eles se prepararem para quando tudo voltar a normalidade”, concluiu Karina.

Se você não conseguiu assistir ou quer rever algum ponto importante deste bate-papo, acesse o vídeo que disponibilizamos no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Cf-AWp2uWlk

Aya Tech e EMBRAPII falam sobre startups e soluções para combater o COVID-19

O segundo Webinar do mês, realizado na última quinta-feira (09/04), contou com a participação de José Menezes, que atua como assessor da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), e Fernanda Chechinato, Fundadora da Aya Tech – acelerada do programa InovAtiva Brasil e participante de 3 ciclos do StartOut Brasil.

Com intermediação de Rhafaella Karla, Agente do InovAtiva Brasil em Alagoas, os dois participantes abordaram temas como a importância da atuação de empresas, instituições e outras organizações na contenção do coronavírus e o papel dos negócios inovadores no atual contexto.

A Aya Tech é a detentora da patente do GY, antisséptico sem álcool para as mãos. Às startups que também trabalham com produtos físicos, Fernanda deu dicas do que está fazendo para manter a produção.

Menezes explicou que a Embrapii vai destinar, em parceria com o Sebrae, R$ 2 milhões para o desenvolvimento de soluções tecnológicas para auxiliar o país a enfrentar o avanço do COVID-19 em território nacional.

Além disso, os convidados do webinar também comentaram sobre ações que podem fortalecer o ecossistema de startups neste momento e deram dicas e orientações sobre como os empreendedores podem minimizar o impacto do COVID-19 em seus negócios.

No final, foi disponibilizado ao público um espaço para perguntas, que foram esclarecidas com desenvoltura e maestria pelos convidados. 

Caso não tenha conseguido assistir ao segundo webinar de abril, disponibilizamos o link do evento na nossa página do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=evKtDKmZaSc

Aislan Menk fala sobre estratégia para a crise do Covid-19 em webinar promovido pelo InovAtiva Brasil

Em meio à pandemia do coronavírus, diversos países adotaram regras de isolamento social como forma de contenção da propagação da doença. Além de alterar as formas de convivência em sociedade, o isolamento causou instabilidade mercadológica na economia mundial. 

Essa inconstância já é conhecida pelas startups, que enfrentam vários desafios para se manter no mercado e precisam inovar para atrair clientes e prosperar. Grandes empresas, no entanto, não estão acostumadas nem prevenidas para tal situação, como explicou o CEO e fundador da Stars Acelerador, Aislan Menk, no webinar “A estratégia para a crise do Covid-19”.

Menk deu dicas de como pequenas e grandes empresas podem superar dificuldades neste momento atípico e, quem sabe, até adotar novas estratégias na organização. Confira:

  1. Faça reuniões rotineiras para saber o andamento de todos os processos da empresa;
  2. Adote uma postura transparente. Torne a comunicação, as pessoas e os projetos acessíveis a todos;
  3. Crie um planejamento estratégico com cursos de capacitação para a equipe e disponibilize um tempo de estudo aos seus funcionários;
  4. Pivote! Pense no que pode desenvolver para se sobressair no mercado;
  5. Repense seu negócio preparando-se para o pós-crise (modelo de negócios, preço, funil de vendas, planejamento de escala, estratégia de comunicação etc.)
  6. Cuide da saúde financeira da sua empresa. Se preciso, reduza seus custos e negocie com fornecedores;
  7. Tenha um relacionamento próximo com sócios e investidores;
  8. Implemente práticas de governança corporativa;
  9. Se mantenha atualizado! No site do InovAtiva Brasil você encontra diversas opções de cursos e ebooks gratuitos para continuar se aprimorando durante a crise.

Ficou interessado? Então assista o webinar completo em: https://www.youtube.com/watch?v=lM6qXdRqrhg

Estratégia e Modelos de Negócio para Startups

Você já deve ter se deparado em algum momento de sua vida com situações onde era necessário se fazer uma escolha. Seja na hora de decidir entre aparelhos de celular ou na hora de escolher um lugar para onde você vai viajar nas próximas férias, cada vez que uma decisão como essa é tomada, estamos abrindo mão de vários outros cenários e alternativas. O processo de fazer escolhas é necessário para que possamos evoluir, e, no mundo do empreendedorismo, ele é ainda mais relevante, porque dita, muitas vezes, onde vamos chegar como empreendedores.

 

Quando falamos de construir modelos de negócios, fazemos escolhas iniciais em relação ao valor que queremos gerar e como vamos fazer isso, a como e para quem desejamos entregar esse valor e como vamos capturar valor a partir dessa transação. Na primeira mentoria coletiva do InovAtiva Brasil, discutimos um pouco sobre isso, e os acelerados do ciclo 2019.1 puderam fazer várias perguntas e entender mais sobre como desenvolver essas estratégias. Vamos discutir sobre o tema por aqui também!

 

Que valor queremos gerar para nosso público?

 

A discussão central do modelo de negócios de qualquer startup diz respeito ao valor que ela gera. Valor é tudo aquilo que é percebido como benefício pelo consumidor ao ter contato com um produto ou serviço. O status de se ter um iphone ou a flexibilidade em se ter um Android deixam claro que essa discussão vai muito além do produto em si. Afinal, a grosso modo, os dois são aparelhos móveis de telefonia e internet. O que os diferencia está muito mais atrelado ao que percebemos em relação a cada produto do que qualquer outra coisa.

Como vamos gerar esse valor?

 

A visão interna de como gerar o valor desejado é crucial para o sucesso de qualquer projeto. Seja pela discussão dos principais processos do negócio ou dos recursos ou parceiros que viabilizam essa geração de valor, entender quais são esses pontos críticos é fundamental para que o valor que se quer entregar não seja apenas uma promessa. Produtos e serviços duráveis e perenes são aqueles que cumprem a promessa de valor que fazem. Se a Mercedes não entregasse uma experiência premium em todos os seus produtos, provavelmente fracassaria no mercado.

Como e para quem desejamos entregar esse valor gerado?

 

A entrega de valor está pautada na definição dos segmentos de clientes que temos, como eles se comportam e o que é relevante para eles como consumidores. Além disso, é preciso definir quais as melhores formas de nos relacionarmos com nossos clientes para construímos uma marca forte e quais os melhores mecanismos de venda de nossos produtos ou serviços.

Como capturar valor?

Por fim, entra o debate de quanto essa operação custa e como vamos ganhar dinheiro com ela. A relação de custos e receitas é fundamental para entendermos se o projeto para de pé. Afinal, não podemos, em hipótese nenhuma, sermos românticos a ponto de ignorar que, sem dinheiro, o negócio não existe, já que toda empresa visa o lucro ou sua sustentabilidade financeira.

 

Note que, dentro desses quatro pontos citados acima, estamos falando, essencialmente, em fazer escolhas. E é fundamental que elas sejam feitas. Em muitos casos, empreendedores se colocam em cheque na hora de fazer essas escolhas porque sentem que estão afunilando demais o seu range de oportunidades. Fazer escolhas dentro de startups e de novos negócios é fundamental porque dá foco a operação.

 

O maior desafio de qualquer startup que está em sua fase inicial, é a capacidade de realizar testes, aprender rápido e, se necessário, mudar seu percurso de forma que ela se aproxime cada vez mais do sucesso. Fazer escolhas certeiras e focadas se torna uma habilidade fundamental nesse contexto, visto que fica mais fácil escolher que hipóteses precisam ser validadas primeiro e como isso deve ser feito.

 

Ainda falando sobre escolhas, mas, agora, olhando para o futuro e para os desafios de crescimento de uma startup, chegamos na discussão da estratégia do negócio. Fala-se muito no mercado tradicional do famoso planejamento estratégico, que envolve análises macro e micro-ambientais, análises de negócio e financeiras, além da própria operação, de mercado, entre várias outros possíveis estudos que suportam os processos decisórios de grandes empresas. Esses negócios de grande porte fazem esse esforço porque tomam decisões de longo prazo, de planos que vigoram, em média por pelo menos 05 anos dentro dessas empresas.

 

É utópico pensar que startups e pequenos negócios conseguem trabalhar com planos de 05 anos. Muitas não conseguem ter visibilidade do que vai acontecer nem mesmo nos próximos 06 meses. Por isso, é impossível pensar em um plano estratégico robusto e mega estruturado como os de grandes empresas.

 

Quando falamos em estratégias de pequenos negócios, falamos de definir alguns objetivos táticos claros como uma meta comercial definida, o índice de satisfação da sua base ativa de clientes, a taxa de reutilização ou recompra dentro de um aplicativo. São metas relevantes e de curto prazo que te ajudam a validar seus principais objetivos momentâneos, visto que ainda estamos falando de validação de hipóteses dentro de uma nova empresa.

 

Um livro muito legal que fala um pouco sobre essa questão é o “Must Win Battles“. Ele fala sobre como um planejamento estratégico robusto pode ser nocivo à novos projetos e como pensar em estratégia de um jeito mais simples e direto. Basicamente, o autor recomenda que as empresas trabalhem com batalhas claras e orientadas a resultados por ciclos menores de tempo, como 6 meses ou um ano. Além disso, ele limita a questão das batalhas ao máximo possível, com o máximo de 05 batalhas por ciclo. Afinal de contas, quem quer tudo, acaba não tendo nada. Novamente, a questão do foco se torna fundamental na perspectiva do empreendedor.

 

Por fim, é importante dar nomes aos desafios. Cada batalha precisa ter um dono. Ele será responsável por gerenciar os trabalhos para que aquela batalha seja vencida e, principalmente, prestar contas à gestão do negócio em relação a como está o seu andamento ao longo do tempo. Esse aprendizado constante é importante porque, diferentemente de negócios de grande porte, startups podem ter mudanças repentinas de estratégia caso os resultados não sejam satisfatórios na medida em que o tempo passa. O aprendizado precisa ser rápido, e a capacidade de mudar também.

 

Nas duas discussões, a capacidade de se fazer boas escolhas é o que vai fazer uma startup ir mais longe que a outra. A questão aqui não é, necessariamente, acertar nas primeiras escolhas feitas quando um projeto é criado, mas na habilidade de fazer escolhas de forma constante com base no aprendizado e manter o foco sobre elas para avaliar seu desempenho e realizar as mudanças necessárias quando o resultado não vem. Já parou para pensar que ter momentos específicos para se discutir contextos e fazer escolhas em equipe pode ser uma das atividades mais importantes de sua startup?

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